Rafael Martins

BLACK FRIDAY 2020: O ANO EM QUE SEU E-COMMERCE PODE SER CAMPEÃO DE VENDAS

Por *Rafael Martins

O ano de 2020 foi atípico, mas também trouxe muito aprendizado em diversos segmentos. Mesmo que o momento seja de mais cautela, grande parte das empresas se reinventaram a todo instante, sobretudo levando seus produtos e serviços para o comércio eletrônico em função do isolamento social. Prova disso é que este canal de vendas registrou a maior alta da história, fechando o primeiro semestre de 2020 com crescimento de 47%, segundo a nova edição do Webshoppers, estudo sobre e-commerce do País elaborado semestralmente pela Ebit/Nielsen.
E, para quem pensa que as vendas no e-commerce são aplicáveis exclusivamente ao mercado B2C, está deixando de atuar no canal que mais gera potenciais clientes. O mercado B2B também foi impactado por essa mudança de comportamento de consumo, que tornou os processos digitais em todas as pontas. Isso significa que a Black Friday, marcada para 27 de novembro, passa a ser um evento que também pode ser amplamente explorado nas transações B2B.
Seja no mercado B2C ou no B2B, muitas empresas acabam perdendo a oportunidade de vender mais nesta data porque não fazem o planejamento correto, composto pelos departamentos comercial, de estrutura interna e atendimento. Então, para aproveitar essa temporada muito importante, especialmente agora, com um mundo mais digital, seguem algumas dicas para turbinar seu e-commerce e virar a mesa nas suas vendas!

1. Defina um objetivo – durante a Black Friday, temos uma maior possibilidade de conquistar um cliente, pois o consumidor já conhece a data e procura as ofertas dos itens que deseja. Para ser assertivo na comunicação com o cliente, é importante definir qual vai ser o enfoque do negócio ao participar da data.
Dentre as possibilidades, está a comercialização de produtos que tiveram pouca saída ao longo do ano ou ainda o lançamento de produtos e serviços. Aqui, a máxima é planejar o que vender e procurar oportunidades dentro do próprio negócio. Lembre-se que produtos em estoque geram custos de armazenamento, talvez mais altos do que a aquisição de novos produtos. Então, é hora de fazer o estoque girar!

2. Preocupe-se com a logística – não basta apenas selecionar os produtos para vender, é preciso fazer com que os itens cheguem ao cliente sem avarias e em um prazo competitivo. Diante deste cenário, a estratégia logística é fundamental e deve passar tanto pelo estoque, fornecendo agilidade na separação e movimentação de produtos, como também pela entrega. Vale ressaltar que, neste período, as vendas aumentam em média 30% e, por isso, deve ser avaliado um parceiro logístico externo, caso o serviço interno não atenda o volume previsto. Um sistema de roteirização é outro aliado à data, já que proporciona entregas em menores tempo e custo possíveis.

3. Avalie a estrutura interna – assim como a logística, o seu sistema de e-commerce deve suportar o volume de acessos esperado, que deve aumentar neste período. Nesta estratégia, é importante contar com um parceiro tecnológico, que deve lhe fornecer um plano de ação, assim como melhorias e soluções para retenção de clientes.

4. Fidelize clientes – já sabemos que o e-commerce é o canal de vendas que mais atrai novos consumidores. O grande desafio é mantê-los por meio de um bom atendimento e entrega no prazo. Feito isso, existe a possibilidade de o consumidor se tornar um cliente. Depois, é só fidelizá-lo por meio de uma comunicação assertiva e vantagens.
Fazer um planejamento para a Black Friday no e-commerce é imprescindível, pois estamos falando da principal data sazonal que existe neste canal de vendas. Não se trata apenas de vender mais. A data também é uma oportunidade para converter consumidores em clientes e fortalecer sua marca no mercado. Planeje-se e faça uma boa campanha!
* Rafael Martins é CEO do Grupo Máxima, líder em soluções de força de vendas e e-commerce, trade marketing e logística para a cadeia de abastecimento.

Sobre o Grupo Máxima
A holding Grupo Máxima foi criada em 2018 após uma sequência de aquisições realizadas no mercado para atender de ponta a ponta os processos que envolvem a cadeia de abastecimento.
Entre as empresas que passaram a fazer parte do conglomerado estão a Tecnomix e a OnNet System, que tiveram seus produtos incorporados à operação MáximaTech, líder em soluções de força de vendas, trade marketing e logística de entrega para o mercado atacado distribuidor e passou a incluir soluções para a indústria.
Integram-se também ao Grupo a LifeApps, responsável pela oferta de e-commerce B2B e B2C; e a Onblox incorporada para aumentar a capacidade de atendimento das demandas logísticas.
A estratégia para a criação da holding é tornar o Grupo um hub de tecnologia, conectando soluções para ampliar a capacidade de atendimento ao segmento de acordo com a sua evolução.
Atualmente, o Grupo Máxima conta com mais de 80 mil usuários e mais de 1300 clientes em todo o território nacional.

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