Com Galvão Bueno, SBT escala time para atração de futebol e outros artigos da semana – 24.02.2026

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Você vai ler na coluna de hoje: Com Galvão Bueno, SBT escala time para atração de futebol, Como Gen Z e Gen Alpha estão mudando a lógica do consumo no Brasil, Como o conceito de comunidade está redefinindo a comunicação das marcas de moda, Comunicação em 2026 será guiada por personalização, IA e combate à ‘ressaca de informações’, Geração Z no varejo: o que muda na jornada de compra?, SPR conquista campanha institucional da Atlas, empresa do grupo InBetta, ARP e Eletromidia sorteiam ingressos para o South Summit Brazil 2026, Quantas assinaturas de streaming esportivo você tem hoje? e Novo capítulo na Renner.

 

 

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Com Galvão Bueno, SBT escala time para atração de futebol

Por Valeria Contado

 

O SBT definiu a data e equipe de transmissão para a estreia do programa Galvão FC, que será comandado pelo narrador Galvão Bueno nas noites da emissora paulista.

A partir da próxima segunda-feira, 2, às 22:30h, o público poderá acompanhar a nova atração esportiva que tem a proposta de reunir personalidades do esporte para promover debates, informação e entretenimento, conectando o público ao universo do futebol.

Além do narrador, a equipe contará com um elenco fixo formado por Vampeta, ex-jogador do Corinthians, os jornalistas Mauro Naves e Mauro Beting, e a banda Los Buenos, liderada por Marcelo Marrom.

 

Galvão no SBT

Embora o Galvão FC não seja uma programação específica para Copa do Mundo, marca a estreia do narrador na grade oficial do SBT.

Galvão será a principal voz da exibição da principal competição de seleções na emissora e é um dos sócios da N Sports, empresa que adquiriu os direitos do torneio em parceria com o SBT.

Para essa exibição, as empresas de mídia já confirmaram sete marcas, conforme já adiantado com exclusividade pelo Meio e Mensagem. São elas: Airbnb, Esportes da Sorte, Friboi, Haleon (dona de marcas como Sensodyne, Centrum e Advil). Seara e McDonald’s.

Além disso, o SBT também exibirá cortes do programa Campeão do Mundo com Galvão, que vai ao ar na íntegra na N Sports. Para esse projeto já estão confirmados Betnacional e Pneu Store, e ainda existem negociações com uma marca petroleira, uma montadora e uma empresa de alimentos e bebidas.

 

Copa do Mundo no SBT

O SBT e a N Sports confirmaram as transmissões da Copa do Mundo, bem como a participação de Galvão Bueno em sua 14ª edição da competição de seleções, em outubro do ano passado.

As empresas de mídia terão direito a exibir 32 partidas, sendo que todos os jogos do Brasil estarão na voz do narrador e principal âncora das transmissões da competição.

As partidas serão exibidas na TV aberta, por meio do SBT e simultaneamente na TV por assinatura, por meio do canal linear da N Sports. Embora a segunda empresa também esteja investindo em transmissões no digital, tendo em vista o seu legado com o Desimpedidos, a CazéTV é a detentora dos direitos exclusivos para esse ambiente.

Além desses players, a Globo, por meio da TV aberta, por assinatura e streaming, é a terceira detentora dos direitos de transmissão da principal competição do futebol mundial.

 

Volta do Galvão à TV aberta

Após a sua saída da Globo, Galvão retornou à TV aberta com a Band, para comandar a atração Galvão e Amigos, anunciada em fevereiro do ano passado. A atração também ia ao ar noites de segunda-feira e terá a presença de atletas, ex-atletas e comentaristas esportivos entre os convidados.

Segundo informações do portal Notícias da TV, a emissora vai promover uma mudança em sua grade mudando o programa Apito Final, comandado pelo ex-jogador e apresentador Neto, para as segundas-feiras.

 

 

Como Gen Z e Gen Alpha estão mudando a lógica do consumo no Brasil

Por Humberto Matsuda

 

Se a estratégia de marketing da sua empresa ainda começa pela definição da próxima grande campanha, é provável que ela já esteja nascendo defasada. O que está em curso não é apenas uma mudança de canais ou formatos, mas uma transformação estrutural na forma como novas gerações descobrem, validam e consomem marcas.

Gen Z e Gen Alpha não percorrem uma jornada linear, não aguardam a mensagem publicitária e não se deixam convencer por autoridade institucional. Elas descobrem produtos no feed, validam em comunidades digitais, acompanham testes e reviews em vídeo e tomam decisões de compra dentro do mesmo ecossistema em que conversam com amigos e constroem identidade. A publicidade tradicional deixou de ser ponto de partida e passou a disputar atenção com criadores, memes, trends e discussões culturais em tempo real.

