Na coluna de hoje, você vai ler artigos sobre: Seis estados estão acima da média de inovação do país, JT EUA 2025 inicia com alertas sobre impacto dos investimentos e fragilidades do Brasil, Quarta edição da Expresso Expointer já circula no Parque, O que significa mexer muito as mãos ao falar segundo a psicologia e Especialistas alertam: o jornalismo enfrenta desafios crescentes para conter a desinformação na era da IA.
Seis estados estão acima da média de inovação do país
Por Bruno de Freitas Moura –
O Parque de Inovação Tecnológica (PIT), complexo de inovação e empreendedorismo que abriga diversas empresas de alta tecnologia, é a sede da Conferência Anprotec 2024. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil© Fernando Frazão/Agência Brasil
O estado de São Paulo ostenta a liderança no ranking de inovação no país. A posição foi revelada pelo Índice Brasil de Inovação e Desenvolvimento (Ibid), divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).
Em uma escala de 0 a 1, São Paulo obteve a nota 0,872. Esse desempenho é quase três vezes a média nacional (0,296). Além de São Paulo, cinco estados superam a média: Santa Catarina (0,449), Paraná (0,413), Rio de Janeiro (0,410), Rio Grande do Sul (0,398) e Minas Gerais (0,368).
Os últimos colocados na classificação são Alagoas (0,148), Maranhão (0,127) e Acre (0,122).
Desde 2014, quando o índice passou a ser calculado, São Paulo ocupa o topo. No entanto, nos últimos anos foi possível ver mudanças, como os avanços de Santa Catarina e Paraná.
Em 2015, Santa Catarina era o terceiro colocado, subindo para segundo em 2020 e se mantendo em 2025. Já o Paraná, que era o sexto há cinco anos, figura agora como terceiro mais bem posicionado. O Rio de Janeiro caiu da segunda para a quarta posição no intervalo de uma década.
“Leve desconcentração”
Apesar da liderança de São Paulo, o INPI entende que a inovação no país apresenta “leve desconcentração”, com sete estados diminuindo a distância para os paulistas: Santa Catarina, Paraná, Espírito Santo, Paraíba, Alagoas, Piauí e Amapá.
Em 2015, a pontuação média das unidades federativas (UF) correspondia a 28% do desempenho de São Paulo. Em 2025, essa proporção subiu para 29%. Para o INPI, essa dinâmica indica “um leve, mas consistente, movimento de desconcentração das atividades inovadoras no país”.
Santa Catarina e Paraná foram os destaques, ambos reduziram em seis pontos percentuais a distância em relação a São Paulo.
Na ocasião da divulgação do índice, na última sexta-feira (29), durante o evento Startup Summit, em Florianópolis, o economista-chefe do INPI, Rodrigo Ventura, ressaltou que o Ibid mostra, nos últimos 10 anos, a “nova geografia da inovação brasileira”.
“A inovação deixou de ser exclusividade dos grandes centros e se espalhou para outras regiões, atraindo investimentos e impulsionando novos negócios. Estamos vendo o avanço do empreendedorismo e o surgimento de polos de startups [empresas com potencial de inovação e grande uso de tecnologia] em todo o Brasil, fortalecendo esse processo de desconcentração produtiva”, comentou.
Metodologia
Ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), o INPI é o órgão responsável por registrar os pedidos de patentes no país.
O índice criado pelo instituto leva em consideração uma série de quesitos ligados a inovação e desenvolvimento, como instituições, capital humano, infraestrutura, economia, negócios, conhecimento e tecnologia e economia criativa.
Dentro desses pilares, há subdivisões que avaliam questões relacionadas a crédito, investimentos, educação, ambiente regulatório, sustentabilidade, criação de conhecimento, ativos intangíveis, entre outros.
Brasil no mundo
O Ibid foi inspirado no Índice Global de Inovação (IGI), da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI). Na edição mais recente do IGI, de 2024, o Brasil é o 50º de 133 países. Em 2023, era o 49%.
