Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: Os Maiores Fracassos de Warren Buffett, Apple, Google e Meta enfrentam pressão por inovação frente a ascensão da IA , Liderança 5.0: o novo humano que lidera no mundo digital, Daniel Scola celebra e agradece audiência em seus canais e Novo Muro da Mauá dá a largada para as corridas
Gênios Também Erram: os Maiores Fracassos de Warren Buffett
Por Karina Merli e Jasmine Olgo
Warren Buffett é reconhecido mundialmente por sua vocação para os negócios. Desde 1964, o bilionário comanda a Berkshire Hathaway que era uma empresa têxtil e passou a ser a holding mais valiosa do mundo entre as que não atuam em tecnologia e petróleo. O retorno do conglomerado é estimado em 5.500.000% ao longo de sua trajetória de 60 anos. Para se ter ideia, no mesmo período, o índice S&P 500 avançou 39.054%. Atualmente, o valor de mercado da Berkshire é de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,852 trilhões).
Uma lenda viva do mercado financeiro, o Oráculo de Omaha (como ficou conhecido) anunciou aos 94 anos que irá se aposentar do comando da companhia que o transformou em um dos homens mais ricos do mundo. A declaração repercutiu entre CEOs de diversos setores e, claro, no mercado financeiro.
Em seu portfólio, a Berkshire tem ferrovias, postos de gasolina, concessionárias, construtoras entre outros, somando 180 empresas, com uma receita anual de US$ 400 bilhões (R$ 2,284 trilhões). Neste primeiro trimestre, a holding acumulou US$ 347,7 bilhões (R$ 1,2 trilhão) em volume de caixa. A empresa tem também sua estratégia baseada em um grupo restrito de ações de empresas consolidadas, como Apple, American Express, Coca-Cola e Bank of America. Além disso, possui 5% dos títulos do Tesouro americano.
A história de Buffett é uma inspiração para várias pessoas e apesar de ser recheada de acertos, também teve seus erros, confira quais foram eles.
Para chegar ao topo, Buffett deu tacadas certeiras. Em 1988, o CEO do conglomerado resolveu investir na Coca-Cola. Na época, aos seus acionistas, Buffett comunicou em sua carta anual: “quando possuímos negócios excepcionais, com boa gestão, o nosso período favorito de retenção é para sempre”. E, assim, os papéis da marca de refrigerantes foram mantidos.
Em 2024, a participação da Berkshire na Coca-Cola era cerca de US$ 25 bilhões (R$ 142,75 bilhões), além disso, em quase 40 anos, a marca de bebidas rendeu ao conglomerado em torno de US$ 770 milhões (R$ 4,396 bilhões).
Nem só vitórias
American Express, Apple e Coca-Cola são apenas alguns exemplos de investimentos de sucesso da Berkshire. Só que nem sempre foi assim. Inicialmente, Buffett apostava em empresas cujas ações eram mais baratas. A virada de chave foi graças a Charlie Munger, sócio de Buffett, que o incentivou a mudar isso, buscando papéis de qualidade a preços justos.
Ainda assim, houve margem para equívocos, como o ocorrido com o Salomon Brothers. Em 1987, a Berkshire adquiriu as ações preferenciais do banco, em uma época em que ele ainda figurava como uma das principais instituições de Wall Street. Tudo ia bem, até que um escândalo envolvendo um leilão de títulos do Tesouro americano desestabilizou a instituição.
Buffett chegou a assumir o controle da empresa para tentar reverter a crise, mas foi insuficiente. Em 1997, o banco foi vendido para o Travelers Group que, mais tarde, se tornaria o Citigroup. Com a movimentação, a Berkshire recuperou o seu investimento, mas o caso tornou-se um exemplo negativo na história da holding.
“Consigo lidar com más notícias, mas não gosto de enfrentá-las depois que já se agravaram”, escreveu Buffett em sua carta de 2010 aos acionistas da Berkshire. “A relutância em encarar imediatamente más notícias foi o que transformou um problema na Salomon, que poderia ter sido resolvido com facilidade, em algo que quase causou a falência de uma empresa com 8 mil funcionários.”
