Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: O futuro do marketing: quem são os profissionais que liderarão a próxima década?, Find Acontece Amanhã, A geração Z mudou o que sabíamos sobre treinamento de novas lideranças, Clear Channel amplia presença do Mercado Pago em mídias OOH, O preconceito de idade oculto ainda assombra o ambiente corporativo, Ganhar atenção no digital se tornou a maior batalha da publicidade em 2025, WhatsApp lança ferramenta de privacidade que vai transformar suas conversas e Robôs humanoides ganham as ruas e mostram futuro da interação entre humanos e máquinas
O futuro do marketing: quem são os profissionais que liderarão a próxima década?
Por André Dylewski
À medida que a Inteligência Artificial se torna uma base fundamental para estratégias de marketing digital, é natural que líderes empresariais passem a valorizar profissionais com habilidades adaptadas a essa nova realidade. Nesse cenário, não basta apenas entender as tecnologias emergentes; é preciso dominar suas aplicações práticas para transformar campanhas digitais em iniciativas altamente personalizadas, eficazes e assertivas.
Um estudo da RTB House , baseado em diferentes fontes, reforça essa mudança: atualmente, 66% dos líderes empresariais não contratariam profissionais sem habilidades em IA . Indo além, a pesquisa também revela que 71% dos gestores preferem contratar um candidato menos experiente, mas com habilidades comprovadas em inteligência artificial , do que profissionais mais experientes sem esse tipo de conhecimento. Esses números evidenciam um claro movimento em direção à valorização da experiência tradicional aliada à capacidade técnica e estratégica para lidar com novas tecnologias.
Outro dado revelador do estudo demonstra a crescente importância da IA na rotina das organizações: hoje, cerca de 72% das empresas utilizam inteligência artificial em pelo menos uma função-chave do negócio , com aproximadamente um terço (34%) das equipes de Marketing e Vendas já fazendo uso regular da IA Generativa em suas operações diárias. Entre as aplicações práticas, o estudo aponta suporte estratégico para conteúdo de marketing (16%), marketing altamente personalizado (15%) e identificação avançada de leads qualificados para vendas (8%).
Essa adoção intensa e acelerada é compreensível quando analisamos o potencial econômico envolvido: segundo projeções da McKinsey, a IA Generativa tem potencial para movimentar entre US$ 2,6 trilhões e US$ 4,4 trilhões anualmente na economia global, com 75% desse valor concentrado em quatro áreas principais — marketing e vendas sendo duas delas . Esses valores impressionantes superam o PIB da maioria das economias mundiais em 2024, atrás apenas de países como EUA, China e Alemanha.
No entanto, apesar do cenário promissor e do impacto inegável da IA, o estudo também destaca desafios que persistem. Uma pesquisa da Twilio citada no material da RTB House mostra que 81% das marcas afirmam ter um profundo entendimento de seus consumidores, enquanto apenas 46% dos consumidores concordam com essa percepção . Essa discrepância indica que ainda há um gap entre o potencial prometido pela tecnologia e os resultados efetivos na experiência do usuário. É justamente nesse ponto que se destaca a relevância do fator humano.
Paradoxalmente, quanto mais avançadas as tecnologias disponíveis, mais fundamentais se tornam as habilidades essencialmente humanas responsáveis por transformar dados em estratégias verdadeiramente eficientes. Nesse contexto, além do domínio de ferramentas tecnológicas, espera-se que o novo profissional de marketing tenha um sofisticado conjunto de habilidades comportamentais, incluindo: empatia, criatividade, pensamento crítico, visão abrangente e estratégica, além de comunicação eficaz e capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares . Essas habilidades são essenciais para interpretar insights complexos gerados por algoritmos avançados e traduzi-los em campanhas que realmente se conectem com os consumidores.
