Você vai ler na coluna de hoje: Mercado movimenta R$ 19,4 bilhões até setembro, ESPN renova com CONMEBOL e terá o maior catálogo do futebol sul-americano, Sinapro lança plataforma para profissionalizar gestão e aumentar rentabilidade das agências, Demorar Custa Mais que Decidir, Radiodifusão conquista avanços inéditos que beneficiam principalmente as emissoras de pequeno porte, Amor ou só um crush?, O papel das escolas e redes sociais na prevenção ao vício em apostas, Encerrando 2025: um ano que celebrou nosso passado e acendeu, com força, o desejo de futuro, Os dias são longos, mas os anos são curtos, O live commerce está indo para dentro dos shoppings, JBP – Plano de Negócios Conjunto – Concepção, Benefícios e Resultados e Programa Mais Assistência.
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Cenp-Meios: mercado movimenta R$ 19,4 bilhões até setembro
Por Bárbara Sacchitiello
Entre os meses de janeiro a setembro deste ano, o mercado publicitário brasileiro direcionou R$ 19,4 bilhões para compra de mídia, o que indica um crescimento de 9,07% em comparação com o mesmo período do ano passado.
Os dados, divulgados nesta quinta-feira, 11, fazem parte do painel do Cenp-Meios, composto por informações enviadas por 329 agências de publicidade, de diversas regiões do Brasil.
Até junho deste ano, no painel anterior divulgado pelo Cenp-Meios, as agências já haviam reportado um valor acumulado de R$ 11,93 bilhões em compra de mídia. A expectativa da indústria era realmente de que esse montante crescesse, uma vez que, historicamente, o segundo semestre costuma ser o período de maior movimentação publicitária na mídia brasileira.
Para efeito comparativo, entre janeiro e setembro do ano passado, o Cenp-Meios havia reportado um montante de R$ 17,8 bilhões em compra de mídia.
De acordo com Luiz Lara, presidente do Cenp, o resultado do painel dos primeiros nove meses de 2025 confirma a expansão contínua do mercado publicitário brasileiro e reforça o movimento observado ao longo dos últimos trimestres.
“Mesmo em um cenário macroeconômico marcado por incertezas, a publicidade segue avançando de forma sólida”, pontua Lara, em comunicado.
Internet e OOH se destacam
No detalhamento da distribuição das verbas publicitárias entre os meios, a Internet, que já vinha nos últimos paineis em ritmo contínuo de crescimento, ultrapassou o meio TV, considerando a soma entre as verbas da TV aberta e TV paga.
Entre janeiro e setembro de 2025, de todo o montante investido em compra de mídia reportado pelas agências que compõem o Cenp-Meios, 41,5% ficaram com a Internet. Em valores absolutos, a Internet angariou R$ 8,066 bilhões em compra de mídia.
A Televisão, considerando tanto os canais abertos quanto os pagos, aparecem na vice-liderança, com movimentação de R$ 7,843 bilhões – o que corresponde a 40,3% do bolo publicitário.
Separadamente, a TV Aberta angariou o montante de R$ 6,124 bilhões enquanto a TV paga movimentou R$ 1,718 bilhões.
No relatório, também é destaque o crescimento da mídia Out-Of-Home, que movimentou um total de R$ 2,360 bilhões em termos de investimento publicitário.
ESPN renova com CONMEBOL e terá o maior catálogo do futebol sul-americano
Por Renata Suter
A ESPN e o Disney+ seguem como as principais casas do futebol sul-americano. Em acordo firmado com a CONMEBOL, o Grupo Disney mantém e amplia os direitos de transmissão da Libertadores e da Sudamericana após a rodada de concorrência da entidade de futebol do continente.
Com o novo acordo, a ESPN e o Disney+ ampliam seus catálogos e transmitirão o maior número de jogos dos principais torneios do continente, com prioridade na escolha de jogos da Libertadores e aumento do pacote da Sudamericana, além da Recopa Internacional. No total, serão transmitidos 238 jogos no linear e no streaming da companhia a partir de 2027.
Para Bruno Zurlo, head de esportes da The Walt Disney Company Latin America, “A renovação do acordo com a CONMEBOL reforça nossa oferta esportiva na televisão e no streaming”.
