Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: Um futuro que dá orgulho de ver, Com foco no resultado dos negócios, Jornal do Comércio lança podcast Margem de Lucro, Jovem Pan Porto Alegre e Serra fazem sua primeira missão internacional, Vibra Foods apresenta novidades da marca Nat na Apas Show 2025, Islândia adotou a semana de 4 dias em 2019 e, mais de 5 anos depois, confirma que Geração Z estava certa o tempo todo, Quando o Marketing se tornou código: a fusão inevitável entre estratégia, dados e algoritmos e Escala e STIHL trazem Galvão Bueno para narrar os grandes nomes da marca para o agro.
Um futuro que dá orgulho de ver
Por Caroline Torma
Qual o papel das marcas diante de uma grande tragédia?
Me fiz e refiz essa pergunta inúmeras vezes, nos últimos 12 meses, desde que o Rio Grande do Sul, onde nasci, vivo com minha família, crio minha filha e trabalho à frente de uma das marcas mais reconhecidas do estado passou por uma das maiores catástrofes climáticas de sua história: a enchente de maio de 2024.
Vi muitos movimentos surgirem de lá para cá. Campanhas publicitárias enaltecendo os símbolos do Rio Grande do Sul, textos-manifesto falando da coragem do nosso povo. Uma sucessão de cavalos caramelos, bandeiras verde, vermelha e amarela, música gauchesca e paisagens locais. A maioria deles puxada por marcas locais.
Presenciei também o afastamento de muitas marcas nacionais, especialmente ao longo de 2024, com medo de não saberem o tom certo para se comunicar com o público, recuando em investimentos, campanhas de lançamento de produto, deixando de estar presentes. Usando uma expressão que gosto de repetir para o meu time: respeito, mas discordo.
Uma recente pesquisa à qual tive acesso, realizada pela Quaest Pesquisa e Consultoria, reforçou o que já havíamos aprendido com o Persona, um estudo que fizemos para aprofundar nosso conhecimento sobre quem vive no Rio Grande do Sul: nós, os gaúchos, passamos pelas adversidades com garra e nos unimos nos momentos difíceis.
O País inteiro viu isso acontecer na Globo ou no YouTube. E os brasileiros se juntaram a nós naquela rede de solidariedade. Apesar da fama que temos de “grenalizarmos” tudo na vida – do futebol à política, se você é gaúcho, precisa ter lado -, nos barcos que traziam pessoas das áreas atingidas pela enchente, não havia lado, nem partido. Éramos todos nós pelo Rio Grande.
A boa notícia é que nós, aqui na ponta do mapa do Brasil, estamos otimistas em relação ao futuro. O problema é que precisamos encontrar mais convergências. Precisamos colocar mais pessoas na mesma mesa quando o assunto é o desenvolvimento do nosso estado. Precisamos fazer uma reconstrução que vai além de novas moradias, pontes e estradas. Trata-se de redesenhar o futuro de um Rio Grande que quer e merece ser cada vez “mais grande”.
E aí que entra o papel das marcas. Marcas precisam se conectar genuinamente com seu público. Precisam compreender o que ele quer. Precisam estar presentes. E o gaúcho quer confiar mais, quer se sentir mais seguro, quer ter orgulho, quer um lugar bom para sua família, oportunidades de trabalho para seus filhos, quer poder enxergar que somos o estado do amanhã e não mais do ontem, quando éramos os mais ricos, exemplo em educação e qualidade de vida.
Precisamos de governos, entidades, empresas, movimentos trabalhando juntos a partir das nossas concordâncias. O debate plural de ideias é saudável, mas encontrar os pontos de conexão agora é vital para voltarmos a ser modelo a toda terra, como exalta o hino riograndense.
