José Maurício Pires Alves – 21.11.2025

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp

Tulio Milman em seu livro sobre o Mauricio Sirotsky faz uma afirmação interessante:
“um a um, muitas vezes, é vitória”.
Ela dá o que pensar.
Vitorias e derrotas são dois lados de uma mesma moeda. E as vezes as coisas podem ser decididas no cara ou coroa.
Tenho um amigo que adora as coroas… mas isto é outro assunto, deixa para lá.
Para os vibrantes locutores esportivos, só a vitória interessa.
E isto me faz lembrar outro fato.
Em 1976 o jogador Gerson, da seleção Brasileira, estrelou um comercial de cigarro em que afirmava: ”eu quero levar vantagem em tudo, certo?”
Errado pois sua afirmação ficou estigmatizada. A Lei do Gerson passou a ser símbolo das pessoas que sempre queriam passar os demais para trás.
Para muitos, as vitórias são sempre desejadas, mas elas podem ter problemas como as vitórias com gosto de derrota.
E aquelas que dependem do voto de minerva. Elas vem de longe pois na mitologia romana Minerva era a deusa da sabedoria, e o voto de Minerva corresponde à escolha sábia ou certa de alguma coisa.
Já o empate é a situação em que duas ou mais partes obtêm resultados iguais em uma competição, votação ou qualquer situação que envolva comparação de desempenho.
As vezes é uma oportunidade de reflexão.
Mas acho que o ideal é um mais um.
Certeza de entendimento, crescimento e evolução para ambos os lados.

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Rolar para cima

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de acordo com a nossa
Política de Privacidade ao continuar navegando você concorda com estas condições.