Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: Adolescentes estão incorporando a IA Generativa, Mais um nome confirmado no GovTech, Prepare-se para a geração alpha: como eles vão reinventar a CX, Nova internet no Brasil será ligada pelo oceano e promete excelente conexão, Brasil tem a maior diversidade genética do mundo e Os 10 Mandamentos de Taiichi Ohno: Lições Atemporais para a Excelência no Trabalho
Adolescentes estão incorporando a IA Generativa
Por Leandro Prearo
O texto publicado no Valor Econômico de hoje aborda de forma instigante como adolescentes estão incorporando a inteligência artificial generativa, como o ChatGPT, no seu cotidiano. A reportagem destaca o caso de Lara Jeetley, de 16 anos, que utiliza o ChatGPT diariamente para responder dúvidas, buscar conselhos e até mesmo se entreter com perguntas aleatórias. Esse uso espontâneo e natural da IA revela uma geração que já enxerga a tecnologia como parte inevitável da vida, algo confirmado pela pesquisa da Ofcom citada no texto: quatro em cada cinco adolescentes britânicos de 13 a 17 anos usam IA generativa.
O artigo ressalta que, apesar das tentativas iniciais de proibir a tecnologia nas escolas, prevaleceu uma aceitação (ou resignação) diante da onipresença da IA. O texto também discute como o comportamento dos jovens pode antecipar tendências do uso adulto, mostrando que a IA não serve apenas para monitoramento ou produtividade, mas também para diversão, socialização e autoconhecimento. Ferramentas como ChatGPT, Gemini e geradores de imagens são usadas para criar memes, responder perguntas existenciais, ajudar em tarefas escolares e até para desabafos emocionais.
Outro ponto interessante é a preocupação com a dependência emocional e social dos adolescentes em relação à IA, especialmente em aplicativos que simulam companheirismo, como Replika e bots de Snapchat. O texto cita especialistas que alertam para os riscos de hiperpersonalização e supervisão insuficiente, além de casos extremos em que a relação com chatbots agravou quadros de depressão.
Por fim, o texto do Valor Econômico mostra que os adolescentes não apenas consomem tecnologia, mas moldam seu uso, criando novas formas de interação e aprendizado. O desafio para pais, educadores e sociedade é acompanhar essa transformação, equilibrando os benefícios da IA com a necessidade de orientação e proteção dos jovens.
Leia o texto completo AQUI!
Mais um nome confirmado no GovTech
Rafael Castro, líder nacional do CatalisaGov no Sebrae, é palestrante confirmado no evento!
Com 13 anos de trajetória no Sebrae, sendo 7 deles dedicados à inovação no setor público, Rafael lidera o CatalisaGov, que conecta governo e soluções inovadoras por meio das compras públicas de inovação.
No GovTech Summit 2025, ele estará presente no painel Inovação Aberta no Poder Público: Experiências e Aprendizados.
Você não vai perder, né?
Tá esperando o quê? Faltam poucos dias pro GovTech Summit 2025! Corra e garanta seu ingresso!
Prepare-se para a geração alpha: como eles vão reinventar a CX
Por Rafael Brych
Estamos preocupados com a geração Z (os nascidos entre meados da década de 90 até o início de 2010) que não estamos nos atentando a um fato: os “mais velhos” da próxima geração, a alpha – que vai de 2010 até o momento em que estamos – já são adolescentes.
Essas crianças, filhas de pais millennials e, em alguns casos, da geração Z, cresceram em um ambiente totalmente imerso em dispositivos conectados, redes sociais e plataformas de streaming, em que a informação circula em um ritmo totalmente diferente do que para seus pais millenials.
A presença quase constante de telas e assistentes virtuais fez com que seu contato com o digital se tornasse quase orgânico, moldando não apenas a forma como aprendem, mas também a maneira como percebem o mundo e interagem com as marcas. Sob esse prisma, a geração alpha antecipa comportamentos que, nos próximos anos, deverão se tornar o padrão de consumo e interação, influenciando decisivamente as estratégias de customer experience (CX).