Durante décadas, marcas compraram atenção. Hoje, precisam merecê-la. Essa é uma mudança profunda. A Gen Z cresceu pulando anúncios. A Gen Alpha já nasce em ambientes onde o conteúdo publicitário é apenas mais um elemento em meio a infinitas possibilidades de entretenimento e interação. O poder deixou de estar concentrado na marca e migrou para o contexto cultural. Quando um vídeo espontâneo converte mais do que uma campanha multimilionária, isso não é acaso, é sintoma de uma nova lógica.

Redes sociais deixaram de ser apenas canais de comunicação e se tornaram infraestrutura de decisão. São ferramentas de busca, comparação, validação social e conversão integradas no mesmo fluxo. O conteúdo não interrompe a experiência, ele é a experiência. Nesse cenário, autenticidade não é diferencial competitivo, é requisito básico. Marcas que insistem em roteiros excessivamente controlados, discursos genéricos e linguagem distante da cultura digital simplesmente não geram conexão. Soam artificiais e são rapidamente ignoradas.

O mesmo vale para a relação com criadores de conteúdo. Influenciadores não são apenas mídia alternativa, são distribuidores de confiança. Comunidades se formam em torno de afinidades reais e linguagem própria. Quando a marca entra nesses espaços sem compreender o contexto, é percebida como intrusa. Microinfluenciadores muitas vezes geram impacto mais consistente do que grandes celebridades digitais porque operam com proximidade e credibilidade junto a nichos específicos. E hoje são os nichos que movem comportamento e consumo.

Outro equívoco comum é tratar o universo dos games como uma ação pontual para gerar repercussão. Jogos são espaços sociais e culturais onde identidade e pertencimento se constroem diariamente. Para uma geração que passa horas nesses ambientes, experiências imersivas têm potencial de criar vínculos muito mais profundos do que campanhas unilaterais. Não se trata de inserir logotipos em mundos virtuais, mas de compreender dinâmicas de comunidade e participar de forma legítima.

Talvez o ponto mais desafiador para as empresas seja aceitar que o controle absoluto da narrativa não existe mais. Gen Z e Gen Alpha não querem apenas consumir conteúdo, querem participar, opinar, remixar e cocriar. Querem sentir que fazem parte da conversa. Isso exige abertura, consistência e disposição para dialogar de forma genuína. Métricas superficiais de alcance já não são suficientes para medir relevância.

É confortável afirmar que os jovens mudaram. Mais difícil é reconhecer que muitas marcas continuam operando sob premissas antigas. Essas gerações não são difíceis de alcançar, são difíceis de enganar. Valorizam coerência entre discurso e prática, identificam oportunismo com rapidez e substituem marcas sem apego quando não encontram conexão real.

A pergunta que executivos deveriam se fazer não é como falar com Gen Z e Gen Alpha, mas se suas marcas são culturalmente relevantes dentro do universo dessas gerações. A disputa deixou de ser por espaço publicitário e passou a ser por significado. E significado não se compra com mídia. Se constrói com presença consistente, participação legítima e relevância cultural contínua.

 

 

Como o conceito de comunidade está redefinindo a comunicação das marcas de moda

 

À medida que consumidores buscam identificação e pertencimento, marcas de moda apostam em experiências e cultura para fortalecer conexão real — um movimento que tem eco até em grandes momentos culturais, como o show de Bad Bunny no Super Bowl

Nos últimos anos, marcas de moda vêm enfrentando um desafio crescente: a saturação de conteúdo digital e a crescente seletividade do consumidor reduziram a eficácia de estratégias baseadas apenas em alcance e volume. Em resposta, muitas empresas estão redirecionando seus esforços para estratégias que promovam comunidade, experiência e pertencimento, construindo relacionamentos mais profundos com públicos reais.

A atenção, segundo dados da consultoria McKinsey, deixou de ser apenas uma métrica de engajamento e passou a ser um ativo estratégico quando alinhada com identificação emocional — marcas com alto nível de conexão têm até 3 vezes mais probabilidade de fidelização real.

Nesse contexto, a moda — um setor intrinsecamente ligado à identidade pessoal — tem encontrado na construção de comunidade uma nova frente de crescimento.

“Estamos vendo uma mudança clara: o consumidor não quer apenas ser impactado. Ele quer pertencer”, afirma Beatriz Illipronti, fundadora da agência Moda Comunica, que atua com estratégias de comunicação e experiência para marcas do setor. “Quando a marca cria espaços e narrativas que convidam à troca, ela constrói vínculo — e esse vínculo impacta diretamente a percepção de valor e o crescimento sustentável.”

