Você vai ler na coluna de hoje: Especialista em futuro Tiago Mattos, publicitário Fábio Bernardi, o presidente da Associação de Profissionais da Propaganda e especialistas em IA da Amazon e da Volkswagen confirmam presença no FIND, O mercado de mídia ficou mais eficiente, mas menos curioso, Seu RH Está Preparado Para Isso?, De Volta!, Xadrez e Equívocos.
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Especialista em futuro Tiago Mattos, publicitário Fábio Bernardi, o presidente da Associação de Profissionais da Propaganda e especialistas em IA da Amazon e da Volkswagen confirmam presença no FIND
O line-up do Fórum do Mercado e Indústria Digital (FIND) acaba de ganhar reforços de peso. No dia 29 de abril, o Teatro da Unisinos, em Porto Alegre, será palco de mentes brilhantes como o futurista Tiago Mattos, o presidente da Associação de Profissionais de Propaganda (APP), Afonso Abelhão, o premiado publicitário Fábio Bernardi, da HOC e colunista da GZH, o head de GenAI & AI/ML GTM da Amazon Web Services (AWS) na América Latina, Ricardo Alem, e o Digital Transformation Senior Executive da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Renato Perrotta.
Esta edição também terá uma atração internacional: Francis Petty, Chief Strategy Officer e cofundador da GroovinAds, plataforma pioneira na América Latina em potencializar campanhas publicitárias com IA.
O evento promovido pela Associação Nacional do Mercado e Indústria Digital (AnaMid-RS) tem como tema “IA & Marketing: Entre a Magia e o Caos” e reúne para palestras profissionais que passaram por gigantes como Facebook, Globo e iFood, além de cientistas especializados em saúde mental e ética em IA.
Dois craques do mercado digital trarão suas impressões sobre a IA. Especialista no universo digital, Rafael Sbarai falará da inteligência artificial na Cazé TV. Já Juliano Kimura tratará das “Recomendações na Inteligência Artificial: Propaganda na era da internet morta”.
“A programação reflete o compromisso do fórum em abordar a tecnologia sob diferentes prismas, reunindo expertise técnica e pensamento estratégico para qualificar o mercado digital nesses tempos de mudança de paradigma”, explica Alexandra Zanela, vice-presidente da AnaMid-RS.
A programação e os ingressos já estão disponíveis no site oficial, com opções que vão do acesso convencional à experiência VIP. O ingresso premium oferece benefícios exclusivos, como assento nas primeiras filas, jantar e acesso ao Lounge AnaMid para networking com palestrantes e lideranças, além de quatro meses de associação à AnaMid-RS.
Confira a lista completa dos palestrantes confirmados:
- Afonso Abelhão: sócio-fundador e CEO na BigBee e DataCubo e presidente da APP Brasil.
- Aline Barbosa: pesquisadora de ética e segurança em IA na PUCRS e especialista em política algorítmica.
- Ana Carolina Peuker: CEO da Beetouch e psicóloga com pós-doutorado (UFRGS), focada na transformação digital da saúde mental.
- Fábio Bernardi: sócio, CEO e CCO da HOC, publicitário premiado e colunista do jornal Zero Hora.
- Flávia Crizanto: sócia-fundadora da Experta e especialista em SEO e construção de autoridade digital.
- Francis Petty: atração internacional, é Chief Strategy Officer e cofundador da GroovinAds, plataforma programática pioneira na América Latina.
- Julia Neves: CEO da Optimiza Marketing e consultora de SEO com foco em cultura data-driven.
- Juliano Kimura: creative thinker e consultor de inovação digital, com experiência como especialista no Facebook Brasil.
- Luciana Bazanella: cofundadora da White Rabbit, pesquisadora de futuros e palestrante em eventos como o SXSW.
- Marcio Coelho: CEO do Grupo Brivia, investidor e conselheiro focado em tecnologia, marketing e negócios.
- Paulo Aguiar: cofundador da CR_IA e LinkedIn Top Voice, referência em educação e produção com IA generativa.