Para que as empresas alcancem esse nível de excelência e conexão com os usuários, será essencial desenvolver equipes híbridas, com profissionais que dominem não apenas a operação dessas tecnologias, mas, sobretudo, sua integração estratégica ao negócio e ao comportamento humano. Em outras palavras, a IA não deve ser vista como uma ameaça ou um substituto, mas como uma aliada indispensável responsável por executar tarefas operacionais e analíticas de forma ágil e eficiente, permitindo que os profissionais concentrem seus esforços naquilo que as máquinas não conseguem replicar: a criação de estratégias inovadoras, conexões emocionais e experiências diferenciadas para os consumidores.
Portanto, o novo profissional de marketing ideal na Era da IA é um especialista híbrido: alguém capaz de combinar profunda competência técnica com sensibilidade estratégica e humana altamente desenvolvida. São justamente esses profissionais diferenciados, capazes de aliar tecnologia avançada a uma perspectiva empática e criativa, que conduzirão as organizações rumo à liderança de mercado em um futuro impulsionado pela inteligência artificial.
Find Acontece Amanhã
O Fórum do Mercado e Indústria Digital (FIND) será o ponto de encontro dos líderes digitais que entendem que o futuro está na interseção entre marca forte e resultados reais.
Data: 29 de abril de 2025
Local: Unisinos – Porto Alegre – RS
O que esperar? Um mergulho profundo nos temas que estão moldando o futuro:
Inovação
Marketing e Mídia
Ferramentas Digitais
E-commerce
Por que isso importa? Porque Brandformance é o segredo das marcas que lideram no digital: fortalecer a marca enquanto impulsiona a performance é o único caminho sustentável para o sucesso.
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A geração Z mudou o que sabíamos sobre treinamento de novas lideranças
Por Fabiana Pauli
A Geração Z, atualmente ocupando suas primeiras posições de liderança no mercado de trabalho, está quebrando barreiras e desafiando as normas organizacionais tradicionais. Crescidos em um ambiente de transformações tecnológicas rápidas, esses jovens líderes, hoje entre seus 25 e 29 anos, são naturalmente adaptáveis, conectados e fechados algo mais do que as gerações anteriores: conveniência, transparência e propósito. Para as empresas, entender como moldar e treinar esses novos líderes é uma questão crucial, pois a forma como esses jovens serão preparados pode impactar diretamente no sucesso organizacional e no futuro do trabalho. A Geração Z chegou com um conjunto de características diferenciadas que podem ser extremamente vantajosas para as companhias. Um dos maiores trunfos dessa geração é sua habilidade nata em lidar com a tecnologia. Nativos digitais, eles crescem com dispositivos móveis e redes sociais, e têm uma relação estreita com ferramentas digitais que tornam a comunicação, a gestão e a colaboração mais eficientes.
Por outro lado, a pesquisa Workforce Hopes and Fears , da PwC, apontou que 35% dos profissionais da Geração Z afirmam não se sentirem preparados para assumir cargas de liderança. Entre os motivos estão a falta de experiência prática e habilidades interpessoais, que são cruciais para o sucesso em posições de alta responsabilidade. Preparar essa nova geração de líderes exige equilíbrio entre urgência e maturidade.
Os tempos de RH desempenham, portanto, um papel essencial na integração da Geração Z ao mercado de trabalho e à cultura organizacional. Treinamentos dinâmicos e personalizados, com foco no aprendizado contínuo são uma tendência. Para gerar engajamento, com certeza o convencional não funcionará. Metodologias como gamificação e dinâmicas práticas ajudam a trazer o campo teórico para a realidade corporativa. Mais do que a transferência de conhecimentos técnicos, precisamos dar atenção especial ao desenvolvimento de soft skills, com ênfase na comunicação, níveis de maturidade, feedbacks e planos de desenvolvimento individual (PDI).
De acordo com o relatório Futuro do Trabalho 2025 do Fórum Econômico Mundial, as estratégias mais eficazes para acelerar o amadurecimento profissional da Geração Z incluem mentorias intergeracionais e rotações de cargas. Isso permite que esses profissionais adquiram experiência prática, aprendam a tomar decisões estratégicas e desenvolvam habilidades interpessoais essenciais para a liderança.
