GovTech Summit reforça o protagonismo da inovação pública em Porto Alegre – 03.06.2026

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Você vai ler na coluna hoje: GovTech Summit reforça o protagonismo da inovação pública em Porto Alegre, A geração que não quer chefe, quer acolhimento, O brasileiro vai menos ao shopping, mas gasta mais, Campanha da SPR para o Senar-RS explora o conhecimento que movimenta o agro, 62% dos brasileiros já compraram carro financiado, aponta pesquisa da Webmotors, 67% dos entrevistados afirmam ter bom nível de conhecimento sobre o tema, Central de Outdoor leva o OOH brasileiro ao maior palco mundial do setor, Marketing digital deixa de ser diferencial e se consolida como necessidade para empresas

 

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GovTech Summit reforça o protagonismo da inovação pública em Porto Alegre

Porto Alegre recebeu, ontem e hoje, mais uma edição do GovTech Summit, evento que reuniu gestores públicos, especialistas, empresas de tecnologia e lideranças do ecossistema de inovação para debater os caminhos da transformação digital no setor público.

Ao longo da programação, temas como inteligência artificial, cidades inteligentes, governança digital, modernização da gestão e novas soluções para os desafios urbanos mostraram que a inovação já é uma realidade indispensável para a construção de serviços públicos mais eficientes e conectados com a sociedade.

A Coluna do Nenê acompanhou de perto o encontro, registrando os principais debates, tendências e conexões que movimentaram o evento. Mais do que uma agenda voltada à tecnologia, o GovTech Summit se consolidou como um espaço estratégico para aproximar poder público, iniciativa privada e empreendedores, fortalecendo um ambiente de colaboração capaz de gerar impacto positivo para as cidades e para a população.

Eventos como este reforçam o papel de Porto Alegre como um importante polo de inovação e mostram que o futuro da gestão pública passa, cada vez mais, pela integração entre tecnologia, criatividade e boas ideias.

A geração que não quer chefe, quer acolhimento

Por Ester Morgan

Estamos vivendo uma mudança clara na relação com o trabalho. A nova geração não quer um chefe, quer um terapeuta.
E o pior é que não é força de expressão.

Hoje, muitos jovens profissionais têm dificuldade em receber feedback sem se sentirem desconfortáveis, injustiçados ou até assediados.
Correção virou ataque e ajuste virou ofensa. E isso revela uma fragilidade emocional que a maioria dos líderes ainda não sabe como lidar.

Pesquisas indicam que nove em cada dez (cerca de 90% a 91%) jovens com até 28 anos (Geração Z) relatam sentir o impacto do estresse no ambiente de trabalho, com muitos descrevendo o estado emocional como “em frangalhos”, e 61% considerariam trocar de emprego por melhores condições de suporte emocional e psicológico.

Ao mesmo tempo, existe a expectativa de fazer o mínimo e ser elogiado por cumprir o básico: chegar no horário, entregar o que foi combinado, bater uma meta.

Querem trabalhar menos, ter qualidade de vida, o que é legítimo, mas também esperam um salário “justo” muito acima do mercado, muitas vezes sem a mesma entrega proporcional.

Dados recentes mostram que saúde mental e equilíbrio entre vida pessoal e trabalho já superaram o salário como prioridade entre os mais jovens. O problema começa quando bem-estar passa a ser confundido com ausência de cobrança e responsabilidade.

Aqui vai a provocação: empatia não elimina disciplina, e acolhimento não substitui performance, está claro??

Empresas precisam, sim, ser mais humanas, mas os profissionais também precisam entender que crescimento passa por ouvir o que incomoda, ajustar rotas, ser produtivo e sustentar resultados.

O futuro do trabalho não será feito nem por chefes autoritários, nem por ambientes onde ninguém pode ser contrariado. Será construído por líderes firmes e humanos, e preferencialmente por profissionais emocionalmente maduros para crescer.

