Você vai ler na coluna hoje: Mercado de influenciadores cresce, mas marcas sofrem com gestão de campanhas, Market Share Nacional : Redes de farmácias de 1T2026, Onde as melhores oportunidades realmente começam, Longevidade não é tendência, é a revolução silenciosa que já começou, O consumidor que ninguèm esta vendo, Tarja: O Novo “Quarto Poder”, O mercado não lembra quem liderou, só reconhece quem continua relevante, A aparência não revela a fome de mudar de vida, Quem só assiste esquece, quem participa, nunca sai da história, Sistema Nacional das Agências de Propaganda reforça integração e apresenta iniciativas estratégicas durante encontro, Desemprego não mede valor, só revela o quanto o mercado ainda precisa evoluir, Idade não é limite, é potência que o mercado ainda insiste em ignorar, A população 80+ cresce em ritmo acelerado: e isso está mudando de forma profunda a maneira de cuidar dos mais velhos, Brechós lideram moda circular no Brasil, mas 61% operam na informalidade, 18º Seminário do SindiRádio debate inovação, rádio híbrido e os novos caminhos da radiodifusão, CazéTV transmitirá LALIGA no Brasil pelas próximas seis temporadas
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Mercado de influenciadores cresce, mas marcas sofrem com gestão de campanhas
Por R7 Entretenimento
O mercado de criadores de conteúdo no Brasil atingiu proporções gigantescas, consolidando-se como um pilar essencial para as estratégias de marketing digital. Atualmente, o país abriga uma marca impressionante de 3,8 milhões de influenciadores digitais. Esses creators ditam tendências e movem diretamente a economia.
Levantamento da HypeAuditor mostra que metade dos consumidores brasileiros já realizou alguma compra motivada exclusivamente por uma recomendação na internet. Além disso, dados da Nielsen e da YPX apontam que 41% do público nacional prefere acompanhar produtores de conteúdo locais. Isso prova que a identificação cultural e a proximidade geográfica atraem muito mais conversões do que perfis com alcances astronômicos.
Mas nem tudo são flores no ecossistema dos influenciadores. À medida que o setor amadurece, as empresas enfrentam um verdadeiro desafio operacional para gerenciar e escalar suas campanhas. Um estudo da Traackr revelou que o engajamento orgânico em conteúdos patrocinados, principalmente no nicho de beleza, sofreu uma queda acentuada, desabando de 4,5% para 2,8%. O feed virou uma arena altamente disputada, e queimar orçamento escolhendo parceiros baseando-se apenas na métrica de vaidade do número de fãs tem custado caro, entregando pouca relevância, principalmente de seguidores reais e engajados.
A grande dor das marcas hoje não está na escassez de oportunidades, mas sim na ausência de infraestrutura para coordenar essas ações em larga escala. Uma pesquisa conjunta da YPX e Nielsen revela que 53% das marcas brasileiras encontram sérias dificuldades para quantificar o Retorno sobre o Investimento (ROI), apontando esse fator como a principal barreira para expandir as verbas no setor. Sem um rastreamento preciso, muitas operações continuam presas a processos manuais e rudimentares — como negociações intermináveis via mensagens diretas, comprovação de postagens por capturas de tela e planilhas descentralizadas —, o que inviabiliza o crescimento real do canal de vendas.
Para solucionar esse apagão tecnológico e trazer profissionalismo à relação entre marcas e criadores, a startup brasileira Flikta desenvolveu um ecossistema completo focado na automação e centralização dessa gestão. Idealizada pelo fundador Flávio Babos, que utilizou sua experiência no crescimento de perfis digitais e parcerias comerciais para mapear as falhas do mercado, a plataforma permite que as empresas migrem de operações limitadas para o gerenciamento automatizado de até milhares de criadores simultaneamente.
A virada de chave do sistema baseia-se em conceitos de gamificação e rastreamento automatizado de ponta a ponta. De acordo com dados da Scaleo, marcas que estruturam programas de recompensas com metas e pontuações claras para os influenciadores registram uma conversão até 7 vezes maior do que os modelos tradicionais. Na plataforma da Flikta, cada publicação feita no Instagram é monitorada de forma automática, gerando pontos que o criador pode converter em vouchers de desconto para sua audiência. Paralelamente, cupons individuais e links de afiliados são criados e integrados diretamente ao carrinho do e-commerce, eliminando o controle manual.
Esses programas estruturados apresentam taxas de conversão entre 8% e 15%, superando significativamente a média de 3% a 5% das promoções de varejo comuns, conforme aponta a MyCred. No setor de beleza, moda e bem-estar, onde o público consome o estilo de vida e a experiência real, e não apenas as especificações técnicas, essa consistência de postagens é fundamental para gerar vendas contínuas.
Market Share Nacional : Redes de farmácias de 1T2026
Por Thiago de Melo Furbino
O 1T26 mostrou a força do varejo farmacêutico brasileiro, com um mercado total estimado entre R$ 61,5 bilhões no trimestre, com base nas participações divulgadas por RD Saúde e Pague Menos. Nesse cenário, as companhias abertas seguiram com estratégia de expansão, ampliando escala, market share e integração omnichannel, impulsionadas principalmente pelo avanço de medicamentos prescritos, GLP-1, genéricos e maior produtividade operacional e transformação em hub de saúde.
