Na coluna de hoje, você vai ler artigos sobre: Como geração Z e boomers enxergam marcas, política e tecnologia, Passarela Digital da Nilo celebra Porto Alegre como sede da Copa do Mundo Feminina, E quando a crise bater?, População estimada do país chega a 213,4 milhões de habitantes em 2025, Inovação: sem segurança, pode se tornar vulnerabilidade disfarçada, Pioneira em Porto Alegre, livraria conecta café, vinho e arte, Grupo Isdra anuncia Camejo Comunicação como responsável pela gestão de reputação durante o processo de recuperação judicial, Escassez de mão de obra qualificada desafia empresas brasileiras , IA generativa será devastadora para a educação das crianças , Com Criação da Matriz, Mythago Assina Dois Filmes Para Expointer 2025, Experiência, proximidade e orgulho: Sicredi na Expointer 2025 e 92% dos brasileiros consomem áudio em múltiplos formatos, mostra Inside Audio 2025.
Como geração Z e boomers enxergam marcas, política e tecnologia
Por propmark
As transformações demográficas e sociais seguem acelerando na América Latina e devem redefinir o mercado consumidor nas próximas décadas. O estudo ‘Ipsos Talks – gen Z & Boomers 2025’ traz dados inéditos sobre como diferentes gerações percebem a sociedade, o consumo e as marcas, com destaque para a comparação entre a geração Z (13 a 29 anos) e os baby boomers (60 a 80 anos).
Envelhecimento da população
O levantamento mostra que, até 2035, o grupo de 60 a 80 anos crescerá 30% na região, enquanto o segmento jovem (13 a 29 anos) cairá 7%. Isso reforça a relevância da chamada silver economy, que já responde por mais de 30% do crescimento do consumo na América Latina, com potencial em setores como habitação, turismo, saúde e transportes.
Ainda assim, a geração Z deve se consolidar como alvo prioritário dos profissionais de marketing no futuro, ao concentrar poder econômico e assumir o papel que hoje pertence aos millennials.
Diferenças de prioridades e preocupações
Entre os boomers, há maior foco em questões sociais estruturais, como crime, violência e corrupção política. Já a geração Z se mostra menos preocupada com esses pontos, mas mais engajada em temas ESG e de diversidade.
Os jovens também apresentam uma visão mais crítica da sociedade: 46% acreditam que mudanças só ocorrerão a partir de uma revolução, enquanto 88% dos boomers defendem a democracia como sistema ideal de governo.
Relação com marcas e tecnologia
No consumo, a geração Z é mais sensível ao marketing:
68% afirmam estar dispostos a pagar mais por marcas de que gostam, contra 51% dos boomers.
O grupo também valoriza experiências que possam ser compartilhadas online e demonstra forte influência de criadores digitais.
Já os mais velhos adotam uma postura mais moderada em relação à tecnologia. Ambos reconhecem seu impacto positivo, mas enquanto 74% dos Boomers acreditam que a inteligência artificial pode criar mais empregos do que destruir, entre os jovens esse índice cai para 61%.
O desafio para as marcas
Para os especialistas da Ipsos, os dados reforçam que marcas precisam equilibrar mensagens ao lidar com públicos tão distintos:
Com os boomers, a comunicação deve destacar valores de estabilidade, segurança e tradição.
Com a geração Z, o foco é diversidade, autenticidade e experiências digitais integradas, mas também a necessidade de lidar com o estresse e a sobrecarga de escolhas que marcam esse grupo.
Segundo o relatório, “os 60+ serão responsáveis por uma fatia significativa do consumo, enquanto a geração Z, mais aberta e sensível ao mercado, definirá as tendências de engajamento e relacionamento das marcas”.
Passarela Digital da Nilo celebra Porto Alegre como sede da Copa do Mundo Feminina
Por Márcia Pilar
Porto Alegre já começa a respirar o clima da Copa do Mundo Feminina da FIFA, em 2027. A Passarela Digital da Avenida Nilo Peçanha, que conecta a Unisinos ao Colégio Anchieta, ganha ainda mais protagonismo ao projetar mensagens que celebram a escolha da capital gaúcha como uma das sedes do torneio internacional.
A ação, assinada pela Imobi, exibe imagens e frases de celebração em duas telas digitais que repercutem nas faixas de LED interativas personalizadas com as cores do Brasil. O projeto traduz em luz e movimento o orgulho da cidade em receber, pela primeira vez, o maior espetáculo do futebol feminino.
“Fazer parte de um evento desse porte é um marco que merece ser celebrado publicamente. Projetar essa conquista em uma das principais avenidas da cidade reafirma a potência do nosso cenário esportivo”, aponta Daniel Costa, sócio-fundador do Grupo Imobi.
Entre os dias 24 de junho e 25 de julho de 2027, o Estádio Beira-Rio receberá as partidas da competição em Porto Alegre. A capital já sediou a Copa do Mundo Masculina em 2014 e agora volta a figurar no mapa global do futebol.
“Esse é um gesto reforça a importância de termos parceiros que acreditam no esporte e ajudam a levar ainda mais longe a força do futebol feminino. Porto Alegre já vive esse clima de celebração e união”, afirma Débora Garcia, que está à frente da Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Feminina de Futebol 2027.
E quando a crise bater?
Por Soraia Hanna, jornalista e sócia-diretora executiva da Critério
Na caminhada profissional, aprendi a lidar com dores. Não as do corpo, mas aquelas que abrem um buraco no peito ao atingirem nossa imagem e tudo que protegemos como valor de vida. Não atuo como médica ou psicóloga, mas como jornalista e especialista em gestão de crises. E, nesse campo, “cuidado” também é palavra-chave.
Até há pouco tempo, a cartilha previa a criação de um comitê de crise, a definição de uma estratégia apoiada na verdade, com informações sólidas sobre o fato e o contexto. A partir daí, vinha a execução de uma narrativa segura e coerente.
No entanto, na aldeia das redes sociais — que também reúnem conteúdos relevantes e partilhas generosas de conhecimento —, a fofoca virou uma instituição, o compromisso é relativo e interpretações são guiadas mais por sentimentos do que por fatos.
O bom senso dilui-se na perda de empatia e na aversão ao perdão. Ninguém pode errar e a chance valiosa de aprimorar-se é interpretada como prática de segundas intenções. Não se espera mais unanimidade. Agora a missão é resistir: suportar ataques, dúvidas e a avalanche de corajosos oportunistas.
Mas alguns princípios permanecem imutáveis: fazer o que é certo, agir com transparência e não deixar de se comunicar com quem sempre esteve ao seu lado – colaboradores, clientes e fornecedores –, confiar na orientação de especialistas e seguir, de cabeça erguida, trabalhando.
O que nunca se pode esquecer é que entre tudo isso existem pessoas, há humanidade, com falhas e acertos. Cada decisão repercute e impacta. Daí a enorme responsabilidade na apuração e no tratamento das informações – pelas fontes, pela imprensa ou por quem compartilha. É preciso cuidado redobrado no uso de imagens e seriedade no enfoque.
Naturalmente, a sociedade deve estar vigilante a más condutas. A denúncia, a fiscalização, o cumprimento das regras precisa e deve ser observado. Mas, muitas vezes, a linha entre o equilíbrio e a espetacularização é tênue – o que pode gerar o risco de, ao tentar corrigir um problema específico, gerar danos irreparáveis.
Se eu pudesse compartilhar uma receita, diria: invista em reputação. Crie conexões verdadeiras com seus públicos. Em algum momento, esses embaixadores serão o seu escudo e a sua força na retomada.
Não esqueça de fortalecer a sustentabilidade da gestão e alinhar a cultura organizacional. E, sobretudo, valorize a comunicação. Ela nunca foi tão essencial para equalizar pressões e atravessar catarses coletivas com a confiança para seguir em frente.
População estimada do país chega a 213,4 milhões de habitantes em 2025
Por Pedro Renaux
Destaques
O país tem uma população estimada em 213,4 milhões de habitantes em 2025, alta de 0,39% em relação ao ano passado. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025.
