Por trás do rebranding da Apple TV e outros artigos da semana -07.11.2025

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Você vai ler na coluna de hoje: “Esse é só o começo”: por trás do rebranding da Apple TV, Branding: as estratégias que líderes usam para conectar as marcas aos brasileiros, Escala apresenta filme que convida o público da Noite dos Museus 2025, Panvel reforça sua parceria histórica com o Instituto de Câncer Infantil em mais um ano de ações dedicadas ao cuidado das crianças, A nova força das marcas: criar vínculos reais em um mundo distraído e  Como estruturar as operações de merchandising e execução em campo?

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“Esse é só o começo”: por trás do rebranding da Apple TV

 Por Meio & Mensagem

 

Depois de ter confirmado, em outubro, que aposentaria o plus do Apple TV+, a empresa apresentou, nesta segunda-feira, 3, as novas identidades visual e sonora do serviço de streaming.

O vídeo de apresentação da novidade, intitulado como “This is just the beggining” (Esse é só o começo), tem cinco segundos apenas. Tempo suficiente para visualizar o novo logo, mais colorido, e a assinatura sonora, criada por Finneas O’Connel, produtor e compositor vencedor do Oscar e irmão da cantora Billie Eilish.

Em sua conta no Instagram, O’Connell disse que criou um “novo mnemônico para a Apple TV” (mnemônico é uma técnica de memorização que utiliza associações simples para facilitar a assmilação de informações complexas). No post, ele comentou que espera que a composição breve se encaixe com aquilo que ama na Apple, que é o fato de a companhia fazer “ferramentas bonitas”.

David Taylor, head de música da Apple, afirmou que o compositor conseguiu dar à Apple um som único, cinematográfico e mágico. Há três versões da identidade sonora: uma de cinco segundos, que foi divulgada, uma de um segundo, pensada para trailers de filmes, e uma de 12 segundo, que será exibida no início de longas-metragens nos cinemas.

Já o novo logo é animado: quando em movimento, exibe as cores do arco-íris. Veja o vídeo AQUI.

 

 

 

Branding: as estratégias que líderes usam para conectar as marcas aos brasileiros

Por Vitor Oliveira

 

No painel “O Valor das Marcas no Brasil”, especialistas em branding e diretores executivos de grandes empresas debateram os principais pilares para a construção e mensuração do valor de uma marca no contexto brasileiro, ressaltando a complexidade e a riqueza cultural que influenciam esse processo.

O debate ocorreu durante a cerimônia do Prêmio As Marcas Mais Valiosas do Brasil 2025, promovido pelo InfoMoney, nesta segunda-feira (3), na ESPM (Escola Superior de Publicidade e Marketing), em São Paulo (SP).

Participaram o CEO da TM20 Branding, Eduardo Tomiya, o CEO da Brazil Panels, Claudio Vasques, o CEO da Elos Ayta Consultoria, Einar Rivero, e a gerente global de marca do Grupo Tigre, Carla Fontão Gonçalves; com mediação da jornalista Malu Dourado.

A premiação, que, pela primeira vez, tem o InfoMoney como parceiro oficial na divulgação do ranking, mede quanto vale a força de uma marca brasileira. A avaliação é feita pela consultoria TM20 Branding, em parceria com Brazil Panels e Elos Ayta.

 

Valor de marca no Brasil

Einar Rivero, da Elos Ayta, tratou de aspectos técnicos da construção de valores de uma marca. Segundo ele, o valor de mercado de uma empresa é reflexo de quatro pilares financeiros: a rentabilidade sobre o patrimônio, a remuneração dos acionistas, a volatilidade das ações e a comunicação eficaz dos dados ao mercado.

Além disso, Rivero defendeu a importância de adaptar a linguagem para perfis distintos para que os resultados das empresas sejam compreendidos e valorizados.

“No mercado financeiro, existem dois grandes públicos: o institucional e o de pessoas físicas. Não é possível nos comunicarmos da mesma forma com esses dois grupos; cada um requer uma linguagem específica”, disse.