A RD Saúde , liderada por Renato Raduan manteve a liderança do setor, com receita bruta de R$ 11,98 bilhões (+20,4%), market share nacional de 19,6%, SSS de 14,3% e 3.614 lojas. O digital atingiu 30,2% das vendas (+66,4%). O crescimento foi puxado principalmente por medicamentos de marca (+29,3%) e genéricos (+17,7%), com destaque para GLP-1, que seguem elevando ticket, frequência e fidelização.
A Farmácias Pague Menos, liderada por Jonas Marques, consolidou receita bruta de R$ 4,14 bilhões (+14,4%), ampliando participação para cerca de 6,7%. O digital alcançou 22,2% da receita (+4,6 p.p.), enquanto o SSS avançou 13%, mesmo sobre bases fortes. A companhia encerrou o tri com 1.688 lojas, alta relevante em genéricos (+22,8%) e medicamentos de marca (+18,8%), reforçando a estratégia focada no cliente de cuidado contínuo (CCC).
No Sul, a Grupo Panvel, do CEO Julio Mottin Neto, segue se consolidando como um dos cases de farmácia regional premium do país. A Panvel atingiu receita de R$ 1,56 bilhão, com market share estimado em 2,5% nacionalmente e 13,3% no Sul. O digital já representa 28,5% das vendas (+6 p.p.), enquanto o SSS atingiu 11,5%. O crescimento segue apoiado no avanço de medicamentos de marca (+19,7%) e genéricos (+21,9%), além da força crescente das marcas próprias.
A Rede d1000 registrou receita de R$ 695,9 milhões, com market share estimado próximo de 1,1% nacionalmente. O destaque ficou para o forte avanço digital, cuja participação atingiu 18,6% da receita (+229%), além do SSS de 16,1%, um dos maiores entre as companhias abertas do setor. A empresa segue ganhando relevância principalmente no RJ, impulsionada por medicamentos de marcas (+33,6%) e genéricos (+20,5%).
Já a Farmácias Nissei alcançou receita de R$ 937,4 milhões, market share estimado em aproximadamente 1,5% nacional e digital representando 20,6% da receita bruta (+264%). Mesmo com SSS de 2,65%, a companhia segue avançando na digitalização e no reposicionamento do mix, com crescimento puxado por medicamentos de marca, GLP-1 e MIPs.
Somadas, RD Saúde, Pague Menos, Panvel, D1000 e Nissei já representam aproximadamente 31% do varejo farmacêutico brasileiro estimado no trimestre.
O 1T26 mostra um varejo farmacêutico cada vez mais orientado por recorrência, ecossistema digital, gestão de categorias e saúde contínua. O avanço dos GLP-1, dos genéricos e da omnicanalidade segue acelerando recorrência, fidelização e ganho de market share dos grandes grupos.
Onde as melhores oportunidades realmente começam
Por Fernando Curi
Ao longo dos anos, empreendendo e participando de diferentes projetos, uma coisa ficou clara para mim: grandes oportunidades normalmente nascem de relações construídas com seriedade, confiança e consistência. Boa parte do que construí na minha trajetória veio de conexões feitas ao longo do tempo — relações que começaram de forma simples, evoluíram com credibilidade e acabaram gerando negócios, parcerias e projetos importantes. Mais do que estratégia, existe algo que continua fazendo diferença: a forma como a gente constrói relações e a reputação que deixa pelo caminho. No fim das contas, construir continua sendo o que mais me move.
Longevidade não é tendência, é a revolução silenciosa que já começou
Por Eliane Kreisler
O boom das publicações sobre longevidade é real.
E ele já não pode mais ser visto apenas como uma tendência demográfica, mas como uma transformação social, econômica, cultural e humana.
Ao ler o post de Avivah Wittenberg-Cox sobre a crescente produção de livros nos EUA, Reino Unido e Canadá sobre vidas mais longas, envelhecimento da força de trabalho e futuro da longevidade e fiz uma reflexão:
O Brasil entrou pouco depois nessa conversa global, mas
estamos aprendendo rápido.
E, mais do que isso, estamos construindo uma reflexão extremamente rica e necessária sobre o envelhecimento e a longevidade.
Temos a honra de, ao longo de quase 5 anos no LongeTalks , entrevistar algumas das maiores vozes mundiais da longevidade, do futuro do trabalho e da revolução demográfica e contar com contribuições e apoio de Eliane Honel e muitos outros especialistas nas entrevistas.
Entre eles:
Dan Pontefract, Michael Clinton, Carl Honoré,
Céline Abecassis-Moedas, Annie Coleman
E também nomes que ampliaram conhecimentos com livros, artigos, conteúdos e que contribuem para a nossa visão sobre envelhecimento, etarismo, propósito, saúde, trabalho e sociedade:
Ashton Applewhite, Dr. Kerry Burnight, Ken Stern , Bradley Schurman, Jacynth Bassett, Emilio Umeoka,
Alexandre Faure, Flora Proverbio,
Eleonora Barone, Barbara Rey Actis, Michael Fossel, MD. PhD, Mafalda Honório.