Pesquisa mostra também o contingente populacional de Boa Esperança do Norte (MT), novo município criado em 2025, que tem 5.877 habitantes.
As 27 capitais estaduais concentram 49,3 milhões de habitantes, o equivalente a quase um quarto (23,1%) da população total.
Quinze munícipios com mais de um milhão de pessoas concentram 42,8 milhões de pessoas ou 20,1% do total da população. Nessa lista, apenas Guarulhos e Campinas, ambos no estado de São Paulo, não são capitais estaduais.
O crescimento populacional das capitais com mais de um milhão de habitantes ficou abaixo de 1%, com exceção de Manaus (AM), que cresceu 1,05%.
Migração internacional de venezuelanos contribuiu para Boa Vista (RR) ser a capital com maior taxa de crescimento de 2024 para 2025, com ganho populacional de 3,26%.
Outras altas mais expressivas entre as capitais foram em Florianópolis (SC), 1,93%, Palmas (TO), 1,51% e Cuiabá (MT), 1,31%.
Dos 5.571 municípios, 2.079 (37,3%) reduziram sua população, 3.011 (54%) cresceram de zero a 0,9% e apenas 2,2% (122 municípios) tiveram alta igual ou superior a 2%.
Quase metade (45,8%) dos municípios com até 20 mil habitantes diminuíram sua população, a maior proporção entre as categorias de tamanho de municípios. Já aqueles com população entre 100 mil e 500 mil pessoas tiveram a maior proporção (19,0%) de municípios com crescimento acima de 1%.
O Centro-Oeste possui a maior proporção (26,5%) de municípios com crescimento acima de 1%. Já Sul e Nordeste concentram o maior percentual de municípios com queda na população, respectivamente 41,6% e 39,2%.
Os cinco menos populosos são Serra da Saudade (MG) com 856 habitantes, Anhanguera (GO) com 913 pessoas, Borá (SP) com 932 moradores, Araguainha (MT) com 997 habitantes, e Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.072.
População do país cresceu 0,39% em relação ao ano passado, chegando a 213,4 milhões de habitantes – Foto: Claudio Vieira/PMSJC
O país chegou a 213,4 milhões de habitantes em 2025, segundo as Estimativas da População, divulgadas hoje (28), pelo IBGE. O resultado representa crescimento de 0,39% em relação ao ano passado. A pesquisa revela também o contingente populacional de todos os municípios do país, que agora somam 5.571 com a criação de Boa Esperança do Norte (MT), considerando também o Distrito Federal e o distrito de Fernando de Noronha. O novo município tem 5.877 habitantes.
Os dados da pesquisa são utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) no cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios e são fundamentais para indicadores econômicos e sociodemográficos nos períodos entre o Censo Demográfico. A pesquisa também considera alterações de limites territoriais que ocorreram após o Censo 2022. Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2025.
De acordo com o gerente de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica do IBGE, Marcio Minamiguchi, a tendência de crescimento da população é cada vez menor. “Os resultados mostram uma desaceleração, o que já era indicado pelo Censo 2022 e pelas Projeções da População, ambas pesquisas realizadas pelo IBGE”, avalia.
As Estimativas da População mostram que as 27 capitais estaduais concentraram 49,3 milhões de habitantes em 2025, o equivalente a quase um quarto (23,1%) da população total do país. O crescimento populacional das capitais com mais de um milhão de habitantes ficou abaixo de 1%, com exceção de Manaus (AM), que cresceu 1,05%.
Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Belém (PA), Porto Alegre (RS) e Natal (RN) foram as cinco capitais com perda na população em relação a 2024, respectivamente, -0,18%, -0,02%, -0,09%, -0,04% e -0,14%.
“As capitais maiores, esses municípios mais centrais, em geral têm um entorno mais conurbado e perdem população para ele. O crescimento vai do centro para a periferia. Entre as capitais que perderam população, com exceção de Salvador, houve aumento de habitantes na respectiva região metropolitana”, esclarece Marcio.
Já Boa Vista (RR) é a capital com maior taxa de crescimento de 2024 para 2025, com ganho populacional de 3,26%. “A alta em Boa Vista é explicada pela migração internacional, em especial pela chegada de venezuelanos”, explica Márcio.
Outras altas mais expressivas foram em Florianópolis (SC), 1,93%, Palmas (TO), 1,51% e Cuiabá (MT), 1,31%. “Santa Catarina também recebe imigrantes venezuelanos e haitianos, o que pode explicar essa alta, mas temos que considerar também o efeito da migração interna para Florianópolis. O crescimento de Cuiabá também passa pela migração interna. Já Palmas teve um crescimento muito mais expressivo em décadas passadas, mas os dados mostram que esse movimento arrefeceu”, diz o gerente do IBGE.
POPULAÇÃO DAS CAPITAIS EM ORDEM DECRESCENTE
ORDEM UF NOME DO MUNICÍPIO POPULAÇÃO 2025 TGC (%)
1º SP São Paulo (SP) 11.904.961 0,08%
2º RJ Rio de Janeiro (RJ) 6.730.729 0,01%
3º DF Brasília (DF) 2.996.899 0,47%
4º CE Fortaleza (CE) 2.578.483 0,16%
5º BA Salvador (BA) 2.564.204 -0,18%
6º MG Belo Horizonte (MG) 2.415.872 -0,02%
7º AM Manaus (AM) 2.303.732 1,05%
8º PR Curitiba (PR) 1.830.795 0,09%
9º PE Recife (PE) 1.588.376 0,04%
10º GO Goiânia (GO) 1.503.256 0,58%
11º PA Belém (PA) 1.397.315 -0,09%
12º RS Porto Alegre (RS) 1.388.794 -0,04%
13º MA São Luís (MA) 1.089.215 0,11%
14º AL Maceió (AL) 994.952 0,05%
15º MS Campo Grande (MS) 962.883 0,87%
16º PI Teresina (PI) 905.692 0,34%
17º PB João Pessoa (PB) 897.633 1,01%
18º RN Natal (RN) 784.249 -0,14%
19º MT Cuiabá (MT) 691.875 1,31%
20º SE Aracaju (SE) 630.932 0,33%
21º SC Florianópolis (SC) 587.486 1,93%
22º RO Porto Velho (RO) 517.709 0,55%
23º AP Macapá (AP) 489.676 0,51%
24º RR Boa Vista (RR) 485.477 3,26%
25º AC Rio Branco (AC) 389.001 0,30%
26º ES Vitória (ES) 343.378 0,17%
27º TO Palmas (TO) 328.499 1,51%
TOTAL CAPITAIS 49.302.073 0,26%
% em relação ao total Brasil 23,10%
TOTAL BRASIL 213.421.037
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas – DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – COPIS.
A região metropolitana de São Paulo continua como a mais populosa, com 21,6 milhões de habitantes, seguida da região metropolitana do Rio de Janeiro (12,9 milhões de habitantes), da região metropolitana de Belo Horizonte (6,0 milhões de habitantes), e da região integrada de desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e entorno (4,8 milhões de habitantes).
Entre as regiões metropolitanas e RIDEs com mais de um milhão de habitantes, a maior taxa de crescimento em relação a 2024 foi observada na região metropolitana de Florianópolis, com 2,24%. Já Salvador (-0,01%) foi a única dessas regiões metropolitanas com redução populacional em relação ao ano de 2024.
