José Maurício Pires Alves

COMO VÃO NOSSAS LIBERDADES?

Por José Maurício Pires Alves – Atalho Soluções em Comunicação                                         

Iniciamos esta semana com o feriadão da liberdade que, em tempos passados,          foi muito desejado e esperado.

E agora?

Os feriadões já não são mais os mesmos, quando fugíamos pelas estradas em busca de novas paragens.

Quantos de nós já não temos coragem de sair, não é?

E a liberdade?

Não digo aquela do D. Pedro 1º, recentemente retratada numa novela da Rede Globo.

Falo da nossa liberdade, a minha, a sua e a de todos nós.

Ela também já não é mais a mesma, por uma série de limitações.

Eu até já me pergunto: o que vem a ser liberdade?

Vamos pensar nelas?

Lembram-se daquela de ir e vir, hoje restrita pelos engarrafamentos de trânsito e pela criminalidade nas grandes cidades.

E pelo coronavirus que nos impede de conviver e até de viver.

Nos meus tempos de colégio aprendi que a liberdade é o conjunto de direitos reconhecidos aos indivíduos, como a liberdade de expressão que exerço aqui todas as semanas.

Existem muitos outros tipos de liberdade: a artística, a política, a religiosa, a social, a sexual e a financeira.

E agora?

Agora, transfiro a questão para você que me ouve:

E aquela sensação de estar livre e não depender de ninguém?

Será que ela existe?

Você consegue se libertar de tudo aquilo que te prende?

Em caso negativo, creio que só nos resta relembrar aquele samba que a Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense eternizou no carnaval de 1989:

Liberdade!, Liberdade!
Abre as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz.

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