A programação morre este ano e outros artigos da semana – 12.02.2026

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Você vai ler na coluna de hoje: A programação morre este ano, Empresas começam 2026 com caixa pressionado por prazos longos de pagamento, Primeira temporada da NFL na Globo alcança mais de 25 milhões de pessoas, Grêmio fecha patrocínio com Havan para as mangas da camisa, SHARE TALKS POA, Banrisul registra lucro líquido recorde de R$ 1,6 bilhão em 2025, alta de 75,2%, Fiergs, ChatGPT inicia exibição de anúncios nos Estados Unidos, Redes sociais são julgadas nos EUA por tornarem crianças dependentes, Em alta, cervejas zero são apostas da Ambev para o Carnaval, Super Bowl: criativos brasileiros elegem seus comerciais favoritos e  Com entusiasmo e pânico, lá vou eu.

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A programação morre este ano

Por André Senna Duarte

 

Elon Musk acha que a programação morre este ano

Não evolui. Morre.

Até dezembro, a IA não precisará mais de linguagens de programação. Ela gera código de máquina diretamente. Binário otimizado além de qualquer coisa que a lógica humana poderia produzir. Sem tradução. Sem compilação. Apenas execução pura.

Musk: “Você nem se dá ao trabalho de programar.”

O código nunca foi o ponto central. Era fricção. Um imposto que pagávamos porque as máquinas não falavam humano. A IA acabou de se tornar fluente em humano. O imposto acabou.

Agora conecte isso ao Neuralink. Sem sintaxe. Sem teclado. Sem tela.

Musk: “Da imaginação para o software.”

O pensamento se torna executável. Você imagina um resultado, o sistema o projeta e compila em realidade instantaneamente.

Não estamos automatizando a programação. Estamos apagando-a da existência.

A profissão inteira colapsa em um pensamento. Décadas de treinamento reduzidas à irrelevância. A distância entre ideia e materialização vai a zero.

Você não constrói mais. Você imagina, e isso se materializa.

Não é progresso incremental. É uma mudança total de fase. A forma como os humanos criaram coisas por dez mil anos acaba de se tornar obsoleta.

Bem-vindo a um mundo onde o fator limitante não é habilidade, recursos ou tempo. É se você consegue visualizar com clareza suficiente o que quer para que uma máquina o traga à existência.

 

 

Empresas começam 2026 com caixa pressionado por prazos longos de pagamento

 

O início do ano costuma funcionar como um termômetro da saúde financeira das empresas, e 2026 começa com sinais de alerta. Dados divulgados pela Serasa no início de janeiro mostram que o Brasil alcançou a marca de mais de 73 milhões de consumidores inadimplentes, o maior número já registrado. O impacto é sentido diretamente pelas empresas após o período de compras sazonais de fim de ano. Isso porque grande parte dessas vendas é realizada com prazos de pagamento mais longos, fazendo com que o caixa seja pressionado justamente nos primeiros meses do ano, quando as despesas se acumulam.

“Quando o prazo se alonga demais, o problema deixa de ser comercial e passa a ser financeiro. Muitas empresas vendem bem, mas não conseguem transformar essas vendas em caixa no tempo certo”, afirma Ticiana Amorim, CEO e fundadora da Aarin, primeiro hub tech-fin especializado em Pix e Embedded Finance no Brasil.

Janeiro e fevereiro concentram despesas fixas, impostos e reorganização do orçamento das famílias, o que eleva o risco de atrasos nos pagamentos. Para as empresas, isso se traduz em um volume maior de contas a receber com menor previsibilidade, afetando decisões como investimentos, contratações e planejamento financeiro ao longo do ano.

Por esse motivo, empresas têm revisado políticas de concessão de prazo, formas de recebimento e processos de cobrança como parte da estratégia financeira. A revisão inclui desde critérios mais claros no momento da venda até maior controle sobre a jornada de pagamento do cliente, com foco em reduzir atrasos e melhorar a previsibilidade do caixa.

No pós-compra, o uso de tecnologia tem ajudado a tornar esse controle mais eficiente. A integração de meios de pagamento digitais, o acompanhamento automatizado dos recebíveis e a organização dos prazos de pagamento permitem identificar atrasos com mais rapidez e agir antes que eles comprometam o caixa. Ao reduzir processos manuais e oferecer alternativas mais simples para o pagamento, as empresas ganham visibilidade sobre o que têm a receber e diminuem o risco de inadimplência ao longo dos primeiros meses do ano.

Entre as práticas que vêm ganhando espaço em 2026 estão a automação dos fluxos de recebimento, a viabilização de modelos de pagamento recorrente e a redução de atritos no momento do pagamento. O uso mais inteligente de dados também tem apoiado decisões mais criteriosas sobre concessão de prazos e previsibilidade dos recebíveis, ajudando as empresas a proteger o caixa no período pós-sazonal.