POPULAÇÃO DAS REGIÕES METROPOLITANAS E REGIÕES INTEGRADAS DE DESENVOLVIMENTO COM MAIS DE UM MILHÃO DE HABITANTES
ORDEM REGIÃO METROPOLITANA(1) POPULAÇÃO 2025 TGC(%)
1º RM de São Paulo (SP) 21.555.260 0,17%
2º RM do Rio de Janeiro (RJ) 12.937.950 0,01%
3º RM de Belo Horizonte (MG) (2) 6.020.636 0,38%
4º RIDE do Distr Federal e Entorno 4.769.389 0,79%
5º RM de Porto Alegre (RS) 4.167.509 0,01%
6º RM de Fortaleza (CE) 4.154.961 0,43%
7º RM de Recife (PE) 3.961.730 0,19%
8º RM de Curitiba (PR) 3.720.170 0,60%
9º RM de Salvador (BA) 3.623.330 -0,01%
10º RM de Campinas (SP) 3.317.498 0,38%
11º RM de Manaus (AM) 2.811.884 1,04%
12º RM de Goiânia (GO) 2.754.016 1,07%
13º RM do V Paraíba e L Norte (SP) 2.601.680 0,32%
14º RM de Belém (PA) 2.544.868 0,23%
15º RM de Sorocaba (SP) 2.268.579 0,46%
16º RM da Grande Vitória (ES) 2.040.329 0,72%
17º RM da Baixada Santista (SP) 1.867.558 0,25%
18º RM da Grande São Luís (MA) 1.726.262 0,23%
19º RM de Ribeirão Preto (SP) 1.707.166 0,28%
20º RM de Natal (RN) 1.613.858 0,40%
21º RM do N/NE Catarinense (SC) 1.593.700 1,56%
22º RM de Piracicaba (SP) 1.572.980 0,30%
23º RM de Florianópolis (SC) (3) 1.493.879 2,24%
24º RM de João Pessoa (PB) 1.393.026 0,88%
25º RM de Maceió (AL) 1.348.674 0,07%
26º RM do Entorno do Distrito Federal 1.334.577 1,58%
27º RIDE da Grande Teresina (PI/MA) 1.303.288 0,37%
28º RM do Vale do Rio Cuiabá (MT) (4) 1.196.462 1,20%
29º RM de Londrina (PR) 1.131.313 0,52%
30º RM de São José do Rio Preto (SP) 1.010.633 0,46%
TOTAL 103.543.165
% em relação ao total Brasil 48,5%
TOTAL BRASIL 213.421.037
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas – DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – COPIS.
RM = Região Metropolitana e RIDE = Região Integrada de Desenvolvimento
Notas: (1) Composição das Regiões Metropolitanas vigente em 31/12/2024.
(2) inclui Colar Metropolitano
(3) Inclui Área de Expansão Metropolitana
(4) inclui Entorno Metropolitano
Apenas 122 municípios têm aumento populacional igual ou superior a 2%
Dos 5.571 municípios, 2.079 (37,3%) apresentam redução populacional, 3.011 (54%) crescimento de zero a 0,9% e apenas 2,2% (122 municípios) alta igual ou superior a 2%. Há também diferenças marcantes entre as grandes regiões. Enquanto Centro-Oeste possui a maior proporção (26,5%) de municípios com taxas de crescimento acima de 1%, Sul e Nordeste concentram o maior percentual, respectivamente 41,6% e 39,2%, de municípios com queda na população.
Quase metade (45,8%) dos municípios com até 20 mil habitantes reduziram sua população, a maior proporção entre os grupos de tamanho de municípios. Já aqueles com população entre 100 mil e 500 mil pessoas tiveram a maior proporção de municípios (19,0%) com crescimento acima de 1%.
Quinze municípios concentram um quinto (20,1%) dos habitantes do país
A pesquisa aponta ainda que dos 15 munícipios com mais de um milhão de pessoas, 13 são capitais estaduais. Essas localidades concentram 42,8 milhões de pessoas ou 20,1% do total da população do país. São Paulo continua sendo o município mais populoso, com 11,9 milhões de habitantes, seguido pelo Rio de Janeiro (6,7 milhões de habitantes) e Brasília (três milhões de habitantes).
MUNICÍPIOS COM MAIS DE UM MILHÃO DE HABITANTES
ORDEM UF MUNICÍPIO POPULAÇÃO 2025
1º SP São Paulo (SP) 11.904.961
2º RJ Rio de Janeiro (RJ) 6.730.729
3º DF Brasília (DF) 2.996.899
4º CE Fortaleza (CE) 2.578.483
5º BA Salvador (BA) 2.564.204
6º MG Belo Horizonte (MG) 2.415.872
7º AM Manaus (AM) 2.303.732
8º PR Curitiba (PR) 1.830.795
9º PE Recife (PE) 1.588.376
10º GO Goiânia (GO) 1.503.256
11º PA Belém (PA) 1.397.315
12º RS Porto Alegre (RS) 1.388.794
13º SP Guarulhos (SP) 1.349.100
14º SP Campinas (SP) 1.187.974
15º MA São Luís (MA) 1.089.215
TOTAL 42.829.705
% em relação ao total Brasil 20,1%
TOTAL BRASIL 213.421.037
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas – DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – COPIS.
Guarulhos e Campinas, ambos no estado de São Paulo, são os únicos municípios que não são capitais estaduais nessa lista, com 1,3 milhão e 1,2 milhão de habitantes, respectivamente. Eles são os mais populosos entre os 26 municípios com mais de 500 mil habitantes que não são capitais. São Gonçalo (RJ) é o terceiro, com 960,2 mil pessoas, seguido por Duque de Caxias (RJ), com 866,2 mil, e Nova Iguaçu (RJ), com 843,2 mil moradores.
MUNICÍPIOS COM MAIS DE 500 MIL HABITANTES, EXCETO CAPITAIS
ORDEM UF MUNICÍPIO POPULAÇÃO 2025
1º SP Guarulhos (SP) 1.349.100
2º SP Campinas (SP) 1.187.974
3º RJ São Gonçalo (RJ) 960.196
4º RJ Duque de Caxias (RJ) 866.225
5º RJ Nova Iguaçu (RJ) 843.220
6º SP São Bernardo do Campo (SP) 841.154
7º SP Santo André (SP) 782.048
8º SP Sorocaba (SP) 762.172
9º MG Uberlândia (MG) 761.835
10º SP Osasco (SP) 759.524
11º SP Ribeirão Preto (SP) 731.639
12º SP São José dos Campos (SP) 727.078
13º PE Jaboatão dos Guararapes (PE) 684.293
14º SC Joinville (SC) 664.541
15º BA Feira de Santana (BA) 660.806
16º MG Contagem (MG) 651.718
17º PR Londrina (PR) 581.382
18º ES Serra (ES) 579.720
19º MG Juiz de Fora (MG) 567.730
20º GO Aparecida de Goiânia (GO) 556.021
21º RJ Campos dos Goytacazes (RJ) 519.259
22º RJ Belford Roxo (RJ) 518.384
23º RJ Niterói (RJ) 516.787
24º PA Ananindeua (PA) 509.227
25º ES Vila Velha (ES) 506.779
26º SP São José do Rio Preto (SP) 504.166
TOTAL 18.592.978
% em relação ao total Brasil 8,7%
TOTAL BRASIL 213.421.037
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas – DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – COPIS.
Entre os municípios menos populosos, os cinco menores são Serra da Saudade (MG) com 856 habitantes, Anhanguera (GO) com 913 pessoas, Borá (SP) com 932 moradores, Araguainha (MT) com 997 habitantes, e Nova Castilho (SP), com população estimada em 1.072.
MUNICÍPIOS COM MENOS DE 1.500 HABITANTES
ORDEM UF MUNICÍPIO POPULAÇÃO 2025
1º MG Serra da Saudade (MG) 856
2º GO Anhanguera (GO) 913
3º SP Borá (SP) 932
4º MT Araguainha (MT) 997
5º SP Nova Castilho (SP) 1.072
6º MG Cedro do Abaeté (MG) 1.084
7º RS André da Rocha (RS) 1.156
8º RS União da Serra (RS) 1.183
9º TO Oliveira de Fátima (TO) 1.220
10º MG São S. do R. Preto (MG) 1.229
11º RS Coqueiro Baixo (RS) 1.308
12º RS Engenho Velho (RS) 1.315
13º PR N Aliança do Ivaí (PR) 1.322
14º PR Jardim Olinda (PR) 1.349
15º PI Miguel Leão (PI) 1.355
16º RS Carlos Gomes (RS) 1.384
17º RS Tupanci do Sul (RS) 1.396
18º GO Cach. de Goiás (GO) 1.417
19º SP Uru (SP) 1.424
20º MG Grupiara (MG) 1.428
21º GO Lagoa Santa (GO) 1.435
22º RS Guabiju (RS) 1.441
23º SP Flora Rica (SP) 1.483
24º TO Crixás do TO (TO) 1.494
25º MG Paiva (MG) 1.495
26º MG Doresópolis (MG) 1.498
TOTAL 33.186
% em relação ao total Brasil 0,02%
TOTAL BRASIL 213.421.037
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas – DPE, Coordenação de População e Indicadores Sociais – COPIS.
