Mídia Dados 2019 – Versão Digital 02.08.2019

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Mídia Dados 2019, a mais completa publicação de mídia da indústria brasileira, chega na versão digital com informações mais completas de todos os meios 

Em sua 32º edição, a publicação do Grupo de Mídia São Paulo, traz versão digital igual a impressa (http://bit.ly/2ynTkU5com a possibilidade de extrair conteúdo para compor planilhas e apresentações e mais a parceria com a Pointlogic/Compsoint e Kantar/TGI;  e, a exemplo de 2018  entrevistas em vídeo com os principais executivos do mercado 

O Grupo de Mídia São Paulo coloca no ar o Mídia Dados 2019 – http://bit.ly/2ynTkU5- , o panorama da mídia do Brasil com destaque para contínuo crescimento do meio digital principalmente em função das redes sociais; o desempenho do OOH; o bom momento do cinema, o aumento consistente de novos players no ambiente da mídia; a integração de meios, a importância da pesquisa de mídia com dados para entender melhor a jornada do consumidor e os efeitos das ações de comunicação para o processo de construção das marcas e vendas. Além de  informações sobre mobile e APPs; os dados mais relevantes de todos os canais de comunicação do país TV aberta, TV por assinatura, Internet, cinema, jornal, revista, rádio e suas plataformas digitais,informações de mídia da América Latina e internacional fornecidas pela Zenith.

Todos os anos, o Grupo de Mídia São Paulo busca oferecer ao mercado o melhor e mais profundo estudo sobre a mídia brasileira. Podemos dizer que o  Mïdia Dados é uma das maiores contribuições da nossa entidade ao mercado pelo volume e pela qualidade das informações que disponibilizamos para pesquisa. São meses de trabalho. Nesta 32ª edição, trouxemos a possibilidade de baixar todas as tabelas, uma solicitação antiga de quem usa de fato o guia”, comentou Paulo Sant’Anna, presidente da entidade.

Para  fazer a edição,  a equipe do Mídia Dados coordenada por Luciana Schwartz, diretora de mídia omnichannel, da VML e membro do Conselho do Grupo de Mídia, contou com mais de 50 fornecedores do porte de Kantar Ibope, Ibope Inteligência, Ipsos, Comscore, IVC, Anatec, somadas as informações fornecidas pela Pointlogic/Compsoint e Kantar/TGI e todas as associações líderes em seus meios de atuação.  “ Coordenar o mídia dados traz capacidade de entender profundamente a temperatura de todos os canais de comunicação, me manter atualizada e praticar os meus aprendizados no dia a dia”, afirma Luciana. Agradeço ao Paulo Santanna, equipe do Mídia Dados e todos os fornecedores(Veículos  e Institutos) que tornaram possível esta edição

Para quem se interessar em assistir as entrevistas com os executivos dos principais veículos brasileiros em vídeo, elas estarão disponíveis nas redes sociais do Grupo de Mídia e no canal do Youtube. Já pela versão impressa, será possível acessar por meio QRcode aproximando o celular da imagem. O Mídia Dados conta com a versão impressa, mas também pode ser acessado pelo site do Grupo de Mídia São Paulo – www.gm.org.br – ou ainda pelo aplicativo.

Alguns achados da pesquisa na opinião dos entrevistados:

Pesquisa de mídia 
O papel da pesquisa de mídia está definido no novo ambiente: entender a jornada do consumidor e os efeitos das ações de comunicação para o processo de construção das marcas e vendas.  A diversidade no volume de clientes, em função da chegada de novos players no ambiente da mídia e do crescimento da base de anunciantes de digital e OOH fazem com que estes meios recebam mais atenção. O foco está baseado na necessidade de mirar os indivíduos, com todas as suas facetas e palavra integração começa a se destacar.
TV aberta
A TV aberta manteve sua posição na divisão do bolo publicitário, porém a integração com o digital tem apresentado excelentes resultados tanto para a produção de conteúdos quanto para o comercial melhorando a audiência.
Com a disputa com o digital cada vez mais acirrada, a saída é trazer a inteligência de dados para o ambiente da TV.  Nunca se falou tanto em integração que passou a reger boa parte dos investimentos, como é o caso da TV com o digital
TV por assinatura
O meio não depende mais do aparelho de TV, a distribuição de conteúdo se dá cada vez mais por meio de plataformas de vídeo on demand, apps e redes sociais. Segundo os executivos do setor, a redução da base de assinantes do meio não prejudica a entrega feita ao mercado anunciante. O desafio agora é como trabalhar os dados gerados junto à audiência para tornar o meio mais efetivo na discussão sobre performance.
Mídia Digital 
Todo o poder aos dados. Nunca se falou tanto no tema e na necessidade de anunciantes e agências orientarem suas estratégias de negócio com base neles. Porém, a simples posse do dado é apenas o começo do caminho o que importa, cada vez mais, é o tratamento dado a eles. Outra tendência é o uso da voz na internet, estima-se que até 2020 ela deve representar 50% das buscas.
OOH
Com espaço para crescer, as operações continuam investindo na expansão do inventário, na estrutura interna e na integração com o digital, avançando na automatização do processo de vendas para viabilizar o modelo programático. O Mapa OOH tem um papel importante na ampliação do share.Entre as empresas que ainda não fazem parte do estudo destacam-se outras iniciativas nessa área, como o uso das ferramentas de geomarketing.
Rádio 
Mais atenção com o conteúdo. As plataformas digitais têm ajudado as rádios a diversificar a programação e, com isso, ganhar mais relevância para os anunciantes, diversificando a produção de conteúdo para os canais digitais, neste caso, entram os podcasts com boa aceitação da audiência, e com isso o meio tem buscado formas efetivas de monetizar.
Jornal
Com as plataformas digitais, o conteúdo produzido pelos principais veículos  brasileiros atinge um volume muito maior de pessoas do que no passado. A demanda pelo impresso vem por leitores de algumas faixas etárias, enquanto outros optam pelas edições digitais em suas diferentes apresentações, inclusive redes sociais, vídeos epodcasts. Um dado interessante é o fato dos jovens  já não darem tanta atenção às edições em HTML, preferindo as notícias postadas pelos jornais nas redes sociais. Uma forma de buscar receitas é a oferta de projetos e iniciativas de branded content. Combinadas, elas já respondem por um terço das receitas publicitárias.
Cinema
Atravessando um momento de condições propícias para atrair mais verbas publicitárias, desde a entrada da ComScore, as empresas melhoraram a entrega de dados sobre audiência. Ainda em relação à pesquisa de mídia, estudam-se formas de melhorar as informações, fornecendo dados mais precisos sobre o perfil do público. Hoje trabalha-se com os dados sociodemográficos, mas o objetivo é ter algo mais preciso, como acontece no digital. E para completar, desde 2018 os dados sobre faturamento publicitário fazem parte do Evolution Monitor.
Revista
Na busca de novos caminhos, as editoras se reinventam, apoiadas na força das suas marcas e na qualidade do conteúdo que produzem conseguindo consolidar suas audiências em todas as plataformas digitais, estendendo-as também a eventos, licenciamentos etc. Existe uma boa razão para isso: a qualidade do conteúdo permanece relevante, independentemente da forma de distribuição. Contudo, apesar desses esforços e várias outras iniciativas não houve como interromper a queda no faturamento publicitário. A redução em 2018 foi drástica. Segundo os dados do Cenp-Meios, a participação do meio na divisão das verbas não chegou a 2%.

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