“O que aparece agora é uma postura mais cautelosa das empresas em relação a prazo. Há menos espaço para alongamentos automáticos e mais atenção ao equilíbrio entre vender, receber e sustentar o caixa ao longo do ano”, conclui Amorim.

 

 

Primeira temporada da NFL na Globo alcança mais de 25 milhões de pessoas

Por Redação Máquina do Esporte

 

O Super Bowl, realizado no último domingo (8), com vitória do Seattle Seahawks sobre o New England Patriots, por 29 a 13, foi o jogo que de longe mais atraiu o público, com alcance de 12,9 milhões de telespectadores.

A 60ª edição da decisão da NFL foi transmitida ao vivo pelo Sportv e pela GeTV, enquanto o Multishow exibiu o Show do Intervalo com o porto-riquenho Bad Bunny, e a TV Globo mostrou os melhores momentos após o Big Brother Brasil.

A audiência foi 279% superior ao Super Bowl anterior, em que o Grupo Globo ainda não detinha os direitos de transmissão da liga, e 36% acima da média das faixas horárias em comparação com os quatro domingos anteriores.

 

Cobertura

No Sportv 2, a transmissão comandada por Everaldo Marques registrou a maior audiência do canal em 2026, de acordo com dados da Kantar Ibope Media, e garantiu a liderança entre todos os canais de TV por assinatura no dia.

Segundo dados da emissora, 84% do público que acompanhou o Super Bowl no Sportv 2 não havia assistido à decisão da temporada anterior.

Durante toda a temporada, a Globo distribuiu os conteúdos da NFL em diferentes plataformas, ajudando a ampliar o alcance e atrair novos públicos.

A estratégia incluiu transmissões ao vivo, melhores momentos e conteúdos complementares, como debates e análises.

 

 

Grêmio fecha patrocínio com Havan para as mangas da camisa

Por Redação Máquina do Esporte

 

“A Havan sempre acreditou e apoiou o esporte. Tradicionalmente, nós somos apaixonados por futebol. Essa é a união de um grande clube com uma grande empresa. É uma parceria vitoriosa”, disse Lucas Hang, gerente de novos negócios da Havan.

A parceria marca o retorno da empresa ao uniforme do clube após uma experiência pontual. Em 2016, a marca patrocinou o time durante as duas partidas da final da Copa do Brasil, competição que terminou com o título gremista frente ao Atlético-MG.

“A chegada da Havan como patrocinadora reforça a estratégia do clube de se associar a marcas fortes, com presença nacional e gestão consolidada. É uma parceria que vai além da exposição de marca e que se baseia em objetivos comuns, profissionalismo e visão de longo prazo”, comentou Alex Leitão, CEO do Grêmio.

Em 2026, o Grêmio estará envolvido em quatro torneios: Campeonato Gaúcho, Brasileirão, Copa do Brasil e Copa Sul-Americana. Além da Havan, o clube também é patrocinado por Banrisul, Marquespan, Unimed, New Balance (material esportivo), Brahma, Zé Delivery, Pepsi Black e JBL, entre outras marcas.

 

 

SHARE TALKS POA

A capital gaúcha recebe, no dia 28 de fevereiro, na Atitus Educação, o Share Talks POA – The Next 4 Prompts: o futuro da comunicação. O evento reúne alguns dos principais nomes do mercado para discutir criatividade, estratégia e tecnologia e como esses pilares estão redesenhando o futuro da comunicação.

A Associação Riograndense de Propaganda (ARP) conta com 2 cortesias exclusivas para associados. Para participar do sorteio, basta responder a mensagem enviada no WhatsARP.

Quem preferir também pode garantir presença com 20% de desconto, utilizando o cupom EspecialARP na compra pelo Sympla.

Os ingressos são limitados. Nos vemos lá!

 

 

 

Banrisul registra lucro líquido recorde de R$ 1,6 bilhão em 2025, alta de 75,2%

 

 

O Banrisul registrou lucro líquido recorde de R$ 1,6 bilhão em 2025, crescimento de 75,2% frente ao resultado de 2024, impulsionado principalmente pela expansão da margem financeira, pelo avanço das receitas de serviços e pelo maior controle das despesas operacionais.

Os recursos captados e administrados constituídos, principalmente, por depósitos, recursos em letras e fundos de investimento somaram R$ 133,5 bilhões em dezembro de 2025, alta de 15,0% em 12 meses, com destaque para o avanço, em 15,5% no ano, dos depósitos a prazo. O patrimônio líquido encerrou 2025 em R$ 11,2 bilhões, elevação de 7,3% em relação ao ano anterior. O total em ativos cresceu 10,9% em relação a dezembro de 2024, para R$ 163,5 bilhões, e as aplicações de tesouraria avançaram 30,3%, totalizando R$ 51,8 bilhões.

