NEUROMARKETING – TÁTICAS – 21.02.2020

Cada vez mais empresas têm usado pesquisas com ferramentas da medicina para entender a preferência de consumo. Exames como eletroencefalograma, ressonância magnética funcional e de respostas biológicas, usados com base nos conhecimentos da neurociência, prometem ser uma fonte de informações sobre a reação do cérebro do consumidor e não apenas sobre o que ele diz.

Para quem recebe as informações, a melhor ferramenta para entender como estão tentando influenciar sua mente é conhecer as táticas usadas:

 

Atenção:

Algumas estratégias para otimizar os efeitos da comunicação passam pelo mapeamento das áreas do cérebro de um grupo ativadas ao longo de um filme. A partir das informações desse mapeamento, as empresas podem saber qual parte do filme em que o público se sente bem ou mal, se dispersa etc, e remontar sua propaganda ou o vídeo do YouTube a partir das reações deste grupo de teste.

 

Memórias:

Deve-se trabalhar a área do cérebro ligada ao prazer e às memórias, pois parte do prazer está ligado às memórias de imagens de felicidade que vemos, como por exemplo, as campanhas da Coca-Cola.

 

Emoção:

A neurociência explica que despertar mais sensações de felicidade no cérebro de quem consome tem um impacto positivo na hora da compra. É possível ainda verificar pelas zonas do cérebro ativadas emoções como estresse ou raiva.

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