A comunicação é um importante instrumento de mobilização e tem um papel fundamental nesse movimento. Mas precisa vir precedida de ações concretas. Tenho participado de inúmeros fóruns de discussão sobre o futuro do nosso Estado, com diferentes setores da sociedade, e sinto que há um desejo genuíno de colocar o Rio Grande em primeiro lugar. Parece que estamos muito próximos disso e espero que essa percepção se confirme. Como uma incurável “Pollyanna”, eu também estou otimista de que vamos conseguir chegar lá. Já posso enxergar daqui um futuro que dá orgulho de ver.
Com foco no resultado dos negócios, Jornal do Comércio lança podcast Margem de Lucro
Por Critério
Com mediação de Rafael Codonho (Critério) e curadoria da Frattini Consultores, série abordará universo da gestão empresarial sob viés prático
O Jornal do Comércio está lançando um podcast que tem como diferencial o foco no resultado dos negócios, como já sinaliza seu nome: Margem de Lucro. O mais novo JCast promoverá bate-papos de alto nível sobre o universo da gestão empresarial, reunindo empresários e executivos com trajetória de sucesso.
Entre os convidados da primeira temporada estão nomes como Márcio Callage (CMO da Vulcabras), Paulo Geremia (fundador do Di Paolo) e Márcio Coelho (CEO do Brivia_Group). O primeiro episódio, com Callage, já está disponível nos canais do Jornal do Comércio. O CMO detalha o processo de construção de marca da Olympikus e o que essa jornada agregou de resultado ao negócio.
O podcast tem a curadoria da Frattini, consultoria empresarial com 25 anos de trajetória e que já auxiliou centenas de organizações em seus desafios — da expansão à superação da crise. Cada episódio contará com a presença de um consultor e um convidado, além do mediador: Rafael Codonho, que é sócio-diretor executivo da Critério – Resultado em Opinião Pública, empresa especializada em gestão estratégica de reputação.
“Mais do que conhecer a trajetória de empresários, o foco estará na dimensão do resultado, com um viés prático. As lições virão de quem sabe fazer — e mostrou isso na vida real”, afirma Nedimar Frattini, CEO da Frattini. “Nosso objetivo é fazer uma conversa mais fluida e espontânea, buscando conectar as visões e experiências de quem participa do programa. Sem muito espaço para teoria”, complementa Rafael Codonho.
Para Giovanni Tumelero, presidente do Jornal do Comércio, a novidade se conecta ao propósito do veículo: “Faz parte da nossa vocação tratar sobre empreendedorismo e negócios, remontando à nossa origem, há mais de nove décadas. O Margem de Lucro agrega uma nova camada de discussão, levando conhecimento prático para quem tem o desafio de empreendedor e liderar negócios”, reflete.
O podcast tem o apoio da Calçados Conforto, Fundação Proamb e Mônaco Atacado, com produção da Prohub.
Jovem Pan Porto Alegre e Serra fazem sua primeira missão internacional
A Jovem Pan Porto Alegre e Serra Gaúcha, em rede com as emissoras e Portal Leouve, do Grupo RSCom, farão sua primeira missão internacional. Tiago Dimer vai apresentar o Jornal da Manhã entre 12 e 16 de maio, das 7 às 8h, ao vivo direto de Nova York onde acontece a Brazil Week. Além disso, Dimer fará reportagens para o Portal Leouve, boletins para todas as rádios e vídeos para as redes sociais do grupo.
A Brazil Week é semana de negócios mais importante entre Brasil e Estados Unidos. Essa cobertura tem o patrocínio de CMPC e Badesul. Um dos destaques da programação será o Brasil de Ideias Especial RSday, organizado pelo Grupo Voto. O evento apresentará o case de reconstrução após as enchentes de 2024.
O Jornal da Manhã da Jovem Pan Porto Alegre com Tiago Dimer estreiou em 17 de março., completando apenas 60 dias no fim da semana de negócios nos Estados Unidos.
