Você vai ler na coluna de hoje: Netflix avalia compra da Warner Bros. em meio a movimentações de fusão em Hollywood, Reputação, Comunicação e Gestão de Crise, Unitur Celebra 30 Anos e Reafirma Compromisso Com a Economia de Comunhão e o Turismo Religioso, Desafios da Comunicação Pública, O negócio tem que ser a alma da propaganda, Se alguém deixasse ele falar, O Biscoito Morreu (e sua Estratégia de Marketing Pode Ser a Próxima), Como a “Máfia do Apito” mudou minha percepção sobre um famoso colega, O meio do OOH cresceu, SBT News: jornalismo com credibilidade e qualidade, Teatro YouTube e FIM do funil de marketing.
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Netflix avalia compra da Warner Bros. em meio a movimentações de fusão em Hollywood
Por Lipeux
Um novo relatório divulgado pelo Puck News aponta que a Netflix está considerando fazer uma oferta pela Warner Bros., seguindo movimentações recentes da Paramount, que também busca adquirir o estúdio responsável por filmes como Sinners, Weapons e Superman neste ano. A possível aquisição surge em meio a uma nova onda de consolidação em Hollywood, intensificada pelo capital e ambição de grandes executivos do setor.
Paramount acelera disputa com proposta em dinheiro
O CEO da Paramount, David Ellison, teria feito uma “oferta presumida em dinheiro total” pela Warner Bros. Discovery (WBD), desencadeando um cenário de concorrência direta. Segundo Dylan Byers, do Puck News, uma “fonte bem posicionada de Hollywood” indicou que a Netflix também avalia uma oferta pelos ativos do estúdio, incluindo operações lideradas por David Zaslav, CEO e presidente da WBD.
Byers observa que, até então, um movimento desse tipo parecia implausível, mas a entrada de Ellison no processo forçou rivais a revisarem estratégias e planos, especialmente para evitar que concorrentes monopolizassem ativos estratégicos.
“O aparentemente ilimitado capital e ambição de Ellison aceleraram o processo de consolidação em Hollywood, e sua decisão de oferecer por toda a WBD, numa tentativa de impedir rivais potenciais, está forçando quase todos a revisitar seus modelos”, escreveu Byers.
Fontes ouvidas pelo Puck News sugerem que a Netflix pode não visar a compra integral da Warner Bros., mas sim as operações de estúdio e a divisão de streaming, separando esses ativos do restante da companhia. Para que isso se concretize, Zaslav precisaria convencer o conselho e os acionistas de que uma divisão estratégica geraria mais valor do que uma venda única, seguindo o ditado popular citado pelo analista: “dois voando valem mais do que um pássaro na mão”.
Perspectiva do mercado e avaliação de ações
Apesar do entusiasmo em torno da movimentação, analistas permanecem cautelosos quanto ao preço de aquisição. Steven Cahall, do Wells Fargo, prevê que o valor das ações da WBD dificilmente ultrapasse US$ 19 por ação, além de descartar interesse total de empresas como Apple ou Amazon na compra completa do estúdio.
O cenário destaca como movimentos de fusão e aquisição em Hollywood estão se tornando cada vez mais complexos, envolvendo decisões estratégicas sobre conteúdo de streaming, estúdios de produção e ativos cinematográficos valiosos. Para a Netflix, a possível aquisição representa uma oportunidade de expandir significativamente seu portfólio de conteúdo e reforçar sua presença em produções originais, enquanto a Paramount busca consolidar poder sobre um dos estúdios mais influentes do setor.
O interesse em adquirir a WBD ocorre após um verão de sucesso para o estúdio, com lançamentos que se destacaram nas bilheterias. Essa performance reforça o valor estratégico da companhia, tornando-a um alvo atraente para gigantes do entretenimento que buscam ampliar catálogo, propriedade intelectual e operações de streaming. À medida que o processo evolui, Hollywood observa uma nova era febril de aquisições, marcada por competição intensa, ambição ilimitada de investidores e um mercado de conteúdo cada vez mais fragmentado e estratégico.