“O melhor desempenho da história do banco reflete o amadurecimento das diretrizes estratégicas implementadas. Investimos de forma robusta em tecnologia, segurança e inteligência artificial, sem abrir mão do relacionamento próximo, do olho no olho e da escuta ativa, aliados ao profundo conhecimento do mercado gaúcho”, afirma Fernando Lemos, presidente do Banrisul.

 

NOVO MODELO DE ATENDIMENTO

O relacionamento com o segmento empresarial foi redesenhado para responder às necessidades específicas de pessoas jurídicas, com atendimento personalizado e especialistas que atendem clientes em suas sedes. Essa estratégia culminou com o lançamento, em 2025, do Banrisul Empresas e do Banrisul Corporate. Houve evolução nas soluções integradas aos sistemas corporativos para gestão de caixa, cobrança e meios de pagamento, incluindo novas funcionalidades do Pix.

No crédito ao setor, o banco ampliou modalidades de capital de giro para empresas de todos os portes, possibilitando diferentes garantias e opções de pagamento. O portfólio inclui venda e antecipação de recebíveis por meio da Vero, Banricompras Empresas com prazos flexíveis, Conta Única Banrisul para capital de giro rotativo, além de sistema de gestão de folha de pagamento.

Igualmente, foi aperfeiçoado o atendimento a pessoas físicas. Foram inauguradas modernas agências que aliam a conexão presencial com as facilidades digitais. “Otimizamos a localização dos pontos de atendimento e reformulamos os espaços internos, abertos e dinâmicos, pensados em acolher com proximidade e humanização”, reforça Fernando Lemos.

O Banrisul foi pioneiro ao abrir sua rede de autoatendimento a clientes de mais de 150 bancos conectados ao Banco24Horas, por meio de ATMs que reutilizam cédulas depositadas. Em 2025, 852 terminais foram instalados, realizando 4,7 milhões de transações, das quais 19,4% originadas de correntistas de outras instituições.

Para ampliar ainda mais a capilaridade do banco, foi celebrada uma parceria com a Wiz Co. para distribuição de produtos de crédito, por meio de uma rede de correspondentes bancários substabelecidos distribuídos em todo o território gaúcho. A iniciativa tem como foco a inclusão financeira e a modernização do atendimento, ampliando a presença do banco na oferta de produtos e serviços. No final de 2025, a rede de correspondentes Banriponto totalizava 952 pontos de atendimento, cobrindo 70,0% dos municípios gaúchos.

VERO

A Vero, rede da Banrisul Pagamentos, atingiu 150,7 mil estabelecimentos conveniados ativos, alta de 5,9% em 12 meses, atingindo 550,5 milhões de transações e R$ 50,8 bilhões em volume financeiro. As antecipações de recebíveis somaram R$ 10,2 bilhões, 39,4% acima do registrado em 2024.

Entre os lançamentos, o app Vero Gestão oferece controle financeiro com gráficos e relatórios inteligentes, vendas em tempo real e à distância, gestão de pagamentos recorrentes e simulação de transações. Já o Banrisul Ofertas conecta credenciados Vero a correntistas do banco, permitindo às empresas cadastrarem promoções e ofertas.

 

CARTEIRA DE CRÉDITO

A carteira de crédito avançou 4,8% em 2025, encerrando o ano em R$ 65,0 bilhões, com destaque para o crescimento do crédito comercial, câmbio e financiamentos de longo prazo. O crédito comercial, maior carteira do banco, somou R$ 39,7 bilhões e cresceu 5,3% frente 2024 com destaque para o desempenho no segmento empresarial. A carteira de câmbio alcançou R$ 2,9 bilhões em dezembro de 2025, com expansão de 34,9% na comparação anual.

O banco consolidou avanços importantes na contratação pelo app, implementando melhorias na experiência do cliente. Na recuperação de crédito, a funcionalidade Finanças em Dia oferece uma solução digital, rápida e eficiente, para o controle financeiro e quitação de dívidas, contribuindo para a sustentabilidade da carteira.

No segmento pessoa jurídica, a Conta Única Banrisul, linha rotativa e recorrente, manteve o protagonismo, alcançando saldo de R$ 2,3 bilhões em dezembro de 2025, alta de 50,1% em 12 meses.

Para reforçar a estrutura de capital, entre o terceiro e o quarto trimestre de 2025, o Banrisul emitiu Letras Financeiras Subordinadas que somaram R$ 1,85 bilhão. Estes instrumentos possuem prazo total de 10 anos com a possibilidade de resgate a partir do quinto ano.

 

CANAIS DIGITAIS

No final de 2025, a Conta Digital Banrisul alcançou 327 mil contas abertas em todo o país. A experiência no app foi redesenhada para torná-lo mais intuitivo e seguro, com melhorias na jornada do Pix, incluindo chaves internacionais e Pix Automático para cobranças recorrentes. Também foi lançada uma conta digital específica para MEIs, que registrou 3,9 mil novas adesões. No ano, 88,4% das operações do banco aconteceram em ambiente digital.

