Grupo RBS lança Guia de Comunicação e outros artigos da semana – 05.02.2026

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Você vai ler na coluna de hoje: Guia de Comunicação 2026  do Grupo RBS Negócios, Armários como mídia urbana: a nova vitrine da marca em locais de grande circulação, Serpro atualiza layout de emissão de notas fiscais das agências de propaganda, Sem ajustes há quase 10 anos, o teto para o Simples Nacional e o MEI está dificultando o crescimento das pequenas empresas, ARP é Media Partner do CMO Summit 2026!, A força dos negócios independentes em um mercado em transformação, Pesquisa revela que 4 em cada 5 profissionais já sentem impacto da IA ​​no trabalho e  Docile participa pelo 20º ano consecutivo da ISM.

 

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Guia de Comunicação 2026  do Grupo RBS Negócios

 

Em um cenário marcado por crescimento, transformação e múltiplos pontos de contato, comunicar bem vai muito além da simples presença. Exige contexto, estratégia e decisões orientadas por dados.

O Guia de Comunicação 2026, desenvolvido pelo Grupo RBS Negócios, reúne dados reais, análises e insights da Mesa de Performance do Grupo RBS, com o objetivo de apoiar marcas e agências no planejamento de campanhas mais eficientes ao longo de todo o funil de comunicação.

No estudo, é possível encontrar orientações práticas sobre como definir objetivos de comunicação com clareza, identificar quais canais e formatos geram mais impacto em cada etapa da jornada, analisar resultados reais de performance em TV, rádio, digital e conteúdo, além de transformar dados em decisões estratégicas.

Trata-se de um material prático, atual e essencial para quem busca potencializar resultados em 2026.

 

 

Armários como mídia urbana: a nova vitrine da marca em locais de grande circulação

Por Gustavo Artuzo – CEO da Clique Retire

 

A batalha pela atenção nas cidades atingiu um ponto de saturação. Outdoors, painéis e telas digitais continuam relevantes, mas enfrentam um desafio crescente: a indiferença. Em um ambiente urbano cada vez mais denso, a mídia exterior (OOH) está passando por uma transformação silenciosa, deixando de ser meramente visível e tornando-se funcional, contextual e integrada ao cotidiano das pessoas. É nesse cenário que os armários inteligentes emergem como a nova vitrine urbana para as marcas. Diferentemente dos formatos tradicionais, os armários inteligentes não competem pela atenção: eles já fazem parte da rotina diária. Estão presentes em shoppings, terminais de transporte, universidades, centros comerciais e áreas de grande circulação — locais por onde o público não apenas passa, mas interage. Ao retirar uma encomenda, carregar o celular ou usar um serviço, o consumidor entra em contato direto com a marca em um momento de atenção ativa, não de distração. Esse movimento reflete a própria evolução do mercado. A mídia out-of-home gerou R$ 5,5 bilhões no Brasil no ano passado, segundo a Tendências Consultoria, impulsionada pela busca por formatos mais relevantes e mensuráveis, conectados ao contexto urbano. Dentro desse crescimento, a mídia que não interrompe, mas se integra, transformando a infraestrutura em um ponto de contato qualificado, está ganhando espaço. Os lockers inteligentes permitem exatamente isso. Mais do que simples superfícies de exibição, eles se tornam plataformas de ativação. Podem ser personalizados com identidade visual, campanhas locais, QR codes interativos, promoções, gamificação e integrações digitais que conectam o mundo físico ao online. A marca não é mais apenas vista, mas vivenciada, em um ambiente que combina conveniência, tecnologia e utilidade. Há também um fator decisivo: frequência e memorização. Um estudo da BR Media mostra que 70% dos consumidores se lembram mais facilmente de marcas presentes em diferentes horários do dia. Os lockers reforçam esse efeito ao serem posicionados em rotas frequentes – perto de casa, do trabalho ou do transporte público – criando uma presença contínua e natural no cotidiano urbano. Outro diferencial importante reside na segmentação geográfica e contextual. Ao contrário dos grandes outdoors genéricos, a mídia em lockers permite campanhas hiperlocais, adaptadas por bairro, perfil do público, horário do dia ou tipo de ambiente. Isso aproxima a mídia OOH de uma abordagem orientada por dados, com maior eficiência e menor dispersão, especialmente relevante para o varejo, serviços e marcas que operam em escala regional.

