Nos artigos que publicamos hoje, você vai ler sobre: O novo papa e a velha lição do marketing: tudo comunica, Bill Gates alerta sobre como estamos criando nossos filhos,Segredo ultrassecreto ou pura estratégia, a Coca-Cola transformou sua fórmula misteriosa no maior truque de marketing da história, Como Pensar no seu ‘Eu do Futuro’: Uma Abordagem Baseada em Habilidades, Protarget assina a campanha de Dia das Mães da Calçados Pegada e WhatsApp e Inteligência Artificial: o próximo grande salto na transformação digital das empresas brasileiras.
O novo papa e a velha lição do marketing: tudo comunica.
Por Liana Bazanela
Hoje é Dia do Profissional de Marketing — e o universo resolveu nos presentear com um ótimo exemplo de como escolhas comunicam.
O novo papa foi anunciado e escolheu se chamar Leão XIV. À primeira vista, pode parecer apenas uma homenagem à tradição da Igreja. Mas, para quem trabalha com marketing, storytelling e construção de marca, esta decisão é puro simbolismo.
Porque, no fundo, tudo comunica. E quem sabe contar histórias sabe exatamente o peso de cada nome, cada sinal, cada escolha.
Uma rápida pesquisa nos aponta que o nome “Leão” tem história na Igreja Católica:
– São Leão Magno (440-461) foi o primeiro papa a adotar esse título, conhecido por sua liderança espiritual e diplomática em um período de crise.
– O último papa a adotar o nome “Leão” foi Leão XIII (1878-1903), conhecido por sua visão inovadora e por buscar o equilíbrio entre a tradição da Igreja e os desafios da modernidade
Ao escolher ser Leão XIV, tomando-se alguns dados históricos, podemos dizer que o novo papa ativa essas referências e constrói um posicionamento simbólico de coragem diante dos desafios, modernização com responsabilidade, tradição com propósito.
No marketing, fazemos isso o tempo todo.
Dar nome a uma marca é mais do que identifica-la — é definir o que ela representa. Cada cor, cada frase, cada movimento estratégico comunica o que está por trás da proposta de valor. O nome certo, no tempo certo, com o significado certo, tem o poder de transformar percepções, abrir caminhos e gerar conexão.
Se Leão XIV fosse uma marca, sua campanha estaria dizendo: Conheço minha história. Respeito minha origem. Mas estou pronto para ser relevante no presente.
Num mundo repleto de ruídos, vencer é saber comunicar com propósito, com clareza. com verdade., com consistência.
Feliz dia a todos os profissionais que transformam ideias em significado.
Hoje, Leão XIV nos lembrou que marketing é, antes de tudo, sobre fazer escolhas que contam histórias.
Bill Gates alerta sobre como estamos criando nossos filhos
Por O Antagonista
Em 2025, a educação das crianças enfrenta desafios únicos devido à influência crescente da tecnologia. Bill Gates, em seu blog Gates Notes, discute como a tecnologia tem transformado a infância, destacando preocupações sobre o equilíbrio entre liberdade digital e restrições físicas. A reflexão é baseada no livro The Anxious Generation, de Jonathan Haidt, que explora a reconfiguração social dos adolescentes desde o início dos anos 2010.
Com a presença dominante de smartphones e redes sociais, a atual geração de adolescentes experimenta uma forma de socialização sem precedentes. Essa mudança, segundo Gates, é marcada por um paradoxo educacional: enquanto o mundo digital oferece liberdade excessiva, o mundo físico se torna cada vez mais restritivo. Essa dicotomia levanta questões sobre os efeitos práticos dessa criação guiada pela internet.
Como a Tecnologia Afeta o Desenvolvimento Infantil?
O uso constante de dispositivos digitais tem efeitos profundos no desenvolvimento infantil. As crianças estão expostas a uma vasta gama de conteúdos online, o que pode influenciar sua percepção do mundo e suas habilidades sociais. O acesso a redes sociais e sites de conteúdo adulto pode moldar o imaginário das crianças de maneiras que os pais muitas vezes não conseguem monitorar adequadamente.
Por outro lado, a superproteção no mundo físico limita as oportunidades de exploração e aprendizado prático. As crianças têm menos liberdade para brincar ao ar livre e interagir com o ambiente físico, o que pode resultar em dificuldades para lidar com desafios cotidianos e desenvolver resiliência.
Quais São as Consequências da Superproteção Física?