Desafios da Comunicação Pública
No novo episódio do videodcast da Coluna, recebo Luiz Otávio Prates, Secretário de Comunicação de Porto Alegre, para um bate-papo sobre os bastidores e os desafios da comunicação pública. Como comunicar de forma clara e eficiente com a população? Quais estratégias são necessárias para fortalecer a relação entre governo e cidadãos? E quais obstáculos surgem nesse processo? Um diálogo profundo e direto sobre o papel da comunicação na gestão pública e no dia a dia da cidade.
CLIQUE AQUI para assistir!
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Reputação, Comunicação e Gestão de Crise
Ontem à noite, a ARP realizou um dos melhores eventos do ano: Reputação, Comunicação e Gestão de Crise —
entre os dez já promovidos até agora. O encontro abordou um tema de grande relevância, reunindo três profissionais altamente competentes Ana Paula Rocha, Rafael Guerra, Tatiana Maia Lins e contou com a mediação da executiva da Enfato, Mariana Turkeniitz.
Foi uma verdadeira aula de conhecimento.
Parabéns e obrigado à diretoria da ARP por mais essa entrega de excelência!
E a novidade: o presidente da ARP, Fernando Silveira, estará em São Paulo participando do Maximidia, evento do Meio & Mensagem — o maior da comunicação no país — e será o correspondente especial da Coluna do Nenê, trazendo os principais assuntos debatidos por lá.
Unitur Celebra 30 Anos e Reafirma Compromisso Com a Economia de Comunhão e o Turismo Religioso
O turismo religioso é um dos segmentos que mais cresce no Brasil, movimentando cerca de R$15 bilhões por ano e atraindo 17,7 milhões de viajantes motivados pela fé. Destinos como Aparecida (SP), que recebe mais de 12 milhões de visitantes anualmente, Juazeiro do Norte (CE) e Belém (PA), com o Círio de Nazaré, mostram a força desse mercado, que além de representar a espiritualidade dos fiéis, impulsiona a economia e gera desenvolvimento local. É nesse cenário de expansão que a empresa gaúcha Unitur comemora seus 30 anos de atuação, consolidada como referência nacional em peregrinações religiosas e experiências personalizadas de viagem.
Fundada em 1995, a Unitur sucedeu a RAPTIM, empresa especializada em passagens de baixo custo para missionários, e desde então ampliou sua atuação, tornando-se referência nacional em peregrinações religiosas, além de atender também viagens de lazer e negócios. Entre os marcos de sua história estão a inserção na Economia de Comunhão (EdC), o investimento em tecnologia e a expansão para grupos de peregrinação em todo o Brasil.
Com sede em Porto Alegre e uma equipe de 20 colaboradores, a Unitur mantém como missão ser “acima de tudo uma família”, promovendo o bem comum e a união entre os povos. Seu diferencial está no atendimento próximo, na organização de grupos pequenos para experiências mais completas, e na oferta de hospedagem em hotéis a partir de 4 estrelas, sempre com acompanhamento integral.
O evento para celebrar a trajetória vai reunir clientes, parceiros, colaboradores e representantes do clero, no dia 11 de outubro, no Salão Nobre da Catedral Metropolitana de Porto Alegre. O jantar será um momento de confraternização e agradecimento pela caminhada construída junto a mais de 50 mil passageiros e 400 grupos de viagens organizados ao longo das últimas três décadas.
De olho no futuro, a empresa planeja ampliar seus roteiros de lazer, abrir uma operadora de viagens e preparar operações especiais para o Ano da Terra Santa, em 2026, quando a retomada das peregrinações ao destino promete marcar mais um capítulo importante de sua história.“Nosso trabalho vai além do turismo: é sobre criar pontes entre culturas, promover o diálogo e reforçar valores de união e confiança”, afirma Paulo Hoffmeister, diretor da Unitur.
O negócio tem que ser a alma da propaganda
Por Nizan Guanaes
No último sábado, tive a honra de dar uma palestra em evento da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Falei, portanto, do futuro. Dos estudantes e do nosso setor. Eis um resumo do que disse: A propaganda é um negócio do qual você vai tirar a sua realização profissional e financeira através da venda e da construção de marcas que constroem diferenciação e preço. E, ao contrário do ditado de que “a propaganda é a alma do negócio”, é o negócio que é a alma da propaganda. Afinal, o checkup de uma indústria é a sua margem.