A linguagem de comunidade tem, inclusive, ressonância em eventos culturais recentes que ultrapassam fronteiras e capturam sentimentos coletivos. No último domingo (8), o cantor **Bad Bunny protagonizou o Super Bowl LX Halftime Show, no maior palco de entretenimento dos Estados Unidos, com uma apresentação que celebrou identidade, cultura latina e pertencimento coletivo ao interpretar seu set quase totalmente em espanhol — algo sem precedentes no evento.

A performance, recheada de referências à cultura porto-riquenha e à América Latina, foi recebida como um momento de visibilidade e representação para milhões de espectadores que viram ali não apenas um show, mas uma afirmação cultural. Uma pesquisa conduzida pela ThinkNow apontou que 60% dos latinos e jovens entrevistados consideram a presença de Bad Bunny no Super Bowl positiva para a representação cultural, destacando a conexão emocional que eventos desse tipo geram entre consumidores e marcas que se alinham com valores de identidade.

Essa lógica de pertencimento está sendo adotada no ambiente da moda com ações concretas: eventos presenciais, ativações em loja e experiências colaborativas com consumidores. Um exemplo recente ocorreu com a marca Kika — apoiada pela Moda Comunica — que promoveu uma ação de customização de mochilas em lojas parceiras. Além do crescimento nas vendas, a iniciativa gerou aumento de seguidores nas redes e, sobretudo, um sentimento de pertencimento tanto entre clientes quanto entre lojistas.

“Experiências como essa transformam consumidores em participantes ativos da marca”, diz Beatriz. “É isso que cria comunidade — e a comunidade não se constrói com campanhas isoladas ou conteúdos soltos. Ela se constrói com intenção, narrativa e trocas reais.”

O sucesso dessas estratégias indica que a visão tradicional de marketing — centrada em métricas de alcance e curtidas — já não é suficiente. Consumidores estão mais seletivos, mais exigentes e mais propensos a apoiar marcas que representam valores e identidade, não apenas produtos.

Para 2026, especialistas apontam que essa tendência tende a se consolidar, especialmente em mercados competitivos como o de moda, onde a experiência e o relacionamento emocional podem fazer a diferença entre crescimento sazonal e presença consistente.

 

 

Comunicação em 2026 será guiada por personalização, IA e combate à ‘ressaca de informações’

 

 

Como você imagina a ‘Comunicação’ no ano de 2026? Em tempos de instabilidade política e guerras comerciais, o relatório de inovação da Dentsu (Human Truths in the Algorithmic Era) revela que simplificar processos e personalizar experiências conforme o humor do público, norteará os próximos passos das organizações.

No entanto, essa ciência não é exata. Presos ao ‘Doomscrolling’ – hábito digital de passar horas descendo a landing page do Instagram; comunidades inteiras estão cada vez mais de “ressaca da informação”, impedindo que o conteúdo chegue ao usuário final sem ruídos.

Esse fenômeno, avaliado pela Diretora de Publicidade na Prefeitura Municipal de Salvador (PMS), Lília Lopes, faz parte das tendências para a comunicação pública e estratégica em 2026. Reunindo trends favoráveis e adversas, a profissional revela que esse é o momento ideal para contornar crises e avaliar novas estratégias.

“A ‘ressaca da informação’, que integra o quadro defasado da Comunicação para 2026, desponta como um dos maiores desafios para governos, empresas e organizações no mundo todo. Ao longo do ano, esses agentes precisarão se ajustar à velocidade das informações e às demandas de consumidores (GenZ, Alpha) cada vez mais exigentes, críticos e seletivos; que descartam conteúdos que não sejam relevantes ou confiáveis”, conta.

Esse cenário reforça a necessidade de acompanhar as mudanças no consumo de conteúdo. Pelos próximos meses, Lília projeta uma avalanche no consumo de vídeos curtos e virais, acompanhando, cada qual, seu nicho de atuação; o apelo ao fact-checking que, segundo a profissional, mexe no vespeiro da reputação das empresas; além do ‘paradoxo da IA’ na produção, consumo e desenvolvimento das atividades.

“Esse último, sem dúvidas, é o que mais causa estranheza. Estamos caminhando para um ano em que as ferramentas de IA alcançam um marco super realista, mas que ainda assim, conseguimos notar uma certa resistência dos consumidores finais. Obras que já vem marcadas como ‘conteúdo de IA’, naturalmente, têm menos apelo entre o público. No entanto, ferramentas como o Grok, ChatGPT e o VEO 3 seguem amplamente difundidas e utilizadas no mercado, facilitando o processo de ‘desenvolvimento’; mas ainda muito longe de serem aceitas como ‘produto final’ na comunicação de marcas, influenciadores ou governos”, explica.