Para Eduardo Tomiya, da TM20, o valor de uma marca está enraizado na cultura do país, um processo dinâmico e não fixo, que evolui junto com o contexto temporal.

“O Brasil na verdade são vários ‘Brasis’. Muita gente fica olhando para o Brasil da Faria Lima, mas o Brasil está acontecendo nos interiores”, afirmou.

Segundo Tomiya, marcas que antes nem imaginavam aparecer em rankings agora surgem com força, pois possuem um poder local enorme. Para ele, essa diversidade torna o Brasil especialmente relevante e impõe que multinacionais tenham uma atuação “glocal”, ou seja, campanhas globais com características locais.

Com ele concorda Carla Fontão, da Tigre. Segundo ela, o brasileiro, embora cada vez mais racional, continua muito passional, o que torna o mercado muito receptivo e autêntico, destacando a necessidade de comunicação regionalizada, pois o Brasil não é homogêneo.

“O brasileiro é extremamente apaixonado, o que pode ser um ponto positivo, pois quando algo faz sentido e é genuíno, as pessoas se engajam e fazem a marca crescer junto. O brasileiro também é diverso, então não é possível tomar decisões apenas de forma centralizada, do topo da Faria Lima, sem ouvir todas as partes”, afirmou.

Segundo Claudio Vasques, da Brazil Panels, no fim das contas, as marcas estão lidando com pessoas, e isso exige que elas entendam as diferenças e características próprias de cada região do país, inclusive, entendendo as dificuldades para obtenção de dados de consumo de cada uma delas.

“Enquanto algumas áreas, como o sul do país, estão totalmente conectadas digitalmente, outras regiões, como o Norte, enfrentam desafios maiores nessa conectividade. Então a gente tem que se adaptar para realizar essa parte de coleta e seja feita de uma forma muito específica em cada uma das regiões”, disse.

 

 

Escala apresenta filme que convida o público da Noite dos Museus 2025

 

 

Depois de marcar presença nas ruas e nas redes com uma campanha gráfica que gerou grande identificação do público, a Noite dos Museus apresenta o filme que norteará a comunicação da edição 2025. Criado pela agência Escala, o trabalho amplia o conceito desta edição e propõe uma experiência sensível que vai além da divulgação do evento.

A ideia central parte de um incômodo que dialoga com o cotidiano de qualquer grande cidade: a sensação de estar vivendo “no automático”. O filme utiliza uma abordagem poética para refletir sobre esse estado de entorpecimento e sobre como a arte pode atuar como gatilho para reconexão — consigo, com o outro e com o espaço urbano.

A produção apresenta personagens em um ambiente escuro e simbólico, quase como uma extensão do inconsciente. Elas realizam tarefas rotineiras de olhos fechados, o que cria uma metáfora visual para a falta de presença nas pequenas experiências do dia a dia. A narrativa avança até o momento em que uma intervenção artística surge como ponto de ruptura. A partir dali o cenário se transforma, e o espectador acompanha o despertar dessas personagens para novas percepções.

Com direção de linguagem minimalista e um cuidado estético que evoca sensações mais do que explicações, o filme traduz o tema desta edição: a arte como convite para ver — e sentir — a cidade de um novo jeito.

Mais do que informar sobre a programação, a obra funciona como um manifesto sensível. É um chamado para desacelerar, abrir espaço ao olhar curioso e permitir que a arte seja um instrumento de pausa, reflexão e renovação.

