NOTAS DA SEMANA-02-10-2020

EXPOINTER DIGITAL 2020

O desafio de inovar em meio à pandemia foi enfrentado pela agência Moove para desenvolver uma comunicação diferenciada e à altura da maior feira do agronegócio gaúcho, que acontece de 26 de setembro a 4 de outubro. 

Em função da pandemia do novo coronavírus, neste ano a Expointer será quase que totalmente digital, com exceção do pavilhão da Agricultura Familiar, que contará com um sistema de Drive-thru, onde as pessoas poderão comprar os produtos sem precisar sair dos veículos.

Para isso, a Moove desenvolveu o conceito Conectados pela força do campo, que expressa este novo momento do agronegócio, em que, mais do que nunca, agricultores e pecuaristas precisam estar conectados a distância para que o agro siga crescendo e pujante.

Serão quatro canais exclusivos na plataforma da Expointer Digital 2020 (www.expointer.rs.gov.br), com notícias, entrevistas, leilões de animais, provas técnicas, agricultura familiar, shows e muito mais. Além disso, haverá salas de negociação e canais diretos com os expositores para geração de negócios no Estado, no Brasil e no mundo todo.

Para o CEO da Moove, Gabriel Fuscaldo, “assim como um evento digital em função da pandemia é um desafio, ele também é uma oportunidade, já que a Internet praticamente elimina as distâncias e poderemos levar a Expointer para o mundo todo. Pessoas de qualquer parte vão poder participar e acompanhar tudo que estará acontecendo no Parque de Exposições Assis Brasil”, afirmou.

A Moove é responsável pela criação da marca, campanha e estratégia digital. A campanha é composta por peças para as redes sociais, vinheta e spots de rádio.

EXPOINTER DIGITAL MARCA COM INOVAÇÃO OS 50 ANOS DO PARQUE ASSIS BRASIL


O projeto e execução da Expointer digital 2020, cuja concepção e produção da plataforma é da Cubo Filmes, Woc Group e Agência Moove (todas radicadas no RS), é um marco para a maior feira do agronegócio do Rio Grande do Sul, justamente no ano de comemoração dos 50 anos do Parque de Exposições Assis Brasil. O evento híbrido com atividades presenciais no Parque ( respeitando todos os protocolos de saúde e distanciamento) conectadas com o público através de uma plataforma digital exclusiva com cinco canais, transmitindo ao vivo: provas leilões, debates, notícias, shows entre outras atividades.
A Expointer Digital 2020 traz ainda espaços segmentados para produtores, indústrias, além da agricultura familiar, para apresentação de seus produtos e serviços, podendo gerar negócios por meio de vendas on-line, de salas de reunião, de salas de negociação e de canais de consultores, criadas especialmente para ampliar as redes de contato do produtor no Rio Grande do Sul, no Brasil e no exterior.
Para Gabriel, “a Expointer Digital veio para ficar e vai dar visibilidade exponencial à feira, podendo ser acompanhada e gerar negócios a partir de qualquer ponto do planeta”. Para a produção do evento estão envolvidos mais de 100 profissionais entre desenvolvimento da plataforma e desenvolvimento de conteúdo. A plataforma, segundo Cláudio Fagundes, da Cubo Filmes, “é uma rede com 5 canais de transmissão simultâneos de todos os eventos da feira. Um eco-sistema da Expointer montado com os mais modernos recursos, que se aproxima muito da feira presencial, permitindo realizar negócios, respeitando as características de cada setor, e até assistir lives de shows ou compra de produtos da agroindústria”.
A Expointer digital vai apresentar na sua grade de programação 48 palestras e seminários, 18 edições do Jornal da Expointer, além da transmissão de desfiles e premiações de animais, leilões e 30 shows com artistas gaúchos.