A integração geracional, inclusiva, pode acelerar muito o processo de aprendizagem e construção de um ambiente colaborativo. Porém, se ignorada, impactos negativos fatalmente aparecerão. Um outro estudo, da Harvard Business Review, revelou que 63% das diferenças entre gerações no ambiente corporativo estão na forma de comunicação e 57% nas expectativas de crescimento profissional. O respeito da liderança não vem mais apenas do cargo, mas sim do impacto, coerência e propósito transmitido pelo líder.
Se o caminho até a maturidade em uma carga de gestão não foi simples para os Boomers, X e Y, por que seria para a Geração Z? As companhias precisam estar atentas aos desafios específicos dessa faixa etária, que incluem ainda a dificuldade em lidar com conflitos presenciais ou conversas complexas, a falta de paciência para processos lentos e burocráticos, e o desafio de gerenciar equipes multigeracionais. Cada geração tem sua própria maneira de trabalhar, e liderada por um tempo diverso pode ser uma tarefa desafiadora sem a preparação adequada.
Estando atento a essas mudanças, o departamento de RH não se limita a ser um suporte administrativo, mas se transforma em um cenário estratégico, preparando os profissionais da Geração Z para os desafios de cargas de liderança com confiança e impacto no negócio significativo. devemos ser facilitadores desse processo. Nosso papel não é apenas recrutar e treinar, mas criar um ambiente onde diferentes gerações possam se desenvolver juntas, aprendendo com suas diferenças e se fortalecendo mutuamente. O futuro da liderança já começou. A questão é: como as empresas estão se preparando para essa transformação?
Clear Channel amplia presença do Mercado Pago em mídias OOH
Por Isabelle Bonizzi
Até o dia 29 de abril, os abrigos de ônibus da Clear Channel instalados no corredor exclusivo Botafogo e Sequencial Rio Sul, no Rio de Janeiro, exibiram uma campanha do Mercado Pago que chega às ruas de cara nova, reforçando a sua presença e proximidade com o público.
O envolvimento de 11 abrigos com 22 rostos no Sequencial Rio Sul, além de 29 ativos totalizando 57 rostos no corredor Botafogo, garantiu alta visibilidade e impacto estratégico nas ruas do Rio de Janeiro tornando a mensagem da marca ainda mais relevante para quem circula pelas regiões. Ações como essa fortalecem a comunicação no meio OOH, proporcionando maior engajamento e criando soluções estratégicas entre marcas e consumidores.
Com essa iniciativa, a Clear Channel reafirma seu compromisso com soluções inovadoras, utilizando a tecnologia e o alcance da mídia externa para oferecer não apenas exposição massiva, mas também experiências visuais diferenciadas que integram as marcas ao cotidiano das pessoas.
O preconceito de idade oculto ainda assombra o ambiente corporativo
Por Pedro Signorelli
O preconceito de idade – preconceito baseado na idade – ainda é uma barreira invisível, mas real, em muitas empresas ao redor do mundo. Embora ligado à discriminação contra pessoas mais velhas, o preconceito de idade também afeta os mais jovens, que são desvalorizados por sua suposta falta de maturidade ou experiência. Entre os dois extremos, uma forma ainda mais sutil e perigosa desse preconceito ganhou força: o preconceito de idade velado. Ao contrário do preconceito flagrante, o preconceito de idade velado ocorre indiretamente e frequentemente é camuflado por comentários, piadas ou conselhos aparentemente inofensivos. Líderes e colegas evitam admitir preconceitos, mas suas atitudes revelam julgamentos baseados apenas na idade do funcionário, seja ele considerado “muito velho” ou “muito jovem” para uma determinada função. Essa forma de discriminação é mais difícil de identificar e combater justamente por sua sutileza. No entanto, os impactos emocionais e profissionais são profundos: o funcionário se sente deslocado, inadequado e até mesmo incapaz, mesmo quando possui as habilidades necessárias para o trabalho. Os jovens também sofrem, mas são os mais velhos que acabam pagando um preço maior. Muitos recém-formados enfrentam resistência ao ingressar no mercado de trabalho por serem frequentemente subestimados, rotulados como