Essas conversas reforçam algo importante:
o boom da longevidade não pode ser apenas demográfico.
Ele precisa se transformar em estratégia, educação, cultura, inovação e preparação para vidas mais longas e melhores.
E o Brasil também vem produzindo reflexões fundamentais nessa área.
Temos pesquisadores, médicos, psicólogos, economistas, gerontólogos e autores que ajudam a construir novas narrativas sobre envelhecimento, maturidade, propósito, saúde, relações e economia da longevidade.
Gostaria de deixar aqui também um convite para conhecermos autores brasileiros que vêm contribuindo profundamente nesse tema:
Alexandre Kalache (uma referência mundial há mais de 50 anos trabalhando nessa área),Mayana Zatz, Jorge Felix, Fran Winandy, Maraí Vendramine, Silvia Triboni
Mariza Tavares, Martin Henkel, Emilio Moriguchi, Norton Mello, Jessyka Bram,
Thais Bento Lima da Silva, Fernando Aguzzoli-Peres,
Gabriel Martinez (cineasta sobre filmes sobre o Envelhecimento),Jose Eustáquio Diniz Alves
Mirian Goldenberg, Willians Fiori , Beltrina Corte, Marília Duque, Cléa Klouri (pesquisadora sobre o envelhecimento e consumo 60)
E muitos outros com livros, conteúdos, ações e projetos em todas as áreas da Longevidade. O Brasil aprende, produz e faz história na área da longevidade.
Estamos começando, mas talvez este seja um dos debates mais importantes do nosso tempo.
Porque longevidade não é apenas sobre viver mais.
É sobre transformar a maneira como trabalhamos, aprendemos, cuidamos, convivemos e damos significado à vida em todas as idades.
O consumidor que ninguèm esta vendo
Por Daniela Cachich
Lembro de quando tinha 20 ou 30 anos e achava alguém de 50 ou 60 muito velho. Hoje tenho 52, meu marido 61. E não, não nos sentimos velhos.
Se há algo em que acreditamos é que ainda temos vontade de fazer coisas interessantes, novas, relevantes. O que, na prática, também significa consumir.
A obsessão pela Gen Z revela algo menos confortável de admitir: existe um grupo inteiro sendo progressivamente ignorado. Eu, por exemplo. E muita gente que conheço.
Entramos na categoria 50+. Uma faixa que raramente aparece nos guias de mídia. Como se, a partir de certo ponto, deixássemos de ser considerados relevantes.
Não é apenas uma impressão. Faz tempo que não me vejo em campanhas. Vejo minha filha, meu filho, mas não me vejo. Até pouco tempo atrás, eu me reconhecia ali. Agora, desapareci.
Os números contam outra história. A população global acima de 60 anos já ultrapassa 1 bilhão de pessoas e deve superar 2 bilhões até 2050.
E, ainda assim, seguem sub-representados. Não se trata apenas de inclusão simbólica. Trata-se de lógica de negócio. Ao ignorar esse público, reduzimos o próprio tamanho do mercado endereçável.
No fim, não se trata de escolher entre gerações. Trata-se de reconhecer que o mercado nunca foi homogêneo.
E que, enquanto todos disputam atenção no mesmo lugar, talvez a maior oportunidade esteja justamente onde poucos estão olhando.
Porque não existe consumidor irrelevante.
Existe apenas consumidor que ninguém está vendo.
Tarja: O Novo “Quarto Poder”
Por Bradock Show
Por Que os Bancos Se Tornaram Donos de Sites e Revistas em 2026?
Já reparou que o seu site de notícias favorito ou aquela revista de negócios agora pertence a um grande banco ou corretora? O movimento de gigantes como BTG Pactual, XP, Banco Inter e Nubank para o setor de mídia não é coincidência — é estratégia bilionária. Os donos do dinheiro agora querem ser donos da notícia. E o cidadão precisa entender o que está em jogo.
Os casos se acumulam. André Esteves, do BTG Pactual, comprou a Revista Exame e consolidou-se na voz dos negócios. David Vélez, dono do Nubank, comprou o InvestNews. Rubens Menin, do Banco Inter, é dono da CNN Brasil e da Rádio Itatiaia. Benchimol, da XP, comprou o InfoMoney. No sentido contrário, a Globo é dona de 33% da Stone e o UOL é dono do PagSeguro e do PagBank. A fusão entre fintech e mídia se consolida em ritmo industrial. A lógica é simples e devastadora. No mercado atual, o custo para adquirir um novo cliente está cada vez mais alto. Comprando um veículo de comunicação já estabelecido, o banco compra uma audiência fiel — e ainda gera o próprio tráfego e conteúdo. Em vez de pagar por publicidade, eles agora detêm os dados de leitura e o comportamento do público. Saber o que você lê, quais setores da economia lhe interessam e quanto tempo passa consumindo informação permite criar ofertas personalizadas com precisão cirúrgica. Dados são o novo ouro. A pergunta que fica para a sociedade brasileira é fundamental. Quando o jornalismo “isento” sobre economia é produzido por veículos pertencentes a bancos que vendem produtos financeiros, o cidadão recebe informação ou recebe propaganda disfarçada? **Quem detém o capital, detém a narrativa.