Inovação: sem segurança, pode se tornar vulnerabilidade disfarçada
Por Luiz Rossi, Especialista em GRC e Segurança da Informação na Selbetti Tecnologia
Nos últimos dois anos, as empresas brasileiras intensificaram seu processo de transformação digital, adotando soluções como cloud computing, Inteligência Artificial (IA) e automação para ganhar eficiência e agilidade. A questão é que, ao incorporar essas novas tecnologias, as empresas também passam a lidar com novas vulnerabilidades. Nos últimos trimestres, o Brasil presenciou um aumento expressivo nos incidentes cibernéticos. Um relatório publicado pela Check Point Research mostrou que, no 3º trimestre de 2024, as empresas brasileiras sofreram em média 2.766 ataques semanais cada – um salto de 95% em relação ao mesmo período de 2023.
Essa disparada de ataques revela a disparidade entre inovação e segurança. Muitas empresas aceleraram projetos digitais em nuvem durante a pandemia e pós-pandemia, porém nem todas reforçaram suas defesas no mesmo ritmo. Como resultado, 83% das grandes empresas sofreram pelo menos um ataque cibernético sério em 2023, ocasionando paradas não planejadas, perdas financeiras e vazamento de dados.
Para além do reforço das defesas corporativas, ainda estamos longe de ter, também, processos de governança maduros. Dados apontam que o número de organizações no Brasil sem governança de dados pode chegar a 80%.
Inovação versus segurança: estamos ampliando nossa vulnerabilidade?
Mesmo que os investimentos em cibersegurança e estruturação da governança seguem sendo tímidos, a corrida pela inovação registrou um aumento dos orçamentos de TI no último ano: de 2023 para 2024, o mercado brasileiro de TI cresceu 13,9%, superando a média global e alcançando US$ 58,6 bilhões. As prioridades de investimento incluíram modernização de infraestrutura de nuvem, digitalização de processos de negócio, e adoção de IA generativa.
Setores tradicionais, como o bancário, lideram os investimentos em inovação – bancos e fintechs investem pesado em cloud e IA para oferecer mobile banking e pagamentos digitais. Em geral, as empresas brasileiras destinaram cerca de 9,4% de sua receita em 2023 e 2024 para Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). A Fundação Getúlio Vargas (FGV) estima que esse percentual suba para 11% nos próximos dois ou três anos, conforme as organizações continuem investindo em inovação e modernização.
Por outro lado, o país se tornou o segundo país mais atacado do mundo em crimes cibernéticos, com mais de 700 milhões de investidas em 12 meses (1.379 ataques por minuto!). Somente em 2024, houve 356 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos no território brasileiro, um cenário alarmante, e que se repete em todo o mundo.
Globalmente, houve um recorde de ataques – mais de 75% de aumento em 2024, fenômeno atribuído em parte ao uso de IA por cibercriminosos para automatizar e tornar as investidas mais sofisticadas. Phishing personalizado em massa, malwares adaptativos e DDoS mais potentes são exemplos de ameaças potencializadas por inteligência artificial maliciosa.
As vulnerabilidades também crescem sob novas formas: um estudo aponta que 57% das empresas brasileiras já utilizam IA para gerar código de software, a terceira maior taxa do mundo. Paradoxalmente, 44% dessas organizações têm código gerado por IA como principal preocupação de segurança, temendo falhas inesperadas ou brechas introduzidas pela geração autônoma de software. As APIs – essenciais para integrar sistemas e aplicativos – são outro ponto cego: mais da metade (52%) das empresas no Brasil enxerga riscos elevados em APIs expostas.
Em suma, ao mesmo tempo em que amplificam a inovação, iniciativas como DevOps ágil, migração maciça para a nuvem, uso extensivo de dispositivos conectados e desenvolvimento orientado por IA ampliam os vetores de ataque e a complexidade de proteger os ambientes.
O problema é que a inovação não caminha, necessariamente, de mãos dadas com o aumento da segurança digital. Mesmo que muitas empresas estejam mais inovadoras em cibersegurança, e aumentando seu arsenal de soluções para defesa, o estágio ainda é inicial. No ano passado, o Markets, Innovation & Technology Institute (MiTi) e a Security Design Lab (SDL) divulgaram uma pesquisa setorial de cibersegurança, que avaliou a maturidade de 181 empresas brasileiras. O estudo apontou que, apesar de melhorias, o nível médio de maturidade em cibersegurança ficou em 53%, ainda mediano – embora seja um avanço em relação aos 49% do ano anterior.
Esse número indica que boa parte das empresas ainda está abaixo das melhores práticas recomendadas. Por exemplo, 53% das empresas autenticam sistemas críticos apenas com login e senha, um método ultrapassado, enquanto 24% não possuem orçamento dedicado à segurança cibernética e 27% não realizam testes de penetração regularmente. Esses números mostram que, embora os investimentos estejam crescendo, ainda há lacunas importantes a serem preenchidas em termos de política, cultura e governança.
Governança: junto à inovação, pode aumentar a resiliência cibernética
Existe uma correlação clara entre a maturidade de governança e compliance e a capacidade da empresa de resistir a incidentes cibernéticos ou conduzir inovações com sucesso. Os dados sugerem que organizações com boas práticas de GRC (Governança, Riscos e Compliance) sofrem menos impactos e obtêm melhores resultados em seus projetos de transformação digital.
Por exemplo, a mesma pesquisa realizada pelo MiTi e pela SDL também trouxe o dado de que 38% das empresas não têm um plano de resposta a incidentes e 46% não têm um plano de recuperação de desastres. Esses números são preocupantes, pois a ausência de planos de contingência efetivos tende a prolongar e agravar os danos quando um ataque ocorre.
Em contraste, empresas que antecipam riscos e investem em segurança colhem benefícios tangíveis. Um estudo global da PwC destaca que somente 5% das empresas realmente colocam a segurança no centro de sua inovação, integrando o trabalho do CISO desde o início dos projetos. E justamente essas empresas registraram menos violações de dados e, mesmo quando atacadas, sofrem incidentes de menor custo.
Ou seja, inserir governança e segurança desde a concepção de novas iniciativas de TI aumenta a probabilidade de que novos projetos serão colocados em operação sem aumentar a superfície de ataque digital e sem deixar as empresas ainda mais vulneráveis. Sem governança, iniciativas de big data, inteligência artificial ou transformação digital correm risco de falhar ou de gerar consequências indesejadas (como uso indevido de informações ou sistemas frágeis).
Empresas com governança mais madura têm maior facilidade em cumprir requisitos de clientes e reguladores, o que habilita participação em novos mercados e parcerias de inovação. Por outro lado, a falta de compliance pode travar projetos – imagine desenvolver uma solução inovadora que lida com dados pessoais sem atender à LGPD: o projeto enfrentará entraves jurídicos e reputacionais. Portanto, estruturas sólidas de compliance e segurança aumentam a confiança de stakeholders e permitem que a inovação floresça de forma responsável e resiliente.
Governança e segurança não são antagônicas à inovação – pelo contrário, funcionam como alicerce para a inovação sustentável. Empresas que estruturam comitês, políticas e planos de resposta sofrem menos com imprevistos cibernéticos e conseguem se concentrar em crescer o negócio. Já aquelas que negligenciam esses elementos estratégicos acabam mais expostas a interrupções, perdas financeiras e necessidade de remediações de emergência, o que invariavelmente atrasa ou redireciona investimentos que poderiam ir para a inovação.