Para 2026, os ‘vídeos curtos’ como reels e shorts deixam de ser opção para atuar como formato principal das estratégias de comunicação. Segundo Lília, o consumo destinado às novas gerações (Z e Alpha) deve transformar a maneira como o entretenimento e outros setores do mercado se comportam para dialogar com seu público-alvo.

Dentro da comunicação empresarial, principalmente na esfera pública, a profissional sênior destaca a importância de marcas e governos consolidarem sua reputação. “Isso porquê, com a informação cada vez mais pulverizada, as microcomunidades buscam (após a chamada dos influencers) checar as informações com autoridades. Nesse processo, que deve se afunilar até o final do ano, é importante que os governos fortaleçam sua presença no meio digital, simplificando as informações e o acesso para ter mais assertividade e relevância à nível global”, comenta.

Somando quase 30 anos de experiência no mercado de Comunicação Digital, Marketing, Publicidade e Política, Lília reforça que a Geração X possui um papel estratégico em 2026 na transformação das comunicações públicas. A profissional reforça que esses líderes trazem equilíbrio entre tecnologia e empatia, experiência e inovação; sendo capazes de guiar equipes jovens e traduzir dados e tendências em ações concretas.

Os profissionais da GenX têm uma posição única neste cenário. Eles entendem a velocidade da informação, dominam a comunicação digital e, ao mesmo tempo, conhecem os fundamentos da construção de confiança e reputação. Em 2026, o sucesso da Comunicação pública dependerá da capacidade desses líderes para equilibrar inovação, dados e narrativa humana; garantindo que a mensagem não apenas chegue, mas seja compreendida e internalizada pelos cidadãos”, conclui.

 

 

Geração Z no varejo: o que muda na jornada de compra?

 

 

A Geração Z já deixou de ser vista como o “consumidor do futuro” para se consolidar como protagonista no presente do varejo. Nascidos entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2010, esses jovens cresceram em um ambiente totalmente digitalizado, fazendo com que sua jornada de compra fosse transformada completamente, desde a descoberta até a fidelização.

Dados publicados pela Business Dasher, indicam que cerca de 74% dos consumidores da Geração Z fazem compras online pelo menos uma vez por semana e 96% compram ao menos uma vez por mês, mostrando alta frequência nesse canal digital. Para Carla Hladczuk, administradora, gestora e sócia da Uled Luminosos, o varejo precisa entender que a Geração Z se tornou digital e que as redes sociais assumiram papel central nesse processo. “Para esse público, a experiência começa no feed das redes, passa pelo site, continua no WhatsApp e muitas vezes termina na compra online. Se houver ruptura em qualquer ponto, a marca perde relevância”, afirma.

Carla destaca que esse comportamento altera completamente a lógica tradicional do funil de vendas. Hoje, o consumidor é impactado por criadores de conteúdo nas redes sociais, comentários em vídeos, posts ou sites, além de posicionamento social e ambiental da marca. Trata-se de uma jornada mais dinâmica e encurtada, porém muito mais exigente em termos de autenticidade, coerência da marca e relevância da experiência oferecida.

Outro fator decisivo levantado pela especialista é o uso crescente de tecnologia e inteligência artificial. Muitos consumidores utilizam ferramentas de IA para apoiar decisões de compra, como chatbots e recomendações personalizadas. “A Geração Z espera que a marca entenda seu comportamento e antecipe desejos. Se a experiência for fluida e relevante, a percepção de valor aumenta significativamente”, avalia.

Diante desses aspectos, no Brasil, onde o varejo ainda passa por um processo de amadurecimento digital, o desafio é estrutural. E a expectativa é de que, à medida que o poder de compra dessa geração aumente ao longo da década, a pressão por inovação se intensifique. “Além de abrir um e-commerce ou estar nas redes sociais, é preciso integrar estoque, logística, atendimento e comunicação, visto que, a Geração Z não compra apenas produtos, mas sim experiências e posicionamentos”, conclui Carla Hladczuk.

 

 

SPR conquista campanha institucional da Atlas, empresa do grupo InBetta

 

A SPR começa 2026 celebrando uma conquista: foi escolhida para criar a nova campanha institucional da Atlas, empresa do grupo InBetta, com sede em Esteio, no Rio Grande do Sul.

