NOTAS DA SEMANA-19-06-20

FERNANDO SILVEIRA

“O Frente A Frente SINAPRO-RS A Edição Especial na última quarta-feira contou com a presença de Leonardo Meneghetti (Band), Paulo Sérgio Pinto (Pampa), Marcelo Pacheco (RBS), Carlos Toiller (Record) e Gabriel Casara (SBT). Em clima de bate-papo, com a mediação por conta do Nenê Zimmermann (GAV/RS e Coluna do Nenê), tivemos um momento especial para comunicação gaúcha. Não lembro de um outro momento reunindo, para falar de negócios, poderosos grupos de comunicação. Importante para o mercado ouvir e entender que a busca é pela retomada da economia com a publicidade exercendo um papel fundamental nesse contexto. Audiência excelente via Zoom e Fanpage no Facebook do SINAPRO-RS. Outras edições, no mesmo modelo, virão. Aguardem”.

EXPOINTER/2020

O secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho, anunciou que a 43ª Expointer vai ocorrer de 26 de setembro a 4 de outubro de 2020, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Segundo Covatti, a nova data adia em um mês a realização da feira em relação ao previsto no calendário oficial da secretaria, no qual a feira aconteceria de 29 de agosto a 6 de setembro.

Embora a mudança no calendário não fosse totalmente bem vista pelas entidades participantes da comissão organizadora da feira, o secretário garantiu que a decisão pela nova data está sendo construída com a concordância de todos. “Estamos fortalecendo o diálogo com todas as entidades, especialmente com a Farsul, nossa grande parceira na Expointer”, disse Covatti.

A partir de agora, a secretaria pretende dar prosseguimento nos protocolos sanitários e procedimentos de segurança para que a exposição atenda às recomendações de prevenção e combate à pandemia de Covid-19. “Essas reuniões já estão ocorrendo e nas próximas semanas começaremos a anunciar as medidas acordadas com a Secretaria da Saúde”, finalizou.

BRIVIADEZ

Banco do Brasil realizou a sessão pública número dois da licitação de contratação para agências digitais. O processo, encerrado no final da tarde de terça-feira (9), apresenta como resultado duas agências vencedoras: BriviaDez, com 98 pontos, e Monumenta, com 80. Também participaram da concorrência as agências Digital, WMcCann, Lew Lara/TBWA, L2W3, Jotacom, Fields, FSB e Salt.

A conta, que prevê um investimento em comunicação em torno de R$ 40 milhões anuais, abrange em seu escopo de serviços a gestão das redes sociais, monitoramento e desenvolvimento de aplicativos, entre outras expertises. O contrato tem duração de até cinco anos e, após a divulgação da lista, as agências participantes do processo tem até cinco dias para recorrer.

DIA DO MÍDIA

Nesta data tão especial que é o Dia do Mídia, a Ativa e Canal você convidam para uma live show com o Thedy Corrêa, vocalista da banda Nenhum de Nós.

Será diferente, porém com o mesmo empenho e carinho que sempre homenageamos todos os profissionais de mídia.

Convide seus amigos, colegas e familiares e vamos comemorar juntos esta data. Nos encontramos lá!

Acesse o link: https://youtu.be/e09vTaeI5s8

Apoio: Abap, ARP, Sinapro RS e Grupo de Mídia

RAFAEL SAMPAIO

O consultor em marketing e publicidade, palestrante, jornalista Rafael Sampaio morreu na madrugada da sexta-feira (12/6). Ele tinha 67 anos e sofreu um infarto.

O profissional fundou a revista About em maio de 1988 e escreveu os livros “Propaganda de A a Z – Como usar a propaganda para construir marcas e empresas de sucesso” e “Planejamento de Marketing – Conhecer, Decidir e Agir”.

Sampaio foi ainda vice-presidente executivo na Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e atuou durante 29 anos na entidade. Ao longo dos últimos anos também colaborou como colunista no PROPMARK, onde também foi diretor de redação anteriormente.

INNOVATION CENTER

O Innovation Center está lançando uma série de reports sobre Projeção de Cenários Pós Covid-19. Os reports foram materializados em um vídeo criado e produzido por uma equipe de peso do mercado publicitário gaúcho, sob a coordenação do Clube de Criação do RS.
Segundo Juan Pablo Boreira, Diretor do Innovation Center,  “ para que seja possível nos prepararmos minimamente para enfrentarmos as incertezas do mercado no pós-coronavírus, é necessário traçarmos cenários que nos permitam sofrer menos com as devastações que vem pela frente em diversos segmentos.É fundamental fazer escolhas hoje, com a visão de como poderemos ser impactados no futuro “.
O objetivo do uso de cenários, contempla a possibilidade de se ter uma visão mais ampla , com múltiplas alternativas que apresentam as melhores condições para as tomadas de decisão de empresas, instituições, governos e pessoas físicas.
“ Precisamos estar dispostos a nos adaptarmos às incertezas e aceitar o fato de que não temos mais como controlar tudo, mas também não podemos ficar desamparados no que vem a seguir ” , destaca Boeira. O material da pesquisa será amplamente divulgado em plataformas digitais e poderá ser acessado através de um link, disponível a todos os interessados.