O brasileiro vai menos ao shopping, mas gasta mais

Por Problemas Brasileiros Revista

Os shoppings brasileiros faturaram R$ 200,9 bilhões em 2025, mas receberam 1% menos visitantes do que no ano anterior. O primeiro recuo desde 2021 não é sinal de crise. Os dados levantados pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce) são reflexo de um consumidor mais seletivo, que vai menos vezes ao shopping, mas fica mais tempo e gasta mais por visita.

A concorrência com o e-commerce também mudou de forma. Cada vez mais, as lojas físicas funcionam como showrooms: o consumidor pesquisa online, compara preços e chega ao shopping já sabendo o que quer comprar — e em qual loja. O varejo físico precisa estar preparado para não perder essa venda na largada.

Para atrair esse consumidor mais exigente, os shoppings apostam na diversificação. Serviços estéticos, academias, farmácias, agências de viagem e até supermercados já fazem parte do mix da maioria dos empreendimentos. A ideia é simples: quanto mais serviços, menos motivos para o cliente não aparecer.

Mas há limites econômicos para essa reinvenção. O endividamento das famílias brasileiras bateu recorde histórico em abril, chegando a 80,9%. Entre os que ganham até três salários mínimos, o índice chega a 83,6% — e as apostas online têm agravado o quadro, corroendo a renda disponível para o consumo.

O cenário cria uma divisão clara no setor. Shoppings voltados para as classes A e B já colhem os frutos das novas estratégias, enquanto os que atendem às classes C e D ainda enfrentam dificuldades. Com 658 empreendimentos em operação e 11 inaugurações previstas para 2026, o setor ainda vê espaço para crescer — especialmente no interior do país.

Campanha da SPR para o Senar-RS explora o conhecimento que movimenta o agro

 Para traduzir para o público de maneira simples a linguagem do campo e tudo o que a entidade faz pelo agronegócio, ação publicitária é protagonizada por um “guri” filho de produtor rural

Conhecimento que movimenta o Agro.” Esse conceito é a força motriz da campanha que a SPR criou para o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar-RS) mostrar e explicar para a população gaúcha o que a entidade faz e quais serviços oferece. O objetivo da ação é aumentar o valor e a lembrança da marca como uma referência quando o assunto é formação e capacitação no campo.

Para ajudar a fortalecer ainda mais o Senar e a sua forte presença para o desenvolvimento do agro, a agência trouxe para a campanha o próprio conceito da marca. O desafio era ampliar a mensagem não só para o público que trabalha no campo, mas para as pessoas em geral, comunicando a importância do Senar para o agro a partir de uma linguagem acessível e de fácil entendimento para toda a população. Além disso, era preciso trazer a mensagem de uma forma diferente, algo que ficasse na mente das pessoas, fazendo aumentar a lembrança de marca.

Para fazer esse propósito acontecer na prática, a SPR pensou em um “guri” para protagonizar e multiplicar a mensagem. A campanha tem como personagem um filho de produtor do campo que, com muito carisma e de forma bem-humorada, explica para todo mundo o que é o Senar e o que ele faz, de tanto que ele viu e aprendeu com o pai. Se é possível explicar o trabalho do Senar por meio da linguagem de uma criança, qualquer pessoa consegue entender – foi a linha criativa da agência para a ação publicitária.

O diretor de Criação Fábio Henckel explica que o maior desafio da iniciativa foi tornar a missão do Senar-RS mais clara e próxima da sociedade. “Existe um trabalho enorme sendo realizado no campo, mas muitas pessoas ainda não entendem exatamente o que o Senar faz na prática e o impacto que isso gera na vida de quem produz. Por isso, buscamos construir uma comunicação mais direta, humana e fácil de compreender. Em apenas 30 segundos, o filme explica de forma carismática como o Senar ajuda produtores rurais com capacitação, organização, gestão e qualidade de vida no campo”, pontua o profissional, acrescentando que a escolha de um personagem infantil foi estratégica justamente para simplificar essa conversa e mostrar que, apesar de parecer complexo, o que a entidade faz é algo muito concreto e compreensível. “Além do filme principal, criamos conteúdos específicos para redes sociais para ampliar o alcance e gerar identificação com diferentes públicos”, destaca Henckel.

