Sinais de decepção com as in-house 09.08.2019

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♫ Se preferir, ouça essa notícia em nosso Podcast (duração: 2 minutos e 57 segundos) ♫

 

Matéria na Marketing Week analisa os resultados de uma pesquisa feita pela britânica DMA – Data e Marketing Association e pela francesa Mailjet sobre o fenômeno das agências in-house, opção que muitos anunciantes estão adotando, em busca de custos menores e maior eficiência.

Foram ouvidos 200 executivos sobre 13 métricas aplicadas para avaliar a performance dessas unidades internas. O atingimento de cada um desses 13 objetivos foi menor que o esperado e a sensação geral foi que o sistema funciona para algumas empresas mas não para outras e, em muitos casos, o in-housing está ficando aquém das expectativas.

O aumento da produtividade com a adoção do sistema, esperado por 47% dos entrevistados, só contentou 32%. A melhoria da criatividade era desejo de 38%, mas só apenas 27% disseram que isso aconteceu.

Até a expectativa de redução de custos não foi atingida. Dos 57% que esperavam isso, só 53% conseguiu.
Já o melhor controle das campanhas, imaginado por 48%, só aconteceu com 39%; e a maior consistência sobre o branding, buscada por 53%, foi alcançada por apenas 46%.

A melhoria de tomada de decisões, esperada por 46%, ficou abaixo: 44%.

Mas só 9% dos anunciantes que adotaram o modelo in-house planejam desativá-lo. A grande maioria, 86%, que tem algum tipo de atividade do gênero e pretende prosseguir com isso.

Boa parcela dos ouvidos pela pesquisa imagina melhorar a performance dessas unidades no futuro próximo, incluindo áreas e tarefas de análise de dados (40%), search (37%) e compra de mídia online (35%).

Com estas e outras competências melhoradas, pretendem aumentar o crescimento dos negócios (25%), aumentar a produtividade (20%) e usar melhor os recursos de comunicação (19%).

Mas as preocupações com o modelo continuam em tela, com 37% temendo cair numa câmara de eco sem perspectiva externa para incrementar a inovação; os mesmos 37% por ter muita gente envolvida sem um claro processo de trabalho; e 35% com o fato de que os prazos de entrega podem não ser cumpridos ou postergados.

Finalmente, gera insegurança para 29% dos usuários do sistema in-house o fato de ninguém irá questionar as estratégias ou campanhas propostas.

Clique aqui para ler a matéria – 8 minutos

 

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