Ficha Técnica:

Cliente: Innovation Center

Criação: Clube de Criação do Rio Grande do Sul

Roteiro: Cado Bottega e Alessandro Carlucci

Produtora de vídeo: Mythago

Direção de vídeo: Mocita Fagundes

Atendimento: Bruna Martins

Montagem: Bibiana Kasper

Finalização: Paulo Dorneles

Produtora de áudio: Loop Reclame

Direção de som: Manu Adams

Aprovação: Juan Pablo Boeira

FEEVALE

Para divulgar a nova edição da revista Nó(s), publicação semestral do curso de Jornalismo da Universidade Feevale, um grupo de acadêmicas realizará um evento digital solidário. A Live de divulgação da revista Nó(s): precisamos falar sobre tabus acontecerá dia 25 de junho, às 19h, com transmissão na página da revista no Instagram (instagram.com/revistano_s). Com temática principal tabus, o debate terá como convidada a antropóloga Isabela Venturoza, doutoranda pelo programa de pós-graduação em Antropologia Social da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e mestre em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo (USP).
O evento digital está sendo produzido na disciplina de Eventos e Produção Cultural e Social do curso de Relações Públicas da Feevale. As integrantes do grupo são: Ana Paula Bockorny; Camila Trein; Gabriela Lappe; Gabrielle Mota; Kassiane Michel; e Marina Telles, acadêmicas dos cursos de Relações Públicas e Jornalismo. O grupo arrecada doações para a Associação Evangélica de Ação Social em Novo Hamburgo (Aevas). Como o evento será gratuito, as integrantes convidam o público a ajudar a instituição, como se fosse um ingresso solidário. Não há valor mínimo e as doações devem ser realizadas diretamente para Aevas (contato: 51 3587-1487).

TV PAGA

Nos quase três meses em que o futebol brasileiro foi suspenso como consequência da pandemia do novo coronavírus, o Premiere, serviço de pay-per-view esportivo do Grupo Globo, perdeu mais de 400 mil assinantes. O prejuízo mensal mínimo com o cenário já se aproxima da casa dos R$ 32 milhões. Com a baixa, a base oficial de assinantes está abaixo de 1,5 milhão pela primeira vez desde o “boom” da TV paga no Brasil, no início da década de 2010.

Procurada oficialmente a Globo admitiu que existe uma queda grande de assinantes do Premiere e disse que esse é um dos reflexos da pandemia no futebol brasileiro. A empresa afirma esperar que, após a retomada do esporte, consiga recuperar assinaturas. Os jogos serão retomados sem torcida e poderão ser assistidos apenas pela televisão. “A Globo está atenta a todos os impactos da pandemia de coronavírus no mundo do futebol. O número de assinantes do Premiere é apenas um deles. Após a volta do futebol, é esperada uma retomada importante do Premiere, considerando que o torcedor já ficou um período sem jogos durante a pandemia”, afirmou a emissora, em nota.

BAND

Ampliando seu leque de produtos, o Grupo Bandeirantes lança no dia 22 o canal AgroMais, que terá sua programação voltada para o setor agro. Com sede em Brasília, ele nasce sob gestão da Newco PayTV e segue o modelo de outros canais de TV fechada do grupo, como BandNews, BandSports, TerraViva, Arte 1 e Smithsonian Channel.  CNA/Senar, Embrapa, IPA, Sebrae e a consultoria Datagro são parceiros do AgroMais que terá sua sede em Brasília.

“A missão do AgroMais é acompanhar tudo o que importa para um dos segmentos da economia que cresce de forma sustentada ano após ano. É importante ressaltar que já nasce como plataforma digital, além da tela de TV, estamos presentes em site na internet e aplicativo para celular”, revela Marcello D’Angelo, diretor-executivo do AgroMais. Ele antecipa que há o objetivo de promover eventos, que serão encontros em fóruns com autoridades. “Com os principais líderes do setor do agro nacional e também com o nosso time de comentaristas e jornalistas especializados. Dessa forma, além de divulgar o canal, também vamos colocar em evidência os destaques de um setor que tem crescido ano após ano de forma sustentada e respeitando o meio ambiente”, fala.

Entre os principais apresentadores e comentaristas do canal estão o ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues; o ex-ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, o embaixador Sergio Amaral; o diretor-geral da Embrapa Territorial, Evaristo de Miranda; o diretor-geral da Embrapa Gado de Leite, Paulo do Carmo Martins; a coautora do novo código florestal,  Samanta Pineda; o especialista em energia agro e fundador da Datagro, Plínio Nastari; e o consultor Silmar Müller. A programação do AgroMais tem o objetivo de alcançar todos os públicos do setor, como produtores, fornecedores de insumos, prestadores de serviços e investidores. Ele ocupará o canal 576 da Net+Claro.

COMUNICAÇÃO: A MELHOR VACINA CONTRA A CRISE

O Jornal da Record exibiu recentemente inúmeros depoimentos de lideranças do mercado publicitário na série “Comunicação – A Melhor Vacina Contra a Crise”, mostrando a importância da comunicação e do posicionamento das marcas durante a crise provocada pelo coronavírus e como a publicidade pode contribuir no processo de retomada econômica.
Entre as 24 participações na série, destacamos as de Nelcina Tropardi, Mário D’Andréa, presidentes das nossas fundadoras ABA e ABAP, Lica Bueno da entidade aderente Grupo de Mídia São Paulo, Salles Netto, presidente do Meio & Mensagem e Coordenador do CTCM, além do próprio Presidente do CENP, Caio Barsotti.

HOME OFFICE

Uma análise do Ipea aponta que o home office poderá ser adotado em 22,7% das ocupações do país, alcançando mais de 20 milhões de trabalhadores. Das 434 ocupações analisadas, mais de um quinto podem ser realizadas remotamente. Os profissionais com maior potencial para o teletrabalho são os de ciências e intelectuais, diretores e gerentes, técnicos e profissionais de ensino médio. Já trabalhadores rurais, da caça e da pesca, e militares possuem o menor potencial. O estudo também identificou os estados com maior potencial para o home office: Distrito Federal, onde 31,6% dos empregos (cerca de 450 mil pessoas) podem ser realizados de forma remota; São Paulo (27,7%, ou 6,1 milhões de pessoas) e Rio de Janeiro (26,7%, ou 2 milhões de pessoas). Na outra ponta, o Piauí aparece com o menor potencial (15,6%, ou 192 mil trabalhadores).