CARTA ABERTA

Senhores[as] Autoridades do Estado do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre:

Optamos por nos dirigir abertamente. Quebrando talvez, até mesmo, a redação oficial para nos conduzir a vocês. Ontem, depois de mais de seis meses de muita negociação nas instâncias municipal e estadual, entre os poderes públicos – Executivo e Legislativo, somados a mais duas reuniões ainda nesta semana, uma com os Secretários da capital, Saúde e Desenvolvimento Econômico para o reconhecimento da autorização da realização de eventos corporativos e de negócios. E uma reunião tensa, coorganizada pelo presidente da Assembleia junto à Secretaria Estadual da Saúde, pautados por uma agenda com os segmentos de eventos sociais, festas infantis e bailes, o que nos exige tempo, alta articulação de negociação, paciência, educação, sensibilidade à flor da pele, entre outras marcas inerentes ao processo negocial, nos deparamos com a surpreendente e porque não dizer chocantes fotos da cerimônia de formatura da Escola de Polícia.

Não precisamos dizer aos senhores e senhoras, especialmente os dos comitês de crise e da saúde, a indignação e sentimento de humilhação que nossos participantes do Grupo Live Marketing RS sentiram. Revolta, na verdade. E as perguntas que seguiram foram: Porque eles podem? Quem autorizou? E nós?

Agora, gostaríamos que os senhores e senhoras se colocassem em nossos lugares. Estamos sim INDIGNADOS! Não há outra expressão que dê conta da revolta causada em ver tais registros fotográficos, ainda mais, oriundos de um órgão do Estado.

Seis meses sem trabalhar, seis meses de inúmeras reuniões, seis meses de muita dor, seis meses sem receber, seis meses de muita luta, seis meses testemunhando a falta de condições de sustento dos trabalhadores desta grande cadeia econômica, que representamos e para, aos poucos e gradualmente, alcançar um mínimo possível, dentro de um quadro de segurança que os protocolos criados pelo Grupo Live Marketing RS garantem.

O que sentimos neste momento? VERGONHA, HUMILHAÇÃO E REVOLTA.

Alguém, dos senhores e senhoras, pode nos responder? Exigimos a manifestação dos governos e de seus comitês. É o mínimo. No mais, seguimos de cabeça em pé, pois somos homens e mulheres que honramos os nossos processos, especialmente, aqueles que nos fazem como profissionais do setor e que se disponibilizaram a lutar por toda a categoria.

SÓ ISSO QUE QUEREMOS AGORA E RAPIDAMENTE: UMA RESPOSTA. PORQUE A POLÍCIA CIVIL PODE, SENHORAS E SENHORES?

Porto Alegre, 02 de Outubro de 2020.

Grupo Live Marketing RS

EXCLUSIVO

Juan Pablo Boeira, que tem um currículo invejável em Empresas de grandes marcas, acaba de assumir o marketing do grupo Herval.

Duas grandes voltas ao mercado uma da Maria Eduarda na FRUKI e Juan Pablo na HERVAL.

PODCAST DA COLUNA DO NENÊ

A oitava edição já foi ao ar nessa quarta-feira (30) com o convidado Fábio Bernardi, Sócio-Diretor da HOC – House Of Creativity.

A próxima edição conta com a participação de Soraia Hanna, jornalista com vasta experiência em opinião pública. Participou da gestão de comunicação de quatro governos estaduais e na Assembleia Legislativa, além de ter coordenado a assessoria de imprensa do Banrisul. Na Critério, como sócia-diretora, comanda o atendimento de ações estratégicas, para empresas e instituições. O perfil agregador lhe confere habilidade para gerenciamento de crises.

Siga o Podcast da Coluna do Nenê no Spotify:

VESTIBULAR

Com novos conceitos e adaptada a realidade do presente  a FMP abre as inscrições para o seu tão esperado vestibular de Direito.

RECORD RS

Com seus programas locais e a nova programação nacional a Record RS está crescendo em audiência consolidando o segundo lugar, conforme dados do Kantar.

PRODUÇÃO
Que iria faltar insumo, o mediano de cabeça sabia.

Que além da pandemia teriam outros vilões, o mediano de cabeça sabia.

Que a indústria é preguiçosa e lenta, o mediano de cabeça sabia.

Que a mentira da notícia iria aumentar, o mediano de cabeça sabia.

Onde estão os transformadores, os “mudadores”, os salvadores???

Até quando os consultores da teoria irão continuar no discurso??

FORBES

Nenhum brasileiro da Indústria produtiva está na lista dos milionários  do mundo.

Paramos no tempo e no espaço.