inexperientes ou imaturos, o que, até certo ponto, faz parte do processo natural de aprendizado. Mesmo assim, tendem a encontrar novos empregos com mais facilidade. Para profissionais com mais de 50 ou 60 anos, a situação é ainda mais grave. Segundo pesquisa do Croma Group com base em dados da Olddiversity, 86% das pessoas com mais de 60 anos já sofreram preconceito no mercado de trabalho, independentemente de suas qualificações. E o problema começa cedo: embora mais de 25% da população brasileira tenha mais de 50 anos, apenas 5,6% das empresas afirmam contratar profissionais nessa faixa etária, segundo dados do IBGE. Em um momento em que tanto se fala em diversidade, inclusão e inovação, o etarismo precisa ser colocado na pauta das lideranças, que devem estar cada vez mais atentas ao problema — um problema pelo qual, muitas vezes, as lideranças também são culpadas e não conseguem se isentar. A verdade é que ignorar essa questão ou mesmo normalizar práticas veladas de discriminação é um erro enorme. Portanto, cabe ao líder cultivar um ambiente inclusivo, onde a troca entre gerações seja cada vez mais incentivada e valorizada. Equipes intergeracionais são capazes de entregar mais: combinam experiência com inovação, maturidade com ousadia, visão estratégica com novas perspectivas. Quando diferentes faixas etárias trabalham juntas com respeito e um propósito comum, os resultados tendem a ser mais sólidos e criativos.
Nesse sentido, combater o etarismo, especialmente o oculto, exige atenção, empatia e coragem. As empresas precisam rever seus comportamentos, discursos e práticas arraigados no cotidiano corporativo se quiserem estar preparadas para o futuro. Afinal, idade não define competência. O que realmente importa são atitudes, conhecimento e vontade de contribuir. E, felizmente, estes não têm prazo de validade.
Ganhar atenção no digital se tornou a maior batalha da publicidade em 2025
Por Carolina Lara
Em um cenário de estímulos excessivos, capturar e manter a atenção do consumidor se tornou prioridade para marcas que querem se manter relevantes.
O tempo médio de atenção dos usuários nas redes sociais é inferior a 3 segundos, de acordo com um estudo recente da plataforma Prezi, especialista em apresentações interativas. Em um ambiente em que milhares de marcas competem pela atenção dos consumidores a cada toque de dedo, capturar e manter a atenção tornou-se a nova moeda de valor na publicidade digital. É o fenômeno que especialistas e empreendedores do setor vêm chamando de “economia da atenção” — um conceito que, mais do que uma tendência, se tornou o principal campo de batalha das campanhas online.
A lógica é simples: quem consegue capturar o foco do usuário primeiro tem mais chances de converter, engajar e fidelizar. Para o empresário Thiago Finch , fundador da Holding Bilhon e um dos principais nomes do marketing digital no Brasil, este é o novo ponto de virada para os negócios digitais. “Você pode ter o melhor produto do mundo, mas se ninguém te notar, ele não vai a lugar nenhum. No fim das contas, é a atenção que abre caminho para qualquer venda”, resume.
Com a crescente saturação de anúncios, histórias, vídeos curtos, podcasts e campanhas simultâneas, a criatividade se tornou mais importante do que o orçamento. Estratégias que combinam inovação visual, interatividade e narrativas envolventes têm apresentado resultados mais expressivos do que as abordagens tradicionais. “Não adianta mais gritar por cima do barulho. Você precisa surpreender, empolgar ou despertar a curiosidade nos primeiros segundos. Caso contrário, seu público passará para o próximo conteúdo”, diz Finch.
Criatividade e tecnologia como aliadas para não ser ignorado
Entre as novas práticas adotadas no setor estão ações que utilizam tecnologia de realidade aumentada, ativações imersivas, gamificação e formatos publicitários ultrassegmentados. O objetivo não é mais apenas impactar o consumidor, mas fazê-lo permanecer atento e engajado por tempo suficiente para que a mensagem seja absorvida — e, principalmente, lembrada. “Atenção é o novo clique. É o que determina se sua marca entra ou não no radar do consumidor”, destaca Finch .
