PREMIAÇÃO SALÃO DA ARP

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PREMIAÇÃO SALÃO DA ARP

O dirigente de comunicação do ano ou o antigo “publicitário do ano”, essa premiação conta com três grandes executivos que engrandecem em muito a qualidade do talento e da gestão de empresas no mercado gaúcho.

Em homenagem a esses candidatos eleitos, em páreo duro e verdadeiro, estamos postando um pequeno texto de cada um que demonstra o orgulho dos mesmos e acima de tudo a valorização que eles fazem de seus times de profissionais, lá vai:

Fábio Bernardi, Sócio-Diretor de criação da agência Morya.

Pelo 3º ano consecutivo a Morya é a agência com mais indicações (dirigente, diretor de criação do ano, duas no planejamento, cliente e profissional de produção) na premiação da ARP (neste ano, empatada com a Moove). Eu e a Lara Piccoli (o que seria de mim e da Morya sem ela?) ficamos muito felizes. Porque este é, de novo, um reconhecimento a todos que trabalham ou já trabalharam aqui. São essas pessoas que fazem, diariamente, essa agência ética, transparente, leve e comprometida, de verdade, com o melhor trabalho para os clientes e a melhor relação com fornecedores e veículos. São esses profissionais que estão aqui, ou que já passaram por aqui, que me ensinam a ser um dirigente melhor hoje do que fui ontem, e ainda – e sempre – aprendiz do que serei amanhã. Gracias, meus queridos.
(E um obrigado especial aos que lembraram de mim para um reconhecimento tão importante como ser indicado para Empresário ou Dirigente de Comunicação do Ano. Um orgulho pra mim ter o reconhecimento do mercado em que construí minha vida profissional).

Analisa de Medeiros Brum, Especialista em Comunicação interna e Endomarketing e Sócia-Diretora da agência Happy House.

 

A minha indicação para Empresária de Comunicação do Ano pela ARP traz uma série de significados:

  1. O primeiro significado é a valorização do elemento humano. Afinal, sou uma especialista em endomarketing e criei uma agência que se dedica exclusivamente à comunicação das empresas com o seu público interno. Hoje, numa era de escândalos, de orçamento zero e de incertezas, mais do que um embaixador da marca, o empregado tem que ser um agente de reputação da empresa na qual trabalha. Sou uma pessoa apaixonada por pessoas.
  2. O segundo é a valorização do nosso negócio. Quando fundamos a HappyHouse, no ano 2000, criamos um novo segmento empresarial. Fomos uma startup, embora quase não se falasse nisso na época. Começamos com 6 pessoas e 3 clientes (Renner, Claro e Iguatemi). Hoje somos 70 profissionais atendendo contas como Avon, Cielo, Burger King, Gol, Votorantim, Embraer, Novelis, Ultra, 3M, Ecade, Renner, InBetta, Neoenergia e tantas outras grandes marcas (são mais de 25 clientes fixos), sem ter saído de Porto Alegre. Mais do que isso, trazendo muito trabalho para as gráficas, produtoras e outros fornecedores do RS.
  3. O terceiro é a prova de que é possível sobreviver sem mídia. O nosso formato é de agência (planejamento, atendimento, criação, produção, estúdio …), mas não temos área de mídia, pois os canais que utilizamos para veicular aquilo que criamos são internos. Mesmo sem os 15% da mídia, somos um negócio saudável. O que vendemos é inteligência. A nossa receita é decorrente da venda de planejamento e criação. E, assim, estamos chegando no nosso ano 18, passando por todas as crises sem nunca ter tido que reduzir a agência.
  4. O quarto é o fato de ser a primeira vez que estamos sendo reconhecidos pelo mercado gaúcho. Até aqui, sempre fomos muito mais conhecidos e consumidos por empresas de outros estados, especialmente SP, Rio e MG. A imprensa local nunca se interessou por abordar o case da Happy. Somos uma empresa inovadora em todos os sentidos, mas nunca fomos convidados para apresentar o nosso case num evento local, talvez porque o objeto do nosso trabalho, o endomarketing, ainda seja visto com um certo preconceito. Da mesma forma, são pouquíssimas as empresas gaúchas que nos procuram e contratam. Mesmo tendo decidido não sair de Porto Alegre, infelizmente o nosso mercado nunca foi e não é o RS. O lado bom é que isso mostra o quanto os gaúchos são valorizados nos outros estados.
  5. O quinto significado e, com certeza, o mais importante, é a valorização da nossa equipe. Nos primeiros anos da Happy, ninguém queria trabalhar conosco. Os publicitários viam o endomarketing como “criar cartazinhos” ou “fazer jornalzinhos”. Hoje, ao contrário, a nossa proposta de valor ao Colaborador é inquestionável. Na HappyHouse, os profissionais trabalham em planejamentos globais para um portfólio de clientes que nenhuma outra agência local possui. Costumo dizer que aqueles que entraram no início e que estão conosco até hoje são verdadeiros heróis, pois entenderam que trabalhar para “pessoas” tem um propósito muito maior e pode ser tão prazeroso quanto trabalhar para marcas. Mas sobre isso, o mais importante é dizer que a “felicidade” não está apenas no nosso nome. Está no nosso dia a dia e isso não é resultado exclusivo do que eu acredito e dos livros que escrevo, mas principalmente da competência e do comprometimento das pessoas que fazem o dia a dia da agência e que tornam ela cada vez mais uma “casa feliz”.

Esses 5 significados comprovam que essa indicação não é minha, Nenê. É a indicação do nosso negócio como uma ideia (ousada e inovadora) que deu certo. É a indicação de uma equipe maravilhosa que trabalha lado a lado comigo e que compartilha do meu sonho com toda a intensidade.

Por fim, quero dizer que a “ideia” à qual me referi no parágrafo anterior não foi apenas minha.

Criei a HappyHouse junto com o publicitário Alexandre Skowronsky, que foi meu sócio por 10 anos, a quem sou extremamente grata.

A ideia de criar uma “empresa” de endomarketing foi dele. Quando ele me convidou, eu trabalhava na Escala. Então pensei que poderia ser uma “agência de propaganda interna”.

Quando a Happy fez 10 anos, comprei a parte dele e transformei os primeiros funcionários em sócios (Carlos Eduardo Palhares André, Cristiane Mallmann e Rinaldo Medeiros).

Essa é a nossa configuração hoje. Sou a sócia majoritária, mas tenho mais três sócios, sem os quais eu não teria chegado até aqui.

José Luiz Monteiro Fuscaldo, jornalista, publicitário, especialista em comunicação e marketing institucional e Sócio-Diretor da agência Moove.

 

 

Estou muito honrado com esta indicação à categoria de dirigente de comunicação do ano. Mas fico ainda mais feliz quando a agência conquista cinco outras indicações de profissionais, entre elas a de agência de comunicação do ano. Quero agradecer aos profissionais do mercado que votaram na nossa equipe.

É o reconhecimento de um projeto que acaba de completar 15 anos de existência e de uma equipe que encontra na Moove e nos seus profissionais conhecimento, flexibilidade e relacionamento com espírito aberto para identificar os novos caminhos que a comunicação segue nestes tempos de poucas certezas e de tudo a descobrir.

Quebramos o nosso mapa mental para atravessar o portal para o futuro do nosso negócio.

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