Além de ampliar seu portfólio com as Copas Libertadores, Sudamericana e Recopa Internacional, a ESPN também garante, a partir de 2027, a transmissão exclusiva de outros importantes torneios da CONMEBOL: Libertadores Feminina, Libertadores Sub-20, Libertadores de Futsal (masculino e feminino) e Libertadores de Futebol de Areia.
Em 2026, Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Mirassol, Fluminense, Botafogo e Bahia estão garantidos na principal competição do continente. Já São Paulo, Grêmio, Bragantino, Atlético Mineiro, Santos e Corinthians estarão na Sudamericana. Há ainda uma vaga de Libertadores aberta, a depender do resultado da Copa do Brasil.
A ESPN e o Disney+ transmitem as principais ligas de futebol do mundo, como LaLiga, a Premier League e a Série A italiana, transmitindo mais de 2.000 partidas, em um total de mais de 3.000 horas de jogos ao vivo para todo o Brasil durante o ano.Esse valor fez o share do OOH subir de 11,9%, em junho, para 12,1% ao final de setembro.
O Rádio manteve o share de 4% de participação no bolo publicitário, com movimentação de R$ 778 milhões no período de janeiro a setembro.
Na sequência, aparecem o Jornal (movimentação de R$ 274 milhões e participação de 1,4%; Revista (investimentos de R$ 64,252 milhões e share de 0,3%) e Cinema (movimentação de R$ 60,823 milhões e share de 0,4%).
Sinapro lança plataforma para profissionalizar gestão e aumentar rentabilidade das agências
Por Renata Suter
O Sistema Nacional das Agências de Propaganda (Sinapro), que passou a reunir Fenapro e Sinapros, lançou a Fórmula de gestão P4C2, nova plataforma de capacitação e método de gestão desenvolvido para dar aos empresários das agências de propaganda ferramentas para a cultura de gestão e a sustentabilidade dos seus negócios.
O método P4C2 traduz as etapas críticas da operação de uma agência em seis pilares integrados – o de planejamento, prospecção, proposta, preços, contratos e controles -, garantindo que o crescimento da receita seja acompanhado pela solidez da relação comercial junto aos clientes e pela excelência na entrega.
Daniel Queiroz, presidente da Fenapro, conta que “O P4C2 atua como um roteiro de excelência, focado em desenvolver nas agências uma cultura de gestão que não apenas aumente o volume de negócios, mas que o faça de forma sistemática, lucrativa e segura”.
P1: Planejamento: estruturar coerência entre recursos e os esforços de prospecção, proposta e entrega.
P2: Prospecção: buscar novos negócios de forma sistematizada, com métodos e métricas claras, gerando muito mais resultado.
P3: Proposta: garantir a oferta de serviços por meio de propostas claras, com escopos muito bem definidos e pactuados, conforme a real demanda dos clientes.
P4: Preços: qualificar a gestão empresarial para formatar preços de forma competitiva e rentável.
C1: Contratos: formalizar acordos via contratos aderentes ao escopo e condizentes com uma relação comercial para ambas as partes, dando a devida segurança jurídica tanto para o cliente como para a agência.
C2: Controles: monitorar toda a entrega a partir de controles que gerenciam o escopo acordado, estabeleçam métricas de desempenho e que tangibilizem demandas de ajustes contratuais quando necessário.
Ana Celina Bueno, diretora no Ciclo de Gestão 2020-2025, que assumirá a presidência da FENAPRO em 2026, acredita que a criação da Fórmula P4C2 surgiu da escuta ativa e profunda das demandas reais de gestão das agências, que, muitas vezes, ficam presas ao operacional e perdem rentabilidade. “Não é apenas uma teoria, é um guia prático, que traduz o crescimento de receita em segurança jurídica e excelência na entrega”, diz Ana.
O lançamento da Fórmula P4C2 estará disponível para as agências associadas ao Sinapro. O programa de capacitação terá conteúdo online e interações presenciais em workshops para exercício dos métodos a serem adotados pelos empresários e executivos de agências.
Demorar Custa Mais que Decidir
Por Willian Navarro
O maior risco em times comerciais quase nunca aparece nos relatórios: decisões que demoram.