Vibra Foods apresenta novidades da marca Nat na Apas Show 2025
Comprometida com qualidade, inovação, segurança alimentar e excelência no desenvolvimento de produtos para o consumidor final, a gaúcha Vibra Foods, uma das grandes empresas de avicultura do país, exibirá as novidades do portfólio da marca Nat na Apas Show 2025, o maior evento de alimentos e bebidas das Américas e principal encontro supermercadista do mundo. O evento ocorre de 12 a 15 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo. Os destaques do estande institucional serão a nova linha de cortes frescos temperados somente com ingredientes naturais, a renovação da linha Food Service e as novas embalagens de Nat Verde, ícone da marca.
Além de divulgar seus produtos, durante a feira a Vibra Foods reforçará seus diferenciais junto aos varejistas. Entre eles, ser uma das únicas empresas do segmento avícola a trabalhar com a cadeia produtiva completa, o que garante o controle de todos os processos, do campo à chegada dos produtos nas gôndolas dos supermercados.
“O catálogo de Nat 2025 reflete a nossa essência de fazer tudo bem feito em todas as etapas dos processos produtivos até chegar aos mais exigentes consumidores e mercados. É algo que está no centro da nossa cultura e que exige comprometimento com segurança alimentar, com conhecimento técnico e inovação. Investimos continuamente em tecnologia, seguindo os mais altos padrões mundiais para fornecer produtos de extrema qualidade e que agreguem valor aos pontos de venda”, destaca a gerente de Marketing da Vibra Foods, Andrea Pozzebon Medeiros.
Em seu estande, a Vibra Foods reservará espaço especial à nova linha de cortes frescos temperados somente com ingredientes 100% naturais (sal, vinagre, cebola, salsa, tomate, pimenta, páprica, sálvia e nada mais). Esse lançamento enfatiza o pioneirismo da Vibra Foods em clean label, ao oferecer ao mercado nacional opções sem conservantes e sem aditivos artificiais.
Também estará em evidência na feira a linha Nat Food Service completamente renovada, com opções de produtos assados, cozidos e congelados in natura com as peças já cortadas e/ou gramaturadas. As soluções agregam ainda mais valor para restaurantes e outros estabelecimentos de todos os portes, garantindo economia de tempo no preparo e aproveitamento total do produto.
A empresa também leva ao seu estande o relançamento de Nat Verde, agora com um visual ainda mais impactante e que valoriza atributos, entre os quais a certificação que assegura que todas as etapas de criação das aves foram livres de antibióticos e promotores de crescimento. O resultado é a oferta de cortes mais naturais e saudáveis, atendendo à demanda crescente de consumidores que buscam uma alimentação equilibrada e saudabilidade. Em Nat Verde, a bandeja temperada também é novidade. Além de ótimo sabor e textura, os cortes são temperados naturalmente e não recebem conservantes e nem aditivos artificiais.
A edição 2025 da Apas Show será a primeira em que a Vibra Foods participa após o seu reposicionamento estratégico deflagrado em setembro do ano passado, o qual incluiu a adoção do novo nome da companhia e logomarca modernizada. Na esteira destas novidades, a empresa lançou em novembro a campanha “Fantástica Natland”, nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, evidenciando o cuidado da marca Nat, com 15 anos de mercado, em todas as etapas do processo produtivo. Todo este movimento buscou consolidar a Vibra Foods como um player global no setor da avicultura alinhado ao futuro do mercado de alimentos, reforçando os pilares de qualidade, sustentabilidade e inovação.
Vibra Foods
Com origem em Montenegro (RS), a Vibra Foods é hoje uma das maiores empresas exportadoras de produtos avícolas do Brasil. Empregando mais de seis mil colaboradores, a empresa conta com unidades de produção e negócios no Rio Grande do Sul, Paraná e em Minas Gerais, além de um escritório em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Com uma sólida governança corporativa e alinhada aos mais altos padrões internacionais de rastreabilidade, bem-estar animal, segurança e qualidade, a Vibra Foods leva seus produtos com garantia de origem e alto valor agregado para mais de 70 países. Além da Nat, a empresa conta com as marcas Avia e Vibra Ingredients. Desde 2020, atua em parceria com a gigante norte-americana Tyson Food, por meio de uma joint venture.