De acordo com Alexandre Gourques, gerente de Comunicação e Marketing do Senar-RS, a entidade já realiza um trabalho muito sólido e reconhecido dentro do agro, mas ainda existe o desafio de mostrar para toda a sociedade a dimensão do que ela faz diariamente. “Essa campanha traduz, de forma simples, humana e acessível, como o conhecimento impacta diretamente a vida das pessoas no campo e movimenta toda a cadeia do agronegócio. Nosso objetivo é fortalecer o posicionamento do Senar-RS como referência em educação profissional rural, inovação e desenvolvimento das pessoas”, enfatiza.

A campanha tem como peças filme de 30” para TV, filmes para redes sociais, spots para rádio, banners digitais e anúncios para jornais.

 

62% dos brasileiros já compraram carro financiado, aponta pesquisa da Webmotors, 67% dos entrevistados afirmam ter bom nível de conhecimento sobre o tema

Por iStock

O financiamento de veículos segue consolidado como uma das principais alternativas utilizadas pelos brasileiros para comprar ou trocar de carro. Um levantamento inédito da Webmotors, maior plataforma online de compra e venda de veículos do Brasil, revela que 62% da população já adquiriu um automóvel por meio dessa modalidade de crédito.

Desse número, 49% afirmam já ter financiado e quitado um carro, enquanto 13% mantêm um financiamento ativo atualmente. A pesquisa da Webmotors buscou compreender a relação dos brasileiros com o financiamento de automóveis, investigando os principais benefícios percebidos, os fatores que influenciam a contratação e as dúvidas mais frequentes sobre o tema.

O cenário apresentado acompanha o movimento do mercado automotivo: segundo a Trillia, unidade de negócios da B3 focada em inteligência de dados, as vendas financiadas de veículos no Brasil cresceram 12,8% no primeiro trimestre do ano em comparação ao mesmo período de 2025.

Entre as motivações dos brasileiros, questões financeiras aparecem como as principais impulsionadoras: para 47% dos respondentes, a indisponibilidade de recursos para realizar a compra à vista é o principal fator para optar pelo financiamento. Outros 42% destacam a possibilidade de pagar parcelas compatíveis com o orçamento, enquanto 30% apontam a facilidade de aprovação de crédito como uma das principais vantagens da modalidade.

Por outro lado, as taxas de juros aparecem entre os fatores que pesam na decisão de financiar um veículo, sendo citadas por metade dos respondentes (50%). Já o valor da parcela mensal aparece em seguida, apontado por 24% dos respondentes.

Brasileiros possuem conhecimento sobre o tema

A maior parte dos brasileiros afirma ter familiaridade com financiamento de veículos. Segundo o estudo, 41% dizem se sentir bem informados sobre o tema, enquanto 26% afirmam se considerar muito bem informados, totalizando 67% de respondentes que possuem um bom repertório sobre o assunto.

E como vender um carro financiado?

Em meio à reorganização financeira e à troca de veículos, alguns consumidores consideram a possibilidade de vender automóveis que ainda possuem parcelas em aberto. Nesses casos, existem diferentes caminhos possíveis, como a transferência do financiamento para outra pessoa, a quitação antecipada da dívida antes da venda ou negociações realizadas junto à instituição financeira responsável pelo contrato.

Quando questionados sobre como agiriam nessa situação, 36% dos entrevistados afirmaram que transfeririam o financiamento para outra pessoa, enquanto 35% optariam por quitar o saldo devedor antes de concluir a venda do veículo.

