25 Estatísticas do YouTube: Usuários, Marketing e Demografia e outros artigos da semana – 04.04.2025

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Nos artigos que publicamos hoje você vai ler sobre: 25 Estatísticas do YouTube: Usuários,  Marketing e Demografia ,Cif transforma censura em oportunidade de marca nos principais podcasts do Brasil,  Amazon faz oferta para compra do TikTok, Braskem escolhe Artplan como agência de publicidade, Os 10 Melhores CMOs do Brasil em 2025, Grupo Zaffari e Comercial Zaffari lideram o ranking da Agas; conheça o top 10 de supermercados do RS,  Cerca de 50% da Geração Z não quer trabalhar presencialmente porque não poderão assistir às suas séries favoritas em casa e Mulheres que inspiram mulheres: Porto Alegre recebe evento sobre autonomia financeira e protagonismo feminino

 

25 Estatísticas do YouTube: Usuários, Marketing e Demografia

Por Equipe Editorial do Portal Advivo

 

Marketing no YouTube vai muito além de apenas subir um vídeo e torcer para que faça sucesso. Para realmente obter resultados, é essencial compreender a plataforma, quem a utiliza e que tipo de conteúdo realmente funciona. Os dados mais recentes do YouTube oferecem as informações necessárias para ajustar sua estratégia e se conectar com o público certo.

Abaixo, vamos explorar algumas estatísticas importantes sobre o YouTube para te ajudar a entender melhor a plataforma. Bora lá?

 

Estatísticas do canal e dados do YouTube

Antes de mergulhar nas estatísticas gerais do YouTube, é bom saber como acessar os dados específicos do seu canal. Se você já tem uma conta na plataforma, dá pra verificar suas estatísticas com o YouTube Analytics. Se ainda não tem uma conta, esse é um ótimo momento para criar!

Para acessar o YouTube Analytics, é só ir em studio.youtube.com ou clicar no ícone do seu perfil e selecionar YouTube Studio. Uma vez lá, clique em Analytics no painel à esquerda para ver como está a performance do seu canal. Tem vários relatórios disponíveis, mas se você só quer um panorama geral, confira a aba Visão Geral.

Nessa parte, você vai encontrar um gráfico que mostra como suas visualizações, tempo de exibição e número de inscritos estão mudando com o tempo. Consistência é fundamental nas redes sociais. Se você atualiza seu canal com frequência, deve ver um crescimento ao longo do tempo. Se perceber que as visualizações caíram, talvez seja bom explorar novas ideias para promover seu canal.

 

Estatísticas de uso do YouTube

Entender como as pessoas usam o YouTube ajuda a avaliar se vale a pena investir na plataforma. Saber quantas pessoas estão no YouTube e quanto tempo elas passam lá pode dar uma boa ideia de seu uso entre os internautas.

 

  1. O YouTube é a terceira rede social mais popular

Um estudo revelou que mais de 76% dos consumidores utilizam o YouTube, mostrando que a plataforma é um destino top para marcas que querem se conectar com um grande público. Se você está pensando em fazer anúncios, criar conteúdo educativo ou construir uma comunidade, o YouTube é uma boa escolha.

 

  1. YouTube tem 2,53 bilhões de usuários ativos mensalmente

Dados mostram que a possibilidade de alcance publicitário do YouTube é de 2,53 bilhões de usuários. Isso representa quase metade dos 5,24 bilhões de usuários de redes sociais no mundo todo, então dá pra ver como a plataforma é popular.

 

  1. Quase metade dos usuários do YouTube interagem com marcas semanalmente

A pesquisa de 2024 constatou que 47% dos usuários do YouTube interagem com marcas ao menos uma vez por semana, enquanto 32% fazem isso diariamente. Isso significa que as marcas têm uma boa chance de chamar a atenção. Se você postar conteúdo valioso, como tutoriais de produtos ou vídeos divertidos, seu nome fica sempre na mente do público.

