Central de Outdoor lança Manifesto de OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026 e outros artigos da semana – 02.04.2026

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Você vai ler na coluna de hoje:Autorregulação: Central de Outdoor lança Manifesto de OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026, A urgência constante pode estar desviando sua empresa da estratégia, SPR cria para Lojas Lebes campanha que atravessa décadas com uso de atores reais e inteligência artificial, Erro da Nike com o Brasa foi um gol contra anunciado, Empresas perdem até 40% das vendas no WhatsApp e Instagram por falhas na gestão do atendimento, Encerramento de Ciclo e Idade muda. Necessidades, não.

 

 

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Autorregulação: Central de Outdoor lança Manifesto de OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026

 

 

A Central de Outdoor, maior associação de mídia OOH do país e uma das cinco maiores do mundo, apresentou oficialmente o Manifesto do OOH Brasileiro durante o OOH Summit 2026, evento que reúne mais de 700 lideranças do setor para discutir os caminhos e o futuro da mídia exterior, terceiro meio que mais recebe investimentos publicitários (CENP-Meios). O documento integra o Plano Nacional de Autorregulação das afiliadas da entidade e estabelece diretrizes que orientam a atuação responsável das empresas exibidoras em todo o território nacional, reforçando princípios como ética, legalidade, segurança operacional e respeito à paisagem urbana. O Manifesto, que conta com apoio das entidades FENAPEX, e CONAR, pode ser acessado na íntegra pelo link: https://centraldeoutdoor.org.br/ebooks

O crescimento da mídia exterior no Brasil vem sendo construído ao longo dos últimos anos. Um estudo da Tendências Consultoria, em parceria com a Central de Outdoor, mostra que o OOH respondeu por 10,8% dos investimentos publicitários em 2023, já entre os três maiores meios de comunicação do país.

Em 2024, esse espaço aumentou ainda mais, chegando a 11,3%, acompanhando a evolução do setor, cada vez mais conectado a dados, tecnologia e novas formas de planejar comunicação .

E o movimento continua. Dados mais recentes do CENP Meios 2025 indicam que o OOH já alcança cerca de 12,1% do investimento publicitário, reforçando sua consolidação no mix de mídia e seu papel como o terceiro maior meio do país.

O lançamento do manifesto integrou a programação oficial do evento em um painel dedicado ao tema autorregulação que reuniu representantes de entidades como FENAPEX, CONAR e da Central de Outdoor. O debate abordou a importância das boas práticas, da transparência e da governança para a construção de um mercado mais maduro, sustentável e alinhado às transformações das cidades e do consumo.

A iniciativa parte do reconhecimento de que a mídia OOH ocupa um papel relevante na dinâmica das cidades, conectando marcas, pessoas e territórios. Diante dessa presença, o setor assume publicamente a responsabilidade de atuar de forma equilibrada e harmonizada com o espaço urbano, priorizando qualidade, organização visual e responsabilidade social.

Para Halisson Pontarola, presidente da Central de Outdoor, o documento representa um marco na consolidação de um modelo mais maduro e responsável para o setor. “Acreditamos no conceito de mídia regenerativa, em que a presença da comunicação exterior pode contribuir para qualificar o espaço urbano, estimular boas práticas e fortalecer a relação entre cidade, marcas e sociedade. O Manifesto do OOH Brasileiro consolida esse compromisso do setor com um modelo mais responsável, equilibrado e alinhado ao futuro das nossas cidades”, afirma.

A construção do manifesto foi resultado de um processo amplo de escuta e colaboração do setor, que contou com a consultoria do especialista Sérgio Rizzo, da RS Projetos. “Este é um trabalho que levou mais de um ano para ser desenvolvido, reunindo diferentes olhares do mercado com o objetivo de fortalecer ainda mais o segmento, trazer clareza sobre as boas práticas e contribuir para a evolução sustentável da mídia OOH no Brasil”, destaca Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor.

Entre os pilares do documento estão dez princípios estruturantes que orientam a presença responsável do OOH nas cidades, incluindo o distanciamento adequado entre peças publicitárias, a rarefação, baseada no conceito de “menos é mais”, a conservação das estruturas, a segurança técnica das instalações, a sustentabilidade das operações, a transparência nas métricas e o compromisso social do meio, com a destinação de espaços para campanhas de utilidade pública.