No fim de 2024, o Banrisul apresentou a Banri Global Account, conta internacional multimoedas, que alcançou 7,9 mil clientes ativos até o final do ano seguinte. Em dezembro de 2025, foi lançada a BanriWay, conta digital exclusiva para crianças e adolescentes de 10 a 16 anos, com controle parental integrado e produtos voltados à educação financeira.

 

CARTÕES DE CRÉDITO E DÉBITO

O Banrisul encerrou 2025 com 1,3 milhão de cartões de crédito Mastercard e Visa, que geraram R$ 882,1 milhões em receitas, incluindo tarifas e cartões BNDES. O Banricompras, cartão de débito que permite compras parceladas e pré‑datadas, registrou 143,6 milhões de transações e R$ 15,1 bilhões em faturamento.

Os cartões Banrisul Mastercard passaram a contar com suporte completo às carteiras Apple Pay e Google Pay. No Banriclube, os benefícios foram ampliados, com parcerias em linhas aéreas e a possibilidade de trocar pontos por crédito direto na fatura.

 

BANRISUL ASSET, SEGURIDADE E CONSÓRCIO

Lançada em outubro de 2025, a Banrisul Asset marca o reposicionamento do banco na administração de investimentos de renda fixa e variável, reforçando uma atuação orientada por dados e inteligência de mercado. Os pontos de contato digitais foram aprimorados, incluindo a jornada no app e o site institucional, com uma navegação mais simples e clara. A nova estrutura é responsável por gerir R$ 21,1 bilhões e conta com mais de 40 mil cotistas.

No segmento de seguros e previdência foram totalizados 2,3 milhões de contratos ativos que somaram R$ 2,5 bilhões em arrecadação e receitas em R$ 397,9 milhões. Em 2025, foram mantidas as iniciativas voltadas às soluções digitais e melhorias da experiência do cliente, ampliando funcionalidades no aplicativo.

Em 2025, a Banrisul Consórcios contemplou mais de 11,3 mil cotas, nas modalidades de veículos e imóveis. Ao longo do ano, dois grupos com perfis diferenciados foram lançados: o Clube do Milhão, voltado à aquisição imobiliária por clientes de alta renda e perfil investidor; e o Clube dos Gigantes, destinado a compra de veículos pesados ou de alto padrão, assim como máquinas ou implementos agrícolas.

 

TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

Os investimentos em tecnologia totalizaram R$ 401,2 milhões em 2025, direcionados à modernização e otimização das estruturas tecnológicas do Banrisul. Ao longo do ano, foram aprimorados processos de TI, com destaque para a evolução das ferramentas de colaboração e de soluções de alta disponibilidade, contribuindo para maior eficiência operacional, melhoria da experiência do cliente e elevação dos padrões de segurança. Nesse contexto, também aconteceu a evolução das operações com Pix, incorporando novas funcionalidades, além da implementação de sistema de contestação de operações.

A estratégia de inovação incluiu o lançamento de APIs disponibilizadas a terceiros por meio do Portal do Desenvolvedor Banrisul, posicionando a instituição como provedora de soluções financeiras completas, integradas ao ecossistema digital de empresas e parceiros. Em 2025, um novo ciclo do Banritech Fly, programa de aceleração de startups do banco, selecionou oito negócios emergentes. Internamente, 7.800 funcionários migraram para a plataforma colaborativa Microsoft 365, que incorpora recursos de inteligência artificial às ferramentas de trabalho. Paralelamente, o Banrisul iniciou a preparação de suas agências físicas para o futuro, com a reformulação da infraestrutura e dos sistemas desses pontos de atendimento.

O Banrisul lançará o Pix por aproximação no primeiro semestre deste ano, ampliando as opções de pagamento digital oferecidas aos clientes. A funcionalidade permitirá pagamentos presenciais de forma rápida e segura, por meio da aproximação do dispositivo móvel em terminais habilitados, ampliando as alternativas disponibilizadas aos usuários.

 

REESTRUTURAÇÃO DE CARREIRA

Para alinhar o Banrisul às práticas do mercado e aumentar a segurança jurídica, o banco concretizou uma importante reestruturação da carreira do quadro funcional. O acordo, construído em conjunto com as bases sindicais, possibilitou a redução da jornada de trabalho de 8h para 6h diárias com a manutenção de todos os benefícios aos colaboradores.

 

BANRISUL CULTURAL

Lançado em 2025, o Banrisul Cultural consolida o apoio do Grupo Banrisul às artes, à valorização do patrimônio histórico e a projetos sociais. No anúncio da iniciativa, foram destinados R$ 10 milhões para a recuperação de bibliotecas públicas do Rio Grande do Sul, muitas afetadas pelas enchentes. Já ocorreram repasses para a Biblioteca Rio‑Grandense, a Bibliotheca Pública Pelotense e a Biblioteca Pública do Estado.