PESQUISA

Com a redução e estabilização do número de casos de Covid-19, os eventos corporativos foram liberados em diversos estados, ainda que com restrições. No entanto, pesquisa realizada pelo Opinion Box mostra que apesar de 61% dos brasileiros já terem saído do isolamento para fazer algum tipo de atividades culturais, sociais e de lazer, 71% acham difícil voltar a frequentar shows e 70% não se veem voltando a festas por enquanto. O que causa preocupação de empresários do setor que se preparam para a retomada gradual, pois mesmo que com um número reduzido e todos os cuidados, o público ainda tem medo de contaminação e podem deixem de frequentar as feiras e convenções. Diante deste cenário, o modelo de eventos híbridos, que une eventos presenciais e virtuais ao mesmo tempo, que já era uma tendência antes do início do isolamento social, torna-se uma realidade e solução para o mercado de eventos.

GRUPO IMOBI

O mês de outubro é marcado pelo movimento internacional de conscientização para alertar as mulheres e a sociedade sobre a importância da prevenção e diagnóstico do câncer de mama.

Todos os anos, esse movimento tem o apoio de diferentes órgãos do governo, empresas privadas e da sociedade. São realizadas caminhadas, palestras, eventos e muitas outras ações chamando a atenção para esta importante causa.

O ano de 2020 está sendo diferente. Não são possíveis eventos, caminhadas ou qualquer outro formato que possibilite aglomerações.

Mas não podemos deixar este movimento se apagar!

Pensando nisso, o Grupo Imobi desenvolveu um projeto para marcar o Outubro Rosa, buscando envolver e engajar a comunidade.

Vamos colorir a cidade de rosa!

Em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, Imama, Hospital Moinhos de Vento, Oncotrata e Libbs, o Grupo Imobi irá substituir, durante o mês de Outubro, as tradicionais placas de rua azuis, por placas cor de rosa, em uma ação inédita na capital gaúcha!

Hoje, dia 1º de Outubro, o Diretor Geral da Imobi, Daniel Costa, esteve com o Prefeito de Porto Alegre, Nelson Marchezan Junior, e a primeira-dama, Tainá Vidal, para entregar simbolicamente a primeira placa rosa da cidade. “O Outubro Rosa é um movimento muito importante e que conquistou relevância mundial. E as cidades são parte fundamental nas ações realizadas pelo Movimento. Nós, do Grupo Imobi, com o envolvimento que temos com a nossa cidade, estamos engajados em mais essa causa”, comentou Daniel Costa.

Muitos cruzamentos da cidade estão recebendo as placas rosa a partir de hoje para ressaltar a importância do Outubro Rosa, da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de Mama.

Outubro Rosa, eu caminho pela vida.

INNOVATION WEEKEND

O Festival de Inovação e Negócios Innovation Weekend (IW 2020) aconteceu nesse fim de semana, reunindo cerca de 3 mil pessoas em sua plataforma digital. O evento, realizado pela primeira vez no formato phygital, proporcionou interações entre os participantes, além de estimular o protagonismo dos mesmos. A iniciativa é promovida pela Associação Riograndense de Propaganda (ARP), com curadoria do Innovation Center.

Adiado em função da pandemia, o evento aconteceu nos dias 26 e 27 de setembro, em uma plataforma desenvolvida especialmente para a ocasião. Foram mais de 300 atividades, envolvendo palestras, workshops, demo days, braindates, shows e labs de inovação, além de estandes virtuais para relacionamento entre os participantes e uma rede social especialmente criada para os participantes do festival.

Assim como na primeira edição, realizada em 2019, todos os conteúdos apresentados foram autorais. A temática desse ano propôs uma reflexão atual: “O amanhã é agora – você impacta o futuro com suas ações de hoje”, abordando desde a formação antirracista até governança.

Conforme os organizadores do festival, foram entregues ao todo mais de 156 mil minutos de conteúdo nacional e internacional, que é equivalente a 2,6 mil horas ou 108 dias inteiros de aprendizado. “Sabemos que a tecnologia é nossa aliada, mas ainda não estamos aculturados a utilizar ela para momentos que, até então, eram presenciais. Foi um evento diferente, uma experiência nova, um grande aprendizado para todos nós”, celebra a presidente da ARP, Liana Bazanela.

