Marina Lemos

0
44

Marina Lemos

Business Management at Resultados Digitais

VENDER É UMA ARTE

Ninguém nos ensina a vender e dificilmente você vai aprender como se faz isso na teoria. É um processo prático, no qual, você só aprende se expondo e vivenciando.

Na minha carreira de vendas, já vivenciei algumas negociações e com diferentes produtos e serviços – e nenhuma delas posso dizer que foi fácil, mas todas elas tiveram uma história diferente, onde muitas vezes tive que improvisar e pensar em soluções rápidas que prendam a atenção dos meus prospects.

Uma vez li que todo vendedor é louco, pois cada dia ele vivencia uma história e um desafio diferente – já que vendas é a arte da experiência. E isso é totalmente verdade.

Nem todas essas histórias converteram em vendas. E outras sim! Sabe aquela regra dos 80/20? Pois é, a vida de é um vendedor é assim que funciona.

Temos que ter resiliência para aceitar a maioria dos nãos. E ir em busca do sim que tanto buscamos e precisamos!

Como aceitar o não e virar o jogo?

Aceitar também é uma arte. E vou contar a minha história de como virei o jogo, depois de algumas respostas “negativas”:

Antes de conseguir ter a consistência em vendas – de estar atingindo por 4 meses seguidos uma meta bem alta, eu fracassei nos 3 meses anteriores a isso.

E isso me serviu de experiência.

Principalmente no meu comprometimento comigo mesma.

Vendo os meus resultados ruins em uma reunião de vendas para todo time (que não estavam de acordo com a minha expectativa), eu consegui fazer uma reflexão interna de que eu não queria aquilo para mim. Que eu queria algo a mais.

E aquele dia falei pra mim mesma e pra dois colegas meus: Chega! Vamos bater a meta mês que vem?

E comecei a plantar aquela sementinha. Que até então, era só uma vontade.

Até que, mudei.

Algumas pessoas me perguntam como eu mudei meus resultados tão rápido.

E de como eu consigo vender bem e só uma resposta me vem: eu consegui encontrar um processo natural de como vender, que muitas vezes, se torna intangível compartilhar isso com os outros – pois aprendi a acessar na minha mente uma metodologia e processo que faço isso de forma tão natural – que os resultados vêm da mesma forma.

E porquê faço isso de forma natural? Porquê nas negociações que consigo ter empatia com o meu prospects, eu consigo criar um vínculo, mesmo que por poucos minutos de conversa de relacionamento. Sou eu mesma, sou sincera e lido com as pessoas como elas são. Eu dou atenção e tento escutar ativamente. E ás vezes é só isso que os clientes precisam.

Não, não aprendi isso sozinha. Aprendi isso com a minha família (que tem uma veia empreendedora e vendedora), aprendi isso em cada negociação que participei (principalmente as que não converteram em vendas) e também, aprendi vendendo.

Permiti viver o lado humano da venda – e é isso que as pessoas querem! Além de claro, precisarem de uma solução que seja recíproca para os dois lados.

E desde então, o meu mantra começou a ser: Vai lá e faz.

Naquele momento, eu percebi que tinha algo diferente: parei de tentar agradar os outros e comecei a me comprometer comigo mesma de que:

Eu iria ter mais foco e iria atingir as metas e só existia uma alternativa para isso: Dizer CHEGA para tudo aquilo que não estava me fazendo bem e trazendo resultados, arregaçar as mangas e ir lá e fazer. E fui isso que fiz, como compartilhei acima.

Não importa como, quantos nãos eu levei, mas que eu prometi pra mim mesma eu ia começar a me expor, me desafiar e mostrar, que sim é possível virar o jogo.

E não tem gosto melhor do que o da virada, de virar o jogo aos 48 minutos do segundo tempo, quando nos comprometemos com a gente. O gosto de fazer acontecer quando só as pessoas que você confia estão acreditando em ti (e como essas pessoas são importantes nesse processo!) é maravilhoso e revigorante.

Desde então, as coisas estão acontecendo e fluindo. E naturalmente o resultado também.

Esses são só alguns aprendizados que quis compartilhar. Ainda têm muita negociação para aprender mais a viver essa arte – que não existe receita de bolo para ensinar.

Bora se comprometer com você mesmo para tentar encontrar a tua própria receita? Tenho certeza que ela está aí na sua mente, é só você se permitir acessar! 🙂

#Vailáefaz!

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here