CINCO TENDÊNCIAS PARA O MARKETING DE INFLUÊNCIA EM 2020 – 10.01.2020

Aqui estão as cinco tendências para aumentar a produtividade do marketing de influência no ano que está por vir, segundo o CEO da agência Whalar, Neil Waller:

– Amplificação paga será a nova norma

Uma evolução natural do marketing de influência tem sido a integração com os orçamentos de mídia para entregar uma amplificação do target das publicações dos influenciadores. Isso dá as métricas de mídia que as marcas estão acostumadas a ver, e é uma óbvia mina de ouro para as plataformas – que antes não viam nenhuma receita dos acordos entre influenciadores e marcas.

Espere ver a simplificação do impulsionamento de conteúdo e, como resultado, isso se tornará a nova norma para campanhas de influência, graças aos benefícios que traz: aumenta o nível de controle da segmentação; aumenta escala e alcance; e traz transparência e relatórios robustos que estarão disponíveis à campanha.

 

– Mensuração padrão irá além do superficial

A indústria de marketing de influência tem, há tempos, confiado em métricas como seguidores, likes e engajamento como um padrão de sucesso. Essas métricas são representativas, no máximo, e não provem qualquer indicação real sobre se o talento é a escolha certa para a marca, ou se a colaboração foi efetiva ao entregar objetivos reais de negócio.

Atualmente, é necessário que profissionais de marketing demandem métricas verificáveis de campanha, incluindo demografia de audiência, alcance único, impressões acuradas e views reais. Em 2020, busque por mais marcas e parceiros para mensurar efetividade de campanhas de influenciadores com estudos sobre brandlift, conversão e aumento de vendas – incluindo relatórios e análises criativas comparando o trabalho de influenciadores ao lado das outras mídias.

 

– Briefings fortes serão base do sucesso

A maior parte do marketing de influência tende a falhar quando se trata das mensagens que são publicadas. Recorrentemente as marcas ficam relutantes em oferecer liberdade criativa demais ao criador resultando em um conteúdo que não faz sentido ao influenciador ou à sua audiência. No outro extremo, uma marca pode dar todo o controle ao influenciador, que acaba produzindo algo popular para sua audiência, mas que não entrega a mensagem de forma apropriada e com impacto para a marca.

O equilíbrio é necessário, e marcas estão buscando capacidades de produção criativa excitantes da comunidade de influenciadores, como a habilidade de localizar um conceito ao redor do mundo ou acompanhar a forma de pensar de diversas comunidades e culturas – tudo dentro do briefing.

Quando marcas começam as campanhas de influência com um pedido claro, devem alcançar uma combinação melhor entre marcas e influenciadores, veremos resultados mais autênticos e excitantes e mais exemplos de conteúdo produzido por influenciadores que alcancem também outras mídias, do digital ao print ao OOH.

 

– As parcerias mais assertivas buscarão contratos de longo-prazo

A noção de que influenciadores estão se tornando canais cada vez mais significativos para as marcas, junto a dados e mensuração avançados, inquestionavelmente levará a colaborações de longo-prazo entre as parcerias mais efetivas do mercado. E o resultado será mutuamente benéfico.

Às marcas, há um benefício de eficiência significativo nesse relacionamento. Além do fato de que o influenciador pode se tornar mais autêntico ao advogar de forma profunda com a marca, e pode trazer, também, insights reais sobre o produto e o mercado.

Para o influenciador (publisher), que precisa gerar renda, o benefício está em ter tanto a segurança financeira quanto a oportunidade de trabalhar continuamente em colaboração com uma marca que faz sentido para ele e sua audiência.

Indo ainda mais fundo, você pode esperar ver mais e mais colaborações entre influenciadores e marcas trabalhando juntas para co-criar produtos ou, então, novas marcas.

 

– Transparência deixará de ser a conversa principal

Com inúmeros relatórios sobre falta de transparência sobre conteúdo pago, bots, audiências fraudulentas, resultados manipulados e a área cinzenta entre pago e orgânico, não é nenhuma surpresa que a falta de transparência tem sido uma reclamação relevante sobre a indústria de influência.

 

Fonte: Meio & Mensagem

 

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