O manifesto também estabelece diretrizes relacionadas à governança e à legalidade, reforçando a importância do cumprimento da legislação municipal, do respeito a áreas protegidas e patrimônios históricos e da adoção de normas técnicas que garantam segurança e qualidade na operação do inventário publicitário.

Com o lançamento do Manifesto do OOH Brasileiro, a Central de Outdoor reforça a importância da autorregulação como instrumento para fortalecer a credibilidade do setor e ampliar o diálogo com o poder público e a sociedade.

 

 

A urgência constante pode estar desviando sua empresa da estratégia

Por Pedro Signorelli

 

O ambiente corporativo vive sob um senso permanente de urgência. Mensagens precisam ser respondidas rapidamente, decisões são tomadas em poucos minutos e agendas se enchem de reuniões que prometem resolver problemas imediatos. Nesse ritmo acelerado, ser ágil passou a ser interpretado como sinônimo de eficiência.

Em muitas organizações, a rotina virou uma sequência de reações a novas demandas. Surgem tarefas inesperadas, prioridades mudam ao longo do dia e equipes inteiras reorganizam o trabalho para responder ao que parece mais urgente naquele momento. A consequência é uma dinâmica intensa, cheia de movimento, mas nem sempre conectada a um objetivo maior.

Quando tudo precisa ser feito agora, o conceito de prioridade perde sentido. Cada novo pedido entra na fila como se fosse indispensável, e a agenda passa a refletir muito mais o volume de solicitações do que as decisões estratégicas da empresa. Aos poucos, o trabalho deixa de ser orientado por impacto e passa a ser guiado por pressão.

Esse cenário gera outro efeito silencioso: a dificuldade de parar para pensar. A urgência constante ocupa todo o espaço disponível e reduz as oportunidades de análise mais profunda. Em vez de compreender a origem dos problemas, as equipes passam a resolver apenas as manifestações imediatas. O resultado é um ciclo repetitivo de correções pontuais que consomem tempo e energia, mas raramente transformam o sistema.

É justamente nesse ponto que a estratégia deveria cumprir seu papel. Estratégia não é apenas definir metas ou criar planos de longo prazo. Ela funciona como um critério para orientar decisões cotidianas, ajudando a distinguir o que realmente merece atenção do que pode ser adiado ou simplesmente descartado.

Empresas que conseguem preservar esse tipo de clareza costumam trabalhar de forma diferente. Elas não tentam abraçar todas as oportunidades que surgem. Pelo contrário, concentram esforços em poucas iniciativas que estejam diretamente conectadas aos seus objetivos principais. Essa escolha exige disciplina e, muitas vezes, a coragem de dizer não para projetos que parecem interessantes, mas não contribuem para a direção definida.

A liderança tem um papel central nesse processo. Quando gestores valorizam apenas a rapidez das respostas ou a disponibilidade constante das equipes, reforçam uma cultura em que a urgência se sobrepõe à importância. Por outro lado, quando priorizam alinhamento, foco e acompanhamento de resultados, criam um ambiente em que o trabalho diário passa a ter mais sentido estratégico.

Isso não significa ignorar problemas imediatos ou desacelerar a operação. Toda empresa precisa lidar com imprevistos. A diferença está em não permitir que o improviso se torne o principal guia das decisões.

No fundo, a questão é simples. Estar ocupado não é o mesmo que avançar. Uma organização pode trabalhar intensamente e, ainda assim, permanecer distante de seus objetivos se não houver clareza sobre quais esforços realmente fazem diferença.

Em um mercado cada vez mais veloz, a capacidade de escolher com precisão talvez seja mais valiosa do que a velocidade em si. A urgência pode manter as equipes em movimento, mas é a estratégia que garante que esse movimento esteja levando a empresa para algum lugar.

 

 

SPR cria para Lojas Lebes campanha que atravessa décadas com uso de atores reais e inteligência artificial

 

 

“Juntos, a gente resolve.” O conceito das Lojas Lebes é o fio condutor da campanha dos 70 anos da marca, assinada pela SPR e que teve lançamento no último domingo (dia 29/03), no intervalo do Fantástico na Globo/RBS TV, e também no SBT, Record e Band RS. Ao aceitar o desafio de criar a campanha dos 70 anos de uma das maiores varejistas da região Sul do Brasil, a SPR partiu de uma característica essencial da Lebes: ser uma marca próxima, presente na vida das pessoas em diferentes momentos. Por isso, a agência optou por reforçar um território que a marca já vinha construindo: forte, reconhecido e verdadeiro.