O mercado não lembra quem liderou, só reconhece quem continua relevante
Por Hugo Rodrigues
Em 2007, a Nokia dominava o mundo com 35,8% do mercado global de celulares. Praticamente 1 em cada 3 aparelhos vendidos no planeta. A Motorola Solutions vinha em segundo com 17,3%. A Samsung Electronics, em terceiro, com 12,5%.
E a Apple? Tinha acabado de lançar o iPhone naquele mesmo ano. Com um market share de pouco mais de 5%, praticamente irrelevante. Dezenove anos depois, o ranking lascou geral.
Em 2026, a Apple lidera o planeta com 20% do mercado. A Samsung Electronics vem logo atrás com 19%. E a Nokia? Sumiu do top 10. A Motorola Solutions, que foi número 2 no mundo, hoje sobrevive com 3%. A Sony Ericsson? Extinta. A Palm? Extinta. A BlackBerry? Extinta. E onde entram Xiaomi Technology, vivo, OPPO e Transsion? Essas marcas sequer existiam de forma relevante em 2007, e hoje, juntas, as chinesas dominam mais de 37% do mercado global.
Isso não é apenas uma virada no mercado de celulares. É uma das maiores lições de branding, inovação e comportamento do consumidor que o capitalismo produziu em menos de duas décadas. O que fez a Apple vencer não foi só o produto, mas sim a com experiência do cliente, ecossistema e pertencimento. Comprar um iPhone nunca foi apenas sobre ter um celular, mas o estilo de vida e status que a marca carrega.
As marcas que sobreviveram e cresceram entenderam uma coisa simples, mas brutal: mercado não tem memória afetiva. Ele tem preferência atual.
E você, ainda aposta em quem domina hoje? Ou já está de olho em quem vai dominar amanhã?
A aparência não revela a fome de mudar de vida
Por Amanda Amorim
Recebi um candidato com a camisa e a calça mais amassadas que já vi. O rosto carregava um cansaço profundo — daqueles de quem parece atravessar a vida no modo sobrevivência. Debaixo do braço, uma pasta abarrotada de papéis, sonhos e esperança. Parecia até catálogo da Avon. Antes mesmo de se sentar, ele pediu desculpas em voz baixa: “Dormi no ônibus… tô chegando de outra cidade.” E foi ali que a sala mudou. O homem que entrou quase invisível começou a responder cada pergunta como se estivesse disputando a última pergunta do Quem Quer Ser Milionário? Seguro. Técnico. Preparado. Mas, acima de tudo, faminto. Faminto por oportunidade. Faminto por dignidade. Faminto por vida. Enquanto ele falava, dava para perceber: não era alguém buscando apenas um emprego. Era alguém tentando mudar o rumo da própria história. Mas então veio a sentença do meu gerente — desses que confundem liderança com estética: “Queremos alguém com mais porte… mais presença.” Tradução: alguém com aparência de vitrine da Zara, mesmo que não saiba abrir uma planilha. Naquele instante, eu entendi uma das maiores lições da minha vida: A gente não rejeita currículos. A gente rejeita histórias. Não descartamos candidatos. Descartamos batalhas que nunca tivemos coragem de conhecer. E o mais triste é que, por trás daquele homem, existia um mundo inteiro tentando dar certo. Resiliência. Coragem. Sacrifício. Uma mala. Um ônibus. E um sonho insistindo em sobreviver.
Quem só assiste esquece, quem participa, nunca sai da história
Por Jefferson Rossi Alves
A Coca-Cola entendeu uma coisa que muitas marcas ainda não perceberam: as pessoas não querem apenas assistir campanhas. Elas querem participar delas. Transformar alguém em “figurinha da Copa” parece uma ação simples. Mas estrategicamente, isso faz a marca: – gerar experiência – aumentar compartilhamento – criar conexão emocional – transformar o consumidor em mídia espontânea E talvez esse seja um dos maiores movimentos do marketing atual: as campanhas que mais performam hoje não são as que apenas aparecem. São as que fazem as pessoas quererem entrar na narrativa. No fim, experiência não é detalhe. É estratégia de marca. Fica a dica!
Sistema Nacional das Agências de Propaganda reforça integração e apresenta iniciativas estratégicas durante encontro
Por Renata Suter
Mais de 30 lideranças da propaganda de 12 estados participaram do Encontro do Sistema Nacional das Agências de Propaganda, promovido pela Fenapro, nos dias 14 e 15 de maio, em Florianópolis. Ao longo dos dois dias, presidentes, executivos e representantes do Sistema debateram temas prioritários para o setor, incluindo inteligência de mercado, comunicação integrada, cenário regulatório, evolução dos programas nacionais da entidade e iniciativas voltadas à gestão e sustentabilidade das agências.
