José Maurício Pires Alves – 28.11.2025

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp

Num encontro com amigos um deles me perguntou brincando: que ideia você tem sobre as boas ideias?
Me deu vontade de responder que não faço ideia, mas achei que seria melhor usar a pergunta como tema desta crônica.
Vamos começar pelo princípio que é muito variado. Uma ideia pode ser um proposito, um plano, um lance, uma intenção, uma informação ou até uma invenção.
Ou também um conjunto de opiniões de um grupo de pessoas sobre um determinado assunto.
Nos meus tempos de redator da McCann em Porto Alegre, eu adorava os brainstormings porque me ajudavam a encontrar soluções para nossos clientes, em vez de ficar frente ao papel em branco pensando sozinho.
Mas como não podia haver crítica nem censura, por vezes saía cada uma…
Na propaganda muitos de nós trabalhamos incessantemente em busca de novas e boas ideias.
E onde elas estão?
Fora da caixa, que é nossa cabecinha, ou na coletânea das caixas sobre determinado assunto.
Eu tinha um amigo que era cheio de ideias e nunca as colocava em prática. E, se nunca foi copiado ou plagiado é porque suas ideias não eram boas.
Mas existe uma ideia que se transformou num slogan que já tem quase cinquenta anos.
Ele foi criado por uma mulher, em 1978.
De origem suíça, Magy Imoberdof trabalhava à época na agência onde era sócia: a Lage, Magy, Stabel & Guerreiro.
Vejam a inusitada relação da origem da criadora com a popularidade do produto.
Voces devem conhecê-lo e por isto lhes pergunto:
A 51 é uma boa ideia?

Share on facebook
Share on linkedin
Share on whatsapp
Rolar para cima

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de acordo com a nossa
Política de Privacidade ao continuar navegando você concorda com estas condições.