Também na década de 1980, outra empresa machucou a reputação inabalável de Buffett: a USAir: A Berkshire comprou quase 10% da companhia e desembolsou US$ 358 milhões, mas pouco anos depois já acumulava uma perda de 75% do valor investido.
Buffett se desculpou pela operação e disse ter subestimado questões regulamentares e o seu impacto na indústria aérea dos EUA. De 1990 a 1994, o prejuízo da empresa foi de US$ 2,4 bilhões.
Um outro arrependimento público do Oráculo de Omaha foi não ter vendido a frágil operação têxtil da Berkshire Hathaway na década de 1960, por ter recebido uma oferta por ação apenas alguns centavos abaixo do inicialmente esperado.
A decisão custou cerca de 25% de todo o capital da Buffett Partnership. Apesar da falta de resultados e da operação deficitária, a venda da subsidiária só foi feita em 1985.
Apple, Google e Meta enfrentam pressão por inovação frente a ascensão da IA
Por Lisa Eadicicco
As pessoas não estão mais fazendo tantas amizades no Facebook hoje em dia. O iPhone talvez não pareça necessário em uma década. E as pesquisas do Google em um dos smartphones mais populares do mundo estão diminuindo.
Essas foram algumas das admissões excepcionalmente francas de dois julgamentos antitruste separados contra a Meta e o Google. Foi um raro reconhecimento, por parte dos líderes tecnológicos, de que os produtos de vanguarda nos quais suas empresas foram fundadas poderiam, algum dia, perder sua relevância.
O Vale do Silício se orgulha da inovação, da mudança e de uma busca constante por encontrar “a próxima grande novidade”.
Ainda assim, as admissões ressaltam a pressão crescente que os gigantes da tecnologia enfrentam em meio às novas ameaças da inteligência artificial e dos novos aplicativos de mídia social — e à rapidez com que qualquer produto pode ser deixado para trás.
A Apple não respondeu ao pedido de comentário da CNN. Um porta-voz do Google apontou para as declarações públicas da empresa, enquanto um porta-voz da Meta direcionou a CNN para respostas específicas do depoimento do CEO Mark Zuckerberg no tribunal.
Os três gigantes da tecnologia ajudaram a moldar a Web moderna nas últimas duas décadas.
O mecanismo de busca do Google triunfou no final dos anos 90 e início dos anos 2000 devido ao seu sistema de classificação dos resultados por relevância e importância, em vez de classificá-los por tópico.
E a Meta, empresa controladora do Facebook, é a grande responsável por transformar as plataformas sociais em um feed viciante de curtidas, comentários e outras interações.
O que impulsionou essas duas tendências foi o smartphone, permitindo que os usuários acessassem esses serviços de praticamente qualquer lugar, algo que a Apple preparou com o primeiro iPhone em 2007.
O sucesso desses produtos catapultou a Apple, o Google e a Meta para mega-valorizações. Mas, durante o depoimento no tribunal, os executivos indicaram que os consumidores estão perdendo o interesse em algumas das tarefas para as quais o Facebook e o Google foram inicialmente criados.
Eddy Cue, vice-presidente sênior de serviços da Apple, revelou na semana passada que as consultas de pesquisa do Google em seus dispositivos diminuíram pela primeira vez no mês passado, de acordo com a Bloomberg. Os comentários foram feitos durante seu depoimento no julgamento antitruste do Departamento de Justiça contra o Google. (O Google paga à Apple para ser o mecanismo de busca padrão no navegador Safari do fabricante do iPhone).
Esse é outro sinal de que os consumidores podem estar mudando para chatbots com IA para cumprir algumas das funções de um mecanismo de busca tradicional. A empresa de pesquisa de mercado Gartner estimou, no ano passado, que o volume dos mecanismos de busca cairia 25% até 2026, à medida que os consumidores se voltassem para as ferramentas de IA.
O Google disse em um comunicado na quarta-feira que continua “a ver o crescimento geral de consultas na pesquisa”, e isso inclui “um aumento no total de consultas provenientes de dispositivos e plataformas da Apple”.
A Meta também está vendo os consumidores se afastarem de seu caso de uso original: adicionar amigos e compartilhar conteúdo.