Os principais assuntos discutidos foram o fortalecimento institucional do Sistema, os assuntos debatidos com a Secom do Governo Federal, o envolvimento de pautas com outras entidades do setor, além da adoção de ferramentas de BI e de inteligência de mercado, a Sondagem do Cenário de Remuneração nas Agências, bem como os programas de capacitação e apoio às agências associadas.
Para Ana Celina Bueno, presidente da Fenapro, o encontro reforçou o papel estratégico da integração nacional do Sistema. “Foram debatidos temas importantes para a gestão das agências, para o fortalecimento das nossas entregas e do relacionamento com o mercado. Essa integração fortalece o Sistema, amplia a atuação da categoria e contribui para consolidar cada vez mais o setor publicitário brasileiro”, avalia.
Como ações a serem encaminhadas, o Sinapro definiu a continuidade dos projetos nacionais, como o Festival Nacional da Propaganda, o fortalecimento das iniciativas de apoio técnico, estratégico e institucional às agências e a ampliação da Rodada Nacional, iniciativa que irá percorrer 12 estados brasileiros. Também reforçou o compromisso da Fenapro e dos Sinapros com a inovação, a boa gestão da operação das agências, a integração e o desenvolvimento sustentável do setor publicitário brasileiro.
Desemprego não mede valor, só revela o quanto o mercado ainda precisa evoluir
Por Luciana Regina M.
Tem muita gente desempregada hoje carregando uma culpa que não deveria carregar. Profissionais experientes, capacitados, comprometidos… mas que começaram a acreditar que o silêncio do mercado define o próprio valor. E não define. O LinkedIn acabou virando uma vitrine de conquistas constantes. Promoções. Resultados. Cargos. Reconhecimentos. Enquanto isso, existe uma multidão tentando apenas uma oportunidade para recomeçar. E talvez uma das coisas mais cruéis do desemprego seja justamente o impacto emocional que ele provoca. A insegurança. A comparação. A sensação de não ser suficiente. O medo de não conseguir voltar. Como profissional de RH, vejo algo muito importante: Currículo não revela tudo. Existem talentos extremamente preparados que só precisam de espaço, direção e alguém que enxergue além de uma fase difícil. Nenhum processo seletivo deveria desumanizar pessoas. Porque atrás de cada candidatura existe uma história, uma família, uma expectativa e muitas vezes alguém tentando recuperar a própria confiança. O mercado fala muito sobre performance. Mas talvez esteja faltando falar mais sobre acolhimento, escuta e oportunidades reais. Competência importa. Mas humanidade também.
Idade não é limite, é potência que o mercado ainda insiste em ignorar
Por Rosália Quintino de Andrade Cruz
Fala-se muito sobre diversidade nas empresas. Mas ainda falamos pouco sobre etarismo.
Essa semana li várias matérias sobre os profissionais 50+, a dificuldade de se recolocar, a chamada “geração prateada”, e isso me fez refletir sobre a minha própria trajetória.
Quando saí de uma empresa após 15 anos de trabalho, aos 47 anos, vivi na prática o preconceito silencioso da idade. Não era explícito. Mas estava nos olhares, nas oportunidades que não vinham, nos discursos sobre “energia nova”, “perfil mais jovem”, “fit cultural”.
Hoje, aos 57, percebo avanços. O tema ganhou espaço. O debate existe. Mas ainda vejo mais discurso do que oportunidade real.
E talvez o maior erro das empresas seja imaginar que profissionais maduros buscam apenas estabilidade ou altos salários. Muitos de nós buscamos algo muito mais valioso: desafios, contribuição, troca, construção e propósito.
Experiência não deveria ser vista como peso. Deveria ser ativo estratégico.
Profissionais maduros carregam repertório, resiliência, inteligência emocional, capacidade de gestão de crise, visão sistêmica e maturidade relacional — competências que nenhuma inteligência artificial substitui.
Diversidade também é sobre idade. É sobre integrar gerações, unir inovação com experiência, velocidade com profundidade.
Ainda existem muitos profissionais 50+ com vontade, energia e capacidade de fazer a diferença. O mercado só precisa parar de enxergar idade como limite e começar a enxergar potência. Vejo muitos profissionais acima dos 50 anos cheios de disposição física, mental e “gas” para fazer a diferença, com “fôlego” que muitos jovens já estão cansados para fazer acontecer e entendo que não é a idade que limita as “entregas”.
Porque talento não tem prazo de validade
A população 80+ cresce em ritmo acelerado: e isso está mudando de forma profunda a maneira de cuidar dos mais velhos
Por Paulo Custodio
Há exatos cinquenta anos, apagar oitenta velas de aniversário era um raro milagre biológico no Brasil. Hoje, a população 80+ cresce vertiginosamente porque a pesada química laboratorial curou antigas falhas respiratórias obstrutivas mortais. Esse farto e inédito volume de idosos força os parentes a reconstruírem as antigas rotinas residenciais diárias.
Por que a população 80+ cresce de maneira tão veloz atualmente?