- Rafael Sbarai: diretor de Marketing de Produto e Inovação na CazéTV, com passagens estratégicas por iFood e Globo.
- Renato Perrotta: senior manager na Volkswagen Caminhões e Ônibus, liderando soluções de IA e conectividade.
- Ricardo Alem: especialista em IA Generativa na AWS (Amazon), focado em inovação e transformação digital.
- Rodrigo Neves: presidente nacional da AnaMid, CEO da VitaminaWeb e autor do livro “O Caminho para a Maturidade Digital”.
- Rodrigo Pacheco: presidente da AnaMid-RS e diretor-executivo da Noûs, estrategista de dados e crescimento empresarial.
- Tiago Mattos: futurista, empreendedor e professor, com passagens pela ONU e pela Singularity University.
Ingressos
Os ingressos estão divididos assim:
- 2º Lote (até 20/03): R$ 198 (Inteira) | R$ 99 (Meia)
Para quem busca o máximo de imersão, o combo VIP garante jantar exclusivo com palestrantes, acesso às primeiras filas e ao lounge VIP e 4 meses de associação na AnaMid-RS por R$ 760 (vendas até 19/04). Todos os valores podem ser parcelados em até 12x.
O evento é uma realização da AnaMid-RS, com apresentação do Banrisul. O patrocínio é de Gross Marketing, ActiveCampaign, Ondaweb, Padrinho Conteúdo, VitaminaWeb e Noûs. O apoio institucional conta com Associação Brasileira de Marketing Rural e Agro (ABMRA), Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS), Associação Riograndense de Propaganda (ARP), Associação de Profissionais de Propaganda (APP), Sindicato das Empresas de Tecnologia da Informação e Processamento de Dados do Estado do Rio Grande do Sul (SERPROGS), Sindicato das Agências de Propaganda no Estado do RS (SINAPRO-RS) e Apdesign. A produção é assinada pela Storia Eventos e Projetos.
O mercado de mídia ficou mais eficiente, mas menos curioso
Por Ana Cássia Miguel
O mercado publicitário vive um momento de grande eficiência operacional. Nunca tivemos tantos dados disponíveis, tantas ferramentas de planejamento, tantas plataformas de compra e tantas formas de mensurar resultados. A tecnologia trouxe velocidade, precisão e uma capacidade impressionante de organizar informações que, há algumas décadas, simplesmente não existia.
Essa evolução é inegavelmente positiva. Planejar mídia hoje é um processo muito mais estruturado, muito mais orientado por métricas e muito mais transparente para anunciantes e agências.
Mas, observando o mercado ao longo dos últimos anos, às vezes tenho a impressão de que, enquanto ganhamos eficiência, talvez tenhamos perdido um pouco de curiosidade, daquele calor que nos inquietava e nos fazia buscar mais, querer mais.
Durante muito tempo, planejamento de mídia também era um exercício de investigação. Profissionais de agências conversavam com veículos, buscavam entender como determinadas audiências se comportavam, perguntavam sobre novos formatos, tentavam descobrir oportunidades que ainda não estavam formalizadas em apresentações comerciais. Havia uma disposição genuína de explorar possibilidades antes mesmo de saber exatamente como elas se encaixariam em um planejamento.
Esse movimento fazia parte da cultura do mercado, é o relacionamento, que sempre foi construído com bons momentos de troca entre agências e veículos. E disso nasceram campanhas memoráveis.
Hoje, grande parte das decisões começa e termina dentro de plataformas, relatórios e apresentações. Recebem-se dados, cruzam-se métricas, comparam-se números e, a partir daí, constroem-se estratégias. O processo se tornou mais rápido, mais objetivo e, em muitos aspectos, mais seguro principalmente para as agências. Mas também parece ter se tornado um pouco mais previsível. Uma pena.
Porque curiosidade exige tempo, uma conversa mais profunda e disposição para olhar além do que já está organizado em uma planilha. Curiosidade implica perguntar o que ainda não está claro, explorar caminhos que ainda não foram totalmente mapeados e, muitas vezes, ouvir quem está vivendo o meio de comunicação de dentro.
