Alice Schuch

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NEOFEMININO

Por Alice Schuch, escritora, palestrante e pesquisadora do universo feminino

Neofeminino (=) amor ao jogo!

Neofeminino (=) novidade que qualifica a vida: complementariedade!

O prefixo neo, na língua grega significa novo, nato, recém-nascido. Ao ouvir as palavras do grande concertista Andres Segovia dei-me conta que nós, mulheres do Terceiro Milênio, somos agentes de uma nova mulher, de uma mulher recém-nascida, então através de um flash cunhei um termo Neofeminino, neologismo perfeito para representar aquilo que somos e queremos hoje: novas mulheres que vivenciam a própria atemporal feminilidade aliada ao poder, sofisticação, estilo, business appeal, força e vontade na busca constante do ambicionado projeto vitorioso.

 

Então, tal como fala Segóvia ao referir-se à sua trajetória vencedora, dizemos também nós: “Me encanta a minha força. Quando você tem força e vontade pode superar muitos obstáculos. Vejo porém que a sorte esteve a meu lado e tudo foi chegando, lentamente… Não me distrai, não atendi a nenhum outro chamado e nisto constituiu-se a minha força: em persistir”.

Tantas feministas dos passados séculos lutaram bravamente para que tivéssemos acesso às cartas e sentássemos à mesa para jogar, graças a elas hoje não aceitamos depender. Dependência quer dizer: tu deves me dar porque tens mais, tu me dás porque sou mais fraca, tu me dás porque desejo possuir o que é teu.

O feminino que vejo hoje é a tomada de posição que nasce de uma forma de evidência da nova mulher integrada na sociedade não como o Outro, mas a título de ser humano que compreende a própria consistência de valor e de capacidade resolutiva. Então, com as cartas na mão, jogamos de modo claro e limpo, com autoridade, verdade e força, em coerência com a identidade que cada uma de nós é oriunda das leis da própria natureza.

Hoje, tempo do Neofeminino, somos capazes de introduzir uma novidade que requalifica a vida, a reciprocidade, isto é: eu tenho algo que tu não tens, tu tens algo que eu não tenho e juntos podemos fazer mais, como refere a obra Verso la donna 2000, de Antonio Meneghetti.

Mostremos ao século XXI quem é a mulher, o que queremos e o que somos capazes de fazer para evoluir, formalizar, ser um destino, um vetor, uma história bem-sucedida para o progresso de todos.

Amor ao jogo!!!

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