O extenso controle farmacológico das agressivas pressões arteriais evitou o precoce colapso do frágil coração humano moderno. Os densos antibióticos químicos aniquilaram as perigosas bactérias nocivas que antigamente dizimavam populosos quarteirões inteiros. Essa rígida profilaxia laboratorial elevou violentamente a média de vida das grandes nações ocidentais recentes.
A dinâmica demografia global desenha uma inédita e achatada pirâmide etária estrutural nestes dias prósperos. Os parcos nascimentos despencaram rapidamente enquanto a vitoriosa longevidade atingiu os seus patamares mais elevados. As calmas maternidades vazias contrastam fortemente com os complexos hospitais geriátricos superlotados nas extensas metrópoles urbanas ativas.
Como a arquitetura dos lares previne as quedas mais graves?
O denso declínio ósseo transforma os simples degraus caseiros em temíveis e ocultas armadilhas fatais invisíveis. A sábia substituição dos escorregadios tapetes felpudos por seguros pisos emborrachados reduz os graves e frequentes acidentes noturnos. Instalar firmes barras metálicas nas úmidas paredes do banheiro salva o frágil fêmur diariamente.
O exato impacto da forte iluminação visual preventiva
A progressiva e lenta degeneração da retina exige clareza visual absoluta nos extensos corredores da sua residência. Modernas lâmpadas frias automáticas ativadas por potentes sensores de movimento guiam os lentos passos durante a escura madrugada. A farta luz branca afasta a terrível confusão mental e preserva a intocável autonomia motora.
Quais recursos monitoram a rigorosa rotina médica à distância?
A inovadora e engenhosa biometria vestível substitui a antiga e sufocante vigilância presencial contínua diária. Os modernos relógios digitais medem os silenciosos batimentos cardíacos e emitem estridentes alertas automáticos aos temerosos parentes distantes. Um brusco desmaio no piso duro aciona os ágeis paramédicos socorristas em poucos e exatos segundos.
As rigorosas e detalhadas consultas virtuais poupam o lento e cansativo deslocamento físico até as clínicas médicas lotadas. Essa imediata intervenção diagnóstica visual resolve as pequenas dores articulares através dos brilhantes visores portáteis. A remota assistência digital assegura muita paz mental para quem trabalha fisicamente longe dos pais idosos.
O gigante mercado eletrônico global oferece eficientes e variados equipamentos focados na severa proteção dos bravos veteranos. Observe os principais aparelhos inteligentes recomendados para as casas atualizadas:
- Sensores de queda (acionamento veloz de socorro emergencial).
- Dispensadores automáticos (liberação pontual sonora de pílulas vitais).
- Câmeras bidirecionais (rápida comunicação auditiva familiar constante).
- Camas motorizadas (fácil elevação mecânica do tronco pesado).
Quem assume a pesada carga da assistência diária prolongada?
As vitais e complexas tarefas de rigoroso asseio recaem pesadamente sobre as exaustas filhas mulheres nas engessadas estruturas patriarcais latinas. O intenso acúmulo das pesadas obrigações maternas somado ao estressante emprego formal esmaga a sanidade mental dessas fortes cuidadoras silenciosas. O forçado abandono do raro lazer pessoal gera amargos ressentimentos.
Quais políticas sustentam um seguro amanhã confortável para todos?
O caríssimo financiamento financeiro dos inativos asilos cobra altos impostos das finas fatias trabalhadoras atuais. As estatais previdências públicas exigem urgentes matemáticas financeiras duras para evitar a letal falência monetária nacional imediata. O farto dinheiro poupado na longa juventude custeia perfeitamente os caros anos finais da prolongada existência biológica.
A prévia e inteligente estruturação econômica prudente define a futura dignidade material de cada sábio indivíduo calvo. O constante poupador disciplinado compra a adequada estrutura hospitalar confortável, mantendo o controle total sobre o seu delicado corpo envelhecido. A lúcida adaptação social honra aqueles que corajosamente ergueram as nossas cidades sólidas.
Brechós lideram moda circular no Brasil, mas 61% operam na informalidade
Por Alice Lopes
O levantamento traça um perfil nítido do setor, composto em 98% por mulheres, das quais 65% se autodeclaram negras. No campo financeiro, os desafios são expressivos, pois 53% das proprietárias de brechós faturam no máximo um salário mínimo mensal. Além disso, para metade das entrevistadas, a receita gerada pela venda de roupas usadas é insuficiente para o sustento familiar, o que coloca o negócio em uma zona de vulnerabilidade econômica.
Barreiras na formalização
A informalidade é um dos maiores obstáculos para a profissionalização da moda circular no país. Segundo os dados, 61% dos brechós operam sem CNPJ, o que limita o acesso a crédito bancário, parcerias comerciais e benefícios previdenciários. Entre a parcela que buscou a formalização, o modelo de Microempreendedor Individual (MEI) é a escolha de 89% das empreendedoras, evidenciando a predominância de estruturas de pequeno porte e gestão simplificada.
Cristina Chiarastello, líder do programa Moda Justa e Sustentável, destaca que os brechós são ferramentas potentes de inclusão produtiva, mas que as mulheres à frente dessas operações ainda empreendem de forma solitária. A ausência de suporte em gestão especializada e a dificuldade em escalar o faturamento impedem que a autonomia financeira acompanhe o crescimento do interesse do consumidor pela moda sustentável. O cenário aponta para a necessidade urgente de políticas públicas e programas de capacitação que transformem a consciência ambiental em negócios economicamente viáveis.