Para o vice-presidente de Inovação e Mudança da entidade, Juan Pablo Boeira, realizar o IW 2020 no formato phygital, sendo o primeiro B2B, B2C, C2C e C2B no país, foi um desafio. “Lidar com o imponderável e com o caráter aleatório do mundo digital tem complexidade gigante em relação a eventos presenciais. Meu especial obrigado a todas as mais de 200 pessoas que participaram da produção do festival e aos 40 patrocinadores que acreditaram que seria possível”, agradece ele, que esteve à frente da curadoria e realização do evento.

Para quem não pode acompanhar, o material segue disponível até dia 4 de outubro e pode ser adquirido no www.innovationweekend.com.br. Da receita líquida arrecadada, 1% será doado para a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, no intuito de investir no combate ao coronavírus.

FEEVALE

O mestrado em Indústria Criativa da Universidade Feevale realizará neste sábado, 3 de outubro, às 10h, o evento “Indústrias culturais e criativas: momento para desindustrializar?”. A transmissão, que faz parte do projeto “Encontros internacionais das indústrias criativas”, será gratuita e aberta ao público, podendo ser acessada em www.feevale.br/encontroindustriascriativas.   
A palestra virtual, que será mediada por Mary Sandra Guerra Ashton, professora do mestrado em Indústria Criativa da Universidade Feevale, busca promover a internacionalização e formação de redes de pesquisa e o contato com pesquisadores de diferentes instituições. O encontro contará com a participação de Mário Jorge da Câmara de Melo Caeiro, docente do Programa de Pós-graduação em Gestão Cultural do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), de Portugal.

GRUPO RBS

Após 36 anos de uma reconhecida carreira no Grupo RBS, o vice-presidente Editorial e Institucional, Marcelo Rech, deixa suas funções executivas na empresa e volta a contribuir como jornalista. Em breve, Rech iniciará sua participação com comentários na Rádio Gaúcha e colunas em Zero Hora e GZH, além de permanecer como presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ) – cargo para o qual foi reeleito em agosto –, representando a RBS. Também atuará como consultor para temas editoriais. 

– Como a RBS, suas pessoas, seus conteúdos e produtos não podem estar em melhores mãos, é hora de procurar colaborar de outras formas. De modo bem pensado e longamente planejado, estou dando aquele passo que um dia chega. Para quem não sabe, meu objetivo era seguir nesta toada até os 60 anos – e, em janeiro, viro os 61. Sempre defendi que precisamos saber mudar ou, ao menos, nos preparar para a mudança. Não podia ser diferente agora comigo – escreveu Rech em carta endereçada aos colaboradores da RBS.

Nos últimos anos, Marcelo liderava o tema editorial no Comitê Executivo, sempre defendendo com contundência os valores da empresa e a independência jornalística. Premiado jornalista, em sua trajetória na RBS, atuou como redator e repórter especial, com coberturas como as guerras do Golfo e da Iugoslávia e a dissolução da União Soviética. Desde 1993, vinha ocupando cargos executivos, entre eles os de editor-chefe e de direção de Redação de Zero Hora, nos quais permaneceu por 15 anos, e a coordenação do Comitê Editorial. Ex-presidente do Fórum Mundial de Editores, Rech exerce, além da ANJ, cargos em diferentes entidades nacionais e internacionais, como o de membro do comitê executivo da World Association of Newspapers and News Publishers (WAN-Ifra).

– Embora não seja uma despedida, faço questão de destacar o quanto somos gratos ao Marcelo por sua contribuição e seu comprometimento e, especialmente, pela sua lealdade e ética. Em nome dos acionistas, do Comitê Executivo e de todos os colegas, nosso muito obrigado pela dedicação e pelas lições que todos nós aprendemos com ele ao longo dessa trajetória – ressalta o CEO do Grupo RBS, Claudio Toigo Filho.

Com as mudanças, forma-se um novo Comitê de Jornalismo, coordenado pela diretora Marta Gleich e que reúne lideranças de redações da empresa. Marta vem se dedicando nos últimos anos a projetos de transformação e integração de redações. Atualmente, está à frente do projeto de Jornalismo de Soluções e tem estudado tendências e novas perspectivas para tornar o jornalismo cada vez mais contemporâneo, em linha com os desafios da RBS. Já o Departamento Jurídico, que também era supervisionado por Rech, passa a fazer parte da estrutura da diretora-executiva de Finanças, Mariana Silveira. O relacionamento institucional será feito por diferentes representantes da empresa, conforme a área de atuação.