A campanha traz um tom bastante emocional ao resgatar as origens da empresa ao mesmo tempo em que a projeta para o futuro. A Lebes nasceu em 1956, na cidade de São Jerônimo, no Rio Grande do Sul, e está presente hoje nos três estados do Sul com mais de 300 lojas físicas, além da loja online com opções de retirada na loja, entrega rápida e crediário próprio. A rede varejista tem foco em móveis, decoração, eletrodomésticos, eletroportáteis, telefonia e moda, entre outros itens. Ao chegar às sete décadas de trajetória, a Lebes mantém-se atualizada, alinhada ao presente e com os olhos no futuro. A campanha de 70 anos reforça essa mensagem alinhada ao conceito “Juntos, a gente resolve”, muito presente na comunicação da marca.

O grande desafio foi contar 70 anos de história em um único filme, equilibrando a evolução da marca com a presença constante da Lebes na vida das famílias ao longo do tempo. Para resolver isso, a agência encontrou uma forma simples e potente para contar essa história: mergulhar em fotos. Criou uma viagem no tempo em que cada imagem representa um momento, da Lebes e de uma família.

A narrativa começa na fundação da loja e acompanha sua evolução, em paralelo ao crescimento de uma família e de seu lar, viajando pelas décadas, até chegar aos dias de hoje, em que a família está reunida em um almoço. Com o uso de inteligência artificial, foi possível rejuvenescer atores e fundadores da Lebes, permitindo que essa travessia por sete décadas fosse contínua, fluida e visualmente verdadeira.

Fábio Henckel, diretor de criação da SPR, explica que a campanha de 70 anos das Lojas Lebes foi construída a partir de uma estratégia que conecta passado, presente e futuro por meio de uma narrativa emocional. “A ideia foi transformar a trajetória da marca em uma história viva, acompanhando a evolução de uma família ao longo das décadas, em paralelo à evolução da própria Lebes. Para isso, combinamos inteligência artificial, direção de arte e linguagem cinematográfica, criando um filme que ‘atravessa’ o tempo de forma fluida e envolvente. Mais do que celebrar a história, a campanha posiciona a marca como atual e relevante, mostrando que tradição e inovação podem caminhar juntas para gerar conexão real com o público”, destaca.

 

FICHA TÉCNICA

Campanha: Juntos, a gente resolve.

Cliente: Lojas Lebes

Agência: SPR

Peças: Filme, selo e enxoval com mais de 20 peças

Diretor-Executivo: Juliano Brenner Hennemann

Diretor de Estratégia e Inovação: Gustavo Ermel

Diretora de Operações: Giorgia Antunes Lorenz

Diretor de Criação: Fábio Henckel

Gerente de Atendimento: Barbara Vellwock

Atendimento: Ritiele Medeiros

Assistente de Atendimento: Marina Braga

Gerente de Planejamento: Guilherme Bueno

Planejamento: Matheus Sesterhenn

Direção de Arte:  Cléber dos Anjos

Redação: Rafael Fabra

Arte-Finalização: Joel Nunes

Direção de Design: Rafael Ternes

Design: Gabriel Rosa

Coordenadora de Mídia: Adriana Baron

Assistente de Mídia: Maria Clara Jung

Produção: Luana Ramos e Marina Persch

RTVC

Produtora: Mythago

Direção de Cena: Guido Antonini

Assistência de Direção: Fernando Jung

Direção de Produção: Marcia Belloc

Assistência de Produção: Nadya Mendes

Direção de Arte: Bernardo Zortea

Assistente de Arte: Yara Balboni

Direção de Fotografia: Matheus Fischer

1° Assistente de Fotografia: Gustavo Rodrigues

2° Assistente de Fotografia: Marx Franzen

3º Assistente de Fotografia / Vídeo Assistente / Logger: Luiz Lima

Atendimento: Miltinho Talaveira

Produção de Elenco: Fabianne Freitas

Figurino: Daiane Senger

Assistente de Figurino: Thais Faggion

Make: Valéria Pereira Oliveira

Assistente de Make: Natalia Marangoni

Contrarregra: Giovanni Moraes e Gustavo Guga

Produção de Set: Mauricio Machado

Chefe de Elétrica: Jô Fontana

Assistente de Elétrica: Jefferson Porto e Nicolas Huf

Maquinista: Cristian Sony e Bianka W.