A superproteção no mundo físico pode ter várias consequências negativas para o desenvolvimento das crianças. Com menos oportunidades para explorar e aprender por meio de experiências concretas, as crianças podem se tornar dependentes de interações virtuais e ter dificuldades em desenvolver habilidades práticas. Isso pode afetar sua capacidade de resolver problemas e enfrentar desafios no mundo real.
Além disso, a falta de experiências físicas pode impactar o desenvolvimento emocional e social das crianças. Elas podem ter dificuldades em formar relacionamentos saudáveis e em lidar com situações sociais complexas, uma vez que suas interações são predominantemente mediadas por telas.
Como Equilibrar Liberdade Digital e Restrição Física?
Encontrar um equilíbrio entre liberdade digital e restrição física é crucial para o desenvolvimento saudável das crianças. Os pais e educadores precisam adotar abordagens que incentivem o uso responsável da tecnologia, ao mesmo tempo em que promovem atividades físicas e interações sociais no mundo real.
Estabelecer limites claros para o uso de dispositivos digitais.
Incentivar atividades ao ar livre e brincadeiras que estimulem a criatividade e a interação social.
Promover o diálogo aberto sobre os conteúdos acessados online e suas implicações.
Essas estratégias podem ajudar a mitigar os efeitos negativos da tecnologia e promover um desenvolvimento mais equilibrado e saudável para as crianças.
Segredo ultrassecreto ou pura estratégia, a Coca-Cola transformou sua fórmula misteriosa no maior truque de marketing da história — e tudo começou há mais de um século
Por Romário Pereira de Carvalho*
Mesmo após mais de 130 anos, a fórmula original da Coca-Cola continua envolta em mistério, guardada a sete chaves e reforçada por estratégias de marketing que alimentam o fascínio global pela bebida
Poucas fórmulas são tão guardadas quanto a da Coca-cola. Criada há mais de 130 anos, a receita do famoso xarope usado na produção da bebida continua sendo um mistério. Mesmo com avanços científicos e tentativas de reprodução, a fórmula exata nunca foi revelada.
O começo de tudo
A história da Coca-cola começa com John Pemberton. Foi ele quem criou a primeira versão do xarope usado na bebida. Conta-se que ele revelou os detalhes da fórmula para somente quatro pessoas. Como ninguém sabe quem eram esses indivíduos, acredita-se que o segredo morreu com Pemberton em 1888.
Anos depois, Asa Candler comprou os direitos da receita. Fundador da The Coca-Cola Company, ele fez alterações em um dos ingredientes da fórmula original. Dessa forma, mesmo que alguém descobrisse a receita de Pemberton, já não teria acesso à versão verdadeira usada na empresa.
Em 1919, Asa vendeu a empresa para Ernest Woodruff. Na ocasião, a receita foi colocada em um cofre de banco. Anos mais tarde, ela foi transferida para o museu Mundo da Coca-Cola, em Atlanta, onde permanece desde 2011.
Coca-Cola: Cofre, segredos e publicidade
O suspense em torno da fórmula virou parte da marca. Em 2011, a Coca-cola informou ao jornal The Guardian que apenas dois funcionários de alta confiança têm acesso ao cofre. Eles não podem viajar juntos e, caso um deles morra, o outro deve escolher um sucessor — com muito critério.
Com o tempo, ficou claro que essa história também é parte da publicidade da marca. Mesmo que alguém descubra a fórmula, uma réplica da bebida não poderia ser vendida legalmente. A mística, no entanto, ajuda a manter o interesse do público.
Ingredientes polêmicos
No início, a Coca-cola levava folhas de coca trituradas. Combinadas com cafeína, essas folhas davam um ar medicinal à bebida. Na época, a fórmula chegou a conter uma fração de cocaína. Em 1903, após reclamações, esse ingrediente foi retirado da composição.
Hoje, sabe-se que a bebida contém xarope de milho com frutose, cafeína e ácido fosfórico. Há ainda o chamado ingrediente 7X, cuja composição é desconhecida. Algumas teorias sugerem que baunilha, limão e lavanda também estariam presentes.
Variações e rótulos ocultos
Durante a Páscoa, em locais com maioria judaica, a Coca-cola muda sua fórmula. Isso porque o xarope de milho é proibido por algumas tradições religiosas nesse período. Nessas regiões, a empresa substitui o adoçante por sacarose.