VANPRO

O impacto causado pela pandemia e pela retração econômica sobre os investimentos em publicidade começam a se reverter, embora grande parte das agências ainda projete perda de receita este ano. Esta é uma das conclusões da sondagem VanPro, um importante termômetro atual dos negócios e da gestão das agências de publicidade em todo o País, realizada pela FENAPRO(Federação Nacional das Agências de Propaganda), e que, nesta 2ª edição, contou com a participação de 347 empresas de 21 estados e do Distrito Federal.

Realizada no último quadrimestre (maio-agosto), a sondagem mostrou que, passado o grave choque inicial da pandemia, 33% das agências já conseguiram retomar o desempenho nos níveis anteriores à COVID-19 – um percentual quase quatro vezes superior ao registrado na sondagem anterior (7%), realizada no primeiro quadrimestre – e 41% delas veem o futuro com perspectivas boas ou muito boas. Por outro lado, o número de empresas que apontam as perspectivas como ruins, muito ruins, ou inclusive admitem que poderiam interromper as atividades, caiu de 30% para 11%.

“Detectamos uma visível melhora na percepção dos entrevistados em relação à recuperação do negócio e das perspectivas futuras”, conta Daniel Queiroz, presidente da FENAPRO, ao explicar que o número de agências que viam o cenário como positivo, no quadrimestre passado, era de apenas 16%. “Este número aumentou 150% no último quadrimestre”, destaca.

Contudo, o impacto ainda não foi revertido em grande parte das empresas: analisando as empresas que tiveram perda de receitas, 48% delas projetam perda superior a 30%, enquanto outra parte significativa – 35% -estima que levará mais de um ano para retomarem o desempenho pré-pandemia ou, inclusive, podem não recuperar os níveis pré-crise.

“O que se percebe é que há um grupo de empresas que já conseguiu reagir e se recuperar, mas há outro grupo que ainda tem percepções similares às do momento inicial da crise, embora este grupo seja bem menor do que quatro meses atrás”, observa Ana Celina Bueno, diretora da FENAPRO e que liderou a realização da pesquisa.

Já as agências que apontam as perspectivas como estáveis mantiveram-se basicamente no mesmo patamar (37% na primeira sondagem e 39% da segunda), e as que não conseguem prever caíram de 17% para 10%.

Entre as empresas que tiveram redução na receita, 22% preveem se recuperar em seis meses; 42%, entre seis meses e um ano e 30%, em mais de um ano, sendo que 5% não prevê retomar o mesmo patamar de receita Estes percentuais tiveram variação pequena em relação à pesquisa anterior, em torno de 1 ou 2 pontos percentuais.

“Podemos concluir, de forma simplificada, que um terço das empresas encontrou meios para a retomada; um terço está administrando os impactos e outro terço está com dificuldades, projetando uma recuperação num período mais prolongado”, afirma o presidente da FENAPRO

A sondagem também avaliou os aspectos que representam as principais dificuldades para as agências hoje, e mostrou que a captação de recursos continua sendo a principal delas, segundo 21% dos entrevistados, seguida da relevância junto aos clientes (24%), gestão da equipe (22%) e gestão financeira (22%).

A principal mudança, nestes percentuais, comparativamente à primeira sondagem deste ano, é que dobrou o percentual de empresas que aponta a gestão da equipe como sendo principal dificuldade hoje.

Medidas Adotadas

A redução de jornada e salário foi uma medida adotada por cerca de 60% das empresas entrevistadas (tanto na sondagem atual quanto na do quadrimestre anterior), seguida de férias coletivas, utilizada por 43% das empresas (em ambas as sondagens). O percentual de empresas que demitiu subiu de 30% para 39% e o das empresas que utilizou o empréstimo para pagamento da folha aumentou de 17% para 24%.

A alternativa de crédito mais utilizada foi a postergação de impostos, utilizada por 41% das empresas, seguida do parcelamento de impostos (29%) e do crédito regular dos bancos (16%). O pagamento de folha subsidiado pelo BNDES foi utilizado por 11% dos entrevistados; o giro subsidiado pelo BNDES, por 7%, e o giro com taxa reduzida da Caixa, por 4%.