MARCAS

Com um crescimento de 18% no ano passado, resultando em um valor de marca de US $ 220 bilhões , a Amazon é uma clara vencedora como a marca mais valiosa do mundo – superando as avaliações de marca do Google e da Apple. Como o maior mercado on-line do planeta, a Amazon conta com tecnologias inovadoras e investimentos em setores de rápido crescimento, como saúde, para criar um ecossistema de varejo diversificado. Embora as empresas de tecnologia comandem cinco dos dez principais lugares do ranking, as marcas de indústrias mais tradicionais estão em alta. Ranking Marca – Valor da marca 2020 Variação anual de % – País – Setor 1- Amazon $220 bilhões 17,5% (Estados Unidos – Varejo) 2 – Google $160 bilhões 11,9% (Estados Unidos – Tecnologia) 3 – Apple $140 bilhões 8,5% (Estados Unidos – Tecnologia) 4 – Microsoft $117 bilhões 2,1% (Estados Unidos – Tecnologia) 5 – Samsung $94 bilhões 3,5% (Coreia do Sul – Tecnologia) 6 – ICBC $80 bilhões 1,2% (China – Bancário) 7 – Facebook $79 bilhões 4,1% (Estados Unidos – Meios de Comunicação) 8 – Walmart $77 bilhões 14,2% (Estados Unidos – Varejo) 9 – Ping An $69 bilhões 19,8% (China – Seguro) 10 – Huawei $65 bilhões 4,5% (China – Tecnologia).

MERCADO LIVRE

Mercado Livre registrou um crescimento de 5 milhões de novos usuários em sua plataforma durante a crise do novo coronavírus. “Foi uma antecipação na mudança de comportamento do consumidor (do offline para o online). Nós tínhamos uma projeção doe-commerce, mas a pandemia antecipou esse momento”, disse Julia Rueff, diretora de marketplace da empresa, durante live promovida pelo Mobile Time.

Rueff explicou que o comportamento do consumidor mudou quando analisadas as categorias de produtos comprados. Em especial, a diretora do marketplace viu um crescimento forte no segmento de supermercados –categoria adicionada recentemente à plataforma.

“Em média, o e-commerce como um todo no Brasil representa 6% das vendas do varejo. No segmento de eletrônicos chega a 25%. Supermercado ainda engatinha, com o online representando 1% a 2%. Em moda é 4% e eles tiveram que entrar rapidamente no online, pois as lojas físicas estão fechadas. No geral, com 6% de penetração do e-commerce, a oportunidade de acelerar a digitalização é muito grande”, explica.

COMÉRCIO

Em abril, o primeiro mês completo de adoção do isolamento social no país, o comércio brasileiro despencou 16,8%. De acordo com o IBGE, trata-se do pior desempenho do setor desde o início da série histórica, que começou em janeiro de 2000. Até mesmo os setores considerados essenciais durante a pandemia sofreram queda: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo tiveram retração de 11,8%, enquanto artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos registraram queda de 17%. A maior queda foi no setor de vestuário: 60%.

CRISE

Segundo pesquisa do Ibre/FGV que cruza previsões do FMI com o Boletim Focus, do Banco Central, a recuperação econômica após a pandemia do novo coronavírus será especialmente difícil para os brasileiros. Nove em cada dez países devem atravessar a crise melhor do que o Brasil. A expectativa é que, com o impacto das medidas de isolamento implementadas para conter a Covid-19, o PIB do país desabe em 2020 e tenha uma recuperação tímida em 2021. Entre os sul-americanos, apenas a Venezuela terá um resultado pior. “O Brasil vive uma crise de saúde e uma crise política ao mesmo tempo, isso não tem paralelo internacional”, avalia o pesquisador Marcel Balassiano.

WHATSAPP

Mark Zuckerberg anunciou que o Brasil é o primeiro país a ter a possibilidade de enviar dinheiro via Whatsapp. Além disso, também será possível realizar vendas diretamente pelo aplicativo.
“Enviar e receber dinheiro é tão fácil quanto compartilhar uma foto.” afirmou Mark Z. na sua página do Facebook.
O Sicredi é um dos parceiros oficiais dessa iniciativa.

EMPREENDEDORISMO

Segundo dados do relatório anual Global Entrepreneurship Monitor, realizado no Brasil com apoio do Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, 2020 será o ano em que o país atingirá a sua maior taxa de empreendedores iniciais ou donos de negócios com até três anos e meio de atividade. Segundo levantamento, 25% da população adulta nacional irá empreender no ano. O índice de empreendedores iniciais aumenta em períodos de crise, como entre os anos 2008 e 2009, e também 2014 e 2016. Em 2019, a taxa de empreendedorismo inicial foi de 23,3%.

ABA

No dia 17 de junho, aconteceu a 1ª live “Perspectivas – uma visão setorizada da inovação”, uma parceria ABA e Grupo Croma, e que contou com mais de 200 participantes.

Representando o setor de eletroeletrônicos: Loredana Sarcinella, diretora sênior de Marketing, Trade e Canais da Samsung, e conselheira da ABA, e Cris Duclos, vice-presidente de Marketing Electrolux e diretora da ABA; e na moderação Edmar Bulla, CEO da Croma, compartilhando visões e aprendizados.
Acesse https://www.youtube.com/watch?v=Q7dTx7iyO9U e assista a live completa.

Fiquem ligados em nossas redes sociais! Varejo será o tema da próxima live, que acontece em 24 de junho (quarta-feira), das 17h00 às 18h00, com a participação de Othon Vela, diretor de Marketing do GPA, e Silvana Balbo, diretora de Marketing do Carrefour e diretora da ABA.

Para se inscrever basta acessar o link https://bit.ly/3d0I3ea.

