Em busca pela liberdade

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Essa semana resolvi destacar dois textos de muita importância e que fazem parte da nossa história como leitores e assistentes de filmes que nos marcaram.

Esses textos nos remetem aos acontecimentos que estamos vivenciando no nosso país e que frustram as expectativas de um presente melhor e um futuro promissor para as novas gerações.

 

Em busca pela liberdade, pela inexistência de mágicas na sociedade, se evidencia em Charles Chaplin, em o Grande Ditador:

 

“Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbirão e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao mesmo. E assim, enquanto morrerem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados!  Não vos entregueis a esses brutais…  que vos desprezam …  que vos escravizam…  que arregimentam as vossas vidas…  que ditam os vossos atos , as vossas  ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis os que não se fazem amar… os que não se fazem amar e os inumanos!

Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela Liberdade!

Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia unamo-nos!”

 

Evitar, através do voto bem informado, que “ salvadores da pátria” tomem o poder, que apontem para certos grupos como responsáveis pelos problemas nacionais ou globais, garantir que a diversidade é a base para a convivência humana, estes são os melhores fatores para garantir uma profícua resistência contra os abusos cometidos pelo arbítrio. Trata –  se de uma conduta individual, apoiada por algumas organizações civis comprometidas com a democracia, o que inclui as religiosas, na medida em que a omissão e a desinformação hoje poderá ser a tragédia de amanhã.

 

Em Contra o Fanatismo, Amos Oz escreve: “ Acho que inventei o remédio para o fanatismo. Senso de humor é uma grande cura.  Nunca vi na minha vida um fanático com senso de humor, nem vi uma pessoa com senso de humor tornar- se fanática”.

O senso de humor, efetivamente, inclui a capacidade de não se tomar completamente a sério, de colocar uma pitada de dúvida em tudo o que você acredita firmemente.

 

A loucura compartilha com o senso de humor esta capacidade de repudiar o fanatismo. Ao não aceitar experimentar o mundo da mesma forma como os demais parecem estar experimentando, ao se perceber irremediavelmente atraído por algo que mais ninguém percebe, as certezas desaparecem.

 

Temos que refletir, deixar a paranoia e o radicalismo de lado, sermos mais voltados e ferrenhos defensores do melhor para o todo e não continuarmos vivendo por ter mais egos que só querem o seu bem e defender os seus bolsos. Basta de sermos roubados e convivermos com a corrupção diariamente.

 

 

 

 

 

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