“Somos um dos maiores investidores em cultura no Estado e temos o dever de devolver à sociedade a confiança depositada ao longo de quase 100 anos de história do Banrisul”, afirma Fernando Lemos.

 

 

COLUNA DO ZÉ

Por José Maurício Pires Alves

 

No passado havia uma afirmação corrente de que o Brasil era o país do Carnaval. Que era falsa pois carnaval mesmo só acontecia no Rio de Janeiro e em Salvador.
O resto era desfile ou bailes de clube.
Agora não, a moda pegou e carnaval está durando mais de um mês e ocorrendo em todo o Brasil.
Na cidade de São Paulo os megablocos reúnem milhões de pessoas num empurra-empurra em que ninguém pula nem anda.
Não estou aí com vocês, mas já me disseram que Porto Alegre está entrando na onda. Descentralizaram o carnaval e 18 blocos oficiais vão reunir mais de 20.000 pessoas.
Vocês vão nessa?
Em caso positivo não esqueçam das sugestões de fantasias que lhes enviei na semana passada.
Mas, fantasiados ou não, o que importa é muita alegria com alguns cuidados.
Para quem vai à luta, vão aqui algumas sugestões para manter a alegria com segurança:
– Saia com pouco dinheiro e só seu documento de identificação;
– Se levar crianças, identifique-as com crachá que tenha nome e telefone de contato;
– Fique longe de drogas e use preservativos nas relações sexuais;
– Cuidado com os excessos no consumo de bebidas e alimentos;
Abuse da alegria, mas sem invadir ou ofender as pessoas que o cercam.
No mais, muito samba no pé e bom carnaval para todos nós.

 

 

Fiergs

O primeiro não sabe que está na frente.

O segundo está avaliando judicializar.

O terceiro está pensando.

O quarto….

 

 

ChatGPT inicia exibição de anúncios nos Estados Unidos

Por Bárbara Sacchitiello

A partir desta segunda-feira, 9, o ChatGPT dá início a fase de testes de exibição de anúncios para os usuários dos Estados Unidos.
Nesse primeiro momento, as peças publicitárias estarão visíveis aos usuários adultos logados nos planos gratuito e Go. Já os planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Education não terão anúncios.
Ao dar a notícia sobre o início dos testes dos anúncios, a OpenAI declarou que a publicidade não irá influenciar as respostas que o ChatGPT dará aos usuários e que as conversas feitas na plataforma seguirão privadas.
“Nosso objetivo é que os anúncios sustentem um acesso mais amplo a recursos mais poderosos do ChatGPT, mantendo a confiança que as pessoas depositam nele para tarefas importantes e pessoais”, diz o comunicado da empresa.
O ChatGPT promete que o anúncio exibido estará sempre identificado como patrocinado e aparecerá separado das respostas orgânicas.
A decisão por qual anúncio será exibido será tomada a partir do cruzamento dos tópicos de conversas anteriores. Como exemplo, a OpenAI cita que se um usuário pesquisando por receitas, ele poderá ver anúncios de kits de refeições ou entregas de mantimentos.
Ainda não há data definida para que os anúncios publicitários comecem a ser exibidos para os usuários do ChatGPT em outros territórios – entre eles, o Brasil.

 

 

Redes sociais são julgadas nos EUA por tornarem crianças dependentes

 

Por  JULIEN DE ROSA

 

O julgamento contra a Alphabet e a Meta, os grupos por trás de várias das redes sociais mais populares, começou nesta segunda-feira (9) em um tribunal civil de Los Angeles, onde um júri popular deverá determinar se essas empresas de tecnologia projetaram deliberadamente suas plataformas para tornar as crianças dependentes.

O resultado pode estabelecer um precedente judicial em matéria de responsabilidade civil dos operadores de redes sociais, até agora isentos. Estão convocados para depor o diretor-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, em 18 de fevereiro, e o responsável pelo Instagram (subsidiária da Meta), Adam Mosseri, a partir de quarta-feira.

Também se espera que a Justiça chame para testemunhar Neil Mohan, diretor do YouTube, cuja empresa-mãe é a Alphabet. Este caso gera muita expectativa, pois pode criar um precedente para os processos iniciados no país sugerindo que as redes sociais buscam causar dependência entre seus usuários, o que lhes teria provocado depressão, transtornos alimentares, internações psiquiátricas e até suicídios.

A Alphabet e a Meta, empresas que controlam algumas das principais redes sociais, sentam-se no banco dos réus, mas, assim como outras companhias, acumulam centenas de ações semelhantes na Justiça. Os advogados dos autores estão copiando a estratégia seguida nos anos 1990 e 2000 contra a indústria do tabaco, que foi condenada por oferecer um produto nocivo.