“A quantidade de conteúdo que as pessoas compartilham com amigos no Facebook, especialmente, tem diminuído”, disse o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, durante um julgamento em abril de um processo antitruste movido pela Comissão Federal de Comércio.
“Até mesmo a quantidade de novos amigos que as pessoas adicionam… acho que está diminuindo. Mas não sei os números exatos.”
Em vez disso, Zuckerberg disse que a empresa registrou um grande aumento nas mensagens diretas.
Os comentários de Zuckerberg foram feitos em um momento em que pesquisas mostram que o Facebook está ficando para trás em relação a outras plataformas on-line com públicos mais jovens. Um relatório do Pew Research Center de dezembro constatou que o uso do Facebook caiu nos últimos 10 anos, com apenas 32% dos adolescentes dizendo que usam a rede social homônima da Meta. Isso se compara a 71% em 2014 e 2015, embora os adolescentes ainda usem o Instagram com frequência.
A Meta tem moldado agressivamente seus aplicativos para acompanhar as novas tendências.
Em 2013, o Facebook não conseguiu comprar o Snapchat, mas, cerca de três anos depois, introduziu sua própria alternativa no Instagram Stories. O feed de vídeo de formato curto do Instagram, conhecido como Reels, veio para enfrentar o TikTok em 2020, e Zuckerberg disse em seu depoimento que o conteúdo de vídeo é onde as pessoas estão passando a maior parte do tempo no Facebook atualmente.
Até mesmo o iPhone pode estar correndo o risco de perder a preferência na próxima década, disse um executivo da Apple.
“Talvez você não precise de um iPhone daqui a 10 anos, por mais louco que pareça”, disse Cue, da Apple, durante seu depoimento no tribunal no julgamento do Google, segundo a Bloomberg.
Com 19% das remessas globais de smartphones no primeiro trimestre de 2025, de acordo com a International Data Corporation, o iPhone da Apple é a segunda marca de smartphone mais popular do mundo.
Mas a Apple, juntamente com outros gigantes da tecnologia, está determinada a descobrir o que vem a seguir.
E a resposta poderia ser óculos inteligentes que usam IA para analisar o mundo ao seu redor e executar tarefas sem precisar pegar o telefone — uma visão na qual a Meta, a Samsung e o Google já estão apostando. Zuckerberg disse em seu depoimento que acredita que os consumidores acabarão interagindo com o conteúdo por meio de “óculos inteligentes e hologramas”, eliminando a necessidade de usar um “retângulo brilhante” para acessar plataformas digitais. O chefe de dispositivos e serviços da Amazon, Panos Panay, também não descartou a possibilidade de óculos Alexa equipados com câmera, semelhantes aos oferecidos pela Meta, em uma entrevista à CNN em fevereiro.
A Apple também acredita que a próxima etapa da computação envolverá dispositivos usados no rosto, como evidenciado pelo Vision Pro de US$ 3.500. Esse dispositivo, embora seja de nicho, pode ser um precursor dos tipos de óculos inteligentes que os rivais da Apple estão desenvolvendo ou vendendo atualmente.
Ao mesmo tempo, os consumidores não estão atualizando seus telefones com tanta frequência agora que os dispositivos móveis não mudam mais drasticamente a cada ano.
Por enquanto, os consumidores continuarão a percorrer o Instagram e a digitar consultas da Pesquisa Google em seus iPhones. E a mudança é uma coisa boa para gigantes corporativos como esses; ela permite que eles mostrem à Wall Street que ainda há espaço para crescer e, ao mesmo tempo, reforça seus argumentos para os legisladores de que eles enfrentam uma concorrência acirrada.
O que está mudando, no entanto, é que as empresas de tecnologia que dominaram o início dos anos 2000 e 2010 podem ter que lutar um pouco mais para se manter à frente da curva.
Liderança 5.0: o novo humano que lidera no mundo digital
Por Redação Mundo RH
Como liderar com empatia, propósito e inteligência emocional em um mundo cada vez mais tecnológico e acelerado.