Apesar do recuo de um ano para o outro, o país registra avanço de 20 posições desde 2015. Ao ocupar a posição 50ª, o Brasil figura como a principal nação latino-americana, à frente de Chile (51º) e México (56º).
JT EUA 2025 inicia com alertas sobre impacto dos investimentos e fragilidades do Brasil
A Jornada Técnica EUA 2025 começou com uma reflexão sobre a responsabilidade do gasto público. Ilan Goldfajn, presidente do BID e ex-BCB e Itaú, destacou que não basta gastar bem, mas é essencial entregar projetos que realmente impactem a sociedade: “Cada real adicional gasto impactará na vida de quantas pessoas?” O executivo reforçou ainda a necessidade de transparência, boa governança e qualidade dos projetos.
Na sequência, William Maloney, economista-chefe para América Latina e Caribe do Banco Mundial, trouxe uma visão crítica sobre o Brasil e a região. Ele apontou a lenta adoção de tecnologia, o baixo número de engenheiros formados e a fragilidade da educação, fatores que comprometem o capital humano do país. Apesar disso, reconheceu avanços pontuais, como a geração de unicórnios no ecossistema de startups.
Maloney ressaltou também que o venture capital exige empreendedores com histórico de fracassos e aprendizados – algo ainda escasso no Brasil. O tema da violência e do crime, recorrente no debate regional, também apareceu como um dos pontos de atenção levantados pelos agentes financeiros internacionais.
Quarta edição da Expresso Expointer já circula no Parque
A quarta edição da revista Expresso Expointer já está disponível para os visitantes da maior feira agropecuária da América Latina,
no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Com distribuição gratuita, a publicação diária traz informação, tendências e conteúdos exclusivos para profissionais e apaixonados pelo setor.
Nesta edição, o grande destaque vai para a égua vencedora da Morfologia, consagrada como Grande Campeã da Raça Crioula — um dos momentos mais aguardados da Expointer. Além disso, a revista segue valorizando iniciativas que conectam o campo e a cidade, reforçando o papel da comunicação no agronegócio gaúcho.
O que significa mexer muito as mãos ao falar segundo a psicologia
Por Daniely Cardoso
A linguagem corporal desempenha um papel crucial na comunicação humana, e mover as mãos ao falar é um exemplo destacado desse fenômeno. Mais do que um hábito, os gestos com as mãos fazem parte integral do diálogo, refletindo emoções, pensamentos e estados de espírito. A psicóloga evolucionista Gillian Forester, da Universidade de Londres, sugere que esse comportamento tem raízes na evolução humana. Dados indicam que a relação entre nossas mãos e nossa boca está profundamente enraizada em nossa história evolutiva, influenciando não só nossa alimentação, mas também como nos comunicamos hoje em dia.
Os humanos têm sido criaturas gestuais há aproximadamente 500 milhões de anos. Em tempos antigos, quando as mãos eram primordiais para a alimentação, o manejo dos alimentos condicionava a abertura da boca. Objetos maiores provocavam uma abertura maior, enquanto os menores induziam uma abertura menor. Essa estreita interconexão entre as mãos e a boca continua presente na comunicação contemporânea, sendo que as áreas cerebrais que coordenam ambos os movimentos operam em conjunto. Isso explica por que gesticulamos ao falar, fenômeno que persiste mesmo na ausência de um interlocutor visível.
Por que pessoas cegas também gesticulam ao falar?
Um fato intrigante sobre os gestos é que eles não dependem do sentido da visão. Como destaca Susan Goldin-Meadow, do Departamento de Psicologia e Desenvolvimento Humano Comparado da Universidade de Chicago, até mesmo pessoas cegas de nascença movem as mãos ao falar, apesar de nunca terem visto alguém fazendo isso antes. Isso evidencia que a gesticulação é uma capacidade inata, uma parte natural da comunicação humana.
Qual o impacto dos gestos na comunicação?