Os advogados de defesa tentaram, sem sucesso, impedir que os autores comparassem suas plataformas ao tabaco e a outros produtos viciantes. O julgamento que começou nesta segunda-feira baseia-se no caso de uma mulher de 20 anos, identificada pelas iniciais K. G. M., que sofreu danos mentais pela dependência de redes que desenvolveu quando era criança.

“É a primeira vez que uma empresa de redes sociais tem que enfrentar um júri por causar danos a menores”, declarou à AFP Matthew Bergman, fundador do Social Media Victims Law Center, cuja equipe conduz mais de 1.000 casos desse tipo. Os gigantes de tecnologia recorrem à Lei de Decência nas Comunicações dos Estados Unidos para eximi-los de qualquer responsabilidade pelo que os usuários das redes sociais publicam.

No entanto, a ação sustenta que essas empresas são culpadas por manter um modelo de negócio baseado em algoritmos projetados para atrair a atenção da população com conteúdos que têm o potencial de prejudicar sua saúde mental.

 

 

Em alta, cervejas zero são apostas da Ambev para o Carnaval

 

Para o Carnaval de 2026, a Ambev, a maior fabricante de cervejas do mundo, aposta na curtição com moderação e volta o marketing para o portfólio das cervejas zero ou com baixo teor alcóolico. A Cia. tem visto esses rótulos como uma oportunidade na promoção do consumo responsável.

O plano deste ano veio após a consolidação do mercado das zero ou menos alcoólicas. A alta das vendas dos rótulos desse segmento foi de 65% no terceiro trimestre do ano passado, de acordo com dados abertos da companhia.

A Stella Pure Gold, com menor teor alcoólico registrou aumento de 150% nesse período.

Oferecida durante o Carnaval de São Paulo por meio de promoções na plataforma de entregas da empresa, o Zé Delivery, a expectativa é impactar 1 milhão de pessoas. A bebida também estará disponível nos blocos paulistanos, com os ambulantes cadastrados.

A versão moderada da Skol se junta à Brahma 0,0% e a outros lançamentos que ocorreram nos últimos três anos, Bud Zero e Corona Cero. “Estamos dando mais opções ao consumidor para que ele possa escolher a melhor forma de se divertir sem abrir mão do sabor”, afirma a diretora de categoria cervejeira da Ambev, Anna Paula Alves.

Em 2024, a produção das cervejas zero teve um crescimento expressivo de 536,9%, passando a representar 4,9% de toda a produção nacional, segundo dados do Anuário da Cerveja, de acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária.

O consumo pode alcançar até 885 milhões de litros (quase sete vezes mais do que em 2019), de acordo com pesquisa da Euromonitor.

 

Marketing de milhões no Carnaval

A estratégia da nacional em colocar a moderação e consumo equilibrado na avenida colocou a Ambev como a principal patrocinadora do Carnaval de São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA). Apenas na capital paulista, o investimento foi de R$ 29,2 milhões de reais.

No primeiro trimestre do ano passado, o crescimento das cervejas zero foi de 40%, e o Carnaval 2025 foi considerado pela empresa fundamental para isso. A Ambev espera que o mercado acompanhe a tendência.

 

 

Super Bowl: criativos brasileiros elegem seus comerciais favoritos

 

Por Valeria Contado

 

No último domingo, 8, o Seattle Seahawks venceu o New England Patriots na partida de final de temporada da National Football League (NFL). O Super Bowl, que aconteceu no Levi’s Stadium, em Santa Clara, na Califórnia, teve como um dos pontos altos o show do porto-riquenho Bad Bunny.

Outra ocasião que é bastante aguardada entre os espectadores foi a batalha de comerciais que disputam a atenção de quem acompanhou o big game.

O espaço do intervalo é tão valioso que a NBCUniversal, detentora dos direitos de exibição desta edição, chegou a garantir um valor de US$ 10 milhões por 30 segundos de exibição. Anteriormente, a rede de mídia havia pedido U$S 9 milhões por cada cota.

Não à toa, a audiência do evento foi massiva. De acordo com a emissora que exibiu a partida, somente o half time show alcançou mais de 135 milhões de pessoas nos Estados Unidos (número prévio) superando o show de Kendrick Lamar, que atingiu 133 milhões de visualizações no ano passado.

De acordo com o Ad Age, o anúncio “American Icon”, da Budweiser, conquistou o topo do Ad Meter do USA Today como o comercial favorito entre os espectadores. A peça criada pela BBDO Nova York é embalada por Free Bird, do Lynyrd Skynyrd, e mostra um cavalo ajudando um filhote de águia a crescer e alçar voo.