Atrasos em aprovações, preços indefinidos ou escolhas que ficam penduradas criam gargalos silenciosos, aumentam o atrito entre áreas e fazem a concorrência avançar primeiro.
E quando o tempo se perde, a venda também se perde.
Já vi mês desandar porque uma resposta ficou “em análise” enquanto o mercado acelerava.
Não é falta de esforço — é falta de agilidade.
Organização simples resolve: encontros rápidos, responsabilidades claras e autonomia combinada.
Quando decidir vira hábito — e não exceção — tudo flui.
No fim, a demora custa mais do que qualquer investimento.
Ela corrói antes mesmo de aparecer nos números.
Radiodifusão conquista avanços inéditos que beneficiam principalmente as emissoras de pequeno porte
A ABERT anunciou, nesta terça-feira (9), a renovação do convênio com o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), que concede benefícios inéditos às emissoras de rádio comerciais associadas, com descontos que podem chegar a 55% do valor da retribuição autoral. As novas condições passam a valer em 1º de janeiro de 2026.
A renovação foi negociada após uma série de reuniões conduzidas pela ABERT com o apoio das associações estaduais de radiodifusão.
O convênio mantém a autorização para que as emissoras de rádio comerciais associadas utilizem obras musicais, mediante pagamento mensal da retribuição autoral, e apresenta avanços importantes na redução dos valores pagos.
Segundo a ABERT, o novo acordo representa a melhor condição já alcançada para as emissoras de rádio, especialmente para as de pequeno porte e localizadas em municípios menores, e reduzirá o pagamento do licenciamento autoral mensal de mais de 1300 rádios associadas à entidade.
No que se refere à retribuição pelo simulcasting, o convênio mantém as condições anteriores: o valor corresponderá a 10% do montante mensal efetivamente pago pelo broadcasting, desde que a emissora esteja adimplente e cumpra integralmente as obrigações previstas.
Amor ou só um crush?
Por Cristina Duclos
Sobre a nova (e crescente) infidelidade dos consumidores.
Outro dia me peguei pensando: será que as marcas ainda conseguem viver um relacionamento sério com seus consumidores… ou estamos todos presos em um eterno situationship?
Spoiler: os dados mostram que está difícil assumir compromisso.
A infidelidade está alta.
Segundo a McKinsey, cerca de 75% dos consumidores experimentaram novas marcas nos últimos 18 meses e, pior, 60% dizem que pretendem continuar trocando se encontrarem algo mais conveniente, mais barato ou simplesmente mais interessante. Ou seja: não é só um flerte ocasional… virou comportamento.
Isso não é pessoal. É algoritmo.
A HubSpot mostra que 71% dos consumidores esperam personalização total. Se a marca não entrega, eles trocam rápido.
E a Deloitte reforça: 1 em cada 3 consumidores abandona uma marca após apenas uma experiência ruim.
E quando falamos de varejo digital, então…
O estudo VTEX + WGSN aponta que o tempo entre ver um produto e comprar caiu 12,9% entre 2023 e 2025. Ou seja: o consumidor está mais impulsivo, mais pragmático e com menos paciência para relações complicadas.
Se o caminho travou? Se o preço não agradou? Se o anúncio concorrente piscou?
Adeus, próximo da fila.
Moral da história:
O consumidor de hoje não quer um amor épico.
Quer facilidade, relevância e constância.
Quem entrega isso vira relacionamento.
Quem não entrega vira… crush de verão.
E do lado das marcas?
Fica a pergunta: estamos construindo vínculo ou apenas colecionando matches?
O papel das escolas e redes sociais na prevenção ao vício em apostas
Por Alex Akira
Com o avanço das plataformas digitais e a popularização das apostas esportivas, o Brasil se depara com um novo desafio: como educar as próximas gerações para lidar de forma responsável com o jogo online e seus riscos? De acordo com a pesquisa “Jogos de Aposta Online”, realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a Offerwise Pesquisas, 30% dos entrevistados acreditam que as escolas e as redes sociais devem ter papel ativo na conscientização sobre o vício em apostas.
O estudo mostra que a preocupação é crescente, especialmente porque 9% dos entrevistados afirmam ter filhos ou filhas entre 12 e 18 anos envolvidos em apostas online. Entre os principais impactos relatados estão mentiras ou omissões à família (22%), ansiedade, depressão ou irritabilidade (18%), perdas financeiras (15%) e comportamentos agressivos (14%).
