QUE PAPEL É ESSE? 17-05-19

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QUE PAPEL É ESSE?

Na democracia, o papel da oposição é claro: fiscalizar a administração e os atos dos governantes, atuar como agente capaz de aperfeiçoar proposições de governo, ser catalisadora das demandas e insatisfações populares e, de certa forma, ajudar o governo a errar menos e administrar melhor, criticando, apontando equívocos e incongruências, destacando as consequências de desacertos e denunciando erros e omissões. Oposição competente contribui para se alcançar o objetivo da ação política. Além disso, deve ser propositiva e apresentar caminhos diferentes dos atuais para garantir maior eficiência do setor público e possibilitar o constante crescimento nacional.

A oposição no Brasil não segue esses parâmetros. É sempre contra e faz oposição por oposição, sem linha definida e sem nenhuma coerência. O PT quando não era governo portou-se assim, porém depois adotou programas que contestava e deu continuidade a projetos que abominava, como as privatizações, para as quais adotou o eufemismo de concessões. A ascensão petista com quatro gestões sucessivas minou a força dos partidos fora da base governista, enfraquecendo a ação oposicionista. O PSDB, que deveria incorporar e liderar a oposição, pratica o mesmo que o PT praticava, com o objetivo de ser contra inclusive a pontos que antes defendia quando governo.

Os partidos enquanto governo implantaram a reeleição, implantaram o fator previdenciário, implantaram uma série de normas de conduta para estancar a corrupção e muitos outros com muita relevância.

Essas “conquistas” da oposição duraram 20 anos em que o povo vem sendo sacrificado e hoje provoca, sem exageros, uma linha de pobreza incalculável e um desemprego de dois dígitos que atinge milhões.

Oposição inconsequente, sem critérios e linha política definida perde a credibilidade e acaba agindo contra o país

Lamentável e profundo o desapego pela sociedade e pelo bem estar do país.

 

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