 

  1. YouTube tem a maior parte do tempo gasto nas redes sociais

Os usuários passam quase o dobro do tempo no YouTube em comparação com o TikTok. Em 2024, o tempo médio diário no YouTube foi de 48,7 minutos, o que demonstra um aumento no engajamento da plataforma. Ou seja, é um lugar ideal para se conectar com seu público.

 

  1. Visualizações na TV são impressionantes

Um dado interessante é que os espectadores assistem, em média, 1 bilhão de horas de vídeos do YouTube diariamente em suas TVs. Isso implica que é importante focar em criar vídeos de alta qualidade, que sejam adequados para assistir na televisão.

 

  1. Um terço dos consumidores usa o YouTube para se atualizar sobre tendências

A pesquisa de 2025 mostrou que 37% dos usuários usam YouTube e TikTok para ficar por dentro das novidades. Entretanto, as tendências do TikTok costumam sumir rápido. O conteúdo do YouTube tem uma vida útil maior, dando mais tempo para as marcas deixarem sua marca. Apostar em temas em alta e ao mesmo tempo criar conteúdos atemporais é uma boa estratégia.

 

Estatísticas sobre público e demografia do YouTube

Dando uma olhada nas estatísticas do público do YouTube, você pode entender melhor quem está usando a plataforma. Essas informações ajudam a ver se é o local ideal para alcançar seu público-alvo.

 

  1. O YouTube é a segunda plataforma mais popular entre a Gen Z

Os jovens da Gen Z cresceram com o YouTube e continuam fiéis. De acordo com dados recentes, 84% deles têm uma conta na plataforma, tornando-a uma ótima maneira de atingir esse público mais jovem. Se a sua marca está mirando nessa faixa etária, o YouTube deve ser central na sua estratégia.

 

  1. YouTube tem um público ligeiramente masculino

Cerca de 54% dos usuários do YouTube são homens e 46% são mulheres. Vale lembrar que esses dados consideram apenas o gênero binário.

 

  1. A maior faixa etária no YouTube é entre 25 e 34 anos

As pessoas entre 25 e 34 anos representam 21,7% da base de usuários do YouTube, sendo portanto o maior grupo. A segunda maior faixa etária, com 18,5%, é a de 35 a 44 anos.

 

  1. A Índia tem a maior audiência do YouTube, seguida pelos EUA e Brasil

A Índia é o país com mais usuários ativos no YouTube, somando cerca de 491 milhões. Os Estados Unidos vêm em seguida, com 253 milhões de usuários, enquanto o Brasil conta com 144 milhões.

 

  1. Os EUA levam o tráfego do YouTube

Ter um alto número de usuários não significa que o tráfego seja igualmente alto. Na verdade, os EUA geram a maior parte do tráfego do YouTube (15,48%), enquanto a Índia vem em segundo lugar, contribuindo com apenas 6,73%.

 

Estatísticas de vídeo e marketing no YouTube

Aprender sobre marketing no YouTube é fundamental. A maneira como outros profissionais estão utilizando a plataforma e quais vídeos estão sendo assistidos ajuda a traçar estratégias.

 

  1. 51% dos usuários do YouTube preferem interagir com marcas através de vídeos longos

Apesar da tendência dos vídeos curtos, o YouTube ainda é o mais forte em conteúdos longos. Mais da metade dos usuários prefere vídeos mais longos para se engajar com as marcas, indicando que tutoriais e conteúdos mais profundos têm um bom valor. Se você tem informações valiosas, o YouTube oferece espaço para compartilhá-las.

 

  1. Usuários querem que as marcas sejam divertidas e informativas

As pessoas assistem conteúdos de marcas no YouTube buscando entretenimento e, posteriormente, aprendizado sobre produtos. Elas não querem ser apenas vendidas, mas sim se manter engajadas. O ideal é criar conteúdo que seja tanto agradável quanto útil.

 

  1. Vídeos curtos estão em alta

Embora o YouTube seja conhecido pelos conteúdos longos, os vídeos curtos (de 31 a 60 segundos) estão ganhando força. O recurso YouTube Shorts facilitou a criação de vídeos rápidos que capturam a atenção rapidamente.