Outro detalhe curioso é a forma como os ingredientes chegam às fábricas. Para manter o segredo, os pacotes são identificados apenas por números de 1 a 9, sem qualquer descrição. Assim, ninguém fora da empresa sabe exatamente o que está usando.
Tentativas de revelação da fórmula
Em 2011, o programa de rádio This American Life afirmou ter encontrado a receita original da Coca-cola. O documento, segundo eles, estava escrito à mão e havia sido publicado em um artigo de 1979 sobre a história da bebida.
Apesar da revelação, a própria Coca-cola negou a autenticidade da fórmula. Segundo a empresa, o segredo continua guardado com segurança e segue sendo um dos maiores mistérios da indústria de alimentos e bebidas.
Mesmo com a pressão do público e as investigações da imprensa, a receita da Coca-cola segue como um enigma. Guardada em um cofre e protegida por camadas de segurança e marketing, o segredo criado por John Pemberton permanece intacto mais de um século depois.
*Com informações de Aventuras na História.
Como Pensar no seu ‘Eu do Futuro’: Uma Abordagem Baseada em Habilidades
Por Rate This
Imagine um cenário em que suas opções profissionais não são definidas por um cargo ou por um rótulo, mas pelas habilidades que você desenvolveu ao longo da vida. E se, em vez de seguir um caminho linear e previsível, você pudesse mapear novas rotas, explorando diferentes possibilidades que se conectam com seus talentos e paixões?
A única certeza que temos em função da transformação tecnológica da sociedade é que as profissões vão mudar. Como se adaptar a esse cenário de constantes mudanças?
Aqui quero compartilhar como essa perspectiva pode transformar não apenas sua carreira, mas a forma como você se enxerga profissionalmente.
Desconecte-se das Profissões e Foque nas Habilidades
Minha trajetória começou de forma bastante tradicional. Eu era um programador sênior que havia seguido o plano de carreira clássico. Naquele momento, me disseram que, para avançar, eu precisaria desenvolver habilidades humanas para gerir pessoas. Esse foi um bom conselho, mas que não me tirou do ciclo convencional de carreira.
Antes de pensar em futuras profissões, comece olhando para si mesmo como um conjunto de habilidades técnicas e humanas, sem associá-las imediatamente a uma ocupação específica. Faça uma lista detalhada das suas competências, tanto as técnicas (como domínio de ferramentas, análise de dados, gestão de projetos) quanto as humanas (como comunicação eficaz, empatia, liderança).
Amplie Seu Horizonte Profissional
Mais adiante na minha jornada, uma oportunidade autônoma apareceu. Foi o meu primeiro projeto paralelo ao CLT, e ele abriu meus olhos para outras possibilidades. Eu percebi que minhas habilidades humanas, que antes estavam sendo direcionadas apenas para a liderança no contexto do emprego fixo, poderiam ser aplicadas em outros contextos: consultorias, palestras e educação corporativa, entre outros.
Ao identificar suas habilidades, comece a imaginar profissões que utilizam essas competências. Por exemplo, se você se comunica bem e tem facilidade em resolver problemas, essas habilidades podem ser aplicadas tanto em carreiras de ensino quanto em funções de vendas, consultoria ou gestão de projetos.
Identifique Gaps de Habilidades
Durante essa análise, é natural perceber que algumas profissões demandam competências que você ainda não possui. Em vez de se sentir limitado, encare isso como uma oportunidade de aprendizado. Com a ajuda da inteligência artificial, você pode criar uma lista de profissões compatíveis com suas habilidades e identificar as que exigem novas competências.
Nesse ponto, eu comecei a buscar ativamente projetos autônomos em áreas onde eu já tinha alguma expertise, mas também onde eu precisava desenvolver novas habilidades. Foi um movimento estratégico que permitiu que eu começasse a me preparar para uma transição gradual para a autonomia.
Visualize-se em Diferentes Cenários Profissionais
Projete-se no futuro exercendo essas profissões. Como seria seu dia a dia? Que tipo de impacto você estaria gerando? Essa visualização pode ajudar a identificar áreas que realmente despertam seu interesse e motivação.
Foi ao me imaginar atuando em mais de uma frente que comecei a perceber que eu não era apenas um programador. Desenvolver minhas habilidades humanas foi o ponto de virada da minha carreira, mas isso não significa que elas são mais importantes do que as técnicas. Para mim, naquele momento, foram disruptivas, mas para quem está lendo, a situação pode ser o oposto: talvez o aprendizado técnico seja o impulso que você precisa.