Durante muitos anos, o diálogo entre veículos e equipes de mídia das agências funcionou como uma espécie de laboratório informal de ideias. Nem toda conversa resultava em uma campanha, mas muitas campanhas relevantes começaram justamente nesses encontros em que alguém perguntava simplesmente: “o que vocês estão vendo acontecer por aí?”, “me conta mais sobre esse produto, é possível pensarmos em ações diferenciadas de experiência para o cliente com teu produto?”
Nos últimos anos esse espaço de troca parece ter diminuído. Parte disso vem da própria transformação tecnológica do setor, que concentrou muitas decisões em sistemas automatizados e bases de dados. Parte vem de mudanças culturais dentro das agências, que passaram a valorizar processos cada vez mais estruturados e padronizados. E parte vem também do impacto da pandemia, que reduziu drasticamente as interações presenciais que historicamente alimentavam esse tipo de diálogo.
O resultado é um mercado que hoje funciona com grande precisão técnica, mas que às vezes parece explorar menos aquilo que ainda não está completamente visível.
Isso também acontece no marketing, o resultado mais recente sobre o uniforme da Seleção Brasileira, em que fica claro que o consumidor não foi ouvido e criaram um foi um slogan criado em sala de reuniões pela equipe de marketing da Nike. Resultado: um uniforme com um slogan totalmente fora de propósito, com uma frase que os brasileiros não usam para torcer pela Seleção Brasileira de futebol.
E curiosidade sempre foi um dos motores mais importantes da comunicação. Boas campanhas raramente nascem apenas da aplicação correta de dados. Elas costumam surgir quando alguém se permite perguntar mais uma vez, olhar por outro ângulo ou ouvir uma perspectiva diferente sobre o mesmo meio.
Talvez a próxima evolução do mercado publicitário não dependa apenas de novas tecnologias ou novas ferramentas de planejamento. Talvez dependa de recuperar algo que sempre fez parte da cultura desse setor: a disposição de perguntar, conversar e explorar o que ainda não está totalmente organizado em um relatório. O “olho no olho”, “tirar a bunda da cadeira”, reunir mídia, atendimento, planejamento e criação com o veículo para cocriar. Assim nascem grandes ideias e quem sabe até grandes resultados.
Eficiência organiza o mercado, mas a curiosidade é o que o mantém vivo.
Bora tomar um café e conversar?
Seu RH Está Preparado Para Isso?
Po José Mauro Rocha de Barros
O mundo do trabalho está rachando por baixo dos seus pés.
Não estou falando de tendência. Estou falando de colapso estrutural em câmera lenta, documentado com dados de 165 países, mais de 3 bilhões de vagas analisadas, e um diagnóstico que a maioria dos líderes ainda não teve coragem de ler até o fim.
O relatório Fault Lines, publicado pela Lightcast em 2026, nomeia o que muitos gestores sentem no campo mas não conseguem articular: as três fraturas que estão redesenhando o mercado global de trabalho são geopolítica, inteligência artificial e escassez de pessoas. E elas não operam de forma isolada. Elas se reforçam. O terreno está cedendo nos três pontos ao mesmo tempo.
Vou direto ao que me interessa como mentor de negócios.
O dado que mais me impactou: 66% das vagas globais exigem diploma universitário. E apenas 31% dos trabalhadores disponíveis têm um. Os empregadores construíram uma barreira de entrada em um mundo que está ficando sem trabalhadores. Isso não é estratégia. É contradição institucionalizada.
Passei décadas vendo líderes de RH reclamarem que não encontram talentos. Eu mesmo sustentei esse discurso pessoalmente por anos. E quando você olha para dentro dos processos, a triagem elimina candidatos capazes antes de qualquer entrevista porque o sistema foi construído para outro mercado, com outra demografia, em outro tempo. Cabe aqui uma curiosidade brasileira – existem grupos de profissionais que são dedicados a apontar a rigidez da triagem de algumas ferramentas de inteligência artificial, que, segundo eles, descartam o candidato antes de avaliá-los, criando um oceano de descartados e, ao mesmo tempo, descrentes das empresas ofertantes das vagas, um verdadeiro processo anti-employer brand.