Os números confirmam: maturidade em governança, compliance e segurança andam de mãos dadas com maior resiliência e sucesso nos empreendimentos tecnológicos. As empresas que conseguirem alinhar essas frentes deverão não apenas se proteger melhor contra incidentes, mas também conquistar vantagem competitiva ao inovar com confiança e sustentabilidade no mercado brasileiro cada vez mais digital.
Sobre a Selbetti Tecnologia
A Selbetti Tecnologia é a maior One-Stop-Tech do Brasil, proporcionando um ecossistema completo de soluções para acelerar a transformação digital das empresas. Com quase 50 anos de história e um time de mais de 2,2 mil profissionais, a empresa atua como um hub de tecnologia que conecta automação, infraestrutura, inteligência artificial e experiência digital e física para impulsionar a eficiência e o crescimento dos negócios.
A Selbetti oferece soluções tecnológicas integradas que transformam operações e aumentam a competitividade das empresas, a partir de um ecossistema estruturado em oito unidades de negócios, cobrindo de forma estratégica as necessidades do mercado de tecnologia. Conheça:
Selbetti Print Solutions: entrega gestão inteligente de impressão, com soluções de outsourcing e monitoramento de parques de impressão, garantindo mais eficiência e controle para as empresas;
Selbetti IT Devices: atua no gerenciamento completo do ciclo de vida de dispositivos de TI, oferecendo locação de notebooks, desktops, smartphones e demais ativos. Além disso, disponibiliza portaria virtual, central de monitoramento e venda de equipamentos seminovos, unindo tecnologia, sustentabilidade e segurança para ambientes corporativos;
Selbetti Label Solutions: unidade de negócios que se destaca em captura automática de dados e identificação (AIDC), combinando fabricação de etiquetas, fornecimento de hardware e suprimentos para rastreabilidade e logística, garantindo mais eficiência operacional;
Selbetti Process Solutions: transforma a gestão documental e a automação de processos, com um portfólio modular que inclui RPA, assinatura digital e eletrônica, sistema de cobrança bancária e inteligência na digitalização de documentos, tornando os fluxos empresariais mais ágeis e inteligentes;
Selbetti IT Solutions: fortalece a infraestrutura tecnológica das empresas, garantindo segurança, confiabilidade e escalabilidade com soluções de cibersegurança, field service, servidores, cloud, data science e inteligência artificial;
Selbetti Customer Experience: revoluciona o atendimento ao cliente (CX) com uma plataforma omnichannel completa, que integra chat e voicebots, URA, discador automático, monitoria de qualidade e inteligência artificial, proporcionando uma comunicação fluida e automatizada;
Selbetti Retail Experience: transforma a experiência no varejo, oferecendo soluções de cartazeamento, gestão de ofertas, rádio indoor e retail media networks, além de etiquetas impressas e eletrônicas que personalizam e otimizam a jornada do consumidor no ponto de venda;
Selbetti Business Consulting: oferece consultoria estratégica de TI, auxiliando empresas na gestão de projetos e processos, segurança da informação e transformação digital. Além disso, atua na alocação de profissionais especializados, como gestores de projeto (GP) e desenvolvedores (DEV), garantindo excelência na execução de iniciativas tecnológicas.
Fundada em 1977, a Selbetti carrega a inovação no DNA. A missão da empresa vai além da tecnologia, e conecta pessoas, dados e inovação para transformar desafios em oportunidades e acelerar o futuro das empresas. Com um olhar voltado para o amanhã, a Selbetti segue expandindo sua atuação, e consolidando sua posição como um dos principais vetores de inovação no Brasil.
Pioneira em Porto Alegre, livraria conecta café, vinho e arte
Uma combinação entre, livros, arte, café e os mais variados rótulos de vinho e champanhe está prestes a ser inaugurada em Porto Alegre. A Universos, localizada na Alameda Eduardo Guimarães, 100, no bairro Três Figueiras, abre suas portas no dia 3 de setembro. O espaço foi criado por Rosi DÁgostin para inspirar conversas, conhecimento, encontros e descobertas.
Instalada em uma casa totalmente reformada, com projeto assinado pela arquiteta Ana Freitas, do escritório ADI Arquitetura, a Universos surge como um espaço inédito com cerca de 500 m². Mais do que um ponto de venda de livros ou um local para tomar café, vinho, apreciar uma exposição, ela nasce da vontade de criar um refúgio urbano onde o tempo tenha outro ritmo. Para o espaço, foi desenvolvida uma circulação fluida e intuitiva entre seus diferentes usos. A casa é distribuída em três pavimentos: livraria, adega para vinhos, café (com área externa coberta e interna), áreas administrativas, de serviços e estacionamento.
O projeto, segundo Ana Freitas, traz o conceito do universo como ponto de partida, com sua imensidão, movimento e diversidade. “Partimos da premissa de um local onde múltiplas atividades possam coexistir. Para transmitir esse conceito através da arquitetura, projetamos espaços amplos e mobiliário pensado para proporcionar conforto ao visitante, convidando-o a apreciar não apenas os produtos, mas também o espaço como um todo. Mais do que vender livros e vinhos, a proposta foi criar uma experiência completa, em que a arquitetura, estética e funcionalidade inspirem e envolvam o público”, explica a arquiteta.
Um dos destaques da Universos é a adega cuidadosamente desenvolvida pelo curador e estrategista Michael Waller, que reúne rótulos nacionais e internacionais de vinhos e champanhes, escolhidos com o mesmo olhar que guia a curadoria literária e artística da casa. A proposta é convidar o cliente a descobrir novos sabores e rótulos, valorizando vinhos de maior expressão, sem deixar de oferecer opções acessíveis. Em evidência está um portfólio diverso de champanhes, selecionados para oferecer uma experiência sensorial única. Dos exemplares mais frescos e delicados às safras raras e complexas, a seleção convida à apreciação de diferentes terroirs e histórias.
O espaço abrirá as portas para a arte com uma exposição de fotografias de Elisabeth Guarnier, uma psicanalista apaixonada por viagens e fotografia. A exposição reúne 16 fotografias que revelam diferentes ngulos e nuances de Veneza, cidade histórica e milenar da Itália. Através do olhar sensível e apurado de Elisabeth, os visitantes irão mergulhar numa viagem visual e sensorial através dos canais, pontes e fachadas da charmosa cidade italiana
Como surgiu
Inspirada por livrarias icônicas ao redor do mundo e pelas experiências vividas em suas viagens pela Europa ainda na juventude, Rosi encontrou o ponto de partida para a Universos em uma lembrança afetiva. “Eu adorava um café que funcionava na garagem de um casal francês perto da escola. Me sentia em casa ali. Aquele acolhimento me marcou profundamente e me fez pensar: e se eu criasse algo assim?”, relembra. Próximo ao local, havia também uma pequena livraria, e a combinação desses dois espaços permaneceu viva em sua memória. Com o passar do tempo se somou a lembrança do aprendizado com a mãe e o irmão do prazer em apreciar um vinho. Anos depois, a idealização da Universos ganhou forma ao visitar a livraria Gibert em Paris. No seu negócio, Rosi decidiu dar aos livros o papel central, destacando sua importncia cada vez maior em um tempo onde precisa coexistir com o digital.
O vinho entra como um ponto forte: um portfólio desenvolvido com diversidade e qualidade por Waller, que fala sobre a importncia de criar ambientes que sejam também experiências. “A proposta é oferecer um espaço onde a diversidade e a qualidade convivem com o acolhimento e a beleza, em uma atmosfera intimista e convidativa. A grande diferença da Universos, a meu ver, é conectar vinho e arte dentro de um modelo de livraria + café”, sintetiza Michael.
Essa conexão se estende também à programação cultural, que incluirá exposições, lançamentos de livros, degustações, masterclasses, palestras e encontros voltados a pequenos grupos e comunidades de interesse, como médicos, advogados, profissionais da psicologia, jornalismo, literatura, entre outros.