Quando comecei a minha carreira, uma carreira se construía assim: Você começava criando comerciais criativos e vendedores. A agência onde você trabalhava podia lhe convidar para ser sócio ou você partia para o seu próprio negócio, levando alguns clientes da antiga agência graças à sua reputação estabelecida em campanhas criativas e eficazes.
Cannes era apenas um festival. Não era ainda o centro do negócio, como se tornou. Hoje, com exceções, se faz carreira com prêmios. Você ganha fama e vai ser diretor de criação em Hong Kong. E se essa é a lógica da carreira, você acaba criando comerciais para ganhar prêmios, com ideias que os estrangeiros entendem, mas que não falam brasileiro.
Assim, uma geração de talentos está perdendo oportunidades gigantescas, especialmente em áreas como digital, dados e conteúdo, onde estão sendo construídos negócios multimilionários, criativos e efetivos.
As big techs estão cheias de craques vindos da publicidade. Portanto, não faz sentido dizer que publicitários não têm cabeça para o mundo de hoje. Há muitas oportunidades. A agência Califórnia, dos baianos Bruno Duarte, Fabio Duarte e Rafael Almeida, é um colosso construído em pouco tempo, misturando publicidade, conteúdo, creators e eventos. A agência OOO, da Maria Prata, se chama assim porque significa Out of Office (“fora do escritório”). Seus sócios moram em várias partes do mundo e criaram negócios em que as pessoas se sentem prósperas e realizadas. Rodolfo Medina está dando um show de negócios e criatividade em projetos inteligentes, que são bons porque geram resultados aos clientes.
O mercado precisa de mais gente focada no negócio como Márcio Santoro, Zé Luís Madeira, Javier Llussá e Afonso Serra para que feras como Washington Olivetto, Marcelo Serpa, Sérgio Gordilho e Filipe Bartholomeu possam voar. Não existe dualidade entre criatividade e negócio. O negócio, quando bem conduzido, sabe a hora de não inventar ou de inventar de outra maneira.
João Adibe, o CEO da Cimed, é hoje um dos maiores homens de criação do país. Assim como Kátia Barros, da Farm, e Alfredo Soares, da VTEX. Eles entendem que usar a propaganda é, ao mesmo tempo, vender produtos, fazer negócios e até vender ações. O fato de eu ser formado em Administração me ajudou muito a ter sucesso na carreira. Como me disse Diego Barreto, CEO do iFood, marketing é “consistência e pirueta”.
O nosso mercado publicitário é criativo e talentoso como o Brasil, ele só precisa tornar suas estruturas mais modernas e leves. Precisa fazer um detox de Leões de Cannes para focar mais nos Effies (prêmios que valorizam campanhas com resultados efetivos aos negócios). O mercado também precisa fortalecer sua representação setorial, seguindo os passos de Petrônio Corrêa, Dalton Pastore e Luís Lara, com muito espírito coletivo e novas ideias.
Por que não imitar a XP e criar uma rede de franqueados pelo Brasil a partir de uma agência-conceito? Por que não compartilhar serviços funcionais com concorrentes, como bancos fazem com caixas eletrônicos? Por que não criar redes em regiões que não atraem o interesse da maioria das agências, mas onde o Brasil cresce com a força do agro?
Esse texto (e a minha palestra na ESPM) não é sobre o passado da propaganda, mas sobre o futuro. Eu não dei respostas, eu dei perguntas. É por pensar diferente que o Grupo ABC que nós criamos virou “case study” de Harvard, sob o título-estratégia: “Act Bigger Than You Are”.
O negócio é alma da propaganda, e a propaganda é o negócio da alma. Com negócio na cabeça, alma no coração e Brasil na veia, a propaganda brasileira terá muito futuro pela frente.
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Se alguém deixasse ele falar
Por Alessandro Jacoby
Ele não “entrega rápido”.
Não responde no WhatsApp.