 

  1. Mais marcas B2B estão investindo no YouTube

As marcas B2B estão dando uma atenção crescente ao YouTube, com quase um terço delas aumentando seus esforços no último ano. Por outro lado, 23% ainda não usam a plataforma, o que mostra uma oportunidade não explorada para quem quer se destacar.

 

  1. O papel do YouTube no marketing de influenciadores está crescendo

Mais da metade dos profissionais de marketing dos EUA têm planos de usar o YouTube para campanhas com influenciadores em 2025. O YouTube se destaca por seu conteúdo de longa duração e pelo impacto duradouro, ao contrário de posts em redes sociais que têm vida útil menor.

 

  1. YouTube Shorts recebe em média 70 bilhões de visualizações por dia

A popularidade dos vídeos curtos levou o YouTube Shorts a uma média de 70 bilhões de visualizações diárias. Os profissionais de marketing podem aproveitar isso criando mais conteúdos para essa plataforma, interagindo melhor com o público.

 

  1. O vídeo mais assistido do YouTube é “Baby Shark Dance”

Os pais com certeza conhecem bem esse vídeo! Lançado em 2016, “Baby Shark Dance” é um dos vídeos mais vistos da plataforma, somando cerca de 15,47 bilhões de visualizações até fevereiro de 2025.

 

Estatísticas de publicidade no YouTube

Se você pretende anunciar no YouTube, é preciso conhecer algumas estatísticas sobre seu desempenho. Verificar a receita publicitária e os melhores formatos pode ajudar bastante.

 

  1. A receita publicitária do YouTube ultrapassou $36 bilhões em 2024

A receita publicitária anual do YouTube em 2024 foi de $36,1 bilhões, subindo em relação aos $31,5 bilhões do ano anterior. Isso representa 13,66% da receita global do Google.

 

  1. Consumidores acham os anúncios do YouTube mais relevantes que os da TV

Os anúncios no YouTube têm um direcionamento que cria uma experiência mais adaptada ao usuário. Um estudo mostrou que 59% dos respondentes acreditam que os anúncios do YouTube são mais relevantes que os da TV.

 

  1. Vídeos verticais podem aumentar conversões por dólar

O vídeo vertical se tornou muito popular no YouTube desde o lançamento dos Shorts. Adaptar os anúncios para essa modalidade, que é vista em smartphones, pode trazer um aumento de 10% a 20% nas conversões.

 

  1. Anúncios no YouTube estão quebrando limites tradicionais de tempo

Cerca de 44% dos principais anúncios do YouTube em 2024 usaram formatos que fogem dos tradicionais de 15, 30 ou 60 segundos. As marcas estão aproveitando a flexibilidade do YouTube para contar histórias mais ricas e envolventes.

 

Estatísticas de influenciadores no YouTube

O YouTube continua sendo uma plataforma poderosa para influencers, que geram muita interação e impacto para marcas com seus conteúdos. Compreender as principais métricas é crucial para avaliar o valor do YouTube, medir o retorno sobre investimento e otimizar campanhas.

 

  1. O engajamento dos influenciadores no YouTube é substancial

O engajamento é fundamental para medir o impacto de um influenciador. Em 2024, influenciadores do YouTube geraram 28,4 bilhões de interações nos EUA, tornando-se uma das plataformas mais engajadas. Contudo, as taxas de engajamento no YouTube são menores que nas plataformas de vídeos curtos.

 

  1. O custo por postagem de influenciadores do YouTube aumenta conforme o nível do influenciador

Conhecer os custos de influenciadores ajuda as marcas a alocarem melhor seus orçamentos. Abaixo está o custo médio por postagem de influenciadores com base em seus níveis:

Nano-influenciadores: $55 por postagem

Micro-influenciadores: $300 por postagem

Influenciadores de médio porte: $2.750 por postagem

Macro-influenciadores: $7.500 por postagem

Mega-influenciadores: $105.000 por postagem

Celebridades: $210.000 por postagem

 

  1. Tendências de engajamento global mostram os principais mercados para influenciadores serem EUA, Brasil e Índia

O engajamento varia por região e saber onde ele é mais forte pode ajudar na expansão do mercado. Os dados mostram que:

Estados Unidos: 28,4 bilhões de interações.

