Isso NÃO é Amor! e outros artigos da semana – 07.04.2026

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Você vai ler na coluna de hoje: Isso NÃO é Amor!, Painel RBS debate como as práticas de ESG desafiam o dia a dia das empresas, Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história, Não é uma opção,  5 Anos e De quem é a vida que você está vivendo?

 

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Isso NÃO é Amor!

 

O feminicídio no Rio Grande do Sul atingiu níveis alarmantes. Mas antes de virar número, é uma sequência de violências que começa muito antes da manchete.

A partir desse entendimento, a Moove desenvolveu a campanha “Isso Não é Amor” para a Associação Riograndense Imprensa.

O ponto de partida foi inverter a lógica da comunicação: em vez de olhar para o desfecho, olhar para o início. Identificar e dar visibilidade às chamadas red flags — sinais de relações abusivas que ainda não são notícia, mas já são violência.

Mais do que uma campanha de conscientização, o projeto também propõe uma reflexão sobre o papel do jornalismo: a importância de noticiar a violência de gênero antes que ela escale para o feminicídio.

Com participação de atrizes e locutoras gaúchas e o endosso da jornalista Carolina Cimenti, o filme tem direção de Mocita Fagundes, da Mythago Produções.

Uma campanha sobre um tema complexo — que exige cuidado, profundidade e, acima de tudo, compromisso com o impacto real.

 

 

Painel RBS debate como as práticas de ESG desafiam o dia a dia das empresas

 

O quanto as práticas de ESG desafiam o dia a dia das empresas: este é o tema que será debatido no Painel RBS nesta terça-feira (7), às 10h. Mediado pelo jornalista Rodrigo Lopes, o bate-papo será transmitido pelo YouTube de GZH e contará com a participação de Bruno Jatene, CFO e diretor de Relações com Investidores da Regional Sul da Aegea; Caio Doi, diretor de Gestão de Pessoas da Marcopolo; e Camilo Adas, diretor de Transição Energética e Relações Institucionais da Be8.

O painel integra as ações do movimento “Pra cima, Rio Grande”, lançado em 2024 pelo Grupo RBS em resposta ao maior desafio coletivo da história recente do Estado: a reconstrução após a enchente. Plataforma de engajamento e diálogo sobre o futuro do Rio Grande do Sul, com frentes editoriais e institucionais, a iniciativa busca promover debates e incentivar ações para a construção de um futuro melhor para os gaúchos.

Nesta nova etapa do “Pra cima, Rio Grande”, iniciada em outubro de 2025, o foco se voltou para temas estruturais do desenvolvimento — com ênfase em conteúdos de Cidades e Soluções, Energia Renovável, Transporte Limpo, Educação, Empreendedorismo e Governança. Também ganhou o reforço de três importantes parceiros: Aegea, Marcopolo e Be8, empresas que compartilham o compromisso com o avanço econômico e social do Estado.

Com caráter multiplataforma, os conteúdos do “Pra cima, Rio Grande” são veiculados em Zero Hora, GZH, Gaúcha e RBS TV, com formatos diversos — videocasts, painéis com transmissão online, séries especiais e um caderno trimestral dedicado às agendas do desenvolvimento. Rodrigo Lopes é o embaixador desta etapa do movimento.

 

 

Apple, 50 anos: 3 sucessos e 3 fracassos da empresa em sua história

Por Laura Cress

 

Poucas empresas conseguiram definir como as pessoas usam a tecnologia no seu dia a dia tão categoricamente quanto a Apple.

A empresa comemorou seus 50 anos de fundação na semana passada. Ela foi fundada por dois Steves, em uma garagem de São Francisco, no Estado americano da Califórnia.

Seu sucesso foi realmente estrondoso, mas a companhia também foi marcada por alguns fiascos notáveis.

Atualmente, cerca de uma a cada três pessoas do planeta tem um produto da Apple. Para Emma Wall, estrategista-chefe de investimentos da empresa de serviços financeiros Hargreaves Lansdown, este sucesso tem muito a ver com o marketing da empresa, além do seu próprio hardware.

“Eles venderam um sonho”, ela conta.

Wall acredita que eles desenvolveram algo “bastante novo na época — a ideia de que a marca é tão importante quanto a linha de produtos.”

A série de sucessos da Apple, sem dúvida, diminuiu após a morte do visionário Steve Jobs (1955-2011), um dos seus fundadores. A empresa passou a se concentrar mais em aprimorar sua tecnologia já existente.

Ken Segall, diretor criativo de Jobs por 12 anos, declarou à BBC que o atual executivo-chefe da Apple, Tim Cook, fez um “trabalho incrível” de adaptação com o passar do tempo, mantendo a rentabilidade da empresa.