Mais de um terço (35%) das empresas que conseguiram crédito avaliam que os valores captados serão suficientes para mais de três meses, em comparação a 17% na sondagem anterior. A mudança mais significativa, nesta avaliação, foi a das empresas que avaliam que o crédito será suficiente para um período entre três e seis meses: este percentual saiu de 9% para 24%. O número de empresas que avaliava que a captação não seria suficiente nem para um mês, por sua vez, caiu de 19% para 12%.

As empresas que não conseguiram ou não buscaram alternativas representaram 39% dos participantes. Destes, 39% pertenciam ao grupo que teve aumento ou estabilidade na receita, ou seja, mesmo com um desempenho estável ou melhor, as agências buscaram tomar recursos. Já entre 82% das empresas que não conseguiram ou não buscaram crédito acreditam recuperar o faturamento em até um ano.

Isso mostra que as empresas conseguiram utilizar os instrumentos mais diretos e práticos, já que as questões relativas aos impostos não necessitavam de nenhum trâmite específico e os bancos privados têm um desempenho notadamente superior no que diz respeito à agilidade e facilidade de se obter crédito (embora a custos reconhecidamente superiores).

Perfil das agências entrevistadas

O perfil predominante dos participantes da sondagem VanPro é de agências full-service (95%), com equipe de até 20 pessoas (62,5%). A maioria das empresas tem mais de 21 anos de existência (39,5%) ou entre 11 e 20 anos (39,5%). Mais de 78% delas é associada ao Sinapro (Sindicato das Agências de Propaganda) de seu estado e mais de 77% ao CENP.

A maior parte das agências ouvidas, ou seja, 41%, tem faturamento de até R﹩ 1 milhão; 24% têm receita anual entre R$ 1 milhão e R$ 3 milhões; 11%, entre R$ 3 milhões e R$ 5 milhões, e perto de 15% têm receita de R$ 5 milhões a R$ 10 milhões.

A pesquisa completa está disponível neste link http://bit.ly/Vanpro.