O relatório confirma o que o marcado já sinalizava: a conexão entre credencial e capacidade está quebrada. Apenas 6% dos profissionais de IA têm formação específica em IA. Setenta por cento deles vieram de outras áreas. Quem construiu os modelos mais sofisticados do mundo não seguiu o caminho que o RH tradicional teria aprovado no processo seletivo.
Há uma pergunta que faço a todo executivo que me traz um problema de “falta de talento”: você está procurando no lugar certo ou apenas no lugar de sempre?
A escassez demográfica é real e irreversível no horizonte relevante para qualquer decisão que você tome hoje. A população em idade ativa está encolhendo na Europa, nos BRICS, no Japão, na Coreia do Sul. O Brasil não está imune a essa trajetória. A imigração, que historicamente compensava esse movimento, está caindo em ritmo projetado de 20% nas próximas duas décadas nas economias avançadas.
Isso significa que o modelo de RH baseado em abundância de candidatos morreu. Você não vai mais poder esperar o talento certo bater na sua porta. Vai precisar desenvolvê-lo de dentro, criar rotas de entrada mais permeáveis, e parar de eliminar pessoas pela régua errada.
A IA, que deveria resolver parte desse problema, está sendo aplicada exatamente onde o problema não é mais agudo. Os setores com maior escassez de mão de obra, tais como hospitalidade e saúde, têm taxas de adoção de IA abaixo de 1%. Os setores que já tinham talento suficiente são os que mais investem em automação. É o capital indo aonde o retorno é maior, não onde a necessidade é mais urgente. Essa é a lógica do mercado, e ela não vai se corrigir sozinha.
O que me preocupa no campo das empresas brasileiras que acompanho: a maioria ainda opera com uma visão de RH como função de suporte, não como inteligência estratégica. Enquanto o mapa do talento global está sendo redesenhado, muitos conselhos de administração discutem bônus e metas de curto prazo sem uma única conversa séria sobre de onde virá a força de trabalho daqui a cinco anos.
Quem vai ganhar essa disputa não é quem tiver mais orçamento de recrutamento. É quem souber onde o talento vai estar, como desenvolvê-lo antes de precisar dele, e como construir uma cultura que o retenha quando todo concorrente estiver oferecendo o mesmo salário.
Onde está o maior buraco no processo de gestão de pessoas da sua empresa hoje?
Se esse texto tocou em algo concreto para você, compartilhe com quem precisa ouvir isso antes que a janela de decisão feche.
De Volta!
Por Mayara Peixoto
Começando uma nova fase na minha trajetória profissional!
Estou muito feliz em estar de volta ao mercado de publicidade como Executiva de Contas na Agência Moove.
Depois de anos atuando como produtora gráfica em agências e à frente do meu próprio negócio, é muito especial fazer parte desse time, retornar ao mercado e reencontrar colegas tão queridos.
Grata pela oportunidade e animada com os desafios que estão por vir!
Xadrez
Por Marcelo Murilo
Montar um conselho é um jogo de xadrez.
Para cada estratégia, é preciso a peça certa no momento certo.
⠀A maioria dos empresários pensa assim: “preciso de pessoas boas, experientes, que agreguem.”
O problema é que “boas” é vago. “Experientes” é vago. “Agreguem” é vago.
Conselho não é sala dos troféus. É cirurgia de competências.
Antes de pensar em nomes, mapeie com honestidade: onde estão as lacunas que podem me derrubar ou me impedir de crescer?
Só depois vem a pergunta: quem preenche cada uma delas?