FEDERASUL

Aconteceu, nesta quarta-feira (17), a LIVE do Tá na Mesa  que abordou o tema “Tendências para o novo normal” com a participação de César Saut, Vice-Presidente da Icatu e Presidente da Rio Grande Seguros e Previdência e Paulo Bertinetti, Diretor Presidente da Wilson Sons Unidade Tecon Rio Grande.
Se você não conseguiu assistir ao vivo, deseja rever ou ainda quer compartilhar, acesse facebook.com/FEDERASUL/videos.

LIVES

A mobilização de artistas para minimizar os impactos da Covid-19 rendeu R$ 17,6 milhões em doações angariadas durante 120 apresentações virtuais.

A conta foi fechada pela Associação Brasileira de Captação de Recursos (ABCR), levando em consideração as apresentações realizadas do final de março até domingo passado.

No Brasil, o maior montante arrecadado em uma live foi durante a apresentação da dupla Sandy & Junior em 21 de abril. O show fazia parte da campanha “Fome de Música”, ligada ao projeto Mesa Brasil de distribuição de alimentos pelo país.

As plataformas digitais de pagamento têm sido grandes aliadas das lives solidárias, sendo o PicPay a mais presente.

A Associação aponta que, até agora, os artistas brasileiros cujas lives solidárias tiveram maior resultado foram, Sandy & Junior, Amigos, Anitta, Emicida e Ivete Sangalo.

GAMES

Com a quarentena mantendo muitas pessoas em casa, faz sentido que a indústria de games veja um crescimento no consumo.

Mas o mesmo fator que contribui para o aumento dificulta o trabalho de estúdios, que têm de se virar para finalizar alguns dos principais lançamentos do ano de forma remota.

As vendas de jogos em março chegaram a US$ 1,6 bilhão, um número 35% maior do que o arrecadado no mesmo período de 2019, segundo a consultoria de mercado NPD.

E o valor elevado ainda não reflete totalmente a mudança de comportamento gerada pelo isolamento, que em países como os Estados Unidos e Brasil começou na metade do mês. Também não leva em consideração grandes lançamentos seguintes.

TURISMO

Um levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostrou que a pandemia de Covid-19 gerou um prejuízo acumulado de R$ 62 bilhões para o setor de turismo no Brasil até abril. A taxa de ocupação nos hotéis está entre 3% a 5%, enquanto os voos das companhias aéreas registram queda entre 90% e 95% no período. Segundo projeções da CNC, a crise atual deve destruir 300 mil postos de trabalho no turismo. O setor é responsável por 3,71% do PIB brasileiro, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

EFEITOS DA PANDEMIA

Com a pandemia do novo coronavírus, o consumo das famílias brasileiras ficará comprometido ao longo de 2020, se igualando aos patamares de 2010 e 2012, descartando a inflação e levando em conta apenas os acréscimos ano a ano. A projeção é uma movimentação de cerca de R$ 4,4 trilhões na economia — um crescimento negativo de 5,39% em relação a 2019 —, a uma taxa também negativa do PIB de 5,89%. A previsão é do estudo IPC Maps 2020, especializado há mais de 25 anos no cálculo de índices de potencial de consumo nacional, com base em dados oficiais.

Segundo Marcos Pazzini, sócio da IPC Marketing Editora e responsável pela pesquisa, esse crescimento negativo após a pandemia cria um efeito déjà-vu, já que a economia “retomará os índices dos últimos anos em que houve um progresso vigoroso”. O especialista ressalta que no início de março, antes desse cenário de pandemia e isolamento social, “a previsão do PIB para 2020, conforme o Boletim Focus do Banco Central, era de +2,17%, o que resultaria numa projeção do consumo brasileiro da ordem de R$ 4,9 trilhões, superando os R$ 4,7 trilhões obtidos no ano passado.”

O levantamento aponta que, a exemplo de 2019, as capitais seguirão perdendo espaço no consumo, respondendo por 28,29% desse mercado. Enquanto isso, o interior avançará com 54,8%, bem como as regiões metropolitanas, cujo desempenho equivalerá a 16,9% neste ano.

Esta edição do IPC Maps destaca, ainda, a redução na quantidade de domicílios das classes A e B1, o que elevará o número de residências nos demais estratos sociais. Para Pazzini, “essa migração das primeiras classes impactará positivamente o consumo da classe B2, com uma vantagem de 6,8% sobre os valores de 2019”, explica. As outras classes, por sua vez, terão queda nominal do potencial de consumo de 2,94% em relação a 2019.

Perfil básico – O Brasil possui mais de 211,7 milhões de cidadãos, sendo 179,5 milhões só na área urbana, que respondem pelo consumo per capita de R$ 23.091,50, contra os R$ 9.916,75 gastos individualmente pela população rural.

Base consumidora – Como já citado, neste ano a classe B2 lidera o cenário de consumo, representando mais de R$ 1 bilhão dos gastos. Junto à B1, estão presentes em 20,9% dos domicílios, sendo responsáveis por 41,1% (R$ 1,7 trilhão) de tudo que será desembolsado pelas famílias brasileiras. Se para a classe média a migração da classe alta para os demais estratos é positiva, para quase metade dos domicílios (48,7%), caracterizados como classe C, o total de recursos gastos cai para R$ 1,475 trilhão (35,6% ante 37,5% em 2019). Já a classe D/E, que ocupa 28,3% das residências, consome cerca de R$ 437,9 bilhões (10,6%). Mais enxuto, em apenas 2,1% das famílias, o grupo A reduz seus gastos para R$ 528,6 bilhões (12,8% contra 13,68% do ano passado).

O mesmo acontece na área rural que, embora no ano passado tivera uma evolução significativa, neste ano perde de R$ 335,9 para R$ 319,6 bilhões.