Brasil: 11,2 bilhões de interações.

Índia, México e Reino Unido: outros países com grande engajamento.

Essas informações são úteis para marcas que desejam expandir seu alcance internacionalmente e entender quais mercados têm públicos mais ativos.

 

Transformando estatísticas do YouTube em uma estratégia vencedora

As estatísticas do YouTube ajudam você a entender melhor a plataforma e como os usuários interagem com o conteúdo. Mas saber dos números é só o primeiro passo. Utilize essas informações para aprimorar seu conteúdo, alcançar o público certo e fazer seu negócio crescer no YouTube.

Não sabe por onde começar? Utilize um modelo de estratégia do YouTube para transformar essas informações em um plano de ação!

 

 

Cif transforma censura em oportunidade de marca nos principais podcasts do Brasil

Por B9 via Linkedin

 

Em uma estratégia criativa que reforça seu posicionamento, a Cif substituiu os tradicionais “bips” de censura pelo som de seu próprio nome em podcasts populares.

A campanha “Patrocínio Boca Suja”, desenvolvida pela Droga5 São Paulo em parceria com a Initiative, começou no Broxada Sinistra e se estenderá a programas.

“Essa ação é uma forma divertida e inusitada de mostrar a eficácia do produto para limpar até as sujeiras mais difíceis”, explica Mariana Gonçalo, Diretora de Marketing da Unilever.

A ativação também ganhou as redes com Craque Neto tendo seus famosos palavrões “limpos” pela marca durante a cobertura de Brasil x Argentina e da final do Paulistão 2025.

Um caso interessante de como transformar o que muitas marcas evitam em uma oportunidade de comunicação bem-humorada.

Assista aos vídeos nessa matéria AQUI! 

 

 

Amazon faz oferta para compra do TikTok, diz autoridade dos EUA

Por Reuters

 

A Amazon.com fez uma oferta de última hora para comprar o TikTok, disse uma autoridade do governo dos Estados Unidos nesta quarta-feira, poucos dias antes do prazo limite de 5 de abril para o aplicativo encontrar um comprador não chinês.

O presidente dos EUA, Donald Trump, deve discutir o destino do TikTok em uma reunião no Salão Oval nesta quarta-feira e considerar uma proposta final relacionada ao aplicativo, disse um funcionário da Casa Branca à Reuters na terça-feira.

A Amazon se recusou a comentar, enquanto o TikTok e a ByteDance, sua controladora, não responderam imediatamente a pedidos de comentários da Reuters.

A gigante de tecnologia e comércio eletrônico dos EUA é o nome mais recente a aparecer em uma lista de compradores. Trump disse no mês passado que seu governo estava em contato com quatro grupos diferentes sobre a venda da plataforma, sem identificá-los.

A empresa de private equity Blackstone está discutindo a possibilidade de se juntar aos atuais acionistas não chineses da ByteDance, liderados por Susquehanna International Group e General Atlantic, para contribuir com novo capital na tentativa de adquirir os negócios do TikTok nos EUA, noticiou a Reuters na semana passada.

A empresa norte-americana de capital de risco Andreessen Horowitz também está em negociações para adicionar um novo investimento externo para comprar dos investidores chineses, parte de uma oferta liderada pela Oracle e outros investidores norte-americanos, noticiou o Financial Times na terça-feira.

As negociações lideradas pela Casa Branca incluem planos criar uma entidade norte-americana para o TikTok e diluir a participação chinesa na nova empresa abaixo do limite de 20% exigido pela legislação dos EUA, segundo noticiado pela Reuters no mês passado.