Não tem portfólio no Behance.
Nem curso de Design Thinking na universidade gringa.
Mas, curiosamente, ele entende de coisas que você finge dominar.
Foco, clareza, presença.
Ele não “usa Notion” pra organizar a vida.
Ele tem disciplina.
Enquanto a gente corre atrás de inovação.
Em evento corporativo com DJ e suco detox.
O monge repete a mesma prática.
Todos os dias.
Por décadas.
E não, não é porque ele é zen.
É porque ele entendeu uma coisa que muita liderança ainda não sacou:
Profundidade é contraintuitiva.
A gente quer resolver burnout com happy hour.
Quer resolver turnover com “plano de carreira”.
Quer criatividade com zero tempo livre.
E aí se assusta quando tudo começa a parecer… superficial.
O monge não tem solução pra sua empresa.
Mas talvez ele teria uma pergunta melhor.
Se alguém deixasse ele falar.
O Biscoito Morreu (e sua Estratégia de Marketing Pode Ser a Próxima)
Por Israel Moreira Arrighi
Vamos direto ao ponto: o “Cookiepocalypse” não é mais um trailer de filme de terror para C-Levels; é a nossa realidade. Enquanto o mundo discute o fim dos cookies de terceiros, aqui no Brasil a conversa tem um tempero extra chamado LGPD. Planejar o orçamento de 2026 olhando para o retrovisor não é apenas ineficiente, é um convite para ficar para trás. O jogo mudou, e a pergunta é: sua empresa vai continuar jogando com as regras antigas?
O artigo da Advance Media foi claro, e a aplicação aqui é brutalmente simples. A era de “alugar” dados de grandes plataformas e atirar para todos os lados acabou. A nova moeda de ouro do marketing são os dados primários (first-party data). É parar de depender do terreno alheio e começar a construir seu próprio patrimônio. Isso significa criar experiências, conteúdos e programas de fidelidade tão bons que o cliente queira te dar os dados dele. A confiança virou o novo lead. Em um país desconfiado por natureza, quem dominar essa arte não terá concorrentes, terá fãs.
Mas de que adianta ter ouro se você não tem um cérebro para processá-lo? É aqui que a Inteligência Artificial deixa de ser uma palavra bonita em reuniões e se torna a sua ferramenta mais poderosa. A IA não é a estratégia, ela é o supercérebro que analisa os dados que VOCÊ coletou para encontrar padrões, personalizar a comunicação e prever os próximos passos do seu cliente. É a máquina trabalhando em cima da sua base de confiança.
E onde essa conversa acontece? Em vídeo. Se o seu cliente consome Reels no almoço e assiste streaming à noite, por que sua marca ainda insiste em mandar um panfleto digital por e-mail? O artigo confirma: o orçamento precisa migrar para vídeos curtos e TV Conectada (CTV). É onde a atenção está. É o novo horário nobre, e quem não estiver lá, estará falando sozinho. No fim das contas, o planejamento de 2026 se resume a isso: construir confiança para coletar seus próprios dados, usar a IA para extrair inteligência deles e comunicar essa inteligência em vídeo, onde seu cliente realmente está.
Sua empresa já tem um plano para construir o próprio patrimônio de dados, ou ainda está torcendo para que o biscoito não esfarele de vez? A discussão está aberta nos comentários.
Como a “Máfia do Apito” mudou minha percepção sobre um famoso colega
Por Giuliano Thaddeu
O jornalista e apresentador do Seleção SporTV, André Rizek, participou recentemente do Charla Podcast — espaço tradicional do mundo da boleiragem. Em poucas horas, começaram a pipocar nas redes trechos polêmicos sobre temas como a “Máfia do Apito”, que levou à anulação de jogos em 2005, e a “Flapress”, como se costumou chamar a benevolência da imprensa carioca em relação ao Clube de Regatas do Flamengo.
Devo confessar que não nutria uma simpatia natural pelo jornalista — sem nenhum motivo concreto, apenas baseado nas microimpressões que a televisão me permitia. A enxurrada de polêmicas vindas da entrevista era tamanha que decidi dedicar 2h58min para escutar aquelas histórias. E tudo mudou.