As lacunas mais comuns que vejo nas empresas que me procuram:
– Financeira: estrutura de capital, funding, relação com bancos e investidores
– Jurídica e societária: contratos, compliance, proteção patrimonial
– Setorial: conhecimento profundo do mercado onde você atua ou quer atuar
– Sucessória: quem te ajuda a pensar na empresa além de você
– Digital: quem enxerga o impacto da transformação no seu modelo de negócio
– Governança: quem estrutura processos, rituais e limites entre gestão e conselho
Nenhum conselheiro precisa cobrir tudo. Mas o conjunto precisa cobrir o que é crítico para o seu momento.
E aqui está o ponto que poucos consideram: o seu momento muda.
A empresa que você tem hoje não é a mesma que terá em dois anos.
As dores que te impedem de crescer agora podem estar resolvidas em 24 meses. E as que vão te derrubar na próxima etapa talvez ainda nem tenham aparecido.
As peças que você precisava na fase de estruturação não são as mesmas da fase de expansão. As competências críticas numa crise familiar não são as mesmas de uma captação ou virada digital.
Conselho não é monumento. É organismo vivo.
O empresário que trata o conselho como estrutura permanente vai chegar num momento em que a mesa está ótima para os problemas do passado e despreparada para os desafios do futuro.
Renovar o conselho não é ingratidão. É estratégia.
Antes de fazer a primeira ligação, responda:
– Qual é a maior vulnerabilidade da minha empresa hoje?
– Se eu travar numa decisão crítica, em qual área vai ser?
– Quem na minha mesa atual me desafia nessa frente?
– Daqui a dois anos, quais competências ainda não tenho representadas aqui?
Se a resposta for “não sei”, você já sabe qual é o próximo passo.
Monte o tabuleiro certo para o jogo que está jogando agora.
E esteja pronto para reorganizar as peças quando o jogo mudar.
Equívocos
Por Renato Anníbal
Um dos grandes equívocos de algumas equipes de marketing e de mídia é achar que basta garantir visibilidade para ser efetivo na construção de marca ou em vendas.
Está comprovado que em um cenário de excesso de estímulos e de desatenção, o grande desafio das marcas não é ser visto — é ser lembrado. Você pode comprar visibilidade/impacto, mas lembrança se conquista, se constrói, sendo relevante e fazendo sentido para o público desejado.
Hoje realizamos mais um evento do Grupo de Mídia Rio de Janeiro junto com a Casa Firjan e com o apoio da BR Media Group para o mercado de comunicação carioca, destacando o Marketing de Relevância. Deixo aqui alguns pontos fundamentais que foram abordados durante a apresentação e o debate:
→ A atenção está fragmentada. Quem se destaca é quem consegue gerar identificação e repertório, não apenas alcance.
→ A relevância não nasce de um único contato. Ela se constrói a partir de diferentes pontos de contato e em camadas: emoção, utilidade, criatividade e significado.
→ Emoção pode até abrir a porta, mas é a consistência do que a marca faz, diz e entrega que sustenta a lembrança.
→ Não é sobre estar presente o tempo todo, mas sobre ser relevante nos momentos e nos contextos que importam.
→ Influenciadores não são apenas canais. Eles ampliam repertório, contexto e reverberam conversas que aproximam pessoas e marcas.
Neste contexto, cabe às marcas transformar esse conhecimento em vantagem competitiva, com menos interrupção e mais significado.
Um agradecimento especial a todos que tornaram esse evento possível:
– Casa Firjan: Iuri Campos
– BR Media: Luana P. Marcolongo e Paulo Fabricio ️ e Thiago Bispo
– Debatedores: os amigos Poliana Tonelli, Wes Fonte ️ e Andre Campos
– GMRJ: Antonio Jorge Alaby Pinheiro, Fatìma F Rendeiro, Romana Oliveira, Yara Militão, Myrna Louro, Paolla Rodrigues Pereira, Samantha Rodrigues, Wes Fonte ️, David Coelho e Carmen Parreira
E fiquem ligados no perfil do Grupo de Midia RJ para os próximos eventos. Sempre uma ótima oportunidade de ter acesso a conteúdos relevantes e de fazer conexões com o mercado.