Por aqui, profissionais de criação de agências brasileiras contaram ao Meio & Mensagem quais foram seus comerciais favoritos desta edição do Super Bowl. Confira e clique nos links para ver os filmes:

 

‘‘Meal Diamond’’, da VML para Hellmann’s

Renan Della Matta, vice-presidente de growth da BR Media: “O filme da Hellmann’s é aquela peça que resolve muita coisa ao mesmo tempo. Acerta em cheio a ocasião de consumo, entrega apetite appeal do começo ao fim. TV. É o tipo de campanha que não tenta reinventar a roda, mas entende perfeitamente o contexto do Super Bowl”.

Rafael Donato, chief creative officer (CCO) da Ogilvy: “Curti muito os comerciais do SuperBowl desse ano, mas adorei especialmente o filme de Hellmann’s com o comediante Andy Samberg. Seria ridículo ou genial? Para mim são os dois! Lembrando que, no ano passado, a marca se destacou com com Meg Ryan e Billy Crystal, então a barra estava bem alta. Para mim, Hellmann1s no Super Bowl 60 foi ‘so good! so good!’.

 

 

‘‘Can I Get a Six-Pack Quickly?’’, da Mother para Claude

Nina Lucato, diretora-executiva de criação da Talent: “Destaco a série de comerciais do Claude (IA da Anthropic), que faz uma crítica sarcástica ao uso de anúncios no chatbox da rival ChatGPT. Os filmes acertam ao personificar a ferramenta, evidenciando o caráter controverso da questão e se distanciando do concorrente”.

Mauro Ramalho, CCO da Publicis Brasil: “O comercial da Anthropic, “Can I Get a Six-Pack Quickly?”, me chamou particularmente a atenção porque traduz, com uma sagacidade ímpar, o momento em que vivemos: um cenário em que a inteligência artificial ocupa todos os espaços, inclusive o da publicidade e, justamente por isso, torna-se matéria-prima para uma sátira afiada e extremamente relevante”.

 

‘‘Jurassic Park … Works’’, da Goodby Silverstein & Partners para a Xfinity

Rafael Alves, diretor-executivo de criação da LePub: “Muitas marcas usaram a nostalgia como gatilho de engajamento, nenhuma tão bem quanto Xfinity. Um what if icônico, despretensioso, genuinamente engraçado e com ótimos diálogos. A marca não fica em segundo plano e o benefício é esfregado na sua cara sem nenhum pudor”.

 

‘‘The Choice’’, da PepsiCo Content Studio e da BBDO para Pepsi

Marco Giannelli (Pernil), CCO da AlmapBBDO: “Normalmente, evitaria escolher um comercial da BBDO ou criado por amigos, para não parecer tendencioso. Mas, desta vez, não teve jeito. Escolhi o filme da Pepsi com o famoso urso polar. Provocativo, divertido e um sucesso mesmo antes de ir ao ar. Daquelas campanhas que eu gostaria de ter feito”.

 

‘‘The Expert’’, da R/GA para TurboTax

Pedro Araujo, CCO da DPZ: “Neste ano, gostei especialmente do comercial ‘The Expert’, da TurboTax. Um baita uso do Adrien Brody, direção afiada e, principalmente, uma mensagem que não se perde no entretenimento, entregando algo raro nos comerciais do Super Bowl”.

 

‘‘Everybody Coinbase’’, da Isle of Any para Coinbase

Gabi Marcatto, diretora de criação da Wieden+Kennedy SP: “Em vez de apostar em narrativas cinematográficas ou em celebridades, a Coinbase resolveu ir para um caminho bem diferente. O comercial exibido durante o Super Bowl aposta em letras na tela, no estilo daqueles karaokês de bairro, com animações simples e isso já diz muito. O filme conversa diretamente com o histórico de ações pouco convencionais da marca no Super Bowl”.

 

‘‘Backstory’’, da TBWA\Chiat\Day LA para Levi’s

Dudu Marques, CCO da VML Brasil: “O Super Bowl 2026 foi, no geral, um ano de criatividade segura demais e ambição de menos. A maioria dos filmes jogou no modo defensivo, apostando em fórmulas previsíveis (celebridade + nostalgia + humor leve) para não errar. O ‘A.I. Bowl’ trouxe volume e hype, mas pouca ousadia criativa, enquanto o humor slapstick e a nostalgia 90’s dominaram sem, na maior parte dos casos, entregar ponto de vista ou claim relevantes. Fico com a linguagem cinematográfica de Squarespace em ‘Unavailable’, o humor inteligente de Claude AI, e o entretenimento hipnotizante de ‘Backstory’, da Levi’s. Cheers!’”.

 

 

Com entusiasmo e pânico, lá vou eu

 

Por Nizan Guanaes

 

 

Aos 68 anos, vou começar um negócio novo sobre o qual não entendo nada: uma inteligência artificial por R$ 29,90 mensais para popularizar a criatividade publicitária.