O New York Times foi o primeiro a reportar sobre o envolvimento da Amazon nesta quarta-feira. Várias partes envolvidas nas negociações aparentavam não estar levando a sério a oferta da Amazon, segundo a reportagem. A oferta foi feita por meio de uma carta endereçada ao vice-presidente JD Vance e ao secretário de comércio Howard Lutnick, disse o jornal.

O futuro do aplicativo usado por quase metade dos norte-americanos está em suspenso desde que uma lei de 2024, aprovada com um esmagador apoio bipartidário, exigiu que a ByteDance se desfizesse do TikTok até 19 de janeiro, prazo posteriormente estendido para 5 de abril.

A Amazon também se envolveu no espaço da mídia social com seu próprio feed de fotos e vídeos curtos, semelhante ao TikTok, chamado Inspire, que estava disponível anteriormente em seu aplicativo móvel. No mês passado, reportagens diziam que a Amazon havia encerrado o Inspire.

 

 

Braskem escolhe Artplan como agência de publicidade

Por Meio & Mensagem

 

A Artplan anuncia a conquista da conta de Braskem, ficando responsável pelas estratégias integradas de publicidade da companhia. Com a mudança, a petroquímica quer reforçar seu posicionamento no mercado e destacar a inovação, os biopolímeros e a sustentabilidade como pilares essenciais da empresa.

Além disso, a Braskem busca um olhar estratégico para a companhia, consolidando e impulsionando sua imagem no cenário nacional e internacional.

Desde 2022, a conta da companhia esteve na Publicis Brasil. Em fevereiro deste ano, a empresa anunciou um processo de concorrência com sete agências participantes, além da Artplan. Dark Kitchen Creatives, Fbiz, Ginga, Magenta e 11:11, estavam cotadas.

A decisão aconteceu, pois, para este ano, estão previstas somente campanhas publicitárias pontuais, o que exigirá a alteração do modelo de fee para a remuneração por projetos.

 

Os 10 Melhores CMOs do Brasil em 2025

Por José Vicente Bernardo e Pacete

 

A Lista Forbes Melhores CMOs do Brasil 2025, disponível na nova edição da revista, selecionou 10 líderes que ajudaram a levar suas marcas a patamares ainda mais altos em parâmetros como alcance, reconhecimento, vendas e valor de mercado.

Os nomes dos cargos podem variar de uma empresa para outra, mas todos eles têm em comum a precisão na leitura dos novos tempos e a sagacidade para implementar ações vitoriosas em gigantes do porte de MRV, Duolingo, Bauducco, Visa, Grupo Cimed, BRF, Danone, Claro, Natura e Coca-Cola Brasil.

Confira, a seguir, os dez escolhidos em 2025:

Aléxia Duffles – MRV&CO

Analigia Martins – Duolingo

André Britto – Bauducco

Carla Mita – Visa

Fernando Sodré – Grupo Cimed

Marcel Sacco – BRF

Marcelo Bronze – Danone

Márcio Carvalho – Claro

Tatiana Ponce – Natura e Avon

Ted Ketterer – Coca-Cola Brasil

 

Grupo Zaffari e Comercial Zaffari lideram o ranking da Agas; conheça o top 10 de supermercados do RS

Por Giro News

 

A Associação Gaúcha de Supermercados (Agas) divulgou o ranking das 100 maiores redes de supermercados do Rio Grande do Sul em 2024. Nas primeiras posições, os dois Zaffari (Companhia Zaffari e Comercial Zaffari) continuam na liderança e, no terceiro lugar, segue o grupo Unidasul. A partir da quarta posição começam as mudanças. Neste ano, segundo a coluna Minuto Varejo, o Carrefour e o Andreazza não enviaram informações à Agas, portanto, estão fora da lista. Sendo assim, subiram no ranking o Imec, Asun, Master, Peruzzo, Libraga, Guanabara e Nicolini. Também não entraram na lista as redes de Santa Catarina (Grupo Pereira, Grupo Passarela e Bistek) que expandiram sua presença no mercado gaúcho.