Coordenador de Ilha: Lucas Miralha

Montagem: Carlos Porto e Marcelo Muller

Finalização: Carlos Porto e Rodrigo Braga

Design de IA :Marcelo Muller, Rodrigo Braga e Rafael Fraga

Making Of: Yurik

Catering: Mário Kern

Foto Still: Gustavo Rodrigues

Áudio: Radioativa Produtora

Direção Musical: Carina Donida

Produção Musical: Gustavo Blank

Mixagem e Finalização: Henrique Wilasco

Coordenação de Produção e Atendimento: Daniel Behar e Amanda Schnor

Aprovação do Cliente: Luís Gustavo Masiero e Mila Bastos

 

 

Erro da Nike com o Brasa foi um gol contra anunciado, diz especialista em comunicação intencional

 

 

Em um movimento que já entra para a história como um dos maiores exemplos de ruído de comunicação no esporte brasileiro, a Nike lançou o novo uniforme da Seleção para a Copa do Mundo de 2026 com a expressão “Vai, Brasa” bordada na parte interna da gola e nos meiões. A rejeição foi imediata e unânime e colocou a Nike no centro da polêmica. Para o especialista em comunicação intencional Cristian Magalhães, há uma estratégia por trás disso que, ironicamente, expõe o vício mais perigoso do marketing contemporâneo, a tentativa de fabricar identidade sem ouvir quem realmente constrói a história. “Grandes marcas, às vezes, usam a mídia negativa para aparecer”, analisa Magalhães. “O choque gera burburinho, gera memória. Mas existe uma linha tênue entre provocar para ser lembrado e cometer um gol contra sem goleiro. E a Nike, nesse caso, não só passou da linha como entrou em campo com a camisa do adversário”, diz

A polêmica engrossou ainda mais quando a designer da Nike, Rachel Denti, explicou em vídeo a inspiração, afirmando que torcedores costumam usar a frase durante jogos, o que azedou de vez a situação da marca. O problema, segundo Cristian, é que essa “facilidade” existe apenas dentro da bolha de criação da agência. “Ninguém chama a seleção de Brasa, nem quando está jogando, nem em lugar nenhum. A reação foi unânime porque ficou óbvio que aquilo não nasceu do brasileiro.”
Ele compara o erro da Nike com um fenômeno que observa diariamente em seu trabalho de consultoria com profissionais liberais. “Isso não acontece só no futebol. Acontece todo dia com o profissional que tem 15, 20 anos de carreira, uma reputação construída e decide reposicionar a marca. De repente, o cara está lá no Instagram, publicando conteúdos aleatórios, usando um tom que não é dele. É o mesmo erro da Nike. Alguém de fora olhou para o Brasil e decidiu que o Brasil deveria ser desse jeito, sem perguntar para quem vive isso todo dia.”

A fala de Cristian reflete o sentimento de grande parte dos torcedores que foram às redes sociais criticar a iniciativa. O barulho foi tão grande que a CBF precisou intervir. O presidente da entidade, Samir Xaud, foi a público e afirmou que o uniforme seria modificado e não teria mais a frase usada pela empresa. A Nike teve que recuar e retirar a inscrição das próximas levas de produção. Na visão de Cristian Magalhães, a reviravolta serve de lição para qualquer profissional ou marca que tenta construir uma imagem sem alicerce. “No fim, a tentativa da Nike de torcer a linguagem da torcida acabou virando um exemplo didático de como o marketing não pode sobrepor a cultura. O Brasa apagou, e o que ficou foi a lição sem intencionalidade, até o maior patrocinador do futebol brasileiro pode levar um cartão amarelo do próprio torcedor”, conclui.

 

 

Empresas perdem até 40% das vendas no WhatsApp e Instagram por falhas na gestão do atendimento

 

O WhatsApp e o Instagram se consolidaram como principais canais de vendas para pequenas e médias empresas (PMEs) no Brasil, mas a falta de estrutura na gestão do atendimento tem gerado perdas relevantes de receita. Dados da empresa catarinense de CRM DataCrazy, a partir da base de clientes no país, mostram que cerca de 95% das PMEs utilizam o WhatsApp no dia a dia como principal canal de vendas e relacionamento, evidenciando a centralidade desses aplicativos na operação comercial.

Hoje, a plataforma registra em média mais de 6,7 milhões de mensagens trocadas por dia e cerca de 11 mil negócios fechados diariamente, o que mostra o volume expressivo de vendas acontecendo diretamente nesses canais.