Você já percebeu? Estamos vivendo uma virada silenciosa e poderosa: a era da Liderança 5.0. Entramos, de vez, na Sociedade 5.0, um modelo em que a tecnologia existe para servir ao ser humano — e não o contrário. A Economia 5.0 não fala apenas de inovação e lucro, mas de pessoas vivendo melhor, de tecnologia com alma, de empresas com propósito. E isso muda tudo.
Não basta mais gerenciar processos e metas. Agora, liderar é entender profundamente o novo humano — esse ser hiperconectado, bombardeado de informações, mais criativo, mas também mais ansioso, mais exigente e, muitas vezes, mais fragilizado.
E quem é o novo líder?
O novo líder — o Líder 5.0 — é quem sabe navegar nesse mundo paradoxal: rápido, mas humano; digital, mas sensível; inovador, mas acolhedor. Ele é um facilitador, um integrador de talentos, um guardião da saúde emocional do time e, acima de tudo, um ser humano consciente de sua influência e responsabilidade.
Vamos enumerar aqui as principais características do Líder 5.0:
Empatia como competência estratégica: não basta ouvir; é preciso entender, acolher e agir com o outro em mente.
Capacidade real de adaptação: não é apenas um discurso bonito — é saber mudar rápido, aprender rápido e ensinar rápido.
Visão de propósito: pessoas querem se conectar a algo maior do que tarefas. O Líder 5.0 inspira propósito, não apenas produtividade.
Gestão emocional ativa: saber identificar sinais de estresse, burnout e ansiedade no time — e agir antes que se tornem crises.
Atualização constante: um Líder 5.0 nunca para de estudar — seja sobre novas tecnologias, novas relações de trabalho ou novas formas de cuidar de pessoas.
O papel do líder na era da saúde mental frágil
Nunca se falou tanto em saúde mental no ambiente de trabalho — e com razão. O excesso de informação, a pressão por resultados, a comparação constante nas redes sociais e a falta de tempo real para desconectar estão adoecendo pessoas em todos os níveis.
O novo líder não pode ignorar isso. Ele precisa ser um promotor de ambientes saudáveis, onde vulnerabilidade não é fraqueza, mas sim humanidade; onde resultados importam, mas o ser humano vem primeiro; e onde pausas, escuta ativa e segurança psicológica são parte da estratégia.
Porque um time doente não inova, um time exausto não cria e uma liderança desconectada, hoje, está condenada a desaparecer.
O mundo 5.0 é feito de tecnologia para as pessoas — mas quem cuida das pessoas são os líderes. Se você lidera, seja uma padaria ou uma multinacional, seu maior desafio nos próximos anos será: manter o humano vivo, criativo e saudável em meio ao digital.
Essa é a verdadeira revolução.
E você? Já começou a sua?
Daniel Scola celebra e agradece audiência em seus canais
Definida como “a maior cobertura da vida” pelo próprio comunicador, a ida de Daniel Scola para o conclave que elegeu o Papa Leão XIV é considerada um sucesso. Em pouco mais de uma semana, os números demonstram elevada aceitação por parte do público, que pode consumir conteúdos no perfil dele no Instagram e no “Canal do Scola” no Youtube.
Em vídeo publicado na segunda (12) o jornalista fez um emocionante relato, afirmando que “depois do câncer que tive na cabeça, que me deixou com várias sequelas, eu queria voltar a fazer o que mais gosto: jornalismo. Eu não ia ser derrotado por essa doença e isso me deixou ainda mais motivado. Para mim, essa é a cobertura mais marcante da minha vida, prova de que posso continuar fazendo jornalismo”, comemorou.
Os conteúdos atingiram 2 milhões de visualizações e impactaram mais de 300 mil contas no Instagram. Em média, foram quatro publicações diárias nos oito dias de passagem pelo Vaticano ou Roma. Scola também fez participações na programação da TV Rede RS e em veículos do Grupo Sinos.
Saído da RBS em março e com uma trajetória de mais de 25 anos de carreira, o comunicador recentemente lançou suas plataformas próprias. Além do Instagram e do Youtube, também prepara um canal no Spotify e já trabalha num Clube do Livro. O site danielscola.com.br é outro ponto de contato com o público que já está no ar.
