O Segredo do Sucesso

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OS PAIS PROCURAM ATENDER MAIS SEUS INTERESSES PROFISSIONAIS E MATERIAIS DO QUE APRIMORAR A QUALIDADE AFETIVA DA VIDA RELACIONAL FAMILIAR.

No início, a força física era o poder máximo.

Mentes privilegiadas inverteram a ordem das coisas.

Estratégias venceram forças físicas.

Tecnologias aprimoraram astúcias.

Hoje, informações ampliam tecnologias.

Comunicação e informatização globalizam povos distantes.

O ser humano busca pelo autoconhecimento o equilíbrio pessoal e pelo sucesso na realização de seus potenciais o ser feliz.

 

Assim, o pai luta para ser um profissional bem- sucedido. E a mãe, uma mulher de sucesso.

O filho, tendo tudo e mais um bom colégio, de repente tenta a desgraça.

Esse episódio acorda os pais para o filho, para a família.

O que está acontecendo? Há uma lacuna, uma insatisfação, mas onde?

 

Os pais estão sendo consumidos pelo trabalho. Não “sobra tempo” para acompanhar os filhos nem para conviver com a Família.

 

TUDO PASSA: FORÇA FÍSICA, PODER, STATUS, DINHEIRO. O QUE REALMENTE FICA SÃO SEUS FAMILIARES.

Fala- se muito em qualidade de vida.

As empresas investem em cursos sobre o tema.  Ensinam o indivíduo a mobilizar a inteligência e a   criatividade para melhorar sua performance, ser um vencedor.

Abordam a saúde do corpo e da mente. Como prevenir doenças, administrar melhor o tempo, driblar o stress.

 

Só não tocam num aspecto fundamental: a relação do indivíduo com a família.

A qualidade de vida de uma pessoa não reside no sucesso material ou na boa saúde.

Força física? A idade a consome.

Poder e status? A aposentadoria os aniquila.

Matéria? Dinheiro? Mudam de mãos.

O que permanece com a pessoa é exclusivamente o que lhe pertence: suas vivências relacionais.

 

Para uma pessoa estabelecer um bom   relacionamento, é preciso que esteja integrada consigo mesma, adequada ao meio ambiente e tenha um bom conhecimento da pessoa com a qual vai se relacionar. São os princípios da Integração Relacional.

 

De todos os relacionamentos, o mais importante é o que você estabelece com sua família.

Mudam os paradigmas profissionais, mas a família continua sua fonte afetiva.

É o passaporte que acompanha o viajante em todos os países. Alimenta seu coração, ilumina sua alma.

E justamente aí muitos executivos estão falhando.

 

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