Os números revelam que a prática, muitas vezes iniciada por curiosidade ou influência de amigos e influenciadores digitais, tem gerado consequências emocionais e sociais ainda pouco debatidas em ambientes educacionais.
Educação como prevenção
A pesquisa indica que 44% dos brasileiros defendem campanhas de conscientização sobre o vício em apostas e 35% pedem a proibição de marketing voltado a jovens e adolescentes. Para especialistas, a educação digital e financeira é um dos caminhos mais eficazes para prevenir comportamentos de risco.
Incluir o tema nas escolas, segundo a percepção popular, permitiria discutir não apenas as consequências financeiras das apostas, mas também o funcionamento psicológico do vício, a influência da publicidade e o papel das redes sociais na formação de hábitos.
Com o jogo online cada vez mais acessível, e muitas vezes vinculado a ídolos esportivos e criadores de conteúdo, a alfabetização digital se torna uma ferramenta essencial para fortalecer o pensamento crítico entre crianças e adolescentes.
Ao mesmo tempo em que são um canal de disseminação das apostas, as redes sociais também podem ser parte da solução. Plataformas como Instagram, TikTok e YouTube concentram boa parte da audiência jovem que é exposta diariamente a conteúdos sobre “ganhos fáceis” e “apostas lucrativas”.
A pesquisa mostra que 41% dos brasileiros são favoráveis à proibição de propagandas com influenciadores e celebridades, justamente pela percepção de que esse tipo de conteúdo estimula o comportamento impulsivo e reforça a ideia de enriquecimento imediato.
Campanhas educativas voltadas às redes sociais, com linguagem simples, visual e interativa, são vistas como um caminho para equilibrar essa narrativa e promover o uso responsável das plataformas digitais.
Conscientização é responsabilidade compartilhada
A crescente presença das apostas no cotidiano digital reforça a importância de uma abordagem coletiva. Escolas, famílias, criadores de conteúdo e empresas de tecnologia podem atuar juntos para estimular o consumo consciente e o controle emocional frente à lógica de recompensas instantâneas.
Ao defender o ensino sobre riscos do jogo nas escolas e nas redes, os brasileiros deixam claro que esperam mais do que apenas regras de mercado: querem prevenção, diálogo e educação para preparar as novas gerações para um ambiente digital cada vez mais envolvente e potencialmente perigoso.
Encerrando 2025: um ano que celebrou nosso passado e acendeu, com força, o desejo de futuro
Por Fernando Silveira
Todo fim de ano traz uma pergunta inevitável: o que fizemos com o tempo que tivemos? Em 2025, essa pergunta ganhou outra dimensão para nós. Afinal, celebrar 25 anos da Integrada não foi apenas olhar para trás, mas também reconhecer a energia que sempre nos moveu adiante. Foi perceber que cada projeto, cada conversa, cada escolha ajudou a construir uma história guiada por inquietude, coragem e propósito.
“Percebemos que crescer também significa ajustar processos, rever rotas e se permitir evoluir.”
E que ano foi esse! Enfrentamos desafios duros, daqueles que exigem coragem para encarar de frente e humildade para aprender no caminho. Alguns vieram do mercado, que muda antes mesmo de piscarmos. Outros vieram de dentro, quando percebemos que crescer também significa ajustar processos, rever rotas e se permitir evoluir. Mas é justamente aí que reside a força da nossa cultura: transformar desafios em combustível.
Crescemos como equipe, como negócio e, acima de tudo, como identidade. Reafirmamos quem somos, o que fazemos, por quem fazemos e o porquê de tudo que fazemos. E entendemos, com uma clareza nova, que maturidade não é sinônimo de estabilidade. É pura lucidez. É saber a hora de ousar, a hora de simplificar e, principalmente, a hora de ouvir.
“Abre as portas para um 2026 ambicioso, estratégico e pulsante.”
A verdade é que 2025 nos ensinou que não existe um “ponto de chegada”. Existe caminho. E nesse caminho, ficamos mais conscientes do que precisa melhorar e mais orgulhosos do que já construímos. Isso nos abre as portas para um 2026 ambicioso, estratégico e pulsante.