Entre as principais vantagens percebidas na venda de um carro ainda financiado, 24% enxergam a possibilidade de reorganizar a vida financeira. Outros 21% destacam o benefício de deixar de pagar por um veículo que já não utilizam mais, enquanto 18% consideram positiva a chance de trocar de carro antes da quitação total do financiamento.

Os resultados mostram que o financiamento de carros já faz parte da realidade de grande parte dos brasileiros. Mesmo que haja dúvidas, a população conhece o tema e usufrui desse recurso, reforçando o papel da modalidade como ferramenta importante para ampliar o acesso à compra e troca de automóveis no país.

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Central de Outdoor leva o OOH brasileiro ao maior palco mundial do setor

Central de Outdoor representa o Brasil no WOO Annual Congress 2026, em Londres, e fortalece presença brasileira no cenário global do OOH

Entidade acompanhará o principal encontro global da indústria de mídia Out of Home e promoverá visitas de benchmarking ao mercado britânico.

A Central de Outdoor, maior associação de mídia out of home (OOH) do Brasil e uma das cinco maiores do mundo, representará o país no WOO Global Congress 2026, congresso anual promovido pela World Out of Home Organization (WOO), entidade global que reúne empresas, associações e lideranças da indústria de mídia Out of Home (OOH) em diferentes países.

O evento acontece entre os dias 3 e 5 de junho, em Londres, reunindo executivos, especialistas e lideranças da indústria mundial para discutir tendências, inovação, tecnologia, mensuração e os rumos do setor. Além da participação no congresso, a entidade promoverá uma missão empresarial com visitas de benchmarking ao mercado britânico nos dias 1º e 2 de junho.

A delegação brasileira contará com 23 participantes ligados a empresas associadas à Central de Outdoor. Entre as empresas confirmadas estão Adsmovil OOH / MIQ, Amplilume, Doohmain, Grupo Exibir, Grupo Imobi, Grupo Inteli, Invian, Leyard, Mídia In Led, Neooh, OOH Brasil, The Led, VideoPorto e Vitrine OOH.

Além da programação oficial do congresso, a Central promoverá uma missão empresarial nos dias 1º e 2 de junho, com visitas de benchmarking a exibidores, agências de planejamento e plataformas de mídia programática do mercado britânico, com foco na troca de experiências, conhecimento sobre modelos de negócio e aproximação com práticas adotadas em um dos mercados mais desenvolvidos da mídia exterior.

A missão empresarial será acompanhada pelo presidente da Central de Outdoor, Halisson Pontarolla, e por Fabi Soriano, diretora executiva da entidade e embaixadora da World Out of Home Organization (WOO) no Brasil, que também participarão das agendas institucionais e dos debates promovidos durante o congresso.

Para Halisson Pontarolla, a participação da Central de Outdoor no congresso e a agenda complementar reforçam a relevância do mercado brasileiro no cenário internacional.

“O OOH brasileiro vive um momento importante de evolução, com avanços em tecnologia, criatividade, mensuração e profissionalização. Participar de um encontro como o WOO 2026 Annual Congress, aliado a uma agenda prática de benchmarking, amplia a visão estratégica dos nossos associados e fortalece a posição do Brasil nas discussões internacionais sobre o futuro da mídia exterior”, afirma.

Segundo Fabi Soriano, a combinação entre congresso e missão empresarial amplia o valor estratégico da participação brasileira.

“Além do conteúdo do congresso, a missão empresarial proporciona uma imersão prática em um mercado desenvolvido, criando oportunidades de aprendizado, conexão e troca de experiências que contribuem diretamente para o fortalecimento do OOH brasileiro”, destaca.

A participação da Central de Outdoor no WOO 2026 Annual Congress, aliada à missão empresarial, reforça a estratégia de internacionalização promovida pela entidade, ampliando a presença institucional do Brasil nos principais fóruns globais da indústria e promovendo intercâmbio, qualificação e fortalecimento do mercado nacional de mídia OOH.