Apesar da alta demanda, o principal gargalo não está na geração de oportunidades, mas na forma como o atendimento é conduzido. Empresas chegam a perder entre 20% e 40% das oportunidades comerciais devido a fatores como demora na resposta, falta de follow-up, conversas descentralizadas e ausência de processos estruturados.

Esse é um cenário recorrente entre empresas de serviços que operam exclusivamente via WhatsApp, com alto volume de leads, mas sem controle de pipeline ou organização do funil de vendas.

Entre os principais problemas estão encontrar leads esquecidos, tempo de resposta elevado, sobrecarga dos vendedores e falta de visibilidade das negociações.

Quando passam a estruturar o processo, com organização de pipeline, automação de follow-ups e padronização do atendimento, essas empresas tendem a ganhar eficiência, aumentar a conversão e trazer maior previsibilidade de receita.

O movimento de uso intensivo desses canais tem se intensificado nos últimos anos, mas não foi acompanhado pela profissionalização da gestão comercial dentro desses ambientes.

“O maior problema de vender pelo WhatsApp hoje é que ele virou o principal canal de vendas sem nunca ter sido pensado como um canal de gestão. As empresas estão operando milhões em cima de conversas soltas”, afirma o CEO da DataCrazy, Andreone Ribeiro, que criou uma plataforma de CRM e automação de vendas com uso inteligente de dados.

 

 

Encerramento de Ciclo

Por Luiz Lara

 

Assumir a presidência do Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário foi, desde o início, uma responsabilidade que encarei com muito respeito pelo papel que a entidade exerce no nosso mercado.

Durante esse período, tive a oportunidade de acompanhar de perto a importância do trabalho coletivo. Foram anos de diálogo constante, construção conjunta e avanços em temas essenciais para a evolução da nossa indústria, sempre com o objetivo de fortalecer um ambiente mais transparente e ético.

Ao longo dessa jornada, busquei contribuir para ampliar esse diálogo e reforçar a importância da autorregulação como um pilar de desenvolvimento do ecossistema da comunicação, sempre respeitando a diversidade de visões.

Levo comigo o aprendizado de conviver com profissionais extremamente qualificados, comprometidos com o desenvolvimento do setor e dispostos a construir soluções a partir do consenso. A autorregulação só se sustenta quando há confiança e visão de longo prazo. E acredito que seguimos avançando nesse caminho, respeitando diferentes perspectivas.

Neste mês de março, encerro esse ciclo com um sentimento de gratidão. Agradeço à Regina Augusto e ao Dudu Godoy, pelas trocas diárias e pela parceria e pelo compromisso com nosso trabalho. E aproveito para dar as boas-vindas a Melissa Vogel, que assume a presidência do Cenp, e ao Roberto Tourinho, que será seu parceiro na vice-presidência.

Sigo confiante na continuidade desse trabalho e na capacidade do nosso mercado de evoluir de forma consistente e colaborativa.

 

 

Idade muda. Necessidades, não.

Por Jeferson Motta

 

Existe uma narrativa conveniente no mercado: a de que pessoas 40+, 50+, 60+ e 70+ são “diferentes demais” para serem consideradas de forma igual em oportunidades, consumo e relevância.

Mas a realidade é muito mais simples e muito mais incômoda para quem insiste em ignorar.

Independentemente da idade, 40+, 50+, 60+ ou 70+, todos continuam tendo as mesmas 4 necessidades fundamentais:

✔️ Trabalhar

✔️ Cuidar da família

✔️ Consumir

✔️ Descansar

O que muda não é a necessidade.

É o contexto, a experiência e a forma como cada pessoa atende a essas demandas.

Quando uma empresa ignora profissionais 40+, 50+, 60+ ou 70+, ela não está apenas cometendo etarismo.

Ela está falhando em entender o comportamento humano básico.

Quando o mercado tenta segmentar demais por idade, ele perde eficiência, perde inteligência e, principalmente, perde dinheiro.

Porque quem tem 40+, 50+, 60+ ou 70+:

— continua produzindo

— continua decidindo

— continua COMPRANDO

— continua vivendo

A pergunta não é se essas pessoas ainda têm necessidades.

A pergunta é: sua empresa está preparada para atendê-las?

No fim, não é sobre idade.

É sobre relevância.

E relevância não tem data de validade.

 

 

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