Apas Show
Realizado pela Associação Paulista de Supermercados (APAS), o maior festival de alimentos e bebidas das Américas reunirá expositores nacionais e internacionais, promovendo inovação, tendências e networking para fortalecer o mercado de varejo. De 12 a 15 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento oferecerá palestras com especialistas renomados e oportunidades exclusivas para impulsionar conexões e transformar o mercado supermercadista. Em 2024, a feira movimentou mais de R$ 15 bilhões em negócios, contando com a presença de 850 expositores, sendo 200 internacionais, e mais de 140 mil visitantes.
Islândia adotou a semana de 4 dias em 2019 e, mais de 5 anos depois, confirma que Geração Z estava certa o tempo todo
Por Viny Mathias
A aventura islandesa em direção a uma semana de trabalho reformulada não começou do dia para a noite. Em 2015, foi lançado um experimento em larga escala, envolvendo cerca de 2.500 trabalhadores convidados a testar uma semana de quatro dias. Diante de feedbacks positivos e dados animadores, o movimento se acelerou e, por volta de 2019, a redução da jornada de trabalho foi ampliada. Após os testes, os sindicatos islandeses negociaram reduções nas horas de trabalho para dezenas de milhares de seus membros em todo o país. Segundo o relatório de 2024 do The Autonomy Institute, uma boa parte da força de trabalho islandesa (86%) trabalha menos, geralmente em torno de 35 a 36 horas por semana. Essa profunda transformação não foi provocada por um único decreto governamental, mas pela negociação coletiva e pela força dos acordos sindicais, relata a CNN.
Isso permitiu uma flexibilidade significativa: os funcionários podem reduzir suas horas semanais ou optar por uma semana de trabalho condensada em menos dias. Esse pragmatismo tem sido a chave para uma adoção massiva e bem-sucedida. Os temores iniciais, semelhantes aos observados em debates em outros países, como a Alemanha, concentravam-se principalmente em um possível colapso na produtividade ou na complexidade da compensação salarial. No entanto, a experiência islandesa dissipou esses medos. Relatórios, incluindo aqueles analisados por laboratórios de ideias, como o do próprio The Autonomy Institute, responsável por essa pesquisa na Islândia, indicam que a produtividade não apenas permaneceu estável, mas às vezes até melhorou.
Como podemos explicar esse fenômeno? A resposta reside, em grande parte, na melhoria significativa do bem-estar dos trabalhadores. A redução da jornada de trabalho resultou em uma queda significativa nos níveis de estresse e na diminuição dos casos de burnout, segundo o The Autonomy Institute. Os funcionários relatam uma melhor capacidade de equilibrar o trabalho e a vida pessoal. Esta realidade ecoa diretamente as prioridades demonstradas pela Geração Z, grande parte da qual (cerca de 81% segundo alguns estudos) está convencida de que a redução da jornada de trabalho é sinônimo de maior eficiência e privilegia a saúde mental como critério essencial.
As chaves para o sucesso islandês
Há vários fatores que explicam por que o modelo islandês funcionou tão bem enquanto outras iniciativas fracassaram. Primeiro, e crucialmente, a transição foi feita sem qualquer perda de salário ou redução de benefícios para os funcionários. Essa é uma grande diferença em relação a modelos como o testado na Bélgica, onde a semana de quatro dias muitas vezes precisa ser compensada por dias úteis mais longos. Em segundo lugar, a Islândia investiu fortemente na digitalização de seus negócios e serviços públicos. O país se beneficia de uma das infraestruturas de internet mais avançadas do mundo, com conexões confiáveis e rápidas, inclusive em áreas rurais. Este ambiente tecnológico tem facilitado muito a manutenção da produtividade, nomeadamente promovendo o crescimento do trabalho remoto e a otimização de processos.