Foi um papo franco, sem roteiro engessado, com tempo para a trajetória pessoal, grandes feitos e humanidades. Vi um Rizek bem-humorado, apaixonado pelo jornalismo e até vulnerável em certos momentos. Conheci outro profissional — e, talvez, outra pessoa.
A experiência me fez refletir: poucas ferramentas hoje são tão poderosas na reconstrução ou fortalecimento de uma reputação quanto um bom podcast. Quando bem conduzido, ele permite sair da lógica da “foto” — aquele registro congelado de uma frase solta ou de um gesto fora de contexto — para entrar no terreno do “filme”. Um podcast permite ver a jornada, entender os porquês, achar pontos de conexão com quem fala. E isso transforma toda a percepção.
É lógico que tem que ter “borogodó”, “café no bule” e “lenha pra queimar”, mas líderes empresariais, políticos, atletas, artistas — todos têm muito a ganhar com espaços como esse. Não para vender ideias prontas, mas para mostrar que são mais do que os rótulos que carregam. Para contar suas histórias com calma. Para deixar que as pessoas enxerguem o que há por trás das manchetes ou dos cortes de 15 segundos.
Mas atenção: não é só falar muito. É saber como falar. Eis algumas boas práticas para aproveitar o potencial reputacional dos podcasts:
Escolha bem o espaço: nem todo podcast será ideal para sua mensagem. Busque formatos que combinem com sua linguagem e seus valores.
Tenha uma linha narrativa clara: isso não significa decorar respostas, mas saber quais pontos da sua trajetória você quer reforçar.
Seja você mesmo, mas seja estratégico: autenticidade é essencial, mas ela pode (e deve) andar junto com clareza de propósito.
Evite o tom professoral ou defensivo: podcasts são conversas, não sabatinas. Quem fala o tempo todo para se proteger perde a chance de se conectar.
Esteja pronto para perguntas inesperadas: os melhores momentos surgem quando há espaço para improviso com verdade.
Vivemos num tempo em que reputações são formadas (e destruídas) em cortes de 30 segundos. Por isso, oferecer ao público a chance de ver o “filme inteiro” é mais do que uma estratégia de imagem — é um gesto de respeito.
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O meio do OOH cresceu
Por Amanda Cristine Woinarovicz
O meio do OOH cresceu expressivos 20,55% e o Marketing Digital (Internet) cresceu 18,53% de 2024 para 2025. E aí, faz sentido realocar os investimentos de marketing e publicidade?
Bom, definitivamente vale falar sobre!
O que os dados dizem?
O mercado do marketing digital alcançou 40,23% do share de investimentos em mídia com este crescimento, se tornando a 2º maior parte do bolo.
O OOH, com seu crescimento, ocupa atualmente 11,95% do share. Embora sua fatia de share seja menor, ocupa o 3º lugar dentre todos os meios e é um dos que mais cresce percentualmente a cada ano.
Destrinchando o que compõe o meio de Marketing Digital (Internet) entre os 5 segmentos listados pelo CENP (Áudio, Busca, Display, Social e Vídeo), vemos que a distribuição desta grande fatia de share não cresce por igual. Como exemplo: a categoria “Display”, que se refere a anúncios em display, caiu de 64,20% para 58,90%; até mesmo a categoria “Busca” caiu de 8,10% para 7,30%. Já as categorias de Social e Vídeo cresceram tomando espaço das anteriores.
Mas o que isso tudo significa – na prática?
Assim como as áreas dentro do marketing digital estão sofrendo flutuações, outros meios como TV Aberta, TV Paga e até Cinema estão passando por altos e baixos a cada ano. Então na hora de elaborar um planejamento de comunicação, considerar os meios mais estáveis é uma (boa) rota segura.
Mas calma, saber das flutuações traz tanto alertas como oportunidades!
Um planejamento de comunicação que considera mais de um meio e aplica estratégias transmídia, ganha a força dos meios somados e dilui os riscos.
Fonte: Cenp – Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário
SBT News: jornalismo com credibilidade e qualidade, 24h por dia, sete dias por semana!