A noção de experiência, para esse grupo, ultrapassa a expectativa tradicional de um bom atendimento ou de um produto funcional. Eles foram expostos desde cedo à personalização e à conveniência em praticamente todas as esferas de suas vidas: do entretenimento on-demand, em que escolhem o que querem assistir a qualquer hora, aos dispositivos inteligentes que aprendem preferências e hábitos dentro de casa.
Esse contato precoce com ferramentas digitais cria uma relação de confiança e, ao mesmo tempo, de exigência: não basta que uma empresa ofereça um canal de atendimento eficiente; é preciso ser ágil, conectada e genuinamente preocupada em entender e antecipar necessidades. Para as marcas, o recado é claro: quem não criar canais e experiências integradas, rápidas e que reflitam valores como inclusão e sustentabilidade corre o risco de perder relevância em um futuro cada vez mais próximo.
O poder da primeira geração 100% digital
Embora muitos executivos já tenham mapeado a importância dos nativos digitais na transformação dos negócios, a geração alpha leva esse conceito a outro patamar.
Se a geração Z teve de aprender e se adaptar a tecnologias que surgiram enquanto crescia, as crianças alpha, por sua vez, chegaram ao mundo com tablets, smartphones e assistentes de voz já consolidados. Essa geração não viveu a transição; ela se encontra diretamente na realidade digital, sem barreiras de linguagem ou de costume. Tudo parece natural, desde interagir com dispositivos sem teclados até absorver conteúdos em plataformas gamificadas que mesclam educação e entretenimento.
Para os líderes de CX, isso implica repensar o que significa “conexão” com o cliente. Modelos baseados em processos lineares, com pontos de contato pré-definidos, tendem a ficar obsoletos. A geração alpha demanda uma abordagem fluida e onipresente, esperando que as marcas sejam capazes de responder em qualquer contexto, em qualquer canal, sem perda de continuidade.
Uma criança de oito anos, por exemplo, não vai compreender por que um aplicativo de música não está integrado à caixa de som inteligente da família ou por que há desencontro de informações entre o e-commerce e a loja física. Esse nível de exigência acompanha a criança em cada etapa de seu amadurecimento. Quando ela se tornar um jovem consumidor em busca de produtos e serviços, terá pouca paciência com marcas que não ofereçam uma jornada perfeita ou que não ofereçam opções de interação baseadas em voz, realidade aumentada e outros recursos que, para ela, já serão padrão.
Há também um fator relevante ligado à instantaneidade. A geração alpha se acostumou a ter tudo rapidamente, desde entregas até atualizações de software, e raramente aguarda dias para que um problema seja resolvido. Esse padrão mais acelerado de consumo afeta todo o ecossistema de negócios, incentivando mudanças na estrutura logística, no atendimento e nas políticas de troca e devolução, por exemplo. Não é apenas uma questão de conveniência; é uma mudança de paradigma na forma como se espera que as relações de consumo aconteçam. Essa primeira geração integralmente digital quer e vai exigir tecnologias mais intuitivas, processos sem atrito e marcas que se comuniquem com clareza.
Uma nova percepção de valor
Quando analisamos como a geração alpha enxerga o valor de um produto ou serviço, percebemos uma forte ênfase em fatores emocionais e conectados a uma visão global de impacto. A preocupação com a sustentabilidade, a ética e a responsabilidade social das empresas não é um acessório distante para essas crianças, mas parte importante do que elas aprendem na escola e na internet.
Elas veem influenciadores digitais falando sobre causas ambientais, observam iniciativas de grandes marcas que promovem campanhas de conscientização e criam uma noção de que tudo isso faz parte de um pacote maior na hora de escolher com quem se relacionar. Elas são, em essência, pequenas consumidoras que, futuramente, levarão essa mentalidade ao mercado de trabalho e às decisões de compra mais complexas.