Cenário Regional – O destaque vai para a Região Centro-Oeste que, ampliou em 7,9% sua participação no consumo, respondendo por 8,86% dos gastos nacionais. Encabeçando a lista, embora com pequenas contrações, aparece o Sudeste com 48,42%, seguido pelo Nordeste, com 18,53%. A Região Sul, que em 2019 tinha reduzido sua fatia, volta a subir para 17,97% e, por último, aparece a Norte, representando 6,23%.

Mercados potenciais – O desempenho dos 50 maiores municípios brasileiros equivale a 38,7%, ou R$ 1,759 trilhão, de tudo o que é consumido no território nacional. No ranking dos municípios, os principais mercados permanecem sendo, em ordem decrescente, São Paulo e Rio de Janeiro, seguido por Brasília, que recuperou a 3ª posição, deixando Belo Horizonte atrás. Já, Curitiba sobe para o 5º lugar, ultrapassando Salvador. Na sequência, Fortaleza, Porto Alegre, Manaus e Goiânia — esta em 10º —, ocupam os mesmos lugares de 2019.

Cidades metropolitanas ou interioranas como, Campinas (11º), Guarulhos (13º), Ribeirão Preto (18º), São Bernardo do Campo (19º) e São José dos Campos (21º), no Estado paulista; São Gonçalo (16º) e Duque de Caxias (24º), no Rio de Janeiro; bem como as capitais Belém (14º), Campo Grande (15º) e São Luís (17º) também se sobressaem nessa seleção.

Perfil empresarial – Houve declínio de 13% no número de empresas instaladas no Brasil, totalizando hoje 20.399.727 unidades. Deste montante, mais da metade (10,6 milhões) tem atividades relacionadas a Serviços; seguida pelos setores Comércio, com 5,7 milhões; Indústrias, 3,3 milhões e, por último, Agribusiness, com 703 mil estabelecimentos.

Geografia da Economia – Como de costume, a Região Sudeste concentra 51,98% das empresas nacionais, seguida novamente pelo Sul, com 18,15%. Em caminho inverso, as demais regiões reduziram suas atividades: O Nordeste conta com 16,96% dos estabelecimentos, Centro-Oeste com 8,27%, e o Norte com apenas 4,65% das unidades existentes no País.

Partindo para a análise quantitativa das empresas para cada mil habitantes, o levantamento aponta uma retenção geral. As Regiões Sul e Sudeste seguem liderando com folga, respectivamente, 122,63 e 119,12 empresas por mil habitantes; o Centro-Oeste aparece com 102,17 e, ainda muito aquém da média, vêm as regiões Nordeste, com 60,30, e Norte, que tem apenas 50,77 empresas/mil habitantes.

Hábitos de consumo – A pesquisa IPC Maps detalha, ainda, onde os consumidores gastam sua renda. Dessa forma, os itens básicos aparecem com grande vantagem sobre os demais, conforme a seguir: 25,6% dos desembolsos destinam-se à habitação (incluindo aluguéis, impostos, luz, água e gás); 18,1% outras despesas (serviços em geral, reformas, seguros etc); 14,1% vão para alimentação (no domicílio e fora); 13,1% a transportes e veículo próprio; 6,6% são medicamentos e saúde; 3,7% materiais de construção; 3,4% educação; 3,4% vestuário e calçados; 3,3% recreação, cultura e viagens; 3,3% em higiene pessoal; 1,5% eletroeletrônicos; 1,5% móveis e artigos do lar; 1,1% bebidas; 0,5% para artigos de limpeza; 0,4% fumo; e finalmente, 0,2% referem-se a joias, bijuterias e armarinhos.

Faixas etárias Em crescimento, a população de idosos supera a margem de 30 milhões em 2020. Na faixa etária economicamente ativa, de 18 a 59 anos, esse índice passa de 128 milhões, o que representa 60,5% do total de brasileiros, sendo mulheres em sua maioria. Já, os jovens e adolescentes, entre 10 e 17 anos, vem perdendo presença e somam 24,1 milhões, sendo superados por crianças de até 9 anos, que seguem a média de 29,4 milhões.

MODA

A pandemia de Covid-19 que continua a assombrar o mundo trouxe não só uma crise sanitária como financeira. Os pequenos negócios sofreram graves consequências, mas não só: também as grandes cadeias de lojas estão a mostrar-se afetadas com o vírus.

A espanhola Inditex, dona das cadeias de lojas Zara, Massimo Dutti, Bershka e Pull&Bear, entre outras, registou no primeiro trimestre do corrente ano fiscal (entre fevereiro e abril) um inédito prejuízo, com perdas de 409 milhões de euros, que comparam com o lucro de 734 milhões de euros em igual período do ano passado”.

De acordo com a publicação, o encerramento dos espaços físicos durante quase dois meses penalizou as contas da empresa — embora as vendas online tivessem disparado. Este cenário vai obrigar o Grupo de Amancio Ortega a redefinir a estratégia. A Inditex espera que até 2022 as vendas online representem mais de 25% das receitas do grupo. Por outro lado, a empresa irá fechar entre 1000 e 1200 lojas de menor dimensão nos próximos dois anos.

FUTEBOL

As negociações de patrocínio master do uniforme do Flamengo tiveram uma virada quando parecia encaminhado um acordo com a Amazon. O grupo Americanas, que tem a Lojas Americanas e a plataforma Ame, se fortaleceu na concorrência pelo espaço da camisa rubro-negra. Há uma expectativa da diretoria de fechar um acordo até o final do mês.

O Flamengo tornou-se atraente para empresas de comércio online por conta da sua força na rede social. Levantamento do Ibope/Repucom sobre o tamanho dos clubes no ambiente da internet apontou que o clube tem 31,5 milhões de seguidores nas diversas plataformas online. Tanto a Americanas quanto a Amazon tiveram valorização durante a epidemia de coronavírus com o aumento do comércio online.