Do ponto de vista do planejamento urbano, o modelo também responde a uma crescente demanda por um uso mais inteligente do espaço público. Ao ativar estruturas existentes que já desempenham uma função prática, os armários evitam poluição visual adicional e contribuem para uma comunicação mais harmoniosa com a cidade. Trata-se de um meio que respeita a paisagem urbana, ao mesmo tempo que gera valor econômico e experiência.

À medida que as marcas buscam novas maneiras de estabelecer presença em um cenário de atenção fragmentada, os armários inteligentes se consolidam como uma das evoluções mais relevantes da publicidade OOH (Out-of-Home) contemporânea. Eles transformam a logística em experiência, a infraestrutura em vitrine e pontos de grande circulação em ativos estratégicos de branding. Em vez de competir por espaço na paisagem urbana, eles se tornam parte dela.

 

 

Serpro atualiza layout de emissão de notas fiscais das agências de propaganda

 

A Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e o Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) informam que o layout do novo modelo de emissão de notas fiscais eletrônicas (NFs-e), que entrou em vigor em janeiro, no início do período de teste do novo sistema tributário, já foi atualizado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), solucionando, desta forma, as dificuldades que as agências de propaganda vinham tendo para emitir suas notas fiscais.

A emissão de notas pelas agências estava sendo prejudicada pelo fato de que o novo layout do Sistema Nacional de NFS-e suprimiu o campo, existente até 2025, que permitia discriminar a receita dos investimentos dos anunciantes, para que as notas fiscais fossem emitidas apenas sobre a receita própria das agências, e não sobre o valor de terceiros gerenciado por elas.

Frente a isso, a Fenapro e os Sinapros estaduais se mobilizaram, atuando de forma coordenada junto aos órgãos competentes, tanto em âmbito municipal quanto federal, para normalizar a situação e garantir a correta aplicação da lei e a retomada regular do faturamento das agências.

“Tivemos um pronto entendimento e uma rápida resposta aos encaminhamentos realizados junto ao Serpro. O novo layout está em fase de testes, e já tivemos o feedback positivo de várias agências”, conta Ana Celina Bueno, presidente da Fenapro, ao destacar a importância da mobilização rápida de todo o ecossistema para solucionar o problema.

Em nível municipal, o Sistema protocolou ofícios padronizados nos órgãos de finanças municipais (SEFIN/ SEFAZ) e realizou reuniões técnicas locais, solicitando o retorno do campo de dedução no sistema e que fossem adotadas medidas transitórias enquanto o ajuste sistêmico não ocorrer.  Em âmbito federal, a Fenapro oficiou à Receita Federal comunicando o problema e solicitou ajuste do layout do Sistema Nacional da NFS-e e orientações técnicas claras, propondo, inclusive, a realização de reunião entre as áreas técnicas em busca de uma solução rápida.

“A mobilização que fizemos junto aos órgãos competentes mostra a atuação institucional contínua, estratégica e articulada, e a força coletiva do ecossistema Sinapro/Fenapro na defesa e no desenvolvimento do mercado publicitário brasileiro. Agora, estamos atentos para atuar caso surjam outras dúvidas e problemas no período de testes da reforma tributária, a fim de dar apoio às agências gaúchas e de todo o país”, destaca o presidente do Sinapro-RS e vice-presidente da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann.

 

 

Sem ajustes há quase 10 anos, o teto para o Simples Nacional e o MEI (Regime Tributário Simplificado para Microempreendedores Individuais) está dificultando o crescimento das pequenas empresas, alerta o SIMPI Nacional.