Para os líderes de CX, a mensagem é clara: a experiência do cliente não deve se resumir a otimizar passos e interfaces. É preciso incorporar valores que traduzam cuidado com as pessoas e com o planeta. A geração alpha provavelmente não vai perdoar ações de greenwashing ou campanhas superficiais que não tenham embasamento real. Essa transparência, aliada à autenticidade, será fundamental para criar relacionamentos duradouros. Eles podem até não expressar isso de modo formal enquanto são crianças, mas o fato é que crescem atentos às movimentações das marcas, absorvendo quais empresas agem de forma genuína e quais apenas fingem se importar.
Construindo experiências para um amanhã diferente
Em poucas décadas, a geração alpha será o grupo dominante de consumidores e influenciadores de mercado. É nesse horizonte que as lideranças atuais precisam mirar. Aquilo que hoje consideramos “futuro” rapidamente será a realidade desses novos tomadores de decisão, seja como usuários finais, seja como gestores dentro das próprias empresas. Essa perspectiva reforça a necessidade de uma preparação consistente, que envolve, sobretudo, a adoção de novas tecnologias e a criação de ecossistemas de atendimento flexíveis.
Em paralelo, os executivos de CX precisam lembrar que essa geração nasceu em um contexto de transformações climáticas e eventos globais disruptivos, como a pandemia de COVID-19. Essas crianças crescem com a noção de que o mundo é instável e que as crises podem acontecer a qualquer momento. Essa percepção de vulnerabilidade faz com que valorizem marcas resilientes, capazes de se adaptar, de agir com responsabilidade social e de criar ambientes seguros e confiáveis. Não se trata apenas de entregar um bom produto, mas de transmitir uma sensação de segurança e coerência com os valores propagados.
Por fim, é importante reconhecer que, embora ainda pequenos, os alpha exercem influência sobre os hábitos de consumo de suas famílias e, em breve, sobre o mercado de trabalho. Eles são cercados de oportunidades para se expressar e já aprendem a negociar desde cedo. Estão acostumados a questionar e a emitir opiniões sobre o que é justo, ético ou sustentável, e levam isso para as escolhas de consumo. A palavra-chave para quem planeja o futuro de CX é prontidão: prontidão para evoluir plataformas, prontidão para abraçar novos formatos de interação e prontidão para se alinhar a princípios que vão além do lucro imediato.
A geração alpha chega munida de expectativas mais amplas, mais profundas e com um senso crítico que desafia o status quo. Quem der ouvidos a isso terá a chance de moldar um relacionamento de longo prazo, enquanto quem permanecer estagnado corre o risco de se tornar obsoleto diante de uma nova percepção de mundo.
Nova internet no Brasil será ligada pelo oceano e promete excelente conexão
Por Carolina Carvalho
Na última terça-feira (13), o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, anunciou que o governo vai investir para ampliar o acesso à internet no Brasil. O país vai desenvolver uma Política Nacional de Cabos Submarinos para expandir o número de cabos de internet no mar.
Segundo o Ministério, essa proposta abre a possibilidade para a instalação de novas rotas de cabos em locais que ainda estão um pouco de fora da infraestrutura digital, o que acontece principalmente nas regiões Norte e Sul. Um relatório da consultoria Analysys Mason afirma que esse setor de cabos vai movimentar mais de R$ 56 bilhões nos próximos cinco anos.
“Essa política será fundamental para o avanço da economia digital no Brasil e para posicionar o país como um dos protagonistas no cenário global das telecomunicações”, afirmou o ministro das Comunicações. “O presidente Lula me pediu para continuarmos com o fortalecimento das telecomunicações e combater as desigualdades regionais. Para isso, precisamos ter mais pontos pelo país recebendo os cabos submarinos”
A proposta é ampliar a quantidade de pontos de ancoragem desses cabos por meio da criação de Zonas de Interesse para Ancoragem (ZIAs) em regiões que ainda não foram contempladas. “Com isso, a infraestrutura de internet no Brasil terá mais capacidade, velocidade, segurança e redundância. Isso vai nos preparar para o futuro, com um planejamento à altura do desafio”, afirma o ministro.