As mídias sociais, que antes eram um ambiente propício para viralizações espontâneas, agora exigem uma engenharia muito mais refinada. O excesso de informação e estímulos visuais mudou o comportamento do usuário. É preciso entender esse novo modelo de consumo de conteúdo para desenvolver campanhas que falem com os usuários de forma natural. “Por isso, plataformas como a que estamos desenvolvendo, com inteligência artificial e automação criativa, são tão relevantes hoje. Elas ajudam a produzir materiais de alto impacto com maior velocidade e precisão, respeitando o tempo — e a lógica — da atenção digital”, ressalta o especialista.
A publicidade online continuará a mudar — mas a disputa pela atenção já é o fator que separa as marcas que perduram daquelas que simplesmente passam. “O marketing mudou. Se você não mudar junto, desaparecerá. A atenção das pessoas é limitada, mas as oportunidades para capturá-la são infinitas — desde que você saiba onde mirar”, conclui.
WhatsApp lança ferramenta de privacidade que vai transformar suas conversas
Por André Rangel
WhatsApp lança a privacidade avançada da conversa, o recurso mais esperado do ano! Se você sempre se preocupou com a segurança das suas mensagens, o WhatsApp acaba de oferecer a solução definitiva. A nova funcionalidade promete revolucionar a maneira como interagimos no aplicativo, garantindo que suas conversas fiquem mais seguras do que nunca.
O que está por trás da privacidade avançada da conversa?
O WhatsApp acaba de dar um passo monumental para garantir a segurança de seus usuários. A introdução da privacidade avançada da conversa é o grande destaque da plataforma. Esse recurso exclusivo visa proteger conversas em grupos, onde os participantes nem sempre são conhecidos. A ferramenta impede a exportação de históricos e a possibilidade de download automático de mídias, oferecendo uma proteção única e mais robusta.
Como a nova funcionalidade vai proteger suas conversas?
Ao ativar a privacidade avançada da conversa, você está dando um escudo de proteção à sua privacidade. O recurso vai bloquear a exportação de mensagens, impedindo que suas conversas sejam compartilhadas fora do aplicativo. Além disso, a proteção contra downloads automáticos de mídias é uma mudança significativa, o que garante que imagens ou áudios não sejam repassados sem o seu consentimento. Ativar essa funcionalidade é simples e rápido, bastando acessar o nome da conversa e selecionar a opção correspondente.
Quais são as limitações dessa nova funcionalidade?
Embora a privacidade avançada da conversa ofereça uma proteção poderosa, ela não é infalível. Capturas de tela ainda são possíveis e os usuários podem realizar downloads manuais de mídias. Mesmo com essas limitações, o WhatsApp reforça que a segurança está sendo aprimorada e que novas ferramentas serão lançadas para aumentar ainda mais a proteção.
A importância da privacidade em grupos de WhatsApp
Os grupos do WhatsApp são muitas vezes compostos por pessoas que não se conhecem pessoalmente, o que aumenta o risco de vazamento de informações. A privacidade avançada da conversa surge como a solução definitiva para esses casos, protegendo discussões sensíveis sobre temas como saúde, política e outros assuntos privados. Com essa funcionalidade, o WhatsApp garante que suas conversas fiquem mais seguras em qualquer situação.
WhatsApp está pronto para o futuro da privacidade digital
Com a crescente preocupação com a privacidade digital, o WhatsApp se posiciona como o líder da segurança em aplicativos de mensagens. A introdução da privacidade avançada da conversa é apenas o começo de uma série de melhorias para tornar a plataforma ainda mais segura. Em um mundo cada vez mais digital, essa é a proteção que todos esperavam.
Robôs humanoides ganham as ruas e mostram futuro da interação entre humanos e máquinas
Por Bianca Alvarenga
A Inteligência Artificial (IA) tem acelerado o desenvolvimento da robótica de forma impressionante. O que antes parecia coisa de ficção científica começa a se materializar diante dos nossos olhos, com robôs humanoides cada vez mais presentes em testes e aplicações reais. E quem está puxando essa transformação é a China.
