CNN BRASIL – 13.03.2020

A CNN promoveu nesta segunda-feira (9), uma festa para celebrar o lançamento da emissora no Brasil. A rede de jornalismo estreia no dia 15 de março, no canal 577 das operadoras Claro/Net, Sky, Oi e Vivo e em diferentes plataformas digitais, como podcast, redes sociais, YouTube e website.

A emissora, que estreia no próximo domingo (15) às 18h nas redes sociais e às 20h na TV, deve atingir 60 milhões de pessoas por dia com conteúdo multiplataforma. Além de um serviço de streaming, a CNN Brasil GO para assinantes do canal.

Estão previstas entrevistas com o presidente Jair Bolsonaro, o ministro Dias Toffoli, além de Rodrigo Maia e Alcolumbre.

De acordo com os anúncios feitos durante o evento de lançamento, a rede terá 17 horas de programação ao vivo. E vai manter a produção de documentários em parceria com produtoras nacionais e internacionais, como BBC, Reuters e Endemol, além de retransmitir atrações da grade americana, como o programa da jornalista Christiane Amanpour.

Marcus Vinicius Chisco, vice-presidente comercial da rede, apontou o que o mercado pode esperar da CNN Brasil. “A expectativa é grandiosa. Além dos sete players que já estão conosco com negócios anuais, bianuais e de até três anos, estamos sendo muito bem recebidos pelo mercado publicitário. O nosso grande objetivo é criar de fato um novo momento na história da indústria da comunicação. Temos certeza que hoje marcamos uma nova era no mundo do mercado publicitário”, declarou.

O modelo de negócios da CNN Brasil segue o padrão do adotado pela CNN americana. As fontes de receita da empresa são as cotas de patrocínio para a TV e o digital, os acordos de distribuição com operadoras de TV por assinatura e unidades de negócios derivadas do uso da marca CNN no Brasil.

O Santander foi uma dos primeiros a fechar acordo comercial com a CNN. Com duração mínima de três anos, a parceria comercial traz o banco como patrocinador oficial do CNN Brasil Business, plataforma de economia da CNN Brasil e do Jornal da CNN.

A emissora anunciou ainda acordo com a Cielo. A parceria comercial terá validade de dois anos e a empresa será patrocinadora dos jornais Expresso CNN, com Monalisa Perrone e Daniela Lima, e Live CNN, com Phelipe Siani e Mari Palma. A parceria prevê ainda anúncios de mídias avulsas na TV e um projeto de entregas na mídia digital. O acordo contempla também a presença da marca no “CNN Lab”, um laboratório de ideias de produção de conteúdo a serem desenvolvidas pela área comercial da CNN Brasil com parceiros do mercado. O projeto com a Cielo, o primeiro firmado pela CNN, é direcionado ao varejo.

Outra marca que está acreditando no potencial da emissora é a Volkswagen. A montadora patrocinará o Jornal da CNN, no horário nobre, de segunda a sábado. A parceria ainda prevê entregas nas plataformas digitais e mídia avulsa na TV. Magazine Luiza, Nestlé, 99 e IBM também já estão entre as patrocinadoras da rede.

“Hoje em função dos 12 pontos de contato que a gente vai ter traves do linear e dos 11 canais digitais a gente pode chegar diariamente a impactar 60 milhões de brasileiros. Isso é um número espetacular para uma empresa que nasce desse tamanho numa era digital e a gente tem certeza que ao empacotar on e off vai entregar o volume que as marcas precisam para atenderem seus diferentes clusters”, apontou Chisco.

Há poucos meses, a CNN entregou sua conta à AlmapBBDO. Para o executivo, o papel das agências não só para a emissora, mas para o mercado, é “fundamental”. “É o pivô central entre veículos e anunciantes e a gente tem muitas empresas que dependem efetivamente da comunicação, do relacionamento que é diretamente com o anunciante e a gente faz o cadenciamento dos negócios utilizando as técnicas, as abordagens planejamento e pesquisas dos nossos amigos das agências”, concluiu.

 

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