Internet de cabos submarinos é responsável por 99% do tráfego de dados
“Atualmente, a maior parte da infraestrutura está concentrada em Fortaleza (CE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santos (SP) e Praia Grande (SP), além de outras 12 cidades litorâneas no Sudeste e Nordeste”, explica o Ministério das Comunicações. A internet que vem dos cabos de fibra ótica que atravessam o oceano são responsáveis por 99% do tráfego de dados no país.
Brasil tem a maior diversidade genética do mundo, diz estudo
Por DW
Uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (15/05) na revista científica Science revelou que o Brasil é o país com a maior diversidade genética do mundo.
O estudo inédito liderado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) analisou o sequenciamento completo e em larga escala do genoma de uma amostra de 2.723 brasileiros de comunidades rurais, urbanas, indígenas e ribeirinhas de todas as cinco regiões geográficas do país. A pesquisa encontrou 8,7 milhões de variações genéticas que jamais haviam sido catalogadas.
Segundo os pesquisadores, esse conjunto de dados reflete um grupo diverso de origens étnicas, incluindo afro-brasileiros e descendentes de povos indígenas, e fornece uma representação abrangente da diversidade genômica brasileira.
O estudo conclui que 60% dos brasileiros têm ancestralidade europeia, 27% africana e 13% indígena, em diferentes graus que variam de acordo com as regiões do país.
Mosaico de diversidade genética
“O Brasil é um vasto país continental, lar da maior população da América Latina e ostenta a maior população miscigenada recente do mundo. O processo de colonização trouxe cerca de 5 milhões de europeus para o Brasil, juntamente com a migração forçada de pelo menos 5 milhões de africanos e a dizimação das populações indígenas, que antes incluíam mais de 10 milhões de pessoas que falavam mais de 1.000 línguas. Essa interação histórica distinta moldou um mosaico complexo de diversidade genética, ressaltando a importância de estudos genômicos detalhados”, diz o artigo na Science.
Os cientistas afirmam que a população brasileira, assim como outras do Sul Global, permanece notavelmente subrepresentada na pesquisa genômica, “onde há escassez de estudos que investiguem os efeitos da miscigenação dessa população em sua evolução, diversidade e estado de saúde.”
A pesquisa revela que dentro da extensa diversidade encontrada no Brasil, regiões genômicas ancestrais específicas originárias de diferentes populações estão distribuídas de forma desigual entre as regiões brasileiras e os períodos históricos.
DNA de povos indígenas exterminados
“Essa distribuição demonstra o impacto duradouro das centenas de etnias que chegaram ao país por meio de milhões de europeus e africanos em diferentes épocas, miscigenando-se e substituindo a população indígena original.”
A pesquisa encontrou registros de povos indígenas exterminados durante a colonização, mas que ainda aparecem nas amostras de DNA, assim como combinações de genomas africanos não encontrados na África que só se misturaram no Brasil, para onde foram trazidos como escravos.
Há também sinas claros da violência sexual na colonização, como nos casos em que o cromossomo paterno tem descendência europeia e as linhas maternas são africana ou indígena. A maioria (71%) das linhagens do cromossomo Y, herdado dos homens, era de origem europeia, enquanto a maioria das linhagens mitocondriais, que são herdadas das mulheres, era africana (42%) ou indígena (35%).
Características regionais
O pico da miscigenação ocorreu nos séculos 18 e 19. “Eventos de miscigenação múltiplos ou contínuos entre fontes parentais indígenas americanas, africanas e europeias formaram as populações brasileiras. Esses processos se alinham com os principais eventos históricos que moldaram o Estado brasileiro nos últimos cinco séculos”, afirma o estudo.
