Cleber Benvegnú

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O destaque dessa semana é um sujeito simples e mais do que sincero. É um profissional que tudo que se dedica tem muita verdade e fé. Estamos falando de Cleber Benvegnú que hoje desempenha e está Secretário de Comunicação do Governo do Estado. Desde que assumiu esse compromisso trabalha 24 horas por uma comunicação que não tem mimimi e não tem fantasias, faz da comunicação do Governo a extensão de seu compromisso de vida que é de ser autêntico e íntegro.

Dos toques na máquina Olivetti do pai, Artêmio, às brincadeiras de apresentador de telejornal, aos primeiros escritos no Jornal Hoje, de Casca, com apenas 13 anos. Desde muito cedo, a comunicação já era uma constante para Cleber Benvegnú, hoje secretário da Comunicação do Governo do Rio Grande do Sul.

Mas quem vê de longe esse começo quase predestinado e uma trajetória tão profícua no ramo, talvez não saiba que Cleber também enveredou pelos tribunais.

Depois de uma adolescência com passagens por rádios de Marau e Serafina Corrêa, o jovem Cleber acabou parando no Direito, por influência da família – e do gosto por assistir aos júris casquenses.

Em 2000, formou-se como advogado na Unisinos. Em seguida, graduou-se na Escola Superior do Ministério Público e na Escola Superior da Magistratura da Ajuris. Juiz de pequenas causas na Restinga, sentiu-se limitado na arte da escrita. Ainda atuando no Fórum, começou a fazer serviços de comunicação e abriu sua primeira empresa no setor, a Texto e Contexto, com Percival Puggina.

A convite da esposa Renata, então estudante de Farmácia na PUC, voltou à universidade. Agora, para reencontrar-se de vez como jornalista, com o diploma conquistado em 2007 pela universidade católica.

Em 2011, dá início à Critério – Inteligência em Conteúdo, com os sócios Rafael Codonho, Soraia Hanna e Tomás Adam, onde enfileirou projetos de comunicação, assessoria de imprensa e conteúdo e campanhas políticas vitoriosas — entre elas, as de Fábio Koff e de Romildo Bolzan Jr. para a presidência do Grêmio, clube de seu coração.

Nos fins de 2014, surge o convite que mudaria mais uma vez seus rumos: comandar a comunicação do governo de José Ivo Sartori, que assumiria dali a seis dias. Desafio aceito, Cleber chega a três anos com uma rotina intensa de trabalho.

Discreto publicamente, mas ativo internamente, Cleber se transformou num dos principais secretários do governo Sartori. Com perfil aglutinador, mais do que cuidar da pasta da Comunicação, é a figura que procura “juntar as pontas” do governo. Participou da concepção dos principais projetos de modernização do Estado.

“Não acredito em comunicação da mentira, sem fato concreto, só com ilusões de marketing. A sociedade cansou de tomar balãozinho. Boa atitude gera boa comunicação. Talvez não no curto prazo, mas a história sempre faz justiça. Na política, comunicação é mais conseqüência do que causa”, explica ao justificar seu envolvimento com os grandes temas do governo.

Sempre que pode, dedica-se por inteiro à sua maior paixão: a família, com sua esposa Renata e os filhos Isabela, Bento e Teodora. Momentos que aproveita em casa ou em passeios ao ar livre nos fins de semana.

Católico convicto, frequenta todos os domingos a missa na Igreja Nossa Senhora de Mont’Serrat. “A melhor parte de mim é a minha fé”, diz. Volta e meia, está presente na Arena para apoiar o Grêmio. Pratica corrida e, em casa, aventura-se na culinária, com ênfase nas carnes.

Indeciso e reflexivo, por sempre buscar a opção perfeita. Íntegro, sincero, é devoto a Deus, à família e, principalmente, à felicidade. “Ela se dá nessas duas dimensões. Busco esse sentimento como constância, não como momento. Ela está na caminhada”.

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