Mas ele destaca que muitos puristas da Apple ainda não se sentem tão animados com a fase atual da companhia, pois “eles se lembram da antiga Apple, que era Steve Jobs.”

Com a Apple completando meio século de existência, pedimos a especialistas e analistas da tecnologia que observassem algumas das mudanças mais significativas trazidas pela empresa para o mundo da tecnologia e as ocasiões em que ela, indiscutivelmente, errou o alvo.

 

iPod (sucesso)

Longe de ser o primeiro aparelho de música digital portátil na época do seu lançamento, em 2001, o iPod é um dos “produtos mais simbólicos da Apple”, segundo Craig Pickerill, do blog The Apple Geek — não apenas pelo que ele foi, mas “pelo que ele mudou”.

“Os aparelhos de MP3 eram desajeitados, sua armazenagem era limitada e gerenciar sua biblioteca de músicas parecia dar trabalho”, relembra ele. “O iPod mudou tudo isso quase da noite para o dia.”

O design de anel de clique diferenciava o aparelho, que introduziu a biblioteca iTunes, abrindo o caminho para que o download legal de música digital se tornasse o padrão do setor.

Lançado em 2007, o iPod Touch foi projetado pela mesma equipe que viria a inventar o iPhone — que rapidamente superou o iPod.

“Sem o iPod, a Apple provavelmente não teria o apoio financeiro e a maturidade operacional necessárias para assumir a complexidade da indústria do smartphone”, afirma o analista de tecnologia Francisco Jeronimo, da empresa de pesquisa de mercado IDC.

 

iPhone (sucesso)

Mais de 200 milhões de iPhones são vendidos todos os anos. São cerca de sete aparelhos comprados a cada segundo, em algum lugar do planeta.

Para Ben Wood, da empresa de análise de mercado CCS Insight, o iPhone é o “Hotel Califórnia dos smartphones”. Quando você tem um, é “muito improvável que você saia” do ecossistema da Apple para um aparelho concorrente, com sistema Android.

“iPod, telefone e comunicador via internet. Não são aparelhos separados, este é um aparelho”, declarou Steve Jobs, radiante com a primeira versão do celular nas mãos, ao apresentá-lo ao mundo em 2007.

Como muitos produtos revolucionários da Apple, o iPhone não foi o primeiro exemplo da sua espécie. Outros telefones já tinham capacidade de acesso à internet ou telas sensíveis ao toque.

Mas a jornalista especializada em tecnologia Kara Swisher defende que seu “belo marketing” ajudou a catapultar o aparelho para o público.

“Ele fez você pensar no iPhone não como um aparelho tecnológico, mas como um dispositivo de romance”, afirma ela.

 

Apple Watch (sucesso)

Na época do lançamento do Apple Watch, em 2015, Steve Jobs já havia morrido de câncer.

Mas seu sucessor, Tim Cook, assumiu com um propósito condizente com seu predecessor: produzir o melhor relógio de pulso do mundo.

Em termos de receita gerada para a Apple (cerca de US$ 15 bilhões, ou R$ 78 bilhões), é difícil argumentar que o smartwatch mais vendido do mundo não tenha atingido seu objetivo.

“Como negócio isolado, o Apple Watch ficaria confortavelmente entre as 250 a 300 maiores empresas dos Estados Unidos”, segundo Wood.

Seu primeiro protótipo era relativamente básico, mas seus modelos futuros também foram pioneiros na tecnologia de saúde vestível. Funções como o monitoramento cardíaco fizeram dele um importante promotor da tecnologia de saúde e fitness.

Atualmente, acredita-se que o Apple Watch venda mais unidades todos os anos do que toda a tradicional indústria de relógios de pulso suíços.

 

Apple Lisa (fracasso)

De certa forma, o computador pessoal Apple Lisa, lançado em 1983 pelo alto preço de cerca de US$ 10 mil (cerca de R$ 52 mil, pelo câmbio atual), foi inovador.

Ele foi um dos primeiros PCs a incorporar uma interface gráfica de usuário (GUI, na sigla em inglês) e um mouse.

Mas o analista de tecnologia Paolo Pescatore afirma que o computador, destinado às empresas, era “caro demais”, o que impediu seu sucesso comercial.

O fracasso, para ele, demonstrou que “estar à frente na curva não é suficiente se o produto estiver mal posicionado”.

A Apple aprenderia com seus erros ao lançar o Macintosh original, um ano depois, com preço relativamente melhor para o consumidor final, de US$ 2.495 (cerca de R$ 13 mil, pelo câmbio atual).

 

Teclado ‘borboleta’ (fracasso)

O teclado com design “borboleta” da Apple foi um mecanismo introduzido nos laptops em 2015. Para Pickerill, ele foi um “raro deslize de confiabilidade”.

Usado em aparelhos como o MacBook Air, o design consistia em equipar os teclados com teclas de encaixe bilateral que pareciam asas de borboleta.