Um dos problemas na questão de adotar uma carga menor de trabalho é a diferença entre setor público e privado, já que o setor privado se mostrou muito mais relutante em fornecer essa opção de jornada menor aos seus trabalhadores. Corroborando esta visão, o programa islandês de redução da jornada de trabalho foi criticado por associações de empregadores devido ao seu aparente impacto financeiro. Estima-se, porém, que os custos adicionais iniciais devido à redução da jornada de trabalho de todo o setor público em 2022 não ultrapassaram 0,11% do orçamento total: uma quantia pequena no contexto da melhoria da qualidade de vida de milhares de trabalhadores, diz o relatório do The Autonomy Institute.
A produtividade do trabalho na Islândia foi a que mais aumentou entre os países nórdicos nos últimos cinco anos (1,5%, segundo o Comitê de Estatísticas do Mercado de Trabalho) e a economia subiu 4,1% em 2023, relata a FOX 10. Isso é notável, visto que os críticos da iniciativa de redução de jornada alegaram repetidamente que a produtividade não aumentaria em relação à redução de jornada. Uma causa provável dessa mudança é a reorganização do trabalho e turnos mais bem organizados, estratégias destinadas a preparar a redução de jornada, mas também a ampla consulta sobre a implementação da redução da jornada de trabalho. Para complementar, em 2023, a taxa de desemprego da Islândia foi de 3,6%, uma das mais baixas da Europa, refletindo um mercado de trabalho forte, de acordo com o relatório.
A experiência islandesa, com anos de retrospectiva, oferece uma perspectiva interessante sobre o futuro do trabalho. Ela demonstra que a redução da jornada de trabalho, longe de ser uma utopia, pode ser uma estratégia vencedora para a produtividade, o bem-estar dos funcionários e até mesmo a igualdade social. Ao estabelecer as bases com um sistema educacional já altamente digitalizado, a Islândia está garantindo uma adaptação mais tranquila para as futuras gerações de trabalhadores. Este laboratório social a céu aberto confirma, por meio de fatos, que as intuições e demandas da Geração Z por um equilíbrio mais saudável entre vida pessoal e profissional e uma redefinição de desempenho não são meros caprichos, mas talvez os fundamentos de um modelo de trabalho mais sustentável e humano.
Quando o Marketing se tornou código: a fusão inevitável entre estratégia, dados e algoritmos
Por Luciano Fernandes
Por muito tempo, marketing foi sinônimo de criação publicitária, storytelling e campanhas que paravam o horário nobre. Era um ofício ancorado na sensibilidade, no timing e na intuição. Mas o tempo — e principalmente a tecnologia — reescreveu essa narrativa. Em silêncio, o marketing deixou de ser apenas linguagem e passou a ser arquitetura de dados. Hoje, ele é engenharia emocional movida a algoritmos. A integração entre o marketing e tecnologia não é uma revolução que virá: ela já aconteceu. E continua se acelerando.
Segundo a McKinsey, empresas que se destacam na personalização geram 40% mais receita com essas atividades do que os concorrentes médios . Além disso, 71% dos consumidores esperam que as empresas ofereçam interações personalizadas, e 76% se frustram quando isso não acontece. A personalização deixou de ser um diferencial e tornou-se pré-requisito básico de sobrevivência. Isso não se faz mais com planilhas ou campanhas genéricas: exige tecnologia integrada, automação inteligente, ciência de dados e, sobretudo, uma mudança cultural profunda nas equipes de marketing.
Nesse novo cenário, criatividade e tecnologia não são antagonistas — são interdependentes. A grande ideia continua sendo necessária, mas ela precisa ser validada, calibrada e impulsionada por dados concretos. A IA generativa não substitui o criador, ela amplia sua visão. Plataformas como Adobe Sensei, Salesforce Einstein e Google Cloud AI oferecem recursos de automação criativa, geração de conteúdo e análise preditiva que transformam o processo de criação em um ciclo contínuo de aprendizado e evolução.