INSIDE RADIO 2020

Companheiro que atravessa gerações, o rádio é um dos meios que mais se reinventou nas últimas décadas e segue emplacando a sua relevância na conversa com as pessoas e com as marcas. 78% dos brasileiros, de 13 regiões metropolitanas pesquisadas, ouvem rádio. E não é pouco. Desses, 3 em cada 5 escutam rádio todos os dias e passam 4 horas e 41 minutos diariamente consumindo o meio. É o que mostra a nova edição do estudo Inside Radio 2020, realizado pela Kantar IBOPE Media.
O meio atinge os perfis mais variados, a média de consumo entre as faixas etárias é alta e demonstra a capacidade do rádio de conversar com audiências de diferentes devices. Acessado em diferentes locais e equipamentos, 78% ouvem rádio em casa, 18% no carro e 3% no trabalho. O destaque está entre os que têm entre 20 a 49 anos, entre eles 83% escutaram rádio nos últimos 30 dias.
O tradicional aparelho de rádio não saiu de moda, já que 81% consome o meio por aparelho radiofônico, que também inclui o rádio do carro, mas a disputa com as outras plataformas se acirra: 23% dos ouvintes escutam o rádio pelo celular, 3% pelo computador, e 4% em outros equipamentos. “O espaço que outros devices estão ganhando, como smarthphones, tablets, notebooks e smart tvs, demonstram o crescimento do acesso ao rádio na web. 9% da população ouviu o meio pela internet nos últimos 30 dias. Passaram 2 horas e 55 minutos ligados no rádio e esse tempo médio aumentou em 15 minutos em relação ao ano passado”, explica Adriana Favaro, diretora de Desenvolvimento de Negócios da Kantar IBOPE Media. “Entre os ouvintes, 16% escutam rádio quando acessam a internet. Quando observamos o perfil social de quem acessa o rádio online, se destacam as classes AB, 64%, e os mais jovens”, completa Adriana.
Hiperconetados e ligados no radinho
O estudo revela que o relacionamento do público de rádio com as redes sociais tem conquistado cada vez mais espaço e ampliado a interação com a programação. Ao longo do 1º semestre de 2020 foram publicados mais de 3,5 milhões de tweets sobre rádio. Dentre essas postagens, quase 650 mil são de autores únicos, com mais de 987 milhões de impressões, cerca de 10 milhões de likes e 1,2 milhões de replies. 24% desses tweets contém algum formato de mídia, entre eles estão: URL’s (39%), fotos (35%) e vídeos (23%).
“Essa interação do público de rádio nas redes sociais evidencia a necessidade dos rádios, das agências de publicidade e dos anunciantes em monitorar e entender a performance dos programas, o que se comenta sobre o meio nessas plataformas, além de quais programas mais engajam os ouvintes. Compreender essa repercussão é mais um caminho para saber o que o público quer, de fato, ouvir”, afirma Adriana ao explicar o Kantar Social Media, nova ferramenta da Kantar IBOPE Media que permite o monitoramento em tempo real todo universo de conteúdo relacionado as rádios nas redes sociais.
O consumo de rádio se destaca durante a pandemia
Ao observar o consumo de rádio durante a pandemia nota-se que as pessoas seguem ouvindo o meio na mesma intensidade e para alguns isso aumentou. 75% afirmam ouvir rádio com a mesma intensidade e 17% disseram que após o isolamento social passaram a ouvir muito mais. Esse período levou ao aumento expressivo na geração de conversas nas redes sociais. O volume de tweets foi 77% maior na segunda quinzena de março em relação ao começo do mês, início do distanciamento social.
Publicidade no rádio
O rádio apresentou no 1ª semestre de 2020 um total de mais de 5200 anunciantes, distribuídos em mais de 6200 marcas. Desses, 2700 anunciantes são exclusivos, veiculando publicidade somente no meio. Para marcas exclusivas, esse número chega a 3093. Foram 2232 novos anunciantes no meio durante o período, ou seja, que não haviam feito publicidade em rádio no 1ª semestre de 2019. Para novas marcas, esse número chega a 2924.
Entre os diferentes setores que anunciam no meio, se destacam: Serviços ao Consumidor (30,5%), Comércio (27,9%) e Financeiro & Securitário (9,3%) que, juntos, concentram mais de 2/3 do investimento (68%). Ao analisarmos as maiores categorias de anunciantes nas praças monitoradas, Super, Hipermercados e Atacadistas (10,8%), Ensino Escolar & Universitário (7,2%), e Serviços de Saúde (6%) se destacam, mostrando a força do meio para as estratégias de mídia em diferentes segmentos.

Região Sul

O estudo traz leituras regionais e aponta que 83% dos entrevistados da região Sul são ouvintes de rádio, o maior índice do país dentre as regiões pesquisadas. O tempo médio diário consumido na região chega a 4 horas e 19 minutos por pessoa. Grande Curitiba, Grande Florianópolis e Grande Porto Alegre atingem o mesmo índice de ouvintes, 83%.
“O alcance local oferece ao rádio um papel essencial e democrático, trazendo senso de coesão social a um país continental como o Brasil. Fonte fundamental para notícias, entretenimento e educação”, explica Giovana Alcantara, Diretora Comercial da Kantar IBOPE Media na região.

APPCAST

Estudantes: · João Pedro Gac – Faculdade Cásper Líbero – São Paulo · Johnny Vizacri -União das Faculdades dos Grandes Lagos (UNILAGO) – São José do Rio Preto – SP · Wesley Charles Cavalcante – Estácio de Macapá – Macapá – Amapá · Leonardo Monteiro – Universidade de Taubaté – UNITAU -Taubaté · Fernanda Elias – Faculdade: Faculdade Ielusc – instituto educacional luterano de Santa Catarina – Joinville/SC · Livia Faria – Unip – Bauru – SP Convidado: Marcio Oliveira Marcio Oliveira, 46 anos, casado, pai de gêmeas (Maria Luiza e Isabela), baterista, motociclista e corredor. Graduado e pós-graduado em publicidade e comunicação social na ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Ingressou em seu primeiro emprego em uma agência em 1995 na AlmapBBDO. Depois mudou-se para a Y&R em 1997. Em 1999 decidiu ingressar em uma agência independente no Brasil chamada Lew´Lara. Marcio passou 18 anos na Lew´Lara que em 2007 foi adquirida pela network TBWA. De supervisor tornou-se diretor de contas, depois diretor geral de contas, depois COO e, em novembro de 2012, tornou-se CEO. Em 2017, mudou-se para DM9DDB, como CEO. Agora, desde agosto de 2019, Marcio faz parte da equipe de R/GA como vice-presidente sênior de desenvolvimento de negócios. Apresentação: Alexandre Luppi Participações: Adão Casares, Silvio Soledade e José Maurício Produção: Silvio Soledade Edição e montagem: Equipe Compasso Coolab

