ÚLTIMO DIAS GLOBAL SUMMIT JORNADA VALE DO SILÍCIO 2018 – POR FERNANDO RÖHSIG

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FINAL DO SEGUNDO DIA

Iniciamos o report com a palestra de Amin Toufani, CEO do T Labs falando sobre o futuro dos transportes. Vejam os slides e vídeos. Veículos autônomos e elétricos serão o futuro.

Depois Richard Browning, famoso inventor britânico, nos apresentou a Gravity Industries, com a experiência de fazer os humanos se deslocarem de forma autônoma pelo ar, em altitudes de até 30m, mas com velocidades superiores a 50km/h.

A noite encerrou com o Gravity no Museu de Ciências Naturais, um dos dez maiores do mundo.

Link para acessar o site da Gravity: https://gravity.co/

TERCEIRO E ÚLTIMO DIA

As relações com o trabalho numa visão positiva são abordados pelo Gary Bolles em quatro perspectivas: individual, organizacional, comunitária e dos países. Cada uma com a sua realidade. Vivemos um grande conflito de informações sobre a perda de empregos com a evolução da tecnologia, mas também de novas oportunidades com essa mesma revolução. Há uma grande incerteza, quantificar em vagas abertas ou encerradas é praticamente impossível.

Alguns dados de uma pesquisa respondida por mais de onze mil executivos em 124 países:

Um dos pontos para reflexão foi o de que se estamos vivendo mais, acima de uma média de longevidade de 65 anos, como as empresas estão se estruturando para que os seus ou os profissionais em geral, possam trabalhar por mais tempo nestes ambientes? Algumas empresas como Amazon, Target e Ikea estão agindo neste sentido. Também abordou a necessidade do compartilhamento e do trabalho flexível.

O mundo digital, de vez, está nos imitando. Greg Cross fez uma apresentação espetacular. Trouxe vídeos onde humanos digitais ocupam e realizam funções como se humanos fossem, atendendo, questionando, conversando e evoluindo numa relação como se fosse de pessoa para pessoa. O atendimento digital na Mercedes-Benz e no Banco RBS, por exemplo. O que teremos nos próximos dez anos será algo grandioso nesse campo.

Vivienne Ming, fundadora e presidente da Socos Labs, trouxe um olhar crítico sobre o que realmente importa para as mudanças que inevitavelmente precisamos fazer e passar. Essa mudança não tem volta. Setores como a educação para os nossos filhos obrigatoriamente terão que ingressar nesta jornada de inovação exponencial. Estimular os valores, o conhecimento com certeza, mas explorar a tecnologia disruptiva é parte de um jogo jogado. Concluiu referindo o que compreende como propósito. Usou o exemplo de uma pessoa idosa, que com todas as restrições que o tempo trouxe ao seu corpo, ainda tem a motivação para plantar uma árvore. Os frutos, a sombra ou qualquer que seja a finalidade da árvore não serão para AIRM a está plantando, mas para as futuras gerações. E você, já tem o seu propósito? Vamos plantar mais árvores? E assim ela encerrou sua bela palestra.

David Roberts encerrou o Global Summit da Singularity University. O seu discurso abordou várias pequenas histórias retratando como o medo, refletido em líderes fracos e com uma falta de propósito que busque equilibrar a cultura interna da organização com a cultura externa onde ela está inserida. Enfatizou o duplo medo. O oposto a tanto medo é ter a bendita coragem para fazer a disrupção e assim encorajar os colegas, a equipe, o ambiente a começar, por menor que seja, com amor e responsabilidade temos que começar a buscar novos patamares para sermos 10x melhores. As frases finais, de grandes líderes mundiais, aqueles que buscaram a coragem em momentos que mudaram a história do mundo, falam por si e dão a dimensão de como podemos e devemos aceitar o desafio exponencial de buscarmos a inovação que nos torne melhores.

 

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