A intenção da diretoria do Flamengo é fechar o negócio até o final do mês para ter a camisa para a volta do futebol. Assim, não teriam um tempo sem patrocinador master já que o contrato com o BS2 acaba no final de junho. Para atingir essa meta, o contrato seria mostrado no Conselho Diretor e depois no Conselho Deliberativo para aprovação. Então, poderia ser produzida uma camisa.

SHOPPINGS

Segundo dados da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), o Brasil já tem 434 shoppings reabertos – equivalente a 75% do total – em 157 municípios. No Sudeste, são 247 shoppings reabertos: 170 em São Paulo, 51 no Rio de Janeiro, 17 em Minas Gerais e 9 no Espírito Santo. No Sul, são 91: 32 no Rio Grande do Sul, 24 em Santa Catarina e 35 no Paraná. No Centro-Oeste, 43: o Distrito Federal tem 20, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, 6 cada, e Goiás, 11. No Nordeste, Bahia tem 7, Ceará, 15, Maranhão, 10 e Pernambuco, 2. Já na Região Norte, o Amazonas tem 10 shoppings reabertos, o Pará tem 7 e o Tocantins tem 2.

SETOR LIVREIRO

O levantamento “Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro”realizada pela Nielsen Book e coordenada pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Brasileira do Livro – aponta que houve um crescimento de 7,7% nas vendas para o mercado nacional. Esse dado significa que, descontada a variação do IPCA no período, o aumento real foi de 3,3%. O melhor resultado foi registado em Obras Gerais, que obteve um aumento real de 14,8%. Um dado interessante, na minha opinião, está na comercialização: destaque para um aumento relevante em livrarias exclusivamente virtuais; vendas pela internet e marketplace; e para escolas e colégios. A venda online cresceu de 0,74% para 5,2%.

Em 2019, o setor livreiro produziu 395 milhões de exemplares, sendo que 80% deles foram reimpressões. O comparativo entre 208 e 2019 revela que houve um aumento de 7,5% no número de títulos e 13% em exemplares. O faturamento foi de R$ 5,7 bilhões – R$ 1,6 bilhão é resultado das vendas para o governo. No ranking de gênero, o melhor desempenho, excetuando didáticos, está nos livros religiosos, seguidos por literatura infantil e adulta, respectivamente.

Desde 2014 não temos um resultado tão positivo. Claro que estamos longe do ideal e que a pandemia terá um impacto considerável no setor – a estimativa é que as perdas acumuladas, até o presente momento, sejam de 13% – mas os dados indicam a reação do setor, sobretudo uma mudança comportamental do leitor brasileiro. Com o isolamento social e a impossibilidade de comprar livros diretamente nas livrarias, os leitores brasileiros têm investido na aquisição de e-books. Essa é a aposta da Primavera Editorial que desde 2015 passou a fazer a conversão do catálogo de títulos para o digital e adotar, para os novos títulos, o lançamento de versões on-line e impressas. Hoje, com 89 obras no portfólio de e-books, a editora registrou 4.853 downloads da obra O livro dos negros, em apenas 12 dias; esse foi o primeiro título a integrar a ação de marketing, exclusiva para o período de quarentena.

O aumento nas vendas de dispositivos eletrônicos de leitura, nos últimos anos, fez com que a Primavera Editorial investisse no lançamento e na conversão do catálogo para atender a esse público crescente. Além da versão digital, investimos em audiolivro que, segundo estimativa, aumenta dois dígitos ano a ano. Mesmo quando as editoras não estavam dispostas a investir para criar um portfólio sólido de títulos, fomos na contramão. Desde 2015 temos feito um trabalho que tem por objetivo dar ao leitor de língua portuguesa opções de obras em diferentes plataformas – do impresso ao on-line; essa estratégia de estreitar relacionamento com os leitores, via download gratuito de títulos, tem se mostrado acertada. Ao ter acesso a um livro gratuito, esse leitor fica curioso em saber mais sobre a Primavera Editorial e se sente instigado a adquirir mais obras.

Que ao término do distanciamento social e vencida a pandemia do covid-19, possamos lembrar que os livros foram – para muitos de nós – grandes companheiros para vencer um dos momentos mais difíceis da humanidade. E eles serão, também, grandes conselheiros da fase que está por vir.

ECAD

A pandemia de coronavírus atingiu em cheio profissionais que recebem das emissoras por direito autoral. Com a produção cultural paralisada, músicos e compositores dependem da quantia dos canais paga ao Ecad (Escritório Nacional de Arrecadação e Distribuição), que divide os valores a seus associados. Em crise, as TVs reduziram o repasse, que para os artistas virou questão de sobrevivência. Em 2020, até maio, o Ecad distribuiu R$ 464 milhões aos seus mais de 200 mil artistas, vinculados a sete associações. Parte deste valor vem das emissoras de TV, que devem pagar pela execução de trilha sonora em seus programas. As redes abertas devem desembolsar ao Ecad o equivalente a 2,5% de seu faturamento. Em função da pandemia, os canais pediram um desconto durante a crise para que possam honrar com os direitos autorais. Em assembleia com as associações, o órgão concordou em reduzir 25% do valor repassado.

Mesmo após a reunião com o Ecad, o acordo não está sendo cumprido pelas emissoras. Sob condição de anonimato, um autor de trilhas de programas de TV revelou estar desesperado porque a emissora que veicula suas obras quitou pagamentos somente até abril.

“Eles queriam fixar um preço e não pagar. É um desrespeito à classe em um momento desse, em que os artistas estão em casa sem poder trabalhar. Passei muita dificuldade. Vivo de direito autoral. Se não me pagarem, como vou quitar minhas contas?”, desabafa o músico, que mora com a mulher e dois filhos pequenos.

Para salvar os artistas, as associações recorreram à criação de uma espécie de “auxílio emergencial” semelhante ao proposto pelo governo federal para famílias de baixa renda. A quantia distribuída agora será abatida em 2021, durante 12 meses.