O ranking completo tem 146 empresas do setor. A lista somou R$ 40 bilhões de faturamento em 2024, 835 lojas, 1,1 milhão de m² de área de venda, 73.627 funcionários e 9.298 checkouts. Conheça abaixo as 10 maiores redes de supermercados do Rio Grande do Sul:

 

1- Companhia Zaffari: R$ 8.410.000.000 – 41 lojas

2- Comercial Zaffari: R$ 5.752.584.741,25 – 46 lojas

3- Unidasul: R$ 2.927.108.768,00 – 46 lojas

4- Imec: R$ 1.895.015.341,00 – 31 lojas

5- Asun: R$ 1.609.979.702,00 – 41 lojas

6- Master ATS Supermercados: R$ 1.354.959.384,00 – 19 lojas

7- Peruzzo: R$ 1.241.874.657,00 – 27 lojas

8- Libraga Brandão Supermercados: R$ 1.119.109.146,00 – 37 lojas

9- Guanabara: R$ 920.604.803,48 – 11 lojas

10- Nicolini: R$ 805.799.716,00 – 17 lojas

 

Cerca de 50% da Geração Z não quer trabalhar presencialmente porque não poderão assistir às suas séries favoritas em casa

Por Vika Rosa

 

O trabalho remoto trouxe flexibilidade e autonomia para muitas pessoas, mas também desafiou antigos paradigmas sobre produtividade. Para a Geração Z, que cresceu em um ambiente digital-first, a lógica do trabalho híbrido e remoto tem nuances próprias.

Segundo uma pesquisa recente do serviço de streaming Tubi, 84% dos trabalhadores da Geração Z admitem assistir a séries e filmes enquanto trabalham de casa, e 53% confessam ter adiado tarefas para terminar um episódio.

Se, para alguns empregadores, isso soa como um problema de produtividade, especialistas em recursos humanos sugerem uma abordagem diferente: compreender como essa geração lida com foco e atenção.

 

Serviços de streaming no trabalho remoto

O trabalho remoto pode ser solitário, sem as interações espontâneas do escritório. Muitos jovens trabalhadores encontram no streaming uma forma de preencher o silêncio, ajudando na concentração e na manutenção do ritmo de trabalho.

Para Cynthia Clevenger, vice-presidente sênior de marketing B2B da Tubi, a relação da Geração Z com o entretenimento não é apenas lazer: “É parte de como eles fazem pausas, se mantêm estimulados e gerenciam o foco ao longo do dia”.

No entanto, a confiança no trabalho remoto ainda é um ponto de tensão para muitas empresas. CEOs como Jamie Dimon, do JPMorgan Chase, argumentam que jovens profissionais são menos produtivos fora do escritório, e pesquisas indicam que millennials e Gen Zers são os mais propensos a praticar a chamada “fauxductivity” — fingir que estão ocupados sem realmente produzir resultados.

 

Controle ou adaptação? O dilema dos empregadores

O desafio para os gestores está em equilibrar produtividade e liberdade. Meisha-ann Martin, diretora sênior de análise de pessoas na Workhuman, aponta que não se trata apenas de streaming, mas de um contexto maior de exaustão profissional e desengajamento.

Em vez de combater esses hábitos, especialistas sugerem que as empresas redesenhem seus ambientes de trabalho para refletir as necessidades dessa nova geração. Para Simran Bhatia, líder de operações de pessoas na Reality Defender, “O streaming pode ser uma forma de ‘body doubling’ — uma técnica que melhora o foco ao criar uma presença simulada. Em vez de policiar isso, empregadores modernos devem adaptar o ambiente de trabalho”.

Mais da metade da Geração Z admite relutar em retornar ao escritório porque perderia seu tempo de streaming. No entanto, especialistas argumentam que a questão central não é o entretenimento, mas a autonomia. Patrice Lindo, CEO da Career Nomad, sugere uma mudança na mentalidade corporativa: “Sim, a Geração Z está assistindo a séries no trabalho — e isso nem sempre é um problema de produtividade. É um sinal de que precisamos reimaginar a atenção, não puni-la”.

