JOÃO FIRME-14-09-2018

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BANRISUL, O PRIMEIRO BANCO DA PROPAGANDA

Por João Firme – Publicitário e Jornalista

 

Quem diria que como ex-bancário (trabalhei no Agrícola Mercantil na Rua da Praia como datilógrafo, deixando a instituição por ordem do psiquiatra), depois como líder sindical das agências de propaganda consegui a primeira Carta Patronal em 31 de março de 1978, conforme a lei 4680/65. Tive que “pelear” como o Paixão Côrtes para abrir uma conta no BANRISUL pois na época todos os Sindicatos e as Federações só podiam movimentar pela Caixa Federal e Banco do Brasil. Lembro de ter idealizado um artigo neste sentido e publicado no Jornal do Comércio.

Mas a história diz que reivindiquei o direito por ofício bem arrazoado (aleguei a inconstitucionalidade da Normativa da Exclusividade) ao Ministério do Trabalho, que tinha como ministro o leopoldense Arnaldo da Costa Prieto e o delegado regional, Celito De Grandi (que Deus os tenha no céu), ambos competentes e ínclitos. Isso foi em 1981, quando chegou o despacho do ministro Prieto, autorizando as entidades sindicais a abrirem contas nos bancos estaduais. O Celito me ligou pela manhã, dando-me a informação, e já havia agendado uma audiência com o presidente Lemos. Naquela tarde fomos recebidos com alegria e champanha com a abertura da conta.

A ALAP-Associação Latino-Americana de Publicidade, entidade de utilidade pública, ligada à Arte e à Cultura comemora 30 anos, o Instituto Ver Hesíodo Andrade, a ONG da Propaganda, da Justiça e do Paixão Côrtes, 10 anos com conta de ajuda no Banrisul.

O SINAPRO-RS, fundador da ALAP e da FENAPRO, que está nos seus 40 anos é o primeiro a acreditar no Banrisul, o Banco do meu coração.

Quero trazer à memória o que me pode dar esperança…

 

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