O próximo ano não começa do zero, pois já na largada contamos com tudo o que já somos. E nossos objetivos estão claros: aprofundar a comunicação integrada, fortalecer processos, multiplicar nosso poder criativo e continuar cultivando uma cultura que faz sentido, que acolhe, que provoca e que impulsiona. Queremos ser mais parceiros, mais estratégicos, mais ousados e ainda mais conectados às transformações do mercado. Mas queremos, acima de tudo, fazer isso juntos.
Porque uma agência não se constrói apenas com técnica, mas principalmente com pessoas que acreditam, que sonham, que enxergam longe e que têm garra para transformar o que for preciso.
Ao fechar 2025, deixo uma reflexão que tem guiado nossos passos: no ritmo acelerado da comunicação, estamos realmente ouvindo o que importa? Estamos apenas repetindo fórmulas ou estamos nos permitindo evoluir de verdade?
Que 2026 nos encontre atentos, curiosos, inquietos e cheios de vontade. Temos muitos capítulos novos para escrever e queremos você conosco nessa jornada.
Os dias são longos, mas os anos são curtos
Por Leonardo Lazzarotto
Há uma frase que sempre me vem à mente quando o ano se aproxima do fim: os dias são longos, mas os anos são curtos. Passamos por 365 manhãs, tardes e noites que pareceram intermináveis e, de repente, já é dezembro outra vez. O tempo não corre, ele apenas segue; somos nós que, na pressa de viver tudo ao mesmo tempo, perdemos a noção de como ele passa.
Em 2025, vimos o mercado de marketing, comunicação e mídia se transformar mais uma vez. Foi um ano de avanços tecnológicos, novas plataformas, integração de meios e também de desafios humanos. O trabalho híbrido veio para ficar, mas o mundo real exige disciplina, presença e troca genuína. A tecnologia nos conectou, mas o tempo juntos continua sendo o que dá sentido ao que fazemos.
Foi um ano intenso. Crescemos, erramos, recomeçamos. O mercado voltou a investir, mas com mais consciência. A regionalização ganhou força, o OOH se reinventou nas cidades, o marketing de influência se consolidou nos orçamentos, a televisão foi, é e seguirá sendo a grande vitrine para as marcas alcançarem o Brasil, e a criatividade provou que ainda é o melhor ativo de qualquer marca. Ao mesmo tempo, aprendemos a lidar com a ansiedade das métricas, com a escassez de tempo e com a necessidade de olhar mais para dentro das empresas, das pessoas e de nós mesmos.
O autor Sahil Bloom lembra que existem cinco formas de riqueza: tempo, social, mental, física e financeira. Talvez o verdadeiro balanço de um ano seja perceber como estamos em cada uma delas se soubemos proteger o tempo, cultivar relações, manter a mente calma, o corpo ativo e o trabalho sustentável. Porque, no fim, o tempo não é o que passa é o que fica.
E o que fica de 2025 é a sensação de que seguimos aprendendo. Que a vida, como o mercado, é feita de ciclos. Que os dias podem ser longos, mas é neles que os anos se constroem. E que 2026 chegue com mais leveza, lucidez e esperança para que sigamos em movimento, com o olhar firme no futuro e o coração presente no agora.
O live commerce está indo para dentro dos shoppings
Por Ricardo Dias
O live commerce está indo para dentro dos shoppings. A pergunta certa não é “por quê?”, mas “por que demorou tanto” aqui no Brasil?
Esse movimento só acontece quando alguém decide testar o que ninguém tinha coragem de testar. É aqui que entra o papel do Grupo Dreamers, liderado pelo Rodolfo Medina. Ao lado da Gabriela Chaves Schwery Comazzetto, eles estão prestes a empurrar a fronteira do varejo brasileiro.
Estão transformando ideia em execução num país que historicamente espera o case acontecer lá fora para depois copiar. Dessa vez, não. Dessa vez, creio que o Brasil vai ser um dos líderes em “social commerce” no mundo.
O modelo atende uma dor real. As marcas precisam transformar atenção em conversão. Os shoppings precisam gerar tráfego e relevância num mundo em que a jornada começa no feed, na rede social.
Quando você junta as duas pontas, cria um novo tipo de varejo. Loja física que vira estúdio. Corredor que vira audiência. Operação que vira conteúdo.
