Empreender 40+ – 13.05.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Empreender 40+, Menos correria, mais resultado: vamos falar sobre isso?, Como o SBT montou a programação para a Copa do Mundo, O marketing deve reforçar a confiança do cliente, diz CMO da Vibra, Depois dos 40, o jogo não desacelera, ele fica mais inteligente, Cinco tendências que vão acelerar os negócios em 2026, Veia Empreendedora: quando não fazer nunca foi uma opção, 

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Empreender 40+

O Summit Empreender 40+ reuniu hoje uma sequência de palestras e painéis voltados para empreendedorismo, reinvenção profissional, inovação e experiência de mercado, tudo com um olhar muito centrado na ideia de que “bagagem virou vantagem”.

Entre os destaques do dia, a psicóloga Luciana Deretti trouxe a palestra “Invencível”, falando sobre resiliência, superação e a capacidade de transformar crises pessoais em força para empreender e continuar construindo. Já Manoel Soares apresentou “A Base é o Novo Topo”, defendendo que propósito, origem e identidade são ativos estratégicos e não obstáculos, para quem quer crescer nos negócios.

No campo da inovação, André Foresti chamou atenção com a palestra “Menos Prompt, Mais Thinking – A Era Humana da IA”, trazendo uma visão menos deslumbrada e mais prática sobre inteligência artificial. A provocação central foi clara: tecnologia ajuda, mas pensamento crítico, repertório e visão humana continuam sendo o diferencial real. Meio que um tapa elegante na histeria do “qual prompt mágico vai salvar meu negócio”.

Outro momento forte veio no painel com Dody Sirena e Nelson Sirotsky, mediado por Fábio Bernardi. O debate girou em torno de liderança, comunicação e experiência prática no empreendedorismo, mostrando como trajetórias longas ainda carregam muito valor num mercado obcecado por novidade instantânea.

Também passaram pelo palco nomes como Jorge Audy, falando sobre inovação e futuro, Cris Paz discutindo foco e produtividade, e Luciano Potter encerrando o evento com uma palestra sobre o poder das histórias e da escuta.

No fundo, o clima geral do evento pareceu girar em torno de uma ideia bem simples: experiência não garante sucesso automático, mas ignorá-la talvez seja uma das decisões mais burras que o mercado recente normalizou.

Menos correria, mais resultado: vamos falar sobre isso?

Se você trabalha com criatividade no modo “faz tudo ao mesmo tempo e reza pra dar certo”, esse convite é pra você.

Na Coluna do Nenê, a gente sabe bem como pequenos e médios times vivem no limite entre criatividade e caos organizado — principalmente quando a gestão de ferramentas vira um Frankenstein de acessos, logins e improviso.

Por isso, fica o convite:

Vem assistir ao webinar “Descubra o Potencial do Adobe CC Standard para Pequenos e Médios Times Criativos” — um papo direto ao ponto pra quem quer parar de perder tempo com desorganização e começar a escalar de verdade.

Durante o encontro, o Gabriel Klock vai mostrar como o Adobe Creative Cloud (na versão Standard) pode ajudar equipes de 2 a 9 pessoas a centralizar a gestão, organizar processos e ganhar produtividade sem complicar ainda mais a operação.

É o tipo de conteúdo que não fica só no discurso bonito — é sobre fazer a engrenagem rodar melhor, com mais controle e menos gambiarra.

Se teu time já cansou de se virar nos 30, talvez seja a hora de profissionalizar o caos.

Como o SBT montou a programação para a Copa do Mundo

Por Valeria Contado

Há menos de um mês para o início da Copa do Mundo Fifa, que começa no dia 11 de junho, o SBT, que exibirá 32 partidas do torneio com a N Sports, recebeu jornalistas em sua sede, em São Paulo, para oficializar os planos de cobertura da competição.

Durante o evento, executivos explicaram como os canais transmitirão a programação e cobertura do evento, com visão multicanais que abrangerá TV aberta, paga e conteúdo para o digital, por meio dos canais proprietários da N Sports, como é o caso do Desimpedidos.

No SBT, a programação aproveitará o DNA da emissora e da origem dos canais da N Sports, que trarão, além dos jogos e programas informativos, desafios e programas de auditório que farão cross com a competição.

De acordo com Tiago Galassi, diretor de esportes e programas do SBT, a parceria entre os dois veículos é importante para conseguir alcançar os diferentes públicos.

“Somos do esporte do entretenimento e da alegria. Vamos apresentar informação com leveza, diversão e entretenimento em um trabalho sempre feito para o povo brasileiro”, afirma.

Desenvolvimento da programação

Nesse sentido, a emissora trabalhou com Tiago Leifert que, além de narrador com Galvão Bueno, é um dos responsáveis por desenvolver a programação de Copa.