18º Seminário do SindiRádio debate inovação, rádio híbrido e os novos caminhos da radiodifusão
Por Lourenço Marchesan/Camejo
Evento reuniu mais de 100 participantes em Porto Alegre para discutir transformação digital, monetização e o futuro do rádio em um cenário cada vez mais multiplataforma. O Sindicato das Empresas de Rádio e TV do Rio Grande do Sul (SindiRádio) promoveu, neste sábado (16), em Porto Alegre, o 18º Seminário do SindiRádio reunindo representantes de emissoras, empresários, profissionais da comunicação e especialistas do setor para discutir os desafios e as transformações da radiodifusão. Com o tema “O Rádio em Todas as Telas: O Novo Modelo de Negócio da Radiodifusão”, o encontro contou com mais de cem inscritos e teve como foco os impactos da evolução tecnológica no consumo de áudio, nas estratégias comerciais e na presença multiplataforma do rádio. A abertura do evento foi conduzida pelo presidente do SindiRádio, Roberto Cervo Melão, que destacou a capacidade de adaptação do meio diante das mudanças no comportamento da audiência e do avanço das plataformas digitais. “O rádio precisa estar em todas as telas, mas sem esquecer que sua maior tela continua sendo a confiança das pessoas”, afirmou. Segundo o presidente, o rádio ampliou sua presença nos últimos anos e passou a ocupar diferentes ambientes digitais sem perder sua essência de proximidade com a comunidade. “O rádio não perdeu espaço. O rádio ganhou novas possibilidades. Mas essas possibilidades só se transformam em negócio quando o setor se organiza, se qualifica e se valoriza. Por isso, este seminário é tão importante”, pontuou. Também participou da abertura o presidente da Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão (Agert), Alessandro Heck, que reforçou a importância da profissionalização do setor diante das novas exigências do mercado. Para ele, rádio e televisão precisam trabalhar seus modelos de negócio de forma estratégica e estruturada. Ao longo da tarde, a programação reuniu especialistas para discutir o rádio híbrido sob diferentes perspectivas. A primeira palestra, “Rádio Híbrido: a evolução da experiência do ouvinte”, foi conduzida pelo jornalista, empresário e fundador do portal tudoradio.com, Daniel Starck. Durante a apresentação, ele abordou as mudanças na forma de consumo de áudio e a necessidade de o rádio comunicar melhor ao mercado sua atuação multiplataforma. “As pessoas estão nos ouvindo cada vez mais em diferentes formatos”, destacou Starck. Segundo ele, o rádio já transmite conteúdo em diversos canais, como streaming, aplicativos e dispositivos conectados, mas ainda precisa fortalecer sua percepção como mídia multiplataforma. O palestrante também falou sobre a importância de avançar na presença do rádio em smartphones e na evolução tecnológica da recepção 3.0. “O rádio precisa estar em todos os locais, com a melhor experiência possível, em nível de igualdade ou superior aos serviços digitais”, afirmou. Na sequência, o consultor e pesquisador Fernando Morgado ministrou a palestra “Ganhando dinheiro com rádio híbrido”, abordando os desafios da monetização e as oportunidades de crescimento comercial para o setor. Durante a apresentação, Morgado destacou a força do rádio na relação com o público, apontando que oito em cada dez brasileiros escutam rádio e também confiam no meio. Apesar disso, segundo ele, apenas 0,38 de cada dez reais investidos em mídia são destinados ao rádio. “Existe uma discrepância muito grande, o que é uma reclamação do meio”, afirmou. Para o consultor, o rádio híbrido representa uma oportunidade estratégica de ampliar a competitividade das emissoras no ambiente digital. “O híbrido é a chance de o rádio se firmar como mídia online. Sendo híbrido, o rádio engole a internet”, declarou. Morgado também destacou o potencial econômico da tecnologia híbrida, afirmando que ela pode ampliar significativamente a capacidade de receita das emissoras. Segundo ele, a verba publicitária disputada pelo rádio pode crescer de R$ 1,1 bilhão para R$ 11,7 bilhões com a consolidação do modelo híbrido. O palestrante ainda reforçou a importância de investir em pesquisa e inteligência de mercado para fortalecer a valorização comercial do setor. A palestra “Rádio híbrido: aspectos laborais”, ministrada pelo advogado Guilherme Guimarães, trouxe reflexões sobre os impactos das transformações tecnológicas nas relações de trabalho e nos desafios jurídicos da radiodifusão contemporânea. “O setor está em transformação. Rádios deixam de ser apenas transmissões lineares e incorporam streaming, podcasts, redes sociais, vídeo e interatividade”, afirmou. Durante a apresentação, Guimarães abordou os desafios jurídicos e trabalhistas que acompanham a evolução do rádio híbrido e a ampliação da atuação das emissoras em diferentes plataformas e formatos de distribuição de conteúdo. O especialista também destacou a importância de acompanhar a modernização do setor com segurança jurídica e alinhamento às novas dinâmicas operacionais e de mercado. O encerramento do seminário contou com um painel reunindo os três palestrantes, promovendo um debate sobre tendências, inovação e os próximos passos do rádio diante das mudanças no comportamento do público e na dinâmica do mercado de mídia.