Funcionamento e cardápio
A cafeteria ficará a cargo do Chef João Pedro, da Jean Pierre – ptisserie et boulangerie. Que, após 40 anos de experiência na área de alimentação no Brasil e exterior, idealizou em Porto Alegre um modelo de padaria europeia com produtos originários de diversos países e inovações próprias. O cardápio da casa será formado por pratos leves, saladas, sopas e lanches práticos, preparados de forma rápida, com foco em sabor e ingredientes frescos.
Assim como nas estantes de livros e prateleiras de rótulos, o cuidado estará presente em cada detalhe do que é servido. A Universos chega para ocupar uma lacuna no cenário cultural e gastronômico da cidade. “Nosso símbolo é o infinito, porque acreditamos nessas conexões sem fim entre mundos, sensações, ideias, saberes e pessoas. Tudo aqui foi pensado para despertar curiosidade, conhecimento, acolher e inspirar”, completa Rosi.
O funcionamento inicial do local será de segunda a sábado, das 9h30 às 19h30, sendo que o café abrirá mais cedo, às 7h30, com acesso lateral — pensado especialmente para o público que deseja iniciar o dia com tranquilidade e qualidade.
SERVIÇO – Livraria Universos
Data de abertura: 03 de setembro de 2025
Funcionamento: De segunda-feira a sábado
Horário: Das 9h30 às 19h30
Horário cafeteria: das 7h30 às 19h30 (com acesso pela lateral)
Endereço: Alameda Eduardo Guimarães, 100 – Bairro Três Figueiras, Porto Alegre, RS
Mais informações: @universos_digital
Grupo Isdra anuncia Camejo Comunicação como responsável pela gestão de reputação durante o processo de recuperação judicial
Equipe de especialistas em reputação e crises corporativas liderará a comunicação e relacionamento com todos os stakeholders
O Grupo Isdra, que reúne empresas como Fibraplac, Isdralit, Astir Incorporações e Rede Master Hotéis, anuncia a contratação da Camejo Estratégias em Comunicação para conduzir, de forma integrada, a gestão de reputação durante seu processo de recuperação judicial.
A coordenação da comunicação ficará sob a responsabilidade da estrategista de reputação Eliana Camejo, jornalista, especialista em sustentabilidade e governança, conselheira de administração/IBGC e especialista em reputação corporativa e executiva. Ela será acompanhada pelos jornalistas Leonardo Bandeira e Carolina Ferrari, ambos com sólida experiência em gestão de crises corporativas e comunicação estratégica.
Diferente de uma assessoria de imprensa convencional, o escopo de atuação da Camejo Comunicação envolve a gestão da reputação perante todos os stakeholders: imprensa, credores, clientes, colaboradores, sindicatos, fornecedores e comunidade. O objetivo é proteger a credibilidade institucional, garantir informações claras e confiáveis e sustentar um ambiente de confiança durante todo o processo de reestruturação.
“Nosso papel é assegurar que a comunicação do Grupo Isdra seja conduzida de forma responsável, ágil e estratégica, preservando a imagem do grupo e reforçando sua legitimidade perante todos os públicos de interesse. A recuperação judicial é um instrumento legal para reorganização saudável das empresas, preservando empregos e continuidade operacional e a comunicação é fundamental para que essa mensagem chegue de maneira correta e transparente”, afirma Eliana Camejo, CEO da Camejo Comunicação.
A Camejo Comunicação atuará como porta-voz oficial do Grupo Isdra, centralizando todas as demandas de comunicação e relacionamento com a imprensa. Nenhuma informação sobre o processo de Recuperação Judicial será divulgada sem alinhamento prévio da assessoria responsável.
SERVIÇO
Todas as demandas relacionadas ao Grupo Isdra devem ser direcionadas exclusivamente para:
Eliana Camejo – MTB. 6158 – cel (51) 98158-7771
Leonardo Bandeira – cel (51) 98279-0071
Camejo Comunicação
camejo@camejo.com.br
camejo.com.br
Escassez de mão de obra qualificada desafia empresas brasileiras
A escassez de mão de obra qualificada tem se tornado um desafio recorrente em diversos setores da economia. Dados do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV-Ibre) revelam que seis em cada 10 empresas enfrentam dificuldades para contratar ou reter profissionais. Entre essas, 77,2% apontam a contratação como o maior obstáculo na gestão de pessoas. Segundo Luciana Silva, CEO da Sanutrin, empresa especializada em alimentação escolar, essa situação também é uma realidade nas áreas como saúde e alimentação, onde cresce a demanda por profissionais capacitados, inclusive no uso de novas tecnologias.
Diante disso, ela comenta ser um desafio crescente lidar com a escassez de profissionais qualificados, uma vez que isso exige planejamento e investimento contínuo. “Não se trata apenas de preencher vagas, mas de formar equipes capazes de atuar com responsabilidade e alinhadas ao nosso propósito. Para isso, busca-se estratégias para manter um time tecnicamente preparado, com formação sólida e vivência prática, porque sabemos que isso faz toda a diferença no dia a dia”, destaca Luciana.
Esse esforço é refletido especialmente no investimento em capacitação, que ganha um lugar de destaque para empresas comprometidas com um padrão de qualidade. Tanto que, de acordo com uma pesquisa Panorama do Treinamento no Brasil 2023/2024, realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, 94% das organizações têm o orçamento anual de treinamento definido.
Na prática, isso significa criar caminhos para o aprimoramento constante das equipes. “A maioria dos nossos colaboradores possui cursos técnicos ou profissionalizantes específicos para suas funções, com certificados reconhecidos. Mas sabemos que a formação não se esgota no diploma. Por isso, investimos continuamente em capacitação, tanto internas quanto externas, com foco no desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais. Além disso, reforçamos nosso compromisso em criar um ambiente acolhedor, diverso e com foco no crescimento individualizado. Temos um programa específico de treinamento para cada função e momento de carreira, ” exemplifica Luciana.
Esse compromisso com a formação de pessoas está alinhado a um processo mais amplo. Luciana comenta como exemplo a Sanutrin, que tem aliado o investimento em pessoas a um processo consistente de modernização tecnológica nos últimos dois anos. Entre as iniciativas estão a consolidação do uso de um sistema integrado de gestão (ERP), que conecta processos administrativos, operacionais e de recursos humanos.
Esses avanços também impactam diretamente quem está na ponta do serviço. A experiência de alunos e famílias foi modernizada. “A digitalização alcançou a rotina interna, e o dia a dia dos profissionais, impactando também os nossos clientes. Precisamos criar um ambiente para que todos possam acompanhar essas mudanças e se capacitarem sem perder o carisma e cuidado com o serviço”. Luciana Silva – CEO da Sanutrin
Com mais de 25 anos de experiência nos setores de alimentação, hotelaria, eventos e alta gastronomia, Luciana Silva é CEO da Sanutrin, empresa especializada em alimentação escolar. Formada em hotelaria e com especialização em marketing de serviços, construiu sua trajetória profissional atuando em redes hoteleiras internacionais e em grupos de restaurantes premiados com estrelas Michelin.
Coordenou a implementação de mais de 50 restaurantes, com passagem por operações de grande porte ligadas à hospitalidade e à gastronomia. Também esteve envolvida na criação e gestão de negócios próprios em diferentes segmentos, acumulando vivência em liderança, planejamento e execução de projetos.
Sobre a Sanutrin
A Sanutrin é especializada em refeições para estudantes, promovendo hábitos alimentares saudáveis e escolhas conscientes desde a infância, e está presente hoje em mais de 40 escolas de São Paulo, Paraná e Rio de Janeiro. Sua atuação se baseia nos pilares da qualidade e segurança alimentar, soluções inovadoras e customizadas, atendimento individualizado e acolhedor e educação alimentar e sustentabilidade.
“IA generativa será devastadora para a educação das crianças”, diz Ted Chiang
Por Lays Sampaio
A promessa de aprendizados rápidos e sem esforço vem levantando dúvidas sobre o papel da Inteligência Artificial na educação. Para o escritor de ficção científica Ted Chiang, o alerta é claro: a IA generativa pode trazer consequências “devastadoras” para a formação das crianças. Segundo ele, “o grande risco está em oferecer às crianças a ilusão de aprendizado sem esforço”. O processo educacional, explica, é por natureza desafiador: “exige prática, dedicação e resiliência”.