Novo Muro da Mauá dá a largada para as corridas
O Novo Muro da Mauá, composto por um consórcio das empresas Sinergy e H MÍDIA, em parceria com a Prefeitura de Porto Alegre, literalmente está dando a largada para destacar um estilo de vida e de convivência por meio de uma ação histórica e que está entre as tendências de muitas pessoas: as corridas urbanas. Corridas de Ruas é a nova fase do painel cultural do Muro da Mauá, que toma conta do espaço a partir deste mês de maio. No Brasil, são mais de 13 milhões de corredores, 22% deles em nossa região sul, que participam de mais de 150 mil provas todos os anos. E esse movimento todo segue aumentando e ganhando cada vez mais novos adeptos. A fase se apresenta para destacar que independentemente do motivo pelo qual você corra – saúde, terapia, cultura urbana ou esporte – aproveite ao máximo e siga em frente.
Momento para destacar as principais provas do mundo como a Corrida de São Silvestre, Maratona de Porto Alegre, Volta da Pampulha, Maratona de Nova Iorque, Maratona de Londres, Grande Corrida da Etiópia, Maratona de Tokyo, Maratona de Berlin e Maratona de Buenos Aires. Espaço ainda para enfatizar os cuidados com a preparação para corridas e a saúde. Correr melhora a saúde cardiovascular ao fortalecer o coração, reduz a pressão arterial e aumenta a circulação sanguínea, diminuindo o risco de doenças cardíacas e AVC. E mais: praticar regularmente fortalece os pulmões,aumentando sua capacidade e eficiência na absorção de oxigênio, além de estimular o fortalecimento muscular e qualidade do sono. Outro aspecto importante envolve a saúde mental e o foco, pois correr libera endorfinas e reduz o estresse. Passadas largas para a autoestima e bem-estar.
Na parte da memória das corridas de rua um dos painéis fará referência a primeira Maratona de Porto Alegre, realizada em 1983 tendo como o primeiro campeão Adão Juarez Camões, que marcou história na prova. Ao todo serão oito painéis enfatizando temas como a história, preparação, a saúde, as principais provas do mundo. “As fases culturais do muro são bastante diversificadas. O projeto iniciou com os 250 anos de Porto Alegre, com fotógrafos conhecidos e artistas gráficos retratando a cidade. Depois foram realizadas as fases Bienal do Mercosul, os cidadãos que fazem a cidade se movimentar, os porto-alegrenses que são a cara da cidade, Porto Alegre de Erico Verissimo e POAi”, destaca João Pedro Nunes da Silveira, diretor da H MÍDIA.
Também a fase intitulada ‘Muro dos Pedidos’, que contou com o propósito de elevar ainda mais o papel de resiliência que o espaço ganhou durante as cheias de maio, tornando-o agora um local de reflexão para Porto Alegre. A mais recente colocou em foco os 200 anos da Imigração Alemã no Brasil, lembrando a chegada dos primeiros imigrantes em 1824. “O objetivo das etapas culturais do Novo Muro da Mauá é valorizar a história da cidade, transformando o histórico e controverso Muro, construído na década de 70 como parte do sistema de proteção das cheias, em uma galeria de arte gigantesca”, explica Eduardo Ferreira, sócio-fundador e CEO da Sinergy, O Muro da Mauá se estende no decorrer de 2,6 km da Avenida Mauá e três metros de altura acima do solo em boa parte do Centro Histórico e coração de Porto Alegre. A nova fase cultural conta com o patrocínio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Sul (CREA-RS) e Hospital Mãe de Deus.
H MÍDIA – Com operação desde abril de 2002, a H MÍDIA especializou-se em locação de espaços publicitários em mídia OOH. Nos últimos anos incorporou em seu portfólio de produtos uma gama de soluções estáticas e digitais, buscando atender às necessidades de comunicação do mercado nos ambientes urbanos e de circulação de pessoas.
Sinergy – Há 25 anos no mercado, apresenta soluções de comunicação para conectar marcas às pessoas de forma positiva e inspiradora. Sua atuação é focada em atender clientes, parceiros, fornecedores e a comunidade de forma integrada. Tendo em vista a mobilidade urbana, possui equipe atenta para suprir as necessidades do público de OOH.