O Grupo Silvio Santos anuncia o lançamento do canal SBT News, que estará disponível nas principais operadoras, no YouTube e nos canais FAST das mais importantes fabricantes de televisores até o final do ano.
Para a presidente do SBT, Daniela A. Beyruti, o projeto é um marco: “O SBT News reafirma a televisão como instrumento de informação de qualidade e reforça nosso compromisso com um jornalismo profissional, imparcial e relevante.”
Teatro YouTube
Por Frederico Trajano
Hoje, Magalu e Google anunciaram uma parceria que promove a conexão entre o físico e o digital, entre o tradicional e o contemporâneo, entre a cultura e seus diferentes públicos. Instalado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, o teatro Eva Herz, um patrimônio da cidade, passa a se chamar Teatro YouTube – Sala Eva Herz.
Administrado pelo grupo Aventura, de Luiz Calainho, o Teatro Youtube será parte do projeto da Galeria Magalu, um espaço que traduz o que é e como funciona o ecossistema de negócios da companhia. Lá estarão, além do Magazine Luiza, todas as outras marcas de varejo da companhia. Netshoes, KaBuM!, Época Cosméticos – Grupo Magazine Luiza e Estante Virtual passarão a ter um ponto físico de conexão com seus públicos. Com a Galeria, reafirmamos uma convicção que carregamos há décadas: o físico e o digital não disputam espaço, eles se completam. Cada um amplia a força, a presença e a potência do outro.
A manutenção do teatro no espaço segue essa mesma lógica. A cultura pode estar em todos os lugares, inclusive dentro de uma loja. E, na programação, as peças teatrais – com seus mais de 2 000 anos de história – dividirão espaço com lives, podcasts e shows musicais dos creators do YouTube, que lá poderão encontrar suas audiências.
Acredito que a forca do Brasil, e do Magalu, esta justamente nessa mistura: capacidade de respeitar a historia sem abrir mão do futuro.
Obrigado ao Fábio Coelho, Gleidys Salvanha e ao time do Google pela parceria que tornou esse projeto possível.
Esse é só o começo da Galeria Magalu. Vem muito mais por aí.
FIM do funil de marketing
Por Beatriz Guaresi
E o “FIM do funil de marketing”, ein?
Vamos por partes.
A lógica que nos ajuda a segmentar nossas ações, formatos e canais entre “quem ainda não conhece a marca” e “quem está prontíssimo pra comprar naquele momento” é válida – e, na minha visão, eterna.
Ela ajuda a dividir responsabilidades, pensar de forma criativa e até entender que tipo de conteúdo a gente deve criar.
Agora, as pessoas não estão mais passando uma-de-cada-vez, ordenada e calmamente, por essas etapas.
Elas estão tomando decisões impulsivas em meio a trends, indo do topo ao fundo, pra lá e para cá, pesquisando produtos no celular enquanto assistem anúncios antes de um filme começar no streaming…
Este é o FUTURO do funil de marketing:
– seja “campanha de awareness” ou “campanha de vendas”, tudo constrói marca enquanto impulsiona resultado. E vice-versa;
– e a gente precisa de cada vez mais consistência, clareza de mensagem e eficiência do início ao fim, de forma completa – e não fragmentada.
E essa é a proposta do Mercado Ads Brasil, uma das 3 maiores plataformas de mídia da América Latina. Lá, você pode alcançar todo o funil de vendas, construindo um caminho direto da descoberta à compra, com o impulso dos dados de comportamento na América Latina que só o Mercado Livre tem.
Com rastreabilidade e integração com a plataforma de e-commerce, é possível acompanhar o desempenho de uma campanha com profundidade em cada etapa, ajustando a rota e medindo o seu impacto real.
Durante muito tempo, o funil de marketing foi usado para dividir esforços (e orçamento, e times, e campanhas…). Mas quanto menos linear é a jornada de compra, mais nós estamos sendo convidados à integração.
Com mais inteligência, mais clareza para o consumidor, mais alinhamento entre os times, e mais impacto – na marca, e no negócio. ✨
E aí, como a sua marca está se preparando para o futuro?