 

O teto de arrecadação para o Simples Nacional e o MEI (Microempreendedor Individual) está congelado há quase uma década – uma estagnação que, segundo a SIMPI Nacional, associação civil da Assimpi, está sufocando a capacidade de crescimento dos MEIs, micro e pequenas empresas brasileiras. A organização acredita ser urgente que o Congresso Nacional aprove um ajuste nos limites, especialmente considerando a inflação acumulada e a realidade econômica do setor.

Hoje, o limite para permanecer no regime tributário Simples Nacional é de R$ 4,8 milhões anuais, enquanto o teto do MEI (Microempreendedor Individual) permanece em R$ 81.000. “Esses valores estão completamente desatualizados. A inflação dos últimos oito anos já corroeu boa parte das margens de lucro dessas empresas, e agora elas estão sendo penalizadas por crescerem”, afirma Joseph Couri , presidente do SIMPI Nacional.

Outro problema, ainda mais grave, segundo a organização, é o chamado sub-limite estadual : em diversos estados, como São Paulo, o limite para permanecer no Simples Nacional em relação ao ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) é ainda menor, de R$ 3,6 milhões. Isso obriga as pequenas empresas a saírem do regime simplificado antes mesmo de atingirem o teto nacional, sendo empurradas para regimes mais onerosos, como o Lucro Presumido. “O Simples Nacional se tornou uma armadilha: se a empresa cresce, perde os benefícios e é penalizada com uma carga tributária maior. Não é um incentivo ao empreendedorismo, é uma punição pelo sucesso”, critica Couri.

O SIMPI Nacional (Associação Brasileira de Contribuintes) destaca que, além da pressão inflacionária, as empresas enfrentam altos custos operacionais e queda no consumo. “Muitas das que ultrapassam o teto de R$ 4,8 milhões são obrigadas a pagar impostos adicionais de até 26%, o que põe em risco empregos e investimentos”, enfatiza o dirigente.

A instituição também manifesta preocupação com a lentidão do Congresso na votação do PLP 108/21 , que propõe o ajuste dos limites do regime tributário Simples para R$ 8,4 milhões e do MEI (Microempreendedor Individual) para R$ 144.913,00. Apesar do apoio de entidades empresariais, a proposta permanece paralisada.

“Não se trata apenas de números. Cada dia sem um ajuste significa menos competitividade, menos empregos e mais informalidade. O Congresso precisa entender que esta é uma questão de sobrevivência para milhões de pequenas empresas”, conclui Couri.

 

 

ARP é Media Partner do CMO Summit 2026!

 

Com grande orgulho, a ARP anuncia sua entrada como Parceira de Mídia do CMO Summit , evento que reúne os agentes de transformação da comunicação e dos negócios no Brasil.

Nos dias 25 e 26 de março , no Expo Center Norte (São Paulo), realizaremos um evento de imersão com CMOs, VPs e fundadores das maiores marcas do país. E como parceiro da ARP, você tem vantagens exclusivas:

Sorteio: Os membros da ARP concorrem a 4 INGRESSOS GRÁTIS para o evento!

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Inscrições: www.cmosummit.com.br. Membros da ARP concorrem a quatro (4) ingressos gratuitos para o evento. Para participar, basta responder a este e-mail e você será automaticamente inscrito no sorteio. Aproveite este benefício e conecte-se com os principais CMOs do país!

 

 

A força dos negócios independentes em um mercado em transformação

Por Fabio Tramontano

 

Como sócio de uma agência independente, fundador de três agências e atuante neste mercado há duas décadas, tenho acompanhado de perto uma mudança estrutural muito clara no setor de comunicação no Brasil. E não se trata apenas de crescimento numérico. O que está acontecendo é uma verdadeira transformação na forma como o mercado funciona: como as decisões são tomadas, como os relacionamentos são construídos e como clientes, agências, veículos de comunicação e produtoras se conectam diariamente.

