Alexandre Assumpção

0
46

Por Alexandre Assumpção – Publicitário

Há muito tempo, uns 12/15 anos, eu dizia que “pessoas são como marcas” que nos relacionaríamos com as marcas como nos relacionamos com as pessoas: amando, brigando, perdoando, fazendo parceria, abandonando. O que eu disse está aí, ninguém duvida. O contrário também citei: que pessoas seriam como marcas, seriam marcas. Só não sabia como. Não existia as redes sociais no grau que existem agora, e claro, não previ as blogueiras e influenciadores digitais, mas sim pessoas comuns com amplos círculos de influência em seus grupos de relacionamento. Mas a questão da pessoa como marca, já hoje está colocada como um canal de mídia. Investe-se hoje em TV, internet, e influenciadores já são comuns. Mas eu queria me referir a uma questão maior e na época faltou explicitar, que, além de serem como marcas, pessoas seriam/teriam uma marca pessoal. Esse mês, fui convidado para um workshop sobre Me brand – O Eu como marca, onde pessoas contarão suas histórias, a partir de seus protagonismos pessoais, destacando como constroem plataformas de negócios baseados em marca, influência, monetização, nas mais variadas formas. Pessoas que são resultado de uma construção planejada, que envolve storytelling, estratégia, imagem, prêmios e resultados. Quando questionei o meu convite (eu sempre questiono) a resposta foi que tenho uma carreira bem estruturada e longa, com cases claros de resultados inequívocos conhecidos por todos, e sou um profissional com características de construção de Branding, onde meu nome por si só acaba sendo como uma marca, como um produto, bastante claro em seus benefícios.

Sendo assim, vou contar a história da minha marca, quais foram os processos, quais foram as ideias, planejamento, estratégia, objetivos, etc..Por exemplo, quando nem se pensava em Planejamento, há 30 anos atrás, eu já estava planejando o que fazer nos próximos 5 anos e quais seriam as agências e estratégias para alcançar esses resultados, e assim é até hoje. Quando começou a se falar que DC teria que entender de planejamento eu já estava mergulhado dentro do planejamento da e21, de onde fui sócio por 8 anos. Quando se falou em criação como negócio, monetização expressa, eu já dizia há muito tempo que se não vende, não é criativo. Fiz Rebranding de duas agências quando ninguém sequer sabia o que significava essa palavra. Quando falaram recentemente em métrica para resultados em propaganda, Quase 1 ano e meio atrás propus, como ideia, na Moove, que buscássemos um estatístico para embasar e embalar dados on e offline. Agora estou trabalhando na Happy, uma empresa focada em endomarketing, uma coisa bastante nova no Brasil, que praticamente começou quando a Analisa escreveu seu primeiro livro há 20 anos atrás e também, como consultor independente que trabalha, antes da comunicação, a Gestão da própria empresa, algo que envolve administração, finanças, canais de venda e também comunicação. Já dei consultoria para agência, para escritório de advocacia e para empresas bem diversas nos mais variados tamanhos. Portanto me aguardem. Estou estudando, além de Gestão de empresas e processos, um novo produto para oferecer ao mercado. Se existe uma fórmula de Me brand acho que é: planeje coloque metas, corra atrás, engaje as pessoas e divida com elas seus projetos e sucessos e nunca pare de criar, ou como diria minha própria mãe, de inventar coisa. Quem quiser saber tudo direitinho é só se inscrever na workshop Me Brand que vai acontecerem 30 de junho, na Casamata Hub, que fica na Mata Bacelar, 50.  O evento terá também a presença de uma empreendedora digital, uma Google Woman, um empreendedor e uma Brand Planner. Espero que além de instrutivo, seja divertido. Sem prazer não há aprendizado.

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here