De acordo com o relatório Leaderobot, a expectativa é que o país seja responsável por 50% da produção mundial de robôs humanoides ainda em 2025. O estudo projeta a fabricação de mais de 10 mil unidades e uma receita de vendas que pode ultrapassar 8,24 bilhões de yuans (cerca de US$ 1,14 bilhão). Não à toa, gigantes da tecnologia estão apostando alto nesse mercado.
Um exemplo recente veio das chinesas DroidUP e Noetix Robotics, que colocaram nas ruas de Pequim robôs humanoides com alturas entre 1,2 e 1,8 metros para disputar uma maratona ao lado de humanos. No total, 21 robôs participaram da corrida — alguns até usavam tênis esportivos. Apesar do avanço, nem todos cruzaram a linha de chegada com sucesso. De acordo com a Reuters, um dos robôs caiu logo na largada e ficou deitado por alguns minutos; outro bateu em um corrimão, fazendo com que seu operador humano caísse. Os incidentes mostram o quanto já evoluímos, mas também que ainda há um bom caminho a ser percorrido, principalmente no que diz respeito à autonomia e estabilidade dessas máquinas.
A corrida por robôs humanoides também marca uma nova disputa entre China e Estados Unidos. Segundo uma análise da Goldman Sachs Research, o mercado global desses robôs pode chegar a US$ 38 bilhões até 2035, um salto significativo em comparação aos US$ 6 bilhões estimados para 2023. A expectativa é que os envios globais de robôs quadrupliquem, alcançando 1,4 milhão de unidades no mesmo período. Além disso, a redução de 40% no custo dos materiais deve acelerar ainda mais a chegada à lucratividade.
Entre as protagonistas dessa revolução está a Unitree, considerada a segunda maior empresa chinesa do setor. Ela ganhou visibilidade ao divulgar os robôs com movimentos suaves e gestos cada vez mais parecidos com os humanos. Um dos momentos mais emblemáticos foi a apresentação de 16 robôs Unitree G1 durante o Festival da Primavera, transmitido ao vivo pela TV chinesa para milhões de pessoas. Além da performance folclórica, chamou atenção o fato de que esses avatares humanoides estão sendo comercializados por cerca de US$ 16 mil, um valor relativamente acessível, considerando o nível de sofisticação.
Mas a aplicação de robôs inteligentes não se limita aos humanoides. Em Nova York, um robô manicure criado pela startup Clockwork ganhou os holofotes ao ser capaz de pintar unhas em menos de 10 minutos. A máquina usa visão computacional, câmeras 3D e IA para mapear o formato das unhas e aplicar o esmalte com precisão. O banco de dados da empresa já reúne milhares de imagens, o que permite ao sistema aprender e se aperfeiçoar continuamente.
Sediada em São Francisco, a Clockwork desenvolve soluções robóticas para o setor de beleza, que movimenta US$ 625 bilhões por ano. O robô já pintou mais de 500 mil unhas em locais icônicos dos EUA, como o Rockefeller Center e grandes redes varejistas, conquistando reconhecimento no setor — incluindo uma vaga na prestigiada lista A da Allure.
Em 2025, a empresa foi adquirida pela 10Beauty, startup especializada em Beleza Inteligente. A aquisição marca um novo capítulo na automação dos serviços de beleza. A nova máquina da 10Beauty, chamada The 10, vai além da esmaltação: ela aplica amaciante de cutículas, escova, lixa e molda as unhas em qualquer formato, sem uso de lâminas, oferecendo um acabamento limpo e confortável.
“O histórico da Clockwork em IA e visão computacional é fundamental para acelerar nossos próximos lançamentos”, destacou Alex Shashou, CEO da 10Beauty. “Com milhões de escaneamentos realizados e meio milhão de unhas pintadas, temos um volume de dados que poucos players no mundo conseguem alcançar.”