E já vimos isso de perto. No TikTok Shop, com AURA Beauty, aprendemos que live não é só um canal de vendas. É uma experiência que aproxima, gera confiança, converte. Agora imagina esse movimento potencializado por espaços físicos pensados para transmissão ao vivo, criadores circulando, ativações constantes e venda acontecendo na hora.
O “shopping do futuro” não é sobre vitrines. É sobre performance ao vivo. É sobre coragem para reinventar.
Se o Brasil já lidera social commerce, faz sentido que também lidere a reinvenção do varejo físico como mídia. O Grupo Dreamers entendeu isso antes.
A discussão não é digital versus físico. É sobre integração. Quem fizer isso bem não só vende mais, mas cria cultura.
JBP – Plano de Negócios Conjunto – Concepção, Benefícios e Resultados
Por Elson Texeira
O Joint Business Plan (JBP) é um acordo formal entre duas ou mais empresas que têm o objetivo de colaborar em um planejamento estratégico mútuo. Esse conceito se tornou essencial em diversos setores, especialmente nos setores de varejo, distribuição e indústria, onde as parcerias podem resultar em um desempenho mais eficiente e lucrativo.
- O que é JBP?
Um Joint Business Plan é uma ferramenta que facilita a colaboração entre empresas, permitindo que elas apliquem suas forças conjuntas para alcançar objetivos específicos, como aumento de vendas, penetração de mercado ou desenvolvimento de novos produtos. A criação de um JBP envolve, frequentemente, o uso de análises de dados, revisões de desempenho e a formulação de estratégias sustentáveis para ambas as partes.
- Benefícios e Vantagens do JBP
Os benefícios da implementação de um JBP são significativos:
Alinhamento Estratégico: As empresas que participam de um JBP estão homologadas em suas metas e objetivos, proporcionando uma visão compartilhada sobre o futuro dos negócios.
Aumento de Eficiência: A colaboração ajuda a identificar áreas onde os processos podem ser otimizados, reduzindo custos e melhorando a eficiência operacional.
Melhoria em Inovação: A partilha de conhecimentos entre parceiros pode promover a inovação, levando ao desenvolvimento de produtos ou serviços que atendam às melhores necessidades do mercado.
- Investimentos Necessários
Embora o JBP ofereça diversos benefícios, também requer um investimento significativo em tempo e recursos. Aqui estão algumas áreas onde os investimentos podem ser necessários:
Análise de Dados: Investir em ferramentas de análise e na capacitação de equipes é fundamental para entender o desempenho de cada parte envolvida.
Desenvolvimento de Relacionamentos: Construir um relacionamento sólido entre as empresas que exigem esforço e, muitas vezes, a contratação de especialistas em gestão de parcerias.
Treinamento e Capacitação: As equipes precisam estar alinhadas e capacitadas para trabalhar em conjunto, ou que possam envolver sessões de treinamento e desenvolvimento.
- Resultados do JBP
Os resultados obtidos através de um JBP podem ser transformadores.
Exemplo 1: Coca-Cola e McDonald’s Uma parceria entre Coca-Cola e McDonald’s é um exemplo clássico do JBP. Ambas as empresas colaboraram para criar promoções de marketing e ampliar a visibilidade da Coca-Cola em restaurantes McDonald’s, resultando em um aumento substancial de vendas e uma experiência de cliente aprimorada.
Exemplo 2: Unilever e Walmart Unilever e Walmart se uniram em um JBP para desenvolver estratégias de marketing conjuntas e aprimorar a cadeia de suprimentos. Como resultado, ambas as empresas reduzem custos operacionais e aumentam a variedade de produtos disponíveis nas prateleiras, beneficiando o consumidor final.
Programa Mais Assistência
Por Roberta Marques
Praticamente um ano de preparativos de diversos setores para que, nesta semana, déssemos a largada no “Programa Mais Assistência” do IPE Saúde.
Um processo inédito de chamamento público para ampliarmos e redimensionarmos o número de médicos credenciados. E para atingir a meta de profissionais, uma campanha publicitária com propósito igualmente inédito.
Cada passo é uma conquista na busca desse reposicionamento de marca. Não existe milagre. Existe trabalho em equipe, constância e verdade.
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