A ideia por trás do negócio é tirar a criatividade do pedestal e levá-la ao dono da padaria, ao pequeno e médio empreendedor, ao redator da agência enxuta que precisa resolver três jobs antes do almoço.

A Nizai nasce para “duplar” com você. Ela pode ser seu diretor de criação ou seu redator criativo. Que precisa criar uma peça para ontem, apagar um incêndio com o cliente ou um insight novo.

Ela pode ajudar a criar desde o nome de uma padaria (que tal JáPão?), uma promoção chamativa (bichinhos de pelúcia da Parmalat), um jingle chiclete que gruda na cabeça (Pipoca e Guaraná).

Mas também quero que ela traga ao processo a disciplina criativa, os aspectos técnicos que muita gente esqueceu, a diferença entre a hora de ser genial e a hora de ser efetivo. Porque propaganda é muito mais pão pão, queijo queijo do que croissant de amêndoas de fermentação natural.

Tem dia que acordo muito animado achando que pode ser um sucesso. E tem dia que questiono: meu Deus, e se for um vexame?

Empreender depois dos 60 tem menos vaidade e mais verdade. E uma coisa é certa: sob qualquer perspectiva, eu já estou no lucro. Porque estou aprendendo/criando inteligência artificial na prática, no detalhe, no erro e no acerto. E você?

Quem me deu essa ideia de criar a minha inteligência artificial foram amigos que começaram a usar essas ferramentas pedindo respostas “como se fossem do Nizan”. Como o Nizan escreveria o prefácio do meu livro? Qual slogan o Nizan criaria para a minha pizzaria? Qual conceito o Nizan sugeriria para esse briefing? Aquilo me deu um estalo: se estão tentando simular o meu raciocínio criativo, talvez exista um produto aí. E assim nasceu a Nizai. Não como fetiche tecnológico. Mas como tentativa de transformar repertório, método e raciocínio criativo em ferramenta acessível e popular. Porque a propaganda mudou muito, mas ela segue a alma do negócio (e o negócio da alma).

Até agora, o mercado publicitário, eu incluído, usa a novidade muito para tarefas-meio: dados, pesquisa, insumo para planejamento. Tudo certo. Mas ela ainda está longe da alma do negócio, que é a ideia que vende, a ideia que move as pessoas na direção do produto.

E tem uma coisa que me preocupa. Tenho ouvido relatos de empresas que não liberam o acesso total a essas ferramentas para todos os seus colaboradores. A inteligência artificial é a maior ferramenta já criada para a  democratização do conhecimento e da capacidade intelectual. Bloquear isso é como, décadas atrás, limitar o uso do computador ou da internet.

Está na hora do nosso mercado estruturar poder tecnológico de verdade. Está na hora de as agências terem CTOs no coração da operação, sentados onde se decide estratégia, marca e negócio.

No mundo que está nascendo, a criatividade não vai ser luxo. Vai ser sobrevivência. A inteligência artificial não compete com os criadores, ela os potencializa. Imagina você “duplar” com o Chat GPT. Eu uso o Chat GPT para aprender, para pesquisar, para tudo, E é um trampolim fantástico. Mas a criatividade de suas respostas depende da criatividade de nossas perguntas.

A charrete, o telefone fixo, o orelhão e a agência bancária foram serviços fantásticos em suas épocas. Mas quem não entendeu cedo ou resistiu até tarde foi substituído à força.

E só existe um jeito de aprender: praticar. Eu sabia zero do assunto, como nada sabia de internet na época em que lancei o portal iG. Agora, sei muito mais. E me lanço de novo, cheio de entusiasmo e medo, de novo me perguntando se será voo ou queda. Mas, como disse lindamente Duda Mendonça, é o medo de ficar pra trás que empurra a gente pra frente. Como não dá pra prever o futuro, o único jeito é construí-lo.

 

 

PARADA

As paradas de ônibus restantes serão licitadas?

 

PRA VALER!

A Smam e a Secretaria de Termo de Uso estão seguindo juntas no cumprimento da lei.

 

PÚBLICO

Quando o poder público não paga, o que fazer??

A pergunta vale um milhão!

 

 

RECESSO DE CARNAVAL
Hoje é o último dia da Coluna do Nenê antes do nosso recesso de Carnaval. Vamos dar uma pausa para que a equipe possa descansar, pular, recarregar as energias e voltar com tudo.
Retornamos na quinta-feira após o Carnaval, como sempre, trazendo as melhores notas, bastidores e comentários do mercado.
Desejamos a todos um excelente Carnaval. Divirtam-se com responsabilidade: se beber, não dirija; não consuma drogas ilícitas; modere no álcool; e lembre-se, depois do primeiro não, tudo é assédio. Respeito sempre. Nos vemos na volta.

 

 

 

 

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