Os números ajudam a colocar esse cenário em perspectiva. Em 2024, o mercado brasileiro movimentou R$ 26,3 bilhões em compra de mídia, com um crescimento de 12,17% em relação ao ano anterior. Considerando o setor como um todo, estamos falando de algo em torno de R$ 88 bilhões. Ao mesmo tempo, entre 2020 e 2023, surgiram mais de 6.500 novas agências, elevando o número de empresas de comunicação ativas no Brasil para aproximadamente 22.600. E um dado chama a atenção: cerca de 93% dessas empresas são pequenas e médias empresas, o que significa que o motor desse ecossistema é justamente o setor independente.

Este contexto revela algo maior do que um movimento isolado. A publicidade brasileira está passando por uma verdadeira descentralização. O crescimento no número de agências boutique e independentes, a força de iniciativas como o Círculo de Agências Independentes e até mesmo a presença cada vez mais frequente dessas agências em painéis e debates internacionais, como em Cannes, não são coincidência nem efeito colateral. São consequência direta dessa nova dinâmica que está se consolidando.

É evidente que o mercado está desafiador. A complexidade do ecossistema aumentou. Há mais canais, mais dados, mais tecnologia e menos tempo para tomar decisões. A pressão por eficiência e resultados mensuráveis ​​também cresceu, muitas vezes em ciclos curtos demais para a dimensão das ambições das marcas. E, ao mesmo tempo, grandes estruturas continuam a operar com modelos rígidos, o que dificulta respostas rápidas em um cenário cada vez mais instável e volátil. Mas, paralelamente a isso, surgem oportunidades muito claras para quem sabe ler o momento. As marcas buscam parceiros, não apenas fornecedores. Elas querem proximidade, visão estratégica, verdadeira influência na tomada de decisões e agilidade na execução. Quem consegue equilibrar criatividade, dados e relações humanas tende a tirar proveito dessa fase.

É aqui que as agências independentes se tornam ainda mais relevantes. Aspectos que, por muito tempo, foram considerados “tradicionais”, como proximidade, senioridade e agilidade, tornaram-se novamente diferenciais estratégicos. Proximidade porque o cliente fala diretamente com os tomadores de decisão, sem intermediários excessivos ou filtros políticos. Senioridade porque os sócios estão efetivamente envolvidos no trabalho diário e não apenas aparecem em apresentações de vendas. E agilidade porque as decisões são tomadas em reuniões, não em comitês globais, fluxos de trabalho intermináveis ​​ou ligações intermináveis. Essa abordagem tríplice é mais natural em estruturas independentes porque a tomada de decisões se concentra nas mãos de quem está na linha de frente, e não se dilui dentro de um grupo multinacional que muitas vezes responde a interesses muito distantes da realidade local.

No campo criativo, isso também faz diferença. Agências independentes tendem a operar com menos ruído interno e mais foco no problema real do cliente, o que abre espaço para experimentação, riscos calculados e soluções menos padronizadas. E inovação, nesse cenário, não se resume a tecnologia de ponta ou ferramentas incríveis. Ela se manifesta principalmente na capacidade de conectar estratégia, cultura e execução com uma compreensão apurada do comportamento local, sem perder de vista o que realmente gera impacto no negócio. Muitas agências boutique brasileiras têm se destacado justamente por isso: ideias simples, bem executadas e com resultados concretos. Não é por acaso que campanhas independentes estão ganhando espaço em premiações e, mais importante, demonstrando consistência para marcas de médio e grande porte.

Para o cliente, os ganhos são bastante práticos. Há mais atenção e personalização, menos perda de contexto entre o briefing e a entrega, maior coerência estratégica a longo prazo e relações mais transparentes com veículos de comunicação e produtoras. E existe também um risco que muitos ignoram: a dependência de estruturas gigantescas, onde as contas podem ser redistribuídas, fundidas ou realocadas sem que o anunciante tenha qualquer controle sobre isso.