Fundada em 1966, a empresa completa 60 anos em 2026 sendo reconhecida pela qualidade e confiabilidade de seus produtos. A marca está em um momento de expansão do seu portfólio, com linhas completas de ferramentas para pintura, construção civil, elétricas e itens para renovação de ambientes residenciais. Referência para lojistas e profissionais do setor, a Atlas tem presença nacional consolidada e exporta para diversos países da América Latina e Europa.

A SPR assume o desafio de fazer o projeto de Brand Plan (estudo de branding) da marca e desenvolver a estratégia de comunicação institucional, resgatando na campanha as origens e os 60 anos da Atlas, com o objetivo de contar essa trajetória de sucesso e projetar a marca para o futuro.

Ao longo de sua história, a companhia mantém-se atualizada, alinhada ao presente e com os olhos no futuro.

“A Atlas é mais uma marca reconhecida no cenário nacional que se une ao portfólio da SPR.

Estamos muito felizes em poder contribuir com toda a nossa expertise, estratégia, criatividade e ousadia para a criação da campanha institucional que será lançada nos 60 anos dessa grande empresa que é referência no segmento em que atua”, comemora o Diretor de Estratégia e Inovação Gustavo Ermel.

De acordo com Guilherme Fehlberg Gomes, Gerente de Marketing e Trade Marketing da Atlas, a empresa está muito confiante na parceria com a SPR. “A Atlas chega aos seus 60 anos sustentada por uma trajetória sólida e de alto nível de serviço junto ao mercado da construção. Essa solidez não é fruto do acaso, mas de uma construção diária, baseada em relacionamento, confiança e entrega aos nossos clientes. Com a evolução do negócio e a ampliação do nosso portfólio, entendemos que era o momento de dar um novo passo na forma como a marca se posiciona com novos públicos. Nesse contexto, retomar a parceria com a SPR é uma forma estratégica para potencializar a força da Atlas, ampliar nossa presença em outros territórios e tornar ainda mais visível, no Brasil e no exterior, a robustez de uma marca que segue se reinventando e entregando um ótimo serviço”, destaca.

 

 

ARP e Eletromidia sorteiam ingressos para o South Summit Brazil 2026

 

A ARP e a Eletromidia vão sortear 10 ingressos cortesia para associados participarem do South Summit Brazil 2026, considerado o maior evento de inovação do país, que ocorre de 25 a 27 de março no Cais Mauá, em Porto Alegre. Para concorrer, basta manifestar interesse respondendo à mensagem até o dia 2 de março. Quem preferir garantir presença sem depender do sorteio também conta com 20% de desconto na compra de ingressos utilizando o cupom ARP.

 

 

Quantas assinaturas de streaming esportivo você tem hoje?

Por Luciano da Silva

 

Cansado de Tantas Assinaturas? A Fragmentação do Streaming Esportivo e o Que Vem a Seguir.

Você abre a carteira para pagar mais uma assinatura de streaming de futebol e se pergunta: onde isso vai parar?

Essa frustração é real. O custo para acompanhar o Brasileirão saltou 40% em 2025. A fragmentação excessiva quebrou a experiência do consumidor e alimenta a pirataria, que drena R$ 9 bilhões por ano do setor.

O paradoxo? O mercado brasileiro movimenta R$ 200 bilhões, mas o modelo de “queimar caixa” para ganhar assinantes é insustentável. Muitas empresas não fecham a conta.

O futuro aponta para consolidação. O caos do “à la carte” dará lugar a um cenário dominado por:

1.Grandes Agregadores (teles e big techs)

2.Âncoras de Conteúdo (como a Globo)

3.Modelos Gratuitos (como a CazéTV)

Para o consumidor, a promessa é simplificação. Para as empresas, a consolidação é inevitável.

Quantas assinaturas de streaming esportivo você tem hoje? Me conte nos comentários!

 

 

Novo capítulo na Renner

 

A executiva Paula Andrade assumiu a Vice-Presidência de Negócios Especializados da Lojas Renner S.A., reforçando o time de liderança de um dos maiores ecossistemas de moda e lifestyle do país. Em sua chegada, ela destacou o apoio de lideranças como Natan Anaf e Claudio Barone, além da recepção do CEO Fabio Adegas Faccio e das equipes da companhia.

Paula ressaltou a identificação com os valores da Renner, como inovação, pluralidade, crescimento sustentável e foco no cliente, além do compromisso com uma moda mais responsável. A executiva também registrou gratidão à trajetória construída na Natura, onde desenvolveu uma visão de negócios orientada ao impacto humano e às relações de longo prazo.

Segundo ela, a nova função representa um dos momentos mais marcantes de sua carreira, iniciando um ciclo que descreve como inspirador, energético e alinhado ao propósito da companhia.

 

 

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