Por outro lado, a IA pode seduzir os mais jovens com soluções imediatistas, enfraquecendo a construção do pensamento crítico desde cedo. “Se damos às crianças a sensação de que existe um caminho fácil, impedimos que elas aprendam de verdade”, afirma.
Chiang também chama atenção para outros impactos da inteligência artificial: a sobrecarga de informações irrelevantes, o consumo massivo de energia para treinar modelos e os impasses envolvendo propriedade intelectual. Para ele, embora o excesso de conteúdo não seja uma novidade, a IA tende a amplificar ainda mais esse cenário, dificultando encontrar o que realmente engaja ou estimula reflexão.
O autor acredita que, assim como em outras épocas, somente uma parcela da população estará disposta a se aprofundar em debates mais complexos. Mas o desafio do presente é que as distrações nunca foram tão abundantes e acessíveis. Nesse contexto, a Inteligência Artificial pode acelerar uma tendência perigosa: a terceirização do esforço cognitivo.
Sua visão é clara: a tecnologia pode até oferecer ferramentas poderosas, mas quando usada como atalho para o aprendizado, torna-se um obstáculo. “Aprender é difícil, e é justamente isso que o torna valioso”, conclui Chiang.
O outro lado da moeda
Se a crítica de Chiang acende um sinal de alerta, também é fato que a Inteligência Artificial já vem sendo usada positivamente na educação. Ferramentas de IA permitem personalizar o ensino, apoiar alunos com diferentes ritmos de aprendizagem e ampliar o acesso ao conhecimento em regiões antes isoladas. Professores têm se beneficiado de assistentes virtuais que ajudam a preparar aulas, corrigir atividades e liberar tempo para focar no que mais importa: a interação humana em sala.
“O ponto levantado pelo Ted Chiang é importante, mas precisamos olhar a Inteligência Artificial também pelo seu potencial transformador. A aprendizagem exige esforço, prática e dedicação — isso não muda. O que a IA faz é abrir portas para mais conteúdos, personalizar trilhas e tornar o acesso ao conhecimento mais democrático. O desafio não é evitar a tecnologia, e sim usá-la como aliada para ampliar as oportunidades de aprendizagem e fortalecer o pensamento crítico dos estudantes.”, afirma Diogo França, diretor da XP Educação.
Para ele, o desafio não está em rejeitar a tecnologia, mas em definir limites e propósitos claros para o seu uso. Em vez de substituir o esforço cognitivo das crianças, a IA pode ser incorporada como suporte: auxiliando no processo, mas nunca oferecendo atalhos que comprometam a aprendizagem real.
A visão de Ted Chiang funciona como contraponto importante em um cenário em que a IA é, muitas vezes, celebrada sem ressalvas. Seu recado reforça que inovação e responsabilidade precisam caminhar juntas. Afinal, se aprender é difícil — e valioso justamente por isso —, a tecnologia deve ser ferramenta para potencializar esse processo, não para enfraquecê-lo.
Com Criação da Matriz, Mythago Assina Dois Filmes Para Expointer 2025
Os filmes de Banrisul e Governo do RS tem direção de Mocita Fagundes e co-direção de Guido Antonini.
Estão no ar dois filmes produzidos pela Mythago para a maior feira agropecuária a céu aberto da américa latina, a Expointer. Com criação da Agência Matriz, assinamos o filme para a Secretaria de Comunicação do Governo|RS, que faz parte da campanha que apresenta o futuro se tornando cada vez mais forte à medida que sabemos valorizar, aprender e evoluir sobre os ensinamentos e tradições. Trata-se de LEGADO – “algo de valor que é transmitido, uma missão que é confiada.” Trazemos um olhar para o futuro honrando nossa história.
Já para o cliente Banrisul trazemos a força da mulher no campo, a força feminina que nasce com o sol e cresce com a terra. Com cuidado, coragem e inovação, as mulheres conquistam seu espaço e iluminam o futuro do Agro. O filme celebra o protagonismo delas na Expointer. São as MULHERES NO AGRO. A força que ilumina a nossa terra.
Mocita Fagundes destacou que conduzir os dois projetos partiu de um grande produto, a Expointer. Apesar de terem equipes criativas distintas, ambos contaram com a mesma “alma” da Agência Matriz e com a produtora Mythago, cuja equipe esteve muito presente em todo o processo. O maior desafio foi dar identidade estética própria a cada filme, já que ambos são emocionais e tocam o coração.
No filme feito para a Secom|RS, o foco é o legado familiar transmitido entre gerações, algo muito bonito e que emociona especialmente os gaúchos. Já no filme para o Banrisul, o foco é a valorização da presença e do papel das mulheres no campo. Pela primeira vez, a produção adota esse olhar, dando visibilidade a mulheres reais — não atrizes ou modelos — e ressaltando sua importncia de forma genuína. A Mythago foi responsável por dar vida a essa ideia, explorando o universo feminino de maneira estética e autêntica.
Tanto essa campanha quanto outra mencionada compartilham a mesma essência: trazer verdades. Mocita, diretora geral, ressalta o desafio e o orgulho em liderar os projetos, agradecendo ainda a contribuição do diretor Guido Antonini no filme da Secom.
Os filmes já estão no ar nas emissoras de TV e mídias sociais das duas marcas divulgando a Expointer que inicia dia 30 de agosto e vai até 7 de setembro.
Ficha Técnica – BANRISUL – Mulheres no Agro
Título: Mulheres no agro. Força que ilumina nossa terra.
Diretora de Atendimento: Laura Gomes
Atendimento: Marcelo Rasia, Maria Augusta Alves, Caroline Garcia e Márcia Jerônimo
Direção de Criação: Marcos Hubner e Thiago Ferreira
Criação: Marcos Hubner, Thiago Ferreira, Michele Silocchi e Claudia Tajes
Produção Eletrônica: Monique Sabater
Produção Gráfica: Vanessa Lacerda e Aline Caetano
Arte-final: Marcelo Schuh, Jeferson Salazar e Adriano Pacheco
Mídia: Felipe Saft, Sandra Silva e Liliam Fagundes
VP de Mercado: Carlos Toillier
Produtora: Mythago Produções
Direção: Mocita Fagundes
Assistente de Direção: Fernando Abreu de Almeida Jung
Direção de Arte: Bernardo Zortea
Produção de Objetos: Maria Claudia Pires Rita
Contra Regra: Giovanni Moraes
Contra Regra: Mauricio Machado
Atendimento: Mirela Cunha
Comunicação: Miltinho Talaveira
Direção de Produção: Marcia Belloc
Assistente de Direção de Produção: Rafael Seulim Kroth
Direção de Fotografia: Pedro Gomes da Rocha
1º Assistente de Cmera: Gustavo da Silva Rodrigues e Thiago Falkenberg
2º Assistente de Cmera: Marx Alexandre Franzen
3º Assistente de Cmera: Rafael da Rosa Schoenardie
Produção de Figurino: Daiane Senger
Camareira: Camila Dal Ri-Brugnera
Produção de Locação: José Alexandre Leivas de Freitas e Rafael Zanchi
Maquiagem: Valéria Pereira Oliveira
Produção de Elenco: Fabianne Freitas
Elenco Real: Cristiane de Borba (Produtora de Laticínios), Leslie Van Ass (Produtora de Soja), Mônia Schluter (Produtora de Arroz) e Tayse Riva (Administradora Rural)
Chefe de Maquinário: Jefferson dos Santos Oliveira
Chefe de Elétrica: Joacir Fernandes Fontana
Elétrica 1º: Jefferson dos Santos Oliveira
Elétrica 2º: Daniel Duarte Tavares
Elétrica 3º: Nicolas Gabriel Luciano Huf
Ajudante de Elétrica: Victor Diego dos Santos Claro
Produtor de set: Jamerson Porto
Produtor de set: Vinicius de Souza
Drone: Leonardo Nunes Medeiros
Coordenador de ilha: Lucas Miralha
Assistente de pós produção: Pedro Oliveira