Abrace a Multiprofissionalidade com um Plano Estratégico
Uma possibilidade transformadora, e muitas vezes negligenciada, é que você não precisa escolher apenas uma profissão (num cenário onde você tem autonomia para decidir quanto tempo investir em cada profissão). É possível atuar em mais de uma área simultaneamente, onde:
- Uma atividade garante a renda necessária para sustentar seu estilo de vida (que pode ser CLT ou autônoma).
- Outra permite explorar um projeto alinhado aos seus sonhos e paixões.
- Uma terceira atividade pode ser estratégica para desenvolver novas competências e se preparar para o futuro.
Na minha trajetória, essa transição foi gradual. Primeiro, mantive o emprego fixo enquanto explorava oportunidades autônomas. Mas, com o tempo, as oportunidades paralelas se tornaram mais atraentes, tanto financeiramente quanto em termos de realização pessoal. Foi assim que migrei para um modelo 100% autônomo. Hoje, após quase 20 anos nessa dinâmica, continuo ocupando mais de uma cadeira conforme o mercado se transforma e eu vou me reinventando junto com ele.
Se você decidir seguir por esse caminho, pense estrategicamente sobre como cada atividade pode contribuir para sua jornada, tanto no presente quanto no futuro.
O mundo está sendo transformado pela tecnologia enquanto você lê esse texto e a ansiedade de fazer algo rapidamente pode ser esmagadora. A sua transição pode ser gradual, aos poucos, o que você não pode fazer é ficar parado.
Dá trabalho, é cansativo, vai demorar, mas a sensação de liberdade que virá no futuro, eu te garanto, é transformadora.
Protarget assina a campanha de Dia das Mães da Calçados Pegada
Com conceito emocional e apelo visual moderno, marca aposta em conexão entre mães e filhos para reforçar presença no segmento feminino
A Calçados Pegada apresenta sua nova campanha de Dia das Mães, desenvolvida pela agência Protarget, com foco na força da conexão entre mães e filhos. Inspirada na coleção feminina da marca, a campanha tem como mote o conceito “Ao seu lado em todo caminho”, exaltando o papel da presença materna em cada etapa da vida — sempre marcada pelo cuidado, amor e apoio incondicional.
A peça central da campanha é um fashion film emocionante, que capta momentos espontâneos entre mãe e filha, com sorrisos, abraços e aquela cumplicidade única. A direção de arte aposta em um cenário monocromático azul, com toque fashion e contemporâneo, traduzindo sofisticação e conforto — valores que a marca busca transmitir por meio de sua linha feminina.
“A proposta foi criar uma narrativa visual que traduzisse o afeto, sem abrir mão do estilo. Usamos o conceito da tendência tal mãe tal filha, com looks coordenados, para destacar esse vínculo com delicadeza e elegância”, comenta Annie Müller, diretora de Novos Negócios da Protarget.
Além do conteúdo emocional, a produção também investe em uma estética marcante, com transições criativas, movimentos dinâmicos de câmera e foco especial nos calçados da coleção, buscando não apenas emocionar, mas também fortalecer a presença da marca.
A campanha será veiculada em canais digitais, redes sociais e materiais de ponto de venda, reforçando a presença da marca no varejo e sua conexão com o consumidor final.
Para assistir ao vídeo, acesse AQUI!
Direção Técnica
Direção Criativa: Ricardo Müller
Diretor de Arte: Martini Mateus
Redação Criativa: Alexandre Tremarin
Direção de Atendimento: Annie Müller
Executiva de Atendimento: Patrícia Diefenthäler
Produtora de Vídeo e Fotos: Steffen Stúdio
Produção de Figurino: Jade Primavera
Beleza: Essence Beauté by Mi Carvalho
WhatsApp e Inteligência Artificial: o próximo grande salto na transformação digital das empresas brasileiras
Por Redação Tiinside
No Brasil, 9 em cada 10 usuários de internet utilizam o WhatsApp para se comunicar, sendo esta a rede social mais utilizada no País segundo o Special Report Digital 2025 e a combinação da plataforma com a inteligência artificial (IA) promete ser o próximo grande salto na transformação digital. O Brasil, que conta com 84,2% da população com acesso à internet, possui cerca de 169 milhões de usuários de WhatsApp, cifra que reflete um ecossistema digital maduro e em expansão.