Mas ele dividiu opiniões. Algumas pessoas afirmavam que o mecanismo dificultou a digitação nos teclados, dando a impressão de que a Apple estaria “priorizando a pouca espessura e não a durabilidade”, segundo Pickerell.

Em 2019, a empresa apresentou um novo MacBook Pro de 16 polegadas, sem o teclado borboleta.

 

Vision Pro (fracasso)

Para Wood, um fracasso notável e muito mais recente da Apple foi o headset Vision Pro, o primeiro lançamento importante da empresa desde o Apple Watch.

Wood acredita que a grande aposta da Apple na realidade aumentada acabou sendo muito “complicada”, sem conteúdo que permitisse igualar o sucesso de outros produtos da empresa.

O site de notícias de tecnologia The Information afirma que a companhia reduziu a produção do headset de US$ 3,5 mil (cerca de R$ 18 mil) poucos meses após o lançamento, devido à baixa demanda e à grande quantidade de estoque não vendido.

O fracasso significa que a Apple “provavelmente será cautelosa para entrar rapidamente em áreas relacionadas, como óculos inteligentes”, segundo Wood.

 

 

Não é uma opção

Por Raul Freitas

 

Existe uma verdade que muita gente ainda insiste em ignorar:

Não importa o quanto você estudou.

Não importa o seu diploma.

Não importa o título que você carrega.

Se você não sabe vender… você limita o seu próprio crescimento.

Vender não é apenas oferecer um produto.

É comunicar valor.

É gerar confiança.

É transformar conhecimento em resultado.

Os profissionais mais bem-sucedidos não são apenas bons tecnicamente — eles sabem se posicionar, se comunicar e, principalmente, se vender.

No final das contas, todo mundo está vendendo algo:

uma ideia, um serviço, uma solução… ou a si mesmo.

E quem entende isso, sai na frente.

Aprender a vender não é uma opção.

É uma habilidade obrigatória para quem quer crescer de verdade.

 

 

5 Anos

Por Priscila Franzeck Barbosa

 

Estou completando, com muito orgulho, 5 anos de Grupo Panvel. Um ciclo profundamente transformador em aprendizados, crescimento, resiliência e entrega.

Uma jornada em que posso contribuir diariamente, junto com um time que me orgulha, no fortalecimento de uma das marcas de farmácia mais queridas do país.

Este ciclo de 5 anos foi especialmente dedicado a organizar a marca, consolidar posicionamento, fortalecer percepção de valor, refinar narrativas e aprofundar a conexão com o nosso cliente, sempre com o compromisso de construir uma marca cada vez mais relevante, próxima e que se diferencia. E seguimos com o desafio de equilibrar estratégia e execução, intenção e resultado, construção de curto prazo e visão de futuro.

É especialmente significativo perceber que começamos a colher, com mais clareza, os frutos de tudo o que foi plantado ao longo desses anos. Chegar até aqui tem um valor ainda maior porque essa história está sendo construída com muitas mãos: nosso time, lideranças, pares, colegas, parceiros. Agradeço ao Julio Mottin Neto pela confiança e por ser um líder obstinado pela excelência e que começou sua jornada como CEO fazendo a fundação de sucesso dessa marca.

O próximo ciclo de crescimento da nossa empresa é grande. Assim como a minha vontade de seguir crescendo, aprendendo e realizando com o objetivo de melhorar e aprender sempre.

 

 

De quem é a vida que você está vivendo?

Por Cris Pàz

 

Você já parou pra pensar em como estamos deixando de ser donos das nossas próprias vidas?

Quando eu comecei a criar conteúdo para a internet, eu usava um espaço meu, onde compartilhava pensamentos, aprendizados, dores e alegrias. Era o tempo do bom e velho Orkut. A troca era incrível, e parecia surgir ali um mundo novo, muito mais conectado e empático.

Então surgiram as redes sociais, como Facebook, Instagram. A gente passou a usar uma rede maior, onde temos acesso a conteúdos de várias pessoas, em lugar de clicar um endereço específico pra ver um determinado conteúdo previamente escolhido.

Eu me lembro de olhar para o Instagram com certa poesia. Era uma rede de imagens e costumava ser emocionante ver as pessoas compartilharem, literalmente, os seus pontos de vista: o que seus olhos estavam vendo em um determinado momento. Como se tivéssemos nos tornado fotógrafos do cotidiano, passamos a colocar luz sobre detalhes ordinários que, enquadrados, tinham seu devido reconhecimento. Antes do instagram, era praticamente impossível compartilhar uma imagem que muitas vezes definia um sentimento. Inclusive porque naquela época ainda não havia Whatsapp.

