GLOBAL SUMMIT JORNADA VALE DO SILÍCIO 2018 – POR FERNANDO RÖHSIG

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GLOBAL SUMMIT

Começou o Global Summit da Singularty University. Um verdadeiro renovar de mindset. Depois de termos passado toda a semana passada compreendendo o ecossistema do Vale do Silício o Summit vem fechar com chave de ouro o aprendizado que tivemos nas visitas as empresas e universidades na semana passada. Conseguimos compreender o olhar das diferentes partes interessadas, os assim chamados stakeholders, sejam academias ou universidades, investidores, empreendedores, financiadores, acionistas, governantes, comunidades em geral, fornecedores, bancos, auditorias, conselheiros, estudantes, professores, etc. Também estamos vendo muita pobreza e críticas ao modelo adotado. A ideia de que somente jovens vem para cá está totalmente equivocada. A média de idade de quem faz sucesso inicia em 45 anos de idade, ous seja, profissionais com muita experiencia.

O Summit iniciou com Peter Diamandis, atual presidente da Singularity University que é o cara do momento por aqui. Pelas previsões dele todos estarão conectados à internet até 2025 e seremos mais de 4 bilhoes de internautas. Tambem apresentou que a integração se dará por vários satélites que serão lançados, até 7.500 equipamentos. A questão é saber como isso será distribuído na ponto para os consumidores finais.

Suzanne Gildert trouxe a inteligência artificial e a robótica ao nosso convívio. A tremenda evolução dos robôs e de como a maior capacidade de processamento dos computadores permite aos robôs aprenderem os movimentos e agirem cada vez mais parecidos ao como humanos agem. O aprendizado e a evolução constante são impressionantes. A palestra termina com uma foto de humanos e robôs, onde praticamente não se distingue quem é quem.

Nathana Sharma resgatou os princípios do blockchain. Quando Ramez Naan subiu ao palco tivemos um show. Ele trouxe dados muito profundos sobre a queda no preço no petróleo e principalmente da energia gerada a partir do sol e dos ventos. Foi uma das melhores apresentações do dia. Categoricamente afirmou o fim do poder dos assim chamados “petrodólares”. Muito boa também foi a apresentação do Daniel Kraft, sobre medicina digital. A busca por um acompanhamento médico a partir de aplicativos em celulares e relógios permitira o diagnostico de eventuais problemas de saúde de maneira preditiva e constante, além de baixar fortemente os custos, uma vez que cada humano poderá monitorar a sua saúde.

Pablos Holman fechou com muita qualidade o primeiro dia. Abordou a relevância das inovações tecnológicas, mas trouxe um olhar humano sobre o que efetivamente estamos priorizando. Enquanto queremos colonizar o espaço, temos crianças e adultos morrendo de doenças colo a malária. Aonde queremos chegar com toda essa tecnologia? Está certo deixarmos o humano de lado para assumirmos robôs?

Loja da Microsoft com a venda de lap top da marca (vende Dell tb) e X-Box, mas o robô na entrada da loja é o que mais chama atenção. Veja o vídeo:

 

CURIOSIDADE

Quiosque físico da Amazon num shopping aqui em San Francisco.

O segundo dia do Global Summit iniciou com o Ceo do T Labs, Amin Toufani. Amin trouxe os principais conceitos sobre economia exponencial e o dilema entre aqueles que conseguem participar da nova economia, aqueles que ficam cada vez mais ricos e, em contrapartida, aqueles que são excluídos. A comparação entre quem estava entre as 500 maiores e que não conseguiram se manter, assim como os entrantes que cada vez mais rapidamente ingressam, retrata muito bem o movimento nas últimas décadas.

Kelly Wanser, que é membro do conselho da startup amerciana BioCarbon Engineering, nos trouxe importantes informações sobre a evolução no mapeamento e atuação em áreas degradas pelo homem ou para agricultura, utilizando drones e inteligência artificial para a plantação de sementes, por exemplo. Os vídeos e foto explicam bem os conceitos e resultados.

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