Este ambiente impulsionou as empresas a integrar WhatsApp com sistemas CRM e ferramentas de IA, transformando o atendimento ao cliente e as estratégias comerciais em setores como telecomunicações, fintech, comércio eletrônico, educação, saúde e varejo. A automação de processos e a personalização das interações permitem que as organizações ofereçam experiências mais eficientes e adaptadas às necessidades de seus clientes.
Para o CEO da Treble, Sebastián Valencia, o WhatsApp é o canal chave que transforma cada interação em uma oportunidade de venda e fidelização. “Embora o panorama digital no Brasil apresente desafios como a fragmentação de estratégias e a complexidade em medir o ROI, a integração da inteligência artificial com sistemas CRM como o Salesforce abre oportunidades sem precedentes para automatizar e personalizar a experiência do cliente, impulsionando assim um crescimento sustentável.”
Para ajudar os líderes empresariais a transformar dados em resultados tangíveis, a Treble identificou — a partir de análises no mercado brasileiro — os três maiores desafios que impedem explorar ao máximo o WhatsApp como canal de negócios, juntamente com os três principais pilares que podem impulsionar o ROI. Essas seis áreas de foco surgem da interseção entre experiência do cliente, gestão de dados e automação inteligente.
Três desafios para maximizar o retorno sobre o investimento
1-Fragmentação da estratégia comercial
Muitas empresas usam WhatsApp, e-mail e um CRM separadamente. Cada um funciona bem mas, ao não estarem conectados, não permitem a visualização da jornada completa do cliente. Um usuário pode, por exemplo, perguntar pelo WhatsApp, comprar em um e-commerce e depois solicitar suporte por e-mail e sem um sistema unificado, é muito difícil OU é quase impossível relacionar estas três interações. O desafio é consolidar todos os canais em uma única plataforma para que marketing, vendas e suporte falem o mesmo “idioma” e meçam juntos o impacto nas vendas.
2- Dificuldade na medição do impacto
Embora seja inegável o papel do WhatsApp para melhorar o atendimento e agilizar processos e com milhões de contatos diários entre empresas e clientes, sendo mais de 70% deles gerenciados por meio do aplicativo, Felipe Otálora, Cofundador e Presidente da Treble explica que demonstrar de maneira precisa o retorno sobre o investimento (ROI) dos processos automatizados continua sendo complexo. “Muitos executivos reconhecem que, apesar de a eficiência operacional aumentar significativamente, os modelos de medição e compensação na estratégia digital devem evoluir para refletir o valor real do trabalho criativo e tecnológico.”
3- Brecha de competências e formação
O dinamismo do ambiente digital demanda habilidades que muitos profissionais ainda estão desenvolvendo. Segundo pesquisas de mercado, menos de 50% dos líderes em estratégia afirmam que suas empresas investem o suficiente em formação contínua para enfrentar os desafios que a IA e a digitalização impõem. A falta de capacitação e a pressão por resultados rápidos podem relegar a criatividade e o pensamento estratégico a um segundo plano.
Três pilares para impulsionar a conversão e o ROI
1-Integração omnicanal e automação
A fusão do WhatsApp com sistemas CRM e ferramentas de IA possibilita que cada mensagem se torne um dado acionável. Essa integração não só otimiza os tempos de resposta e melhora a experiência do cliente, mas também permite a automação de tarefas repetitivas. Marcas como Rappi relataram melhorias de até 3 vezes na conversão e na eficiência operacional graças à automação dos fluxos de atendimento e à centralização das informações em sistemas integrados.
2- Personalização da comunicação para clientes
O marketing conversacional baseado no WhatsApp permite às empresas oferecer respostas personalizadas e em tempo real, um fator chave para fidelizar o cliente. Com funções como mensagens automáticas de boas-vindas, respostas rápidas e chatbots inteligentes, que utilizam variáveis nas mensagens, deixando-as mais personalizadas, cria-se um canal que se adapta às necessidades imediatas do consumidor, dando lugar a relações mais estreitas e à possibilidade de ofertas e promoções customizadas.
3- Informação-chave instantânea para acelerar a conversão
A integração da IA nas conversas também permite resumir automaticamente cada chat e transcrever os áudios, de modo que em segundos são identificadas necessidades, objeções e próximos passos. Isso reduz os tempos de atendimento e aumenta a capacidade de gerar mais leads e fechar vendas, impulsionando diretamente o ROI.