PERSPECTIVAS

Foi promovido nessa quarta-feira (30) o 16º episódio da Web Série “Perspectivas – Inovação em conteúdo e entretenimento” uma parceria ABA e Grupo Croma, que contou com mais de 200 inscritos.
Com a moderação de Edmar Bulla, CEO do Grupo Croma, o episódio contou com a participação de Claudia Neufeld, VP de Marketing da Walt Disney e Diretora da ABA, e Kellen Silverio, Diretora de Marketing da Hasbro e Presidente do Comitê de Branding & Conteúdo da ABA.
Acesse https://www.youtube.com/watch?v=BejLHt40aPU e assista na íntegra.

O próximo episódio, que acontecerá em 07 de outubro (quarta-feira), das 17h00 às 18h00, contará com a participação de Regiane Bueno, VP de Marketing da COTY e Diretora da ABA, e Danielle Bibas, VP de Marketing da Avon e Conselheira da ABA.
Para se inscrever basta acessar o link:  https://www.sympla.com.br/perspectivas—inovacao-no-setor-de-perfumaria__988404

E-COMMERCE

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.
Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.
Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.
Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.
Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:
Facebook
1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações
Instagram
1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações
Metodologia do relatório
Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.
ENFATO

A Enfato Multicomunicação, agência de comunicação estratégica com 21 anos de atuação no mercado nacional e, recentemente, internacional, é a única empresa gaúcha eleita no TOP 5 Região Sul do Prêmio Top Mega Brasil, que reconhece os destaques do ano na área de comunicação corporativa do país. No último ano, a empresa se posicionou como referência em construção e conexões relevantes para a geração de negócios entre empresas brasileiras e de outros mercados (em especial do Canadá) e consolidou ainda mais sua atuação em comunicação estratégica e construção de reputação e imagem positiva de marcas e lideranças no mercado gaúcho. 

“Estamos muito felizes em ver nosso trabalho de 21 anos em comunicação estratégica reconhecido e agora ampliado para novos mercados. Ser a única agência gaúcha eleita entre as cinco da Região Sul indica que estamos no caminho certo”, afirma a sócia-fundadora da Enfato Multicomunicação, Raquel Boechat, que atua desde 2019 de Toronto, no Canadá. Entre os projetos que conectam o Brasil com os mercados internacionais, a empresa criou um produto próprio este ano, o Roundtable Enfato – uma série de webinars sobre os desafios de comunicação sob diversos aspectos com especialistas e lideranças, no Brasil e no exterior, com conhecimento multidisciplinar e vivências que se complementam. “Criamos este projeto para ampliarmos o debate sob a ótica das relações e das interações em sociedade e nas organizações, gerando conteúdo relevante. Em seis edições tivemos palestrantes e audiência de diversos países, em destaque para Estados Unidos, Canadá e Portugal”, ressalta Raquel. 

A sócia-fundadora Mariana Turkenicz reforça a importância do reconhecimento pelo mercado. “Em um ano tão atípico, recebermos essa distinção é ainda mais especial e motivador. O trabalho de gestão e governança desenvolvido ao longo dos anos resultou na consolidação da nossa atuação para sermos referência em comunicação estratégica no Rio Grande do Sul e facilitou nosso processo de internacionalização. Para isso, contamos com uma equipe unida e engajada no nosso propósito”, destaca Mariana.

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Tem OPINIÃO, CHARGE do talentoso Cado Bottega e ARTIGOS: de Guilherme Novello; Aline Wolff, Consultoria de Marketing; Carolina Chrispim, consultora na OutField; Rodrigo Machado, Sócio na Opinião Produtora; Uranio Bonoldi, executivo e professor para turmas de MBA na Fundação Dom Cabral e do nosso articulista José Maurício Pires Alves.

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