“Disponibilizamos uma verba para os titulares que recebem menos. Em assembleia geral do Ecad, fizemos o Adiantamento Extraordinário Covid. Quem recebeu média de R$ 500 a R$ 12 mil nos três últimos anos teve três adiantamentos de R$ 200 mensais, por três meses, maio, junho e julho”, explica Célia Madureira, presidente da Sicam (Sociedade Independente de Compositores e Autores e Música).

As cinco principais emissoras abertas foram procuradas para falarem sobre a arrecadação de direitos autorais e as queixas dos artistas. “Como muitas outras, a Band está em negociação”, informou a Band, único canal a responder. A RedeTV! optou por não se pronunciar. Globo, SBT e Record não se manifestaram até a conclusão desta reportagem.

STREAMING

Já pensou em contratar TV por assinatura diretamente via internet? Com acesso via aplicativo ou desktop, nos mesmos moldes da Netflix? Pois é, a realidade é cogitada pela Anatel, que baterá o martelo se as produtoras podem vender conteúdo pela internet ou não.

O longo debate se iniciou com a disputa entre a Claroe FOX, que hoje é controlada pela gigante Disney. No momento em que o estúdio colocou seus canais para venda no streaming, a operadora se posicionou contra.

Afinal, de acordo com a Lei do SeAC, apenas distribuidores podem vender conteúdo de TV por assinatura, mas nesse ponto surgiu um outro debate: canais lineares transmitidos na internet também são contemplados em uma legislação feita para televisão?

Apesar de ter descontinuado o streaming por conta do Disney+, a FOX venceu a batalha e ganhou os direitos de transmissão.

A Claro segue em tentativas de fazer com que os canais lineares via web se submetam as mesmas regras da TV por assinatura, mas recentemente, a operadora defendeu até mesmo extinção do Lei do SeAC.

Fábio Andrade, VP Institucional, explicou recentemente que a operadora atende a lei. Se ela mudar, será decidido como eles vão fazer para ir adiante.

A extinção da lei seria para que todos pudessem jogar no mesmo nível, conforme afirmou o executivo.

Já sobre uma possível alteração da Anatel, para liberar a transmissão de canais lineares pela internet, pode ser um grande atestado de óbito para a TV paga, já que muitos podem cancelar seus pacotes para acompanhar determinados via aplicativo.

A Globo mesmo, poderia criar um gigante combo dos canais do grupo, Multishow, Globo News e outros, dentro do Globoplay.

FAKE NEWS

O CLUBE DE OPINIÃO DO RS, entidade que há 17 anos reúne jornalistas e profissionais da área de comunicação, e aqui representado pelos jornalistas abaixo relacionados, vem manifestar sua posição a respeito das alegadas fake news e a preocupação de que o combate a elas sirva de desculpa e cortina de fumaça para restrições ao direito inalienável de todo e qualquer cidadão brasileiro exercitar a sua liberdade de expressão, opinião e crítica. Somos contrários à disseminação de notícias falsas, muito especialmente as produzidas por veículos da grande imprensa, que deveriam ser os principais guardiões do exercício do bom jornalismo, calcado na verdade dos fatos e na busca da melhor e mais completa informação. Temos visto, infelizmente, que, em face de interesses políticos, ideológicos e econômicos, muitos veículos têm se manifestado acima da verdade, falseado informações e criado um ambiente que em nada contribui com o país. Neste sentido, o que menos nos preocupa são as ditas “tias do Whatsapp”. Ficamos chocados que para, alegadamente, combater as fake news, o Supremo Tribunal Federal tenha criado um monstro jurídico, uma anomalia que fere o Estado Democrático de Direito. O STF empreende por sua própria conta um inquérito em que ele mesmo se diz vítima, ele mesmo determina quem deverá ser investigado, e ele mesmo deverá julgar e sentenciar quem assim lhe aprouver. O que poderia ser mais inconstitucional, ilegal e imoral em qualquer democracia? Dando prosseguimento a uma CPI inconsistente, instalada pela Câmara Federal, com alvos bem definidos a fim de fragilizar o Governo Federal, o Senado da República coloca em pauta um projeto do senador Alessandro Vieira, que mira nos cidadãos que têm nas redes sociais sua plataforma de informação e mobilização política. O que se quer não é combater as notícias falsas, mas retirar do cidadão a ferramenta com a qual conseguiu hackear o sistema político viciado que tivemos por décadas em nosso País. As redes sociais libertaram o povo, que agora pode manifestar a sua contrariedade em relação a políticos, governos e instituições, entre elas o próprio STF e o Congresso. Como profissionais da liberdade, homens e mulheres que vivem de emitir opinião, somos contrários a esse esforço combinado, que temos visto de parte de instituições que deveriam ser as primeiras a se levantar em favor da salvaguarda das liberdades. Todas elas, mas em especial a liberdade de manifestação e opinião. É fundamental que o bom senso passe a pautar a atuação de nossos representantes no Congresso e dos senhores ministros do STF para que o Brasil possa avançar como Nação, tendo as liberdades constitucionais de seus cidadãos como base de tudo quanto se possa construir neste País. Lembrando que nossa Constituição Federal, que deveria ser defendida pelo STF, garante a Liberdade de Expressão e proíbe a Censura.