Com o tempo, a rede começou a incorporar um pouco do que outras plataformas ofereciam, e se tornou uma mistura de todas elas — com a diferença de que você não consegue escolher o que quer ver. Mas até a gente chegar ao momento atual, em que compartilhamos (ou recebemos, goela abaixo) ideias, notícias, indignações; até esse tempo louco em que a plataforma distribui melhor o que for mais violento, o que nos causa ansiedade e angústia, usávamos as redes de forma muito mais gentil e suave. De fato nos conectávamos.

Está certo, continuamos conhecendo pessoas através das redes sociais. Mas o custo tem sido alto. Aplicativos como Instagram e TikTok entregam um conteúdo atrás do outro, e deixamos de ser pessoas com escolhas. Acessá-los parece uma decisão nossa, mas depois desse passo nada mais nos cabe. Somos uma plateia passiva, recebendo uma avalanche de informações numa velocidade agressiva. Você pode até ter um objetivo claro quando entra na plataforma, mas o deixa de lado no segundo seguinte.

Quantas vezes entro pra ver um perfil ou pra publicar um conteúdo, e me flagro por dezenas de minutos assistindo a vídeos, custando a me lembrar do que fui fazer ali? Quantas vezes você quer um lugarzinho no palco, mas é jogado à força na plateia, sem o direito de escolher o que vai consumir? E são conteúdos que vão provocando em nós as piores emoções: ansiedade, raiva, indignação, a sensação de que fazemos tudo errado, a certeza de que somos mal-informados ou o eterno sentimento de que conduzimos nossa vida de forma equivocada.

Mas não são só as redes sociais. Em tempos de IA, trocamos de lugar com os robôs. Num clique rotineiro, compartilhamos dados, vozes, imagens, anseios. Entregamos nossa vida para um algoritmo faminto, pronto a direcionar nossa forma de agir, a nos oferecer o que sinalizamos estar procurando. Cada porta que abrimos tem uma “inteligência” calculada para nos enredar, que acena com a mágica de resolver nossos problemas, e vai nos conduzindo para um caminho que não é escolha nossa, embora muitas vezes pareça.

As novas plataformas deixaram de ser recursos que usamos: nós é que passamos a ser usados.

O vício em telas fez uma reviravolta com a nossa forma de viver, interagir, fazer escolhas, tomar decisões. Somos fantoches de uma estrutura enorme, muito bem articulada, que nos conhece do avesso e sabe de cada uma das nossas fraquezas, angústias, tendências. Até na produção do nosso conteúdo a gente se vê buscando atender às exigências de cada rede: o tempo ideal, o formato adequado, a embalagem mais apropriada para que a plataforma faça o favor de exibir nossa mensagem para mais pessoas.

Por isso eu quero falar sobre protagonismo.

Uma palavra que parece clichê, corporativa demais, quase teórica. Mas que, se a gente parar pra pensar, traz chaves poderosas para o tempo que estamos vivendo.

Protagonismo é uma palavra que define os melhores passos que dei na minha vida — e cuja ausência também define os piores passos que dei (ou não dei) na minha vida. É refletindo sobre o que é protagonismo que podemos fazer o caminho de volta. Voltar a ser donos das nossas vidas, das nossas escolhas, do nosso tempo.

Não será sem uma boa dose de consciência e determinação que poderemos redefinir nossos rumos, inventar espaços de pausa e bem-estar, desenhar um mundo que ainda não existe, mas cuja invenção é urgente.

Há muitas coisas que a gente não pode mudar. Mas temos o poder de decidir como viver tudo isso. Que horas. Sim ou não. Em que medida. Ao compreender a engrenagem que faz a rede existir. Ao ter consciência de que somos consumidores, produtores de conteúdo. Ao nos lembrarmos que existimos desde muito antes, de forma independente das redes. Somos e podemos ser decisores, donos de nossas escolhas.

Não, esta não é uma teoria da conspiração.

Pelo contrário, é um lembrete. De que os humanos somos nós. Os inteligentes somos nós. É com essa presença e consciência que vamos retomar o caminho. A consciência de que, mesmo sabendo que há várias coisas que não podemos controlar, existem várias outras que nos cabem — porque sempre foi assim a vida.

É através dessa retomada do lugar de protagonistas, deixando de ser apenas plateia, que vamos deixar de ser reféns de um mundo que se transforma numa velocidade sobre-humana, e cujo ritmo nos adoece.

Como assumir de novo o papel de quem usa os recursos, em lugar do posto de quem se tornou o recurso?

De forma consciente, presente, perseverante, vigilante. Entendendo como a engrenagem funciona. Assumindo o protagonismo diariamente.

É sobre a força do protagonismo diante desse e de outros cenários que eu decidi refletir, numa série de textos que convido você a acompanhar por aqui.

Eu diria que uma palavra que tem tudo a ver com protagonismo é presença. E é para essa presença o meu convite.

Vem comigo?

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