Montagem: Paulo Dornelles
Finalização: Paulo Dornelles/Guilherme Rossalmuxfeldt
Pós Produção: PicthPost
Compositor Artístico: Rafael Braga
Finalizador: Rodrigo Cabral
Produtora de Som: Clamp Music
Atendimento: Claudia Lampert
Direção Criativa de Som: Tiago Abrahão
Coordenação: Luiza Pettini
Fotógrafo: Gabriel Not
Assistente de Fotografia: Thiago Hahn e Pedro Bird
Manipulação / Tratamento de Imagem: M1 Imagem
Aprovação/Cliente: Vannice Ramos e Thiago Garcia
Ficha Técnica – SECOM|RS – Legado
Título: Nosso futuro tem raízes fortes
Diretora de Atendimento: Laura Gomes
Atendimento: Laura Gomes e Laura Arigony
Direção de Criação: Davi dos Santos, Thiago Ferreira e Marcos Hubner
Criação: Davi dos Santos, Thiago Ferreira, Marcos Hubner e Anilton Vidal
Produção: Monique Sabater
Mídia: Felipe Saft, Bruna Santos e Rafael Ferreira
VP de Mercado: Carlos Toillier
Produtora: Mythago Produções
Direção: Mocita Fagundes e Guido Antonini
Assistente de Direção: Fernando Abreu de Almeida Jung e Luis Todeschini
Direção de Arte: Bernardo Zortea
Produção de Objetos: Maria Claudia Pires Rita
Atendimento: Mirela Cunha
Comunicação: Miltinho Talaveira
Direção de Produção: Marcia Belloc
Assistente de Direção de Produção: Rafael Seulim Kroth
Direção de Fotografia: Pedro Gomes da Rocha
1º Assistente de Cmera: Gustavo da Silva Rodrigues
2º Assistente de Cmera: Marx Alexandre Franzen
3º Assistente de Cmera: Felipe Franzen
Produção de Figurino: Daiane Senger
Produção de Locação: José Alexandre Leivas de Freitas e Rafael Zanchi
Maquiagem: Valéria Pereira Oliveira
Assistente de Maquiagem: Nathalia Marangoni
Produção de Elenco: Fabianne Freitas
Elétrica 1º: Jefferson dos Santos Oliveira
Elétrica 2º: Ismael Borges
Elétrica 3º: Juan Rosa dos Santos
Ajudante de Elétrica: Rodrigo Lopes e Luiz Fernando Gomes Donia
Coordenador de ilha: Lucas Miralha
Assistente de pós produção: Pedro Oliveira
Montagem: Luiz Todeschini
Finalização: Paulo Dornelles/Guilherme Rossalmuxfeldt
Música Original: “Origens”, de Antônio Augusto Fagundes (Nico) e Euclides Fagundes Filho (Bagre)
Produtora de Som: Radioativa Produtora
Trilha/Música: Cau Netto
Voz: Jader Cardoso
Locução: Marcos Verza
Sound Design: Thiago Grün
Mix Master: Henrique Wilasco
Gerente de Produção: Daniel Behar
Direção de Áudio: Carina Donida
Aprovação/Cliente: Natacha Gastal
Experiência, proximidade e orgulho: Sicredi na Expointer 2025
O Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, marca presença na Expointer 2025, a maior feira agropecuária a céu aberto da América Latina, realizada no Parque Assis Brasil, em Esteio (RS). O evento, que acontece entre 30 de agosto e 7 de setembro, reforça o papel estratégico da instituição no desenvolvimento econômico e social do Rio Grande do Sul, impulsionando diferentes cadeias produtivas e fortalecendo o agronegócio local.
“Por meio de espaços especialmente pensados para o público que estará na Feira, queremos mostrar o quanto a marca Sicredi está ao lado não só dos seus associados, mas de toda a comunidade. Este ano, a presença no evento reforça a campanha lançada em abril, ´Somos do Sul, somos do Brasil´, focada no orgulho de ser gaúcho. Queremos, por meio de ações estratégicas de marketing e negócios, mostrar o protagonismo da instituição, especialmente neste Ano Internacional das Cooperativas”, explica a gerente de comunicação e marketing da Central Sicredi Sul/Sudeste, Anna Quadros.
Como em 2024, a instituição contará com o Espaço Café do Sicredi, parceria com o Café do Mercado, de Porto Alegre. Além disso, oferecerá erva mate para o chimarrão, uma parceria com a ervateria Elacy, de Venâncio Aires, ambos associados Sicredi, além de outras diversas ações durante todo o período do evento.
Sobre o Sicredi
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 9 milhões de associados. Com mais de 2.900 agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras. No Rio Grande do Sul, o Sicredi reúne mais de 2,8 milhões de associados. A cobertura no RS alcança mais de 97% dos municípios, totalizando 680 pontos de atendimento.
92% dos brasileiros consomem áudio em múltiplos formatos, mostra Inside Audio 2025
Em um mundo multitarefa, o áudio se consolida como um dos poucos formatos capazes de acompanhar o consumidor em todos os momentos do dia. A 48ª edição do Data Stories – Inside Audio 2025, da Kantar IBOPE Media, revela que 92% da população ouviu rádio, música, streaming ou podcasts nos últimos 30 dias, confirmando o som como presença constante, meio de entretenimento e canal estratégico para marcas e anunciantes.
O levantamento mostra que o rádio segue firme entre os meios de maior alcance, atingindo 79% das principais regiões metropolitanas e registrando uma média diária de 3h47 de escuta entre os ouvintes. Em capitais como Belo Horizonte (87%), Porto Alegre (84%) e Fortaleza (81%), o índice é ainda mais alto, reforçando a força local que sustenta o vigor nacional do meio.
O estudo também aponta para a rápida expansão do consumo digital. Metade dos ouvintes de rádio declarou ter ouvido ou baixado podcasts nos últimos três meses, enquanto 60% escutam música em serviços de streaming. Os conteúdos produzidos por emissoras de rádio também se expandem no digital e, embora o AM/FM seja a plataforma mais utilizada para ouvir, por 70% dos brasileiros, o conteúdo das emissoras se desdobra em novos canais, como YouTube (33%), serviços de áudio sob demanda (16%), aplicativos das próprias emissoras (13%) e redes sociais (12%), mostrando sua capacidade de se adaptar a diferentes contextos e plataformas.
A publicidade em áudio acompanha esse movimento. Entre os ouvintes de rádio, 56% dizem gostar do formato dos anúncios em áudio e prestar atenção neles, enquanto 43% já compraram ou pesquisaram algum produto ou serviço após ouvir uma campanha sonora. Humor, leveza, criatividade e a sensação de proximidade com o locutor aparecem como elementos decisivos para aumentar a efetividade das mensagens, ao lado da atualização sobre novidades e promoções de marcas.
“O áudio é presença, performance e emoção. Ele acompanha os consumidores em diferentes momentos do dia, criando experiências imersivas e próximas. Para as marcas, representa uma oportunidade única de gerar impacto real, engajamento autêntico e resultados consistentes em um cenário de atenção cada vez mais fragmentado”, afirma Adriana Favaro, vice-presidente de Negócios da Kantar IBOPE Media.
O Inside Audio 2025 também mostra a dimensão afetiva do som. Entre os ouvintes de rádio, 60% associam o meio à informação, 54% à emoção, 36% à diversão e 29% ao companheirismo, revelando o vínculo emocional que o áudio constrói com diferentes gerações. Do tradicional AM/FM aos podcasts e streamings, passando pelo YouTube e pelas redes sociais, o áudio se consolida como um dos canais mais relevantes para quem deseja alcançar e engajar públicos diversos em todo o país.
Sobre a Kantar IBOPE Media
A Kantar IBOPE Media, divisão latino-americana da Kantar Media, é a principal referência em dados de mídia na região. Com operações em 13 países e mais de 3.000 colaboradores, fornece ao mercado informações sobre audiência, consumo e investimentos publicitários, apoiando clientes na tomada de decisões estratégicas.
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