Sobre a Central de Outdoor

A Central de Outdoor é a maior associação de mídia OOH do país e uma das cinco maiores do mundo, reunindo empresas do ecossistema do OOH, entre exibidores de mídia, agências de planejamento e fornecedores do meio. É cofundadora do CENP (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário), do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), da Associação Latino-Americana de Out of Home (ALOOH) e membro da World Out of Home Organization (WOO).

 

Marketing digital deixa de ser diferencial e se consolida como necessidade para empresas

A transformação no comportamento do consumidor e o avanço das tecnologias digitais fizeram com que o marketing digital deixasse de ser um diferencial competitivo para se tornar uma necessidade para empresas de todos os portes. A avaliação é da coordenadora do curso de Marketing do UniSenac – Campus Porto Alegre, Claudia Mallmann, que destaca a importância da presença estratégica das marcas no ambiente online.

Segundo Claudia, o consumidor atual está mais conectado, informado e exigente. Antes de realizar uma compra, ele pesquisa preços, compara produtos, lê avaliações e acompanha recomendações em diferentes canais digitais.

“A jornada de compra deixou de ser linear. Muitas vezes ela começa em uma busca no Google, passa pelas redes sociais, vídeos, marketplaces e aplicativos de mensagens antes da decisão final. Se a empresa não está presente nesses pontos de contato, ela deixa de participar dessa jornada”, explica.

A especialista alerta que a ausência online representa invisibilidade no médio e longo prazo.

“Os principais riscos são perder espaço para concorrentes mais conectados, deixar de ser encontrado por novos clientes e perder relevância em um mercado cada vez mais híbrido, físico e digital ao mesmo tempo”, afirma.

Claudia também ressalta que apenas estar nas redes sociais não garante resultados. Para ela, existe uma diferença importante entre presença digital e estratégia digital.

“Ter presença digital é existir. Já ter estratégia significa entender para quem se comunica, quais objetivos deseja alcançar e como medir os resultados. Sem estratégia, o digital vira apenas exposição”, pontua.

Entre os erros mais comuns das empresas ao iniciarem investimentos em marketing digital estão a busca por resultados imediatos, a comunicação excessivamente comercial e a falta de planejamento.

“Marketing digital exige consistência, análise constante e visão de médio e longo prazo”, destaca.

Mesmo diante da competitividade do mercado, pequenos negócios possuem seu espaço no ambiente digital. De acordo com Claudia, a proximidade com o cliente, a autenticidade e a agilidade para testar ideias podem se transformar em vantagens competitivas importantes.

“Hoje, ferramentas digitais democratizaram o acesso à audiência. Com conteúdo relevante e relacionamento com a comunidade, pequenas empresas podem ocupar espaços antes restritos às grandes marcas”, avalia.

Outro ponto destacado pela coordenadora é o avanço da inteligência artificial e da automação no setor. Segundo ela, as tecnologias passaram a contribuir de forma estratégica, auxiliando empresas a prever comportamentos, personalizar experiências e analisar dados em tempo real.

“Mas tecnologia sozinha não gera resultado. O diferencial continua sendo a capacidade humana de interpretar dados e transformar informação em estratégia”, reforça.

A especialista também aponta que consumidores valorizam marcas mais autênticas e humanizadas.

“O público percebe rapidamente quando a comunicação é apenas comercial. As pessoas buscam identificação, transparência e conexões reais”, afirma.

Como começar

Para empresas que desejam iniciar sua atuação no digital, Claudia recomenda começar pela compreensão profunda do público-alvo, definição de posicionamento e construção de uma identidade digital consistente.

“Antes de vender no digital, é preciso aprender a gerar confiança”, resume.

Plataformas evoluem, algoritmos mudam e o comportamento do consumidor se transforma rapidamente. Hoje, o aprendizado contínuo deixou de ser diferencial para tornar-se questão de sobrevivência.

 

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