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A confiança individual, que mede o otimismo quanto à segurança do próprio emprego, perspectivas finanças e oportunidades de progressão na carreira, subiu de 57 para 60 pontos entre agosto e setembro, em uma escala de -100 a +100.

Na análise dos três pilares que compõem o Índice, houve alta de 6 pontos na segurança quanto ao próprio emprego, aumento de 4 pontos no que se refere às perspectivas financeiras e queda de 3 pontos nas expectativas de progressão na carreira.

Empresas grandes são mais adeptas do trabalho remoto do que as pequenas. Cerca de 41% dos empregadores com mais de 10 mil funcionários permitem home office cinco dias por semana, contra 25% entre negócios com até 50 funcionários.

Por outro lado, pequenas empresas têm mais chance de adotar um modelo híbrido no futuro pós-pandemia: 46% delas esperam que parte dos funcionários volte a frequentar o escritório algumas vezes por semana, enquanto os demais farão home office permanente. Entre negócios de maior porte, a taxa cai para 29%.

Cerca de 44% dos brasileiros que têm saído de casa para trabalhar na pandemia têm medo de se contaminar com colegas que negligenciam medidas de prevenção.

Outras preocupações ligadas ao trabalho presencial incluem a falta de apoio do empregador para políticas de home office e licença por doença (36%), exposição a aglomerações em reuniões e espaços compartilhados (34%) e falta de higienização adequada do espaço de trabalho (32%).

Ainda entre os brasileiros que têm saído de casa para trabalhar, 61% disseram que nunca se preocuparam com a possível falta de máscaras, álcool gel e outros itens de proteção no ambiente de trabalho.

Já os principais receios entre os profissionais que têm feito home office estão ligados a jornadas mais longas (41%), solidão e isolamento (35%) e dificuldade para equilibrar vida pessoal e profissional (31%).

Quando o tema é dinheiro, 64% dos trabalhadores que têm tido problemas financeiros viram sua renda diminuir por causa da pandemia, enquanto 47% disseram que seus gastos domésticos subiram com a crise da Covid-19.

Um quadro bastante real da situação que é superficial, mas demonstra preocupação

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