O futuro do trabalho pode não estar em regras rígidas, mas sim na compreensão das novas dinâmicas de concentração e produtividade. Talvez, em vez de uma distração, assistir algum conteúdo seja apenas mais um capítulo na evolução do ambiente de trabalho moderno.

 

 

Mulheres que inspiram mulheres: Porto Alegre recebe evento sobre autonomia financeira e protagonismo feminino

 

O encontro “Descubra o Poder do Dinheiro: Mulheres, Investimentos e Autonomia Financeira”, realizado nesta semana, no Plaza São Rafael, reuniu grandes nomes femininos do setor. O objetivo foi discutir a importância da independência econômica das mulheres e os caminhos para conquistá-la. A Iniciativa foi promovida pela Federação das Associações de Mulheres de Negócios e Profissionais (BPW BRASIL).

Yeda Crusius, economista e primeira mulher a governar o Rio Grande do Sul, e Kelly Gusmão, cofundadora e conselheira da Warren Investimentos, foram as debatedoras do bate-papo mediado pela empresária, sócia-diretora executiva da Critério e especialista em gestão de reputação de marcas Soraia Hanna — inspirando o público, majoritariamente feminino, a construir um futuro baseado na liberdade financeira.

A deputada estadual Delegada Nadine, que também estava na plateia, ressaltou a importância da liberdade econômica para a emancipação das mulheres. “Somente a liberdade financeira pode dar às mulheres o poder de escolha e a possibilidade de transformar suas realidades”, disse ao relembrar os desafios de sua carreira até ser a primeira mulher a chefiar a Polícia Civil do Estado em 180 anos de história da Instituição. “Puxar outras mulheres é a minha missão”, completou a líder da Frente Parlamentar do Empreendedorismo Feminino e da Força da Mulher Gaúcha.

 

Um encontro para ampliar horizontes

A abertura foi conduzida por Letícia Pires, presidente da BPW Porto Alegre, que destacou a importância da organização no fomento ao desenvolvimento feminino e deu as boas-vindas às convidadas.

Kelly Gusmão compartilhou sua trajetória profissional e reforçou a necessidade de as mulheres tomarem as rédeas de seus investimentos. “Precisamos nos apropriar de nossas finanças e evitar delegar essa tarefa. O dinheiro é uma ferramenta poderosa para nos proporcionar segurança, independência e coragem para agir”, enfatizou.

Já Yeda abordou a relação entre dinheiro e transformação social, trazendo sua experiência na política e economia. “O dinheiro flui e transforma. Quando estive à frente do Ministério do Planejamento, em 1995, criamos um instrumento para que muitas mulheres assumissem a gestão financeira de suas famílias – uma responsabilidade antes exclusiva dos pais. Esta medida transformou a percepção do papel feminino no âmbito familiar, concedendo às mulheres mais autonomia e poder sobre a economia doméstica”, lembrou. Ela também destacou a importância do suporte do poder público para que mais mulheres prosperem economicamente.

Soraia Hanna trouxe sua experiência na construção da reputação e reforçou a necessidade de confiança e disciplina para alcançar a independência financeira. “A confiança se constrói com disciplina e processos organizados. Isso nos dá liberdade para escolher nossos caminhos”, destacou.

 

Impacto social e conexões de valor

Além das discussões inspiradoras, o evento teve um impacto social significativo, promovendo a arrecadação de alimentos e produtos de higiene pessoal feminina, que serão destinados à Rede Nacional de Mulheres Negras no Combate à Violência.

A iniciativa fez parte do Projeto “Março é Mulher” da BPW Brasil, reforçando o compromisso da organização em capacitar e empoderar mulheres para alcançar autonomia financeira e igualdade de oportunidades. Como forma de dar continuidade às discussões iniciadas no evento, foi lançada a comunidade “Investidora Power”, um espaço de troca e aprendizado sobre investimentos.

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