Marketing como sistema vivo
A integração entre marketing e tecnologia está desenhando uma nova anatomia organizacional. Silenciosamente, as áreas de TI, CRM, UX, branding, vendas e atendimento não operam mais de forma isolada, mas como partes interconectadas de um mesmo sistema vivo. O marketing tornou-se o elo entre a análise de dados e a experiência do consumidor. É ele quem traduz os sinais captados em decisões estratégicas. É ele quem transforma dados em histórias e insights em ações.
No centro desse ecossistema, estão as plataformas: um estudo da Chiefmartec aponta que, em 2024, existem mais de 14.000 soluções de martech ativas no mercado — um salto exponencial em relação às 150 que existiam em 2011. Esse dado revela não apenas a velocidade da transformação, mas também a urgência de integração: ferramentas sem estratégia viram ruído.
É preciso lembrar que tecnologia, sozinha, não faz milagre. Ferramentas só são poderosas quando a cultura está preparada para usá-las com propósito. O novo marketing exige profissionais híbridos: criativos com raciocínio analítico, estrategistas com fluência digital, líderes que saibam ler dashboards com o mesmo conforto com que leem comportamentos. E exige, das marcas, coragem para abandonar certezas antigas e mergulhar em um território
que, embora complexo, oferece a única promessa concreta deste tempo: a da relevância contínua.
A pergunta não é mais “como unir marketing e tecnologia”.
A pergunta agora é: como sua marca deseja continuar existindo no mundo daqui para frente?
Escala e STIHL trazem Galvão Bueno para narrar os grandes nomes da marca para o agro.
Por Miltinho Talaveira
A nova campanha da STIHL, criada pela Agência Escala, aposta no carisma e no reconhecimento nacional de Galvão Bueno para contar uma história que vai além dos produtos. Com o conceito “Seleção do Agro STIHL”, a campanha aproxima o universo do campo ao do esporte e, com a energia inconfundível de Galvão, reforça o vínculo da marca com quem faz o agro acontecer.
No filme, gravado na propriedade do próprio Galvão, em Candiota/RS, o narrador assume seu posto clássico para contar, com emoção e autenticidade, a história de quem escolhe STIHL para vencer os desafios da lida no campo. A escolha de Galvão vai além da sua popularidade: ele também é produtor rural, cultiva oliveiras, produz vinhos e utiliza ferramentas STIHL, o que reforça a afinidade com o público.
A campanha tem veiculação nacional e multicanal. Está presente nos principais veículos de TV aberta e fechada, além de canais e programas esportivos. Está também no rádio, com cobertura em todas as regiões do país, e nas principais plataformas digitais. Reforçando, assim, o compromisso da marca com o agro brasileiro, unindo emoção e autenticidade para fortalecer ainda mais sua presença no campo.
Assista ao filme AQUI!
Imagens AQUI!
Ficha técnica | Campanha Seleção do Agro STIHL
Agência: Escala
Cliente: STIHL
Produto: Linha de Agro
Campanha: Seleção do Agro STIHL
Direção de Criação: Roberto Lopes
Redação: Keigiro Ueno
Direção de Arte: Cristiano Schmitz
Equipe Criativa: Felipe Lopes, Lucas Ferreira, Marcus Azevedo, Pedro Rocha Martin
Negócios/Atendimento: Graziela Kellermann, Renata Carolina, Marindia Behrens
Produção: Taísa Rosa, Andres Araújo
Mídia: Camila Machado, Natalia Maffizzoni, Elian Soares
Planejamento: Renata Schenkel, Calvin Wallau
Marketing do cliente: Rafael Zanoni, Andreia Edi, Iara Michalski
Produtora de vídeo: Polvo Content
Direção de cena: Thiago Artmont
Produção Executiva: Ana Maitê Fröhlich
Head de Projetos: Bruno Meira
Diretor de Fotografia: João Fröhlich
Assistente de Direção: Vitor Moreno
Produtora de áudio: Clamp Music
Fotógrafo Still: Raul Krebs
Assistente: Tiago Farina e André Hilgert
Tratamento de Imagem: Gabriela Rodrigues / Gate Imagens