Ficha Técnica

Agência: Escala

Campanha: A Arte Desperta

Direção Executivo de Criação: Roberto Lopes

Direção de Arte: Lucas Trevisani

Redação: Cristiano Werkhauser

Negócios/Atendimento: Felipe Rockenbach

Produção: Gisele Pereira

Mídia: Felipe Rockenbach

Operações: Sara Anacleto e Simone Portal

Produção de áudio: Clamp Music

Produtora Filme: Casa Átomo

Direção Geral:  F.two (Tom Silveira e Vinicius Gonçalves)

Direção de Fotografia: Otávio Castedo

Cliente/Marketing: Francine Wartchow e Rodrigo Nascimento

Comunicação: Miltinho Talaveira

 

 

Panvel reforça sua parceria histórica com o Instituto de Câncer Infantil em mais um ano de ações dedicadas ao cuidado das crianças

 

Parceiro de longa data do Instituto do Câncer Infantil (ICI), o Panvel reforçou diversas iniciativas, doações e projetos sociais em 2025, visando o cuidado e o apoio às famílias atendidas pela organização. Entre eles, destaca-se a participação na 31ª Corrida pela Vida, que acontece neste domingo (9 de novembro) no Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre. No evento, a rede promoverá atividades para crianças, somando mais uma ação ao conjunto consolidado ao longo do ano.

Um exemplo disso é a conversão de uma parte das vendas da linha de produtos Baby – destinada a crianças pequenas – em doações para o ICI. Essa é uma iniciativa contínua que contribui para serviços, pesquisas e tratamentos focados no câncer infantil e reflete um dos compromissos da rede com a saúde, a prevenção e a promoção do cuidado.

Além do apoio financeiro, este ano o ICI recebeu fraldas e produtos de higiene pessoal, contribuindo para o conforto e bem-estar das crianças em tratamento. Durante o inverno, os itens arrecadados na tradicional Campanha de Doação de Roupas de Inverno de Panvel foram destinados ao Instituto, permitindo que pacientes e famílias em situação de vulnerabilidade recebessem roupas adequadas para enfrentar o período de baixas temperaturas.

Em maio deste ano, Panvel também levou 22 crianças atendidas pelo ICI, acompanhadas por seus responsáveis, para assistir ao espetáculo Disney On Ice no Gigantinho. A atividade proporcionou um momento de alegria para as famílias, reforçando a importância de criar memórias positivas em meio à rotina do tratamento.

Serviço – Panvel na 31ª Corrida pela Vida Data: domingo, 9 de novembro Local: Parque Marinha do Brasil – Porto Alegre

Atividades infantis: roda da sorte e oficinas temáticas (pintura facial, acessórios e adesivos)

Horário: 7h30 às 11h00

 

 

A nova força das marcas: criar vínculos reais em um mundo distraído

Daniel Navas

 

Em um mundo em que a atenção das pessoas vale mais do que nunca, o que faz uma marca ser realmente inspiradora? Ser pioneira em tecnologia, líder de mercado ou ter um produto de qualidade já não basta. O verdadeiro diferencial, segundo especialistas, está em algo mais humano: a capacidade de criar conexões reais com as pessoas.

E esse foi o principal destaque do painel “Marcas que Inspiram: Conexão com o Consumidor”, apresentado durante o Prêmio As Marcas Mais Valiosas do Brasil 2025. O encontro reuniu William Malfatti, diretor de comunicação, relacionamento com clientes e relações institucionais do Grupo Fleury, Gisela Schulzinger, professora da ESPM, Aléxia Duffles, CMO da MRV e Gian Franco Rocchiccioli, CSO da Pande Design.

 

O poder da empatia: o caso Fleury

Às vésperas de completar 100 anos, o Grupo Fleury continua sendo referência em experiência do cliente no setor de saúde. Para William Malfatti, o segredo é simples, mas exige consistência: preservar a essência.

“Precisamos manter uma sensibilização contínua para entender o serviço que prestamos, que é saúde, e garantir que cada cliente saia melhor do que entrou”, afirma.

Com 77 milhões de atendimentos por ano, o Fleury aprendeu a se adaptar às diferentes realidades do país. Após mais de 40 aquisições, a companhia percebeu que precisava “sair do mindset da elite paulistana” e compreender os hábitos e culturas regionais. “Passamos a entender como os clientes gostam de ser atendidos em cada lugar. Isso nos permite gerar valor regional e fortalecer a marca nacionalmente”, diz Malfatti. E a cultura organizacional é o alicerce dessa conexão.