O CLUBE DE OPINIÃO DO RS

Entidade que há 17 anos reúne jornalistas e profissionais da área de comunicação, e aqui representado pelos jornalistas abaixo relacionados, vem manifestar sua posição a respeito das alegadas fake news e a preocupação de que o combate a elas sirva de desculpa e cortina de fumaça para restrições ao direito inalienável de todo e qualquer cidadão brasileiro exercitar a sua liberdade de expressão, opinião e crítica. Somos contrários à disseminação de notícias falsas, muito especialmente as produzidas por veículos da grande imprensa, que deveriam ser os principais guardiões do exercício do bom jornalismo, calcado na verdade dos fatos e na busca da melhor e mais completa informação. Temos visto, infelizmente, que, em face de interesses políticos, ideológicos e econômicos, muitos veículos têm se manifestado acima da verdade, falseado informações e criado um ambiente que em nada contribui com o país. Neste sentido, o que menos nos preocupa são as ditas “tias do Whatsapp”. Ficamos chocados que para, alegadamente, combater as fake news, o Supremo Tribunal Federal tenha criado um monstro jurídico, uma anomalia que fere o Estado Democrático de Direito. O STF empreende por sua própria conta um inquérito em que ele mesmo se diz vítima, ele mesmo determina quem deverá ser investigado, e ele mesmo deverá julgar e sentenciar quem assim lhe aprouver. O que poderia ser mais inconstitucional, ilegal e imoral em qualquer democracia? Dando prosseguimento a uma CPI inconsistente, instalada pela Câmara Federal, com alvos bem definidos a fim de fragilizar o Governo Federal, o Senado da República coloca em pauta um projeto do senador Alessandro Vieira, que mira nos cidadãos que têm nas redes sociais sua plataforma de informação e mobilização política. O que se quer não é combater as notícias falsas, mas retirar do cidadão a ferramenta com a qual conseguiu hackear o sistema político viciado que tivemos por décadas em nosso País. As redes sociais libertaram o povo, que agora pode manifestar a sua contrariedade em relação a políticos, governos e instituições, entre elas o próprio STF e o Congresso. Como profissionais da liberdade, homens e mulheres que vivem de emitir opinião, somos contrários a esse esforço combinado, que temos visto de parte de instituições que deveriam ser as primeiras a se levantar em favor da salvaguarda das liberdades. Todas elas, mas em especial a liberdade de manifestação e opinião. É fundamental que o bom senso passe a pautar a atuação de nossos representantes no Congresso e dos senhores ministros do STF para que o Brasil possa avançar como Nação, tendo as liberdades constitucionais de seus cidadãos como base de tudo quanto se possa construir neste País. Lembrando que nossa Constituição Federal, que deveria ser defendida pelo STF, garante a Liberdade de Expressão e proíbe a Censura.

MARKETING POLÍTICO

Já que 2020 é ano de eleições no Brasil, este é um ótimo momento para falarmos sobre marketing político. Afinal, uma estratégia bem construída pode ajudar muito nos resultados alcançados. E isso vale não apenas para o pleito em si, no chamado marketing político eleitoral, que é quando um conjunto de ações contribui para conduzir o eleitor a votar em um candidato específico. Durante o mandato de agentes públicos, o potencial dessa ferramenta também se mostra decisivo para a construção de uma imagem positiva, com foco na reputação e em popularidade. Por essas duas vertentes, já dá para perceber que uma carreira na vida pública não existe sem marketing. Por outro lado, valer de métodos utilizados em campanhas tradicionais pode não oferecer o mesmo retorno. Participam deste podcast: Atila Francucci– VP nacional de criação da Nova/SB. Premiado nos principais festivais nacionais e internacionais, incluindo 17 Leões no Festival de Cannes. Vencedor do Prêmio Caboré na categoria Profissional de Criação (2005). Passagens por DPZ, Almap/BBDO, Y&R, Lowe Lintas, Fischer e JWT, onde foi membro do board internacional de criação. Sócio fundador da TBWA\Cápsula e da Famiglia, foi sócio no Brasil da consultoria americana de inovação CO:collective. Coordenador de comunicação da vitoriosa campanha de João Doria à Prefeitura de SP em 2016. Três vezes jurado brasileiro no Festival de Cannes. Stalimir Vieira- Publicitário, profissional de marketing, conferencista e escritor. Entre outras empresas, dirigiu criação nas agências de publicidade DPZ, W/Brasil e Bates, e na DDB Argentina, onde desenvolveu campanhas para grandes clientes como Nestlé, Johnson&johnson, Banco Itaú, Bradesco, Sadia, GM e McDonald´s. Foi professor e coordenador da cadeira de criação e inovação da ESPM, conselheiro-fundador da Escola de Criação da ESPM. É autor dos livros Raciocínio Criativo na Publicidade e Marca: o que o coração não sente os olhos não vêem, publicados pela Editora Martins Fontes. É ainda gestor da consultoria Base de Marketing. Dr. Duval Amaral Santos Pace: Pós-graduado em Direito de Informática e Novas Tecnologias pela ESA – Escola Superior de Advocacia da OAB/SP – Pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC/SP – Pós-graduado em Direito Empresarial pela Universidade Mackenzie. Graduado pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie – SP. Parecerista nas áreas de direito autoral, direitos da personalidade disputas concorrenciais e direito consumidor. Autor de diversos artigos sobre direito autoral e questões correlatas à atividade publicitária. Colaborador na atualização da obra Direitos de Autor e Direitos Conexos, de Eliane Abrão, no capítulo ‘Obra Publicitária’. Apresentação Alexandre Luppi, AppCasters: Zé Maurício, Silvio Soledade e Adão Casares Produção, montagem e publicação Compasso Coolab Acesse aqui https://open.spotify.com/episode/2Lkve0hWx3gXsLDWNBBmP2?si=L_u_jqwVQwufkar5XXwITQ

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Tem OPINIÃO, CHARGE do talentoso Cado Bottega e ARTIGOS: do brilhante Dado Schneider; Fernando Garbarski – sócio diretor da Impresul Gráfica e Editora; Lucas Medola, CFO do PayPal para a América Latina; Marcio Santoro, Copresidente e Cofundador da Agência Africa; Nizan Guanaes – Publicitário; Rafael Martins – CEO Share e do nosso articulista José Maurício Pires Alves.

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