CazéTV transmitirá LALIGA no Brasil pelas próximas seis temporadas
A aliança reforça a presença da LALIGA no Brasil e aproxima a competição de milhões de torcedores por meio de distribuição digital gratuita e multiplataforma
CazéTV e LALIGA anunciam um acordo para a transmissão da LALIGA no Brasil durante as próximas seis temporadas, ampliando o acesso do público brasileiro a uma das competições mais relevantes e acompanhadas do futebol mundial.
O acordo contempla a exibição das partidas da LALIGA EA SPORTS no Brasil, bem como a distribuição de conteúdos complementares e melhores momentos nas redes sociais. A aliança reforça a presença da competição no ecossistema digital brasileiro e permite aproximar o campeonato de novas audiências por meio de uma proposta gratuita, acessível e adaptada aos novos hábitos de consumo esportivo.
Um dos diferenciais da parceria será a distribuição do conteúdo através do ecossistema da CazéTV, com o YouTube como principal plataforma de acesso gratuito para os torcedores brasileiros, além da presença da CazéTV em outros ambientes digitais e plataformas conectadas. Essa capilaridade permitirá que a LALIGA chegue ao público brasileiro com uma experiência de consumo mais aberta, social e integrada aos canais onde as novas gerações já acompanham o esporte.
Reconhecida por reunir alguns dos clubes mais importantes do mundo, rivalidades históricas, grandes estrelas internacionais e uma longa tradição de talento brasileiro, a LALIGA ocupa uma posição central no calendário global do futebol. Sua chegada à CazéTV representa um novo passo na estratégia de expansão e conexão com audiências locais, especialmente com os torcedores mais jovens e os novos hábitos de consumo de conteúdos esportivos.
“O Brasil é um mercado estratégico para a LALIGA, pela paixão de seus torcedores, pela força cultural que o futebol tem no país e pela profunda conexão que nossa competição sempre teve com o talento brasileiro. Esta aliança com a CazéTV representa uma oportunidade muito importante para aproximar ainda mais a LALIGA dos torcedores brasileiros por meio de um modelo de distribuição digital e de grande alcance, alinhado com a forma como as novas audiências consomem esporte hoje. Estamos muito felizes em iniciar esta nova etapa ao lado de um parceiro que entende tão bem o público local e que tem uma capacidade única de gerar conversa, alcance e engajamento no Brasil”, comentou Rebeca Díaz, diretora de Global Media Rights da LALIGA.
O Brasil mantém uma relação histórica com a LALIGA. Ao longo das últimas décadas, jogadores brasileiros foram protagonistas de alguns dos momentos mais memoráveis da competição, deixando uma marca decisiva em clubes como Real Madrid, Barcelona, Atlético de Madrid, Sevilla, Valencia, Villarreal e muitos outros, com jogadores icônicos como Ronaldo, Ronaldinho, Rivaldo, Marcelo, Roberto Carlos, Romário, Neymar ou Bebeto. Esta nova aliança permitirá reforçar essa conexão e construir uma narrativa mais próxima, digital e adaptada ao público brasileiro.
“Trazer a LALIGA para a CazéTV significa somar ao nosso portfólio uma das competições mais icônicas do futebol mundial. Falamos de uma liga que reúne alguns dos maiores clubes, jogadores e histórias do esporte, com enorme relevância global e uma forte conexão com o público brasileiro. É um conteúdo que representa tradição, qualidade e um enorme valor para os fãs de futebol, e que chega para fortalecer ainda mais nossa oferta de grandes eventos esportivos, ampliando o acesso e aprofundando a conexão do torcedor com o melhor do esporte mundial”, acrescenta Felipe Aquilino, sócio da CazéTV.
Para a CazéTV, a incorporação da LALIGA consolida sua estratégia de oferecer grandes propriedades esportivas globais por meio de uma experiência de consumo acessível, inovadora e conectada com a cultura do torcedor brasileiro.
Sobre a LALIGA
A LALIGA é o maior ecossistema de futebol do mundo. Trata-se de uma associação esportiva privada composta pelos 20 clubes/SADs da LALIGA EA SPORTS e pelos 22 clubes da LALIGA HYPERMOTION, responsável pela organização das competições profissionais de futebol em nível nacional na Espanha. A LALIGA possui mais de 258 milhões de seguidores nas redes sociais em todo o mundo, distribuídos em 16 plataformas e 20 idiomas diferentes. Com sede em Madri, conta com a maior rede internacional entre propriedades esportivas, estando presente em 35 países por meio de 8 escritórios. A associação também desenvolve iniciativas sociais por meio da FUNDACIÓN LALIGA e é a primeira liga profissional de futebol do mundo a organizar uma competição para jogadores com deficiência intelectual: a LALIGA GENUINE Moeve.