Leifert comentou que a intenção do SBT durante a cobertura é se diferenciar dos outros canais, a fim de trazer conteúdo que faça com que os espectadores se sintam próximos.

“Sabemos que o sinal [de transmissão] será igual para todo mundo, por isso nos preocupamos muito com a companhia, para que o público se sinta em boa companhia”, disse.

De acordo com Leifert, a intenção é que as pessoas queiram assistir ao torneio no SBT e na N Sports porque se sentem à vontade com as pessoas que aparecem na tela.

Para isso, os veículos pensaram em usar a estrutura que já têm, como os estúdios.

O SBT tem em seu complexo ccerca de 74 mil m² de área construída, com estúdios que são capazes de receber programa com plateia e grandes estruturas, além de quadras e campos esportivos.

Além disso, a ideia é aproveitar o restante da grade de programação para impulsionar a cobertura esportiva, e fazer cross com outras atrações.

“Aproveitaremos tudo o que o SBT tem. Certamente, todos os departamentos vão querer um pedacinho da Copa, e estaremos preparados para isso também”, comentou o narrador.

Marcas na Copa do SBT

O projeto comercial do SBT e da N Sports para a Copa já conta com 11 marcas, tendo como recém-chegada a Hyundai, que se une a Airbnb, Bem-Brasil, Carrefour, Esportes da Sorte, Friboi, Haleon, Mc Donald’s, PagBank, Seara e Shopee.

Os executivos afirmam que ainda existe espaço disponível para mais um anunciante.

Campanha de Copa

Para reforças as transmissões dos jogos na tela do SBT e da N Sports, as emissoras apresentaram uma campanha que tem como protagonistas os talentos que participarão da cobertura, como Galvão Bueno, o narrador principal, e Tiago Leifert. O filme é um convite para o torcedor acompanhar as partidas nos dois canais.

O marketing deve reforçar a confiança do cliente, diz CMO da Vibra

Por Fernando Murad

A Vibra apresenta nesta semana uma nova plataforma de marketing para os Postos Petrobras. Criada pela Africa Creative e sob o mote “Só Vem”, a campanha tem como proposta reforçar a brasilidade como ativo de confiança e qualidade, e busca garantir a preferência dos consumidores pela rede.

Além disso, a plataforma pretende posicionar os Postos Petrobras não apenas como um local de abastecimento, mas como “o destino onde qualidade, conveniência, tecnologia e hospitalidade se materializam”, segundo Mariana Santarém, vice-presidente de marketing e experiência do cliente da Vibra.

A proposta da campanha é traduzir em comunicação a presença da rede de postos na rotina dos brasileiros, seja como ponto de encontro, parada na estrada ou local de abastecimento nas cidades. O comercial pretende mostrar como tudo é melhor quando tem brasileiro e faz uma associação com os produtos da marca e seus diferenciais. Veja abaixo.

Veia Empreendedora: quando não fazer nunca foi uma opção

Tem gente que aprende a empreender. E tem gente que simplesmente nasce com isso correndo na veia.

A tal da veia empreendedora não é sobre abrir empresa por status ou seguir tendência. É sobre inquietação. É sobre olhar pro óbvio e pensar: “isso podia ser melhor”. É não conseguir ficar parado quando enxerga oportunidade, mesmo quando ela vem disfarçada de problema.

Quem tem essa veia não espera cenário perfeito, nem validação externa. Faz com medo, faz sem garantia, faz porque a alternativa, não fazer,  incomoda mais ainda. É o tipo de pessoa que transforma ideia em teste, erro em aprendizado e dificuldade em estratégia.

Não é romantizar. Dá trabalho, cansa, tira o sono. Mas também dá algo que pouca coisa entrega: autonomia, propósito e a sensação de estar construindo algo que é, de fato, seu.

Empreender, no fim, é isso: uma mistura de coragem com teimosia. E quem tem essa veia sabe,  não é uma escolha racional. É quase um instinto.

Comunicar é Construir Sentido, Não Só Dizer Palavras

Ser comunicador, no sentido mais profundo, é assumir um papel que vai muito além da superfície das palavras. É lidar com aquilo que existe antes delas, pensamento, emoção, percepção, e aquilo que permanece depois, interpretação, impacto, memória. Comunicação não é o que você diz. É o que o outro entende, sente e carrega.

Existe uma ilusão confortável de que comunicar é transmitir uma mensagem. Mas, na prática, comunicar é negociar sentidos o tempo todo. É atravessar filtros invisíveis, experiências passadas, crenças, dores, repertórios, distrações. Por isso, quem comunica de verdade precisa desenvolver uma sensibilidade quase cirúrgica, perceber o não dito, antecipar ruídos, ajustar o discurso sem perder essência. Não é sobre falar melhor. É sobre fazer com que o outro realmente enxergue.