Esses padrões revelam tanto a dinâmica violenta da colonização europeia quanto as marcas duradouras desse processo na América do Sul contemporânea.
O processo de miscigenação se intensificou entre 1750 e 1785, com a corrida do ouro, que trouxe milhares de portugueses ao país, e mais tarde, com as excursões dos bandeirantes pelo interior do Brasil.
Perfis genéticos criados pelos pesquisadores com base na ancestralidade local revelam que a região Norte tem a maior proporção de ancestralidade indígena, enquanto o Nordeste é marcado por uma forte ancestralidade africana.
A ancestralidade europeia – principalmente do sul europeu – é predominante na região Sul do Brasil, enquanto no Sudeste e o Centro-Oeste apresentam maior diversidade e uma mescla das três ancestralidades.
“Nossos resultados ressaltam a influência perceptível de diferentes origens ancestrais na saúde e na composição genética de indivíduos mestiços brasileiros. Mostramos que essa paisagem genética tem suas raízes na história evolutiva das comunidades indígenas brasileiras e na intrincada interação demográfica decorrente da imigração histórica, tanto forçada quanto voluntária, para o Brasil”, concluem os pesquisadores.
Os 10 Mandamentos de Taiichi Ohno: Lições Atemporais para a Excelência no Trabalho
Por Lormando Sandro Silva
Taiichi Ohno, criador do Sistema Toyota de Produção, deixou lições que ultrapassam o tempo e inspiram líderes e equipes do mundo todo. Seus “10 Mandamentos” são um convite à melhoria contínua, à proatividade e à responsabilidade compartilhada nos processos.
Vamos refletir juntos sobre cada um deles:
NÃO PROCURE CULPADOS, PROCURE CAUSAS
Problemas sempre existirão, mas apontar dedos não resolve nada. Buscar a causa raiz é o caminho para soluções duradouras e para evitar a repetição dos erros.
NÃO DIGA “NÃO É DA MINHA CONTA”
O sucesso dos processos é responsabilidade de todos. Mesmo que o problema não esteja “no seu setor”, ele impacta o resultado do time.
NÃO DIGA “NÃO TEM TEMPO”
Tempo não se acha, se cria. Melhorar processos é prioridade — e quem entende isso avança mais rápido.
NÃO DIGA “TEORICAMENTE ESTÁ CERTO”
A prática é soberana. O chão de fábrica (Gemba) revela verdades que nem sempre os relatórios mostram. Vá até onde o trabalho acontece.
NÃO DIGA “COM CERTEZA”
Afirme com base em dados. Suposições sem fatos comprometem a análise e as decisões.
NÃO DIGA “ACHO QUE…”
Ter convicção requer estudo, observação e embasamento. O “achismo” abre espaço para falhas evitáveis.
NÃO DIGA “ESTAMOS FAZENDO O NOSSO MELHOR”
Sempre dá para melhorar. A melhoria contínua exige humildade para reconhecer que o melhor ainda está por vir.
NÃO DIGA “ISSO É UM PROBLEMA DE PRODUÇÃO”
Problemas são da empresa, não de um setor. Visão sistêmica é essencial para encontrar soluções reais.
NÃO DIGA “NÃO CONSEGUIMOS”
Troque o “não dá” por “como podemos?” Criatividade, atitude e resiliência vencem obstáculos.
NÃO DIGA “ACABOU POR HOJE”
A jornada da melhoria nunca termina. Todo dia é uma nova chance de fazer melhor.
Esses mandamentos não são apenas frases inspiradoras — são princípios que moldam equipes de alta performance. Aplicá-los no dia a dia promove um ambiente mais colaborativo, eficiente e preparado para crescer.
Reflita, compartilhe, pratique.
Como esses mandamentos se aplicam à sua rotina?
O que você pode começar a mudar hoje?