“Para termos clientes bem acolhidos, precisamos acolher bem nossos colaboradores. A cultura do Fleury é mantida viva por todos, e isso começa pela liderança” — William Malfatti, diretor de comunicação, relacionamento com clientes e relações institucionais do Grupo Fleury

 

A era das pessoas  (não dos consumidores)

A professora Gisela Schulzinger, da ESPM, trouxe uma provocação: talvez seja hora de aposentar a palavra “consumidor”.

“Temos tentado não usar esse termo. São pessoas. É preciso olhar para fora, entender o que elas desejam e entrar na conversa de forma genuína.”

Segundo Gisela, o mundo digital ampliou o espaço de interação, mas também tornou o diálogo mais complexo. “O espaço virtual é gigantesco e exige que as marcas participem sem tentar se impor. Cada uma deve encontrar sua forma de dialogar, com transparência e verdade.”

Para ela, a construção de uma marca inspiradora é um processo vivo. “O futuro não é algo distante. Ele já está acontecendo. O desafio é trazê-lo para o presente com transparência”, afirma.

 

MRV e o conceito de ‘marca pop’

Na jornada para se aproximar das pessoas, a MRV reposicionou sua identidade, deixando de ser apenas uma “marca popular” para se tornar uma “marca pop”, com presença cultural e conexão emocional.

“A MRV sempre foi conhecida por preço e capilaridade. Mas a marca pop traz o simbolismo de fazer parte do dia a dia das pessoas”, explica Aléxia Duffles, CMO da empresa.

Um dos marcos dessa virada foi o patrocínio ao Big Brother Brasil, que inseriu a MRV na conversa nacional e reforçou sua presença no imaginário popular.

“As marcas que continuarão serão as legitimadas pelos clientes. As comunidades de moradores se tornaram espaços de aprendizado e geração de insights” — Aléxia Duffles, CMO da MRV

 

Marcas inspiradoras falam menos de si e mais das pessoas

Para Gian Franco Rocchiccioli, da Pande Design, a inspiração nasce da coerência e da verdade. “Inspirar não é falar de si, mas do que você tem a oferecer às pessoas. As marcas precisam se reconhecer, saber seu propósito e dialogar com autenticidade”, afirma.

Ele reforça que o branding é um processo contínuo, que depende de coerência cultural e diálogo constante.

“A vida digital trouxe uma transparência radical. Só conquista legitimidade quem conversa com diversos públicos de forma honesta e sistêmica” — Gian Franco Rocchiccioli, CSO da Pande Design.

No fim, um consenso uniu os participantes: as marcas mais inspiradoras do futuro serão aquelas que souberem agir como pessoas, ou seja, com empatia, escuta e propósito.

 

 

Como estruturar as operações de merchandising e execução em campo?

Por Rubens Sant´Anna

 

Pessoal, queria abrir aqui um debate que faz parte do dia a dia de quem vive o Trade: como estruturar as operações de merchandising e execução em campo?

Afinal, o que funciona melhor — uma agência única nacional, centralizando toda a operação, ou várias agências regionais, atuando de forma independente?

Muitos alunos e clientes me questionam sobre isso, dessa forma tenho estudado esse tema em profundidade, e posso dizer que os dois modelos têm virtudes e armadilhas.

A estrutura centralizada traz padronização, integração de dados e governança, mas às vezes perde em agilidade local e pode gerar uma certa “distância” da realidade local do PDV.

Já o modelo regionalizado garante proximidade com o varejo, flexibilidade e adaptação, porém exige mais esforço de gestão e corre o risco de perder consistência e padronização entre regiões.

Em breve, vou publicar um artigo detalhando os prós e contras de cada formato — com dados, benchmarks e recomendações práticas para quem está desenhando (ou redesenhando) sua estrutura de Trade.

Enquanto isso, quero te ouvir:

Como é na tua empresa? Centralizado ou regionalizado? O que tem funcionado melhor na prática?

Detalhe importante: para o modelo compartilhado, o existe um aplicativo focado em gestão de promotores que tem se destacado no mercado: o Sistema_Puzzle

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