O caso recente da Omnicom, com sua redistribuição de contas e reorganização de marcas, agências e liderança, expôs essa lógica. Em grandes grupos, as decisões estratégicas muitas vezes seguem uma lógica financeira e global que nem sempre está alinhada com as necessidades específicas de cada marca. Para os clientes, isso pode significar perda de história, mudanças de equipe, uma alteração na cultura criativa e até mesmo conflitos de interesse. O peso que cada conta adquire dentro dessa nova configuração de grupo nem sempre corresponde à sua importância estratégica para o anunciante. E isso, na prática, reforça o valor da independência: relacionamentos mais estáveis, uma visão de longo prazo e menor exposição a decisões corporativas que não consideram o impacto direto nos negócios do cliente.

Em última análise, o mercado publicitário brasileiro é mais fragmentado, mais diverso e, de certa forma, mais humano. Em meio à automação, à tecnologia e à escala, o valor de relacionamentos próximos, decisões rápidas e liderança presente cresce. As agências independentes deixaram de ser apenas uma alternativa e se tornaram, cada vez mais, uma resposta natural às demandas do mercado atual. Valorizar esse movimento fortalece um ecossistema mais equilibrado, criativo e sustentável para clientes, profissionais, veículos de comunicação e produtoras. Talvez a maior inovação deste momento seja justamente algo muito simples: voltar a colocar as pessoas, e não apenas os processos, no centro das decisões.

 

 

Pesquisa revela que 4 em cada 5 profissionais já sentem impacto da IA ​​no trabalho

 

Uma pesquisa global da Randstad mostra que 4 em cada 5 trabalhadores acreditam que a inteligência artificial já impacta ou impactará diretamente suas tarefas diárias . Esses dados ganham ainda mais relevância ao considerarmos que a Geração Z está entre os grupos mais preocupados com o avanço da automação e o uso de chatbots e sistemas baseados em IA nas empresas.

O relatório anual da Workmonitor também revela que as vagas de emprego que exigem habilidades relacionadas a “agentes de IA” cresceram impressionantes 1.587% , sinalizando uma transformação acelerada do perfil profissional exigido pelo mercado. Ao mesmo tempo, funções transacionais e de baixa complexidade estão sendo progressivamente substituídas pela automação.

O estudo entrevistou 27.000 trabalhadores , 1.225 empregadores e analisou mais de 3 milhões de anúncios de emprego em 35 países , reforçando o impacto global dessa mudança. A situação se agrava em um momento de pressão sobre os mercados de trabalho , com empresas intensificando os cortes diante da queda na confiança do consumidor, das tensões geopolíticas e das disputas comerciais lideradas pelo presidente dos EUA, Donald Trump .

 

 

A Docile participa pelo 20º ano consecutivo da ISM, na Alemanha, a maior feira de confeitaria do mundo

 

A Docile, maior exportadora de doces do Brasil e uma das 100 maiores empresas do segmento no mundo, marcou presença mais uma vez na ISM, a mais importante feira mundial para fabricantes e produtores de doces e confeitos, realizada anualmente em Colônia, na Alemanha. Um estande amplo e personalizado serviu de base para a marca expandir o relacionamento com mercados já consolidados e prospectar novos negócios. O evento ocorreu entre os dias 1 e 4 de fevereiro.

Este ano, o foco estratégico foi aumentar a distribuição dos produtos nos países onde a Docile opera. Um exemplo disso é a expansão na China – a marca está presente em mais de 20.000 pontos de venda, incluindo grandes redes como Miniso e 7-Eleven.

O portfólio apresentado no ISM refletiu as principais tendências globais do setor, com produtos que priorizam cores e sabores naturais, bem como a apresentação internacional de lançamentos de novos produtos.

“O ISM reforçou a consistência e a reputação que a Docile vem construindo no mercado internacional. Este ano, alcançamos o maior número de reuniões já registrado, atendendo a mais de 70% do nosso portfólio global. Nosso foco na expansão em países europeus estratégicos é sustentado por entregas de qualidade, inovação constante e sistemas de controle rigorosos”, afirma Cristian Ahlert, Diretor Comercial Internacional da Docile.

 

 

 

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