Ser comunicador também é, inevitavelmente, lidar com poder. Porque palavras constroem narrativas, e narrativas moldam realidades. Uma ideia bem comunicada pode abrir caminhos, legitimar movimentos, gerar transformação. Mas a mesma habilidade, usada sem responsabilidade, pode distorcer, manipular, esvaziar. Por isso, existe um ponto ético que separa quem comunica para gerar valor de quem comunica apenas para capturar atenção. E essa linha é mais tênue do que parece.

Há também um conflito constante entre profundidade e velocidade. O mundo digital recompensa o imediato, o simples, o facilmente digerível. Mas a comunicação que realmente marca exige tempo, tempo para pensar, para estruturar, para escolher o que entra e, principalmente, o que fica de fora. O comunicador precisa resistir à tentação de dizer tudo e aprender a dizer o essencial. Porque profundidade não vem do excesso, mas da precisão.

E talvez uma das partes mais difíceis, comunicar é se expor. Não só no sentido óbvio de aparecer, mas no sentido mais íntimo de revelar como você enxerga o mundo. Cada escolha de palavra carrega um posicionamento. Cada silêncio também. E isso cobra um preço, o risco de ser mal interpretado, de não ser aceito, de não gerar a reação esperada. Ainda assim, quem leva a comunicação a sério entende que não dá pra se esconder atrás de neutralidade o tempo todo. Em algum momento, é preciso sustentar o que se diz.

Ao mesmo tempo, ser comunicador não é sobre protagonismo constante. É sobre escuta. Sobre entender que, antes de construir qualquer mensagem, existe um contexto que precisa ser respeitado. Quem não sabe ouvir, não sabe comunicar, só ocupa espaço. A comunicação mais potente não é a que impressiona, mas a que encaixa. A que chega no momento certo, do jeito certo, para a pessoa certa.

Existe também uma dimensão quase invisível, o impacto acumulado. Nem toda comunicação gera reação imediata, e isso pode frustrar quem busca validação rápida. Mas mensagens consistentes, repetidas com coerência ao longo do tempo, constroem algo muito mais sólido, confiança. E confiança é o ativo mais valioso de qualquer comunicador. Não se conquista com um post viral, mas com alinhamento entre discurso e prática.

No fim, ser comunicador é viver nesse equilíbrio constante entre intenção e efeito, entre clareza e profundidade, entre expressão e responsabilidade. É entender que palavras não são neutras, elas direcionam, influenciam, constroem. E, talvez o mais importante, é escolher conscientemente como usar isso.

Porque comunicar não é sobre aparecer.
É sobre deixar algo no outro que continue fazendo sentido mesmo depois que você já terminou de falar.

No Fim, São as Conexões que Dão Sentido à Vida

A vida não é feita só de acontecimentos, mas de encontros.

Ao longo do caminho, a gente vai colecionando pessoas que, de alguma forma, nos atravessam. Algumas chegam devagar, quase sem fazer barulho, e quando percebemos já ocupam um espaço permanente. Outras vêm intensas, transformadoras, e mesmo que não fiquem, deixam marcas impossíveis de apagar. Cada relação, no seu tempo e na sua forma, vai moldando quem a gente é.

Porque ninguém passa pela vida intacto. A gente é feito de pedaços das conversas que tivemos, dos abraços que recebemos, das despedidas que doeram. Somos um pouco de cada riso compartilhado, de cada silêncio dividido, de cada vínculo que, por um momento ou por uma vida inteira, fez sentido.

Existem relações que nos constroem, que nos ampliam, que nos fazem enxergar partes de nós que nem sabíamos que existiam. E existem aquelas que nos desafiam, que nos quebram, que nos obrigam a crescer de um jeito que não escolheríamos, mas que, ainda assim, nos transforma. Nenhuma é em vão.

No fundo, o que a gente busca, mesmo quando não percebe, é isso: conexão. Ser visto de verdade. Ser entendido sem precisar explicar tudo. Ter com quem dividir o que pesa e o que transborda. Porque conquistas perdem o brilho quando não são compartilhadas, e dores parecem maiores quando enfrentadas sozinho.

Talvez o sentido da vida não esteja em grandes respostas, mas nesses pequenos e profundos encontros que vão costurando a nossa história. Nas relações que começam, nas que permanecem e até nas que terminam, mas continuam existindo dentro da gente.

No fim, o que fica não são os dias exatos, nem os detalhes perfeitos. O que fica são as pessoas. As conexões. Os vínculos que, de alguma forma, nos mudaram.

Porque viver, no fim das contas, é isso: se permitir encontrar e ser encontrado.

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