Os hábitos gestuais ao dialogar não são meras expressões de comunicação automáticas. De acordo com a revista Forbes, o movimento das mãos pode projetar carisma e capturar o interesse de quem está ouvindo. Esse hábito tem a capacidade de fazer com que a mensagem seja percebida como mais energética e persuasiva, reforçando assim o impacto perante uma audiência. Os gestos dão uma dimensão extra às palavras, complementando o conteúdo verbal com riqueza expressiva.
Como evoluiu a comunicação não-verbal nos tempos modernos?
Ao longo da evolução humana, o papel das mãos transcendeu sua função inicial de alimentação para se tornar uma ferramenta vital de expressão e compreensão. A conexão entre linguagem verbal e não-verbal evidencia a complexidade das trocas humanas e a profunda inter-relação entre nossos gestos e a fala. Hoje em dia, mais do que nunca, compreender a importância desses aspectos não-verbais na interação pode enriquecer a comunicação interpessoal, tornando cada conversa uma experiência mais completa e eficaz.
Em conclusão, a gesticulação ao falar não é apenas uma característica cultural ou aprendida, mas sim parte integral e intuitiva do ser humano. Esses movimentos não apenas ajudam a expressar ideias com maior clareza, mas também fortalecem os vínculos comunicativos, lembrando-nos de que, afinal, a linguagem corporal é, e sempre será, uma ferramenta essencial da nossa natureza evolutiva.
Especialistas alertam: o jornalismo enfrenta desafios crescentes para conter a desinformação na era da IA
Com o objetivo de debater um tema crítico e de profunda relevância social — devido ao seu impacto direto nas decisões cotidianas da sociedade — mais de 50 jornalistas de todo o Brasil atenderam ao webinar, que ocorreu de forma virtual. Com o título “Combatendo a desinformação: o poder da checagem de fatos e o papel do jornalista em tempos de IA”, o webinar compõe a série ‘Intersecção de Valor’ – eventos que discutem temas de relevância para a comunicação, organizado pela agência de comunicação integrada LatAm Intersect. O evento trouxe ideias claras sobre como enfrentar a desinformação em um cenário em que mentiras se propagam rapidamente.
Com a presença de especialistas de peso como Ben-Hur Correia – repórter do Grupo Globo e pesquisador do Centro de Estratégia e Inovação da Coppead/UFRJ; Raphael Kapa – jornalista, professor, pesquisador, coordenador de Educação da Agência Lupa e colunista da Rádio Roquette Pinto; e Sérgio Lüdtke, jornalista e editor-chefe do Projeto Comprova, coalizão de 42 veículos de mídia contra a desinformação, o encontro não se limitou a mais um diagnóstico sobre o problema, mas foi uma conversa urgente sobre como o jornalismo pode usar a tecnologia para recuperar terreno frente à manipulação sistemática da opinião pública.
“Quisemos criar um espaço onde jornalismo e tecnologia se encontrassem por meio do pensamento crítico e da colaboração. A checagem de fatos nunca foi tão necessária, e, ao mesmo tempo, tão complexa. Hoje, não se trata apenas de verificar fatos, mas de compreender como em tempos de IA a tecnologia pode ser tanto uma aliada quanto uma ameaça”, explicou Claudia Daré, cofundadora e diretora da LatAm Intersect, que também intermediou o debate.
Para a realização do webinar, que também já aconteceu para jornalistas da América Latina hispânica, a agência conduziu uma pesquisa nos países onde tem operações, para medir o uso de checagem de fatos e o nível de preparo dos jornalistas da região para lidar com o problema. Ao entrevistar mais de 200 profissionais em 10 países da América Latina, descobriu-se que a maioria tinha interesse em se aprofundar sobre o tema. Pouco mais da metade, 54,2%, afirmou não contar com protocolos ou ferramentas específicas de fact-checking em seus veículos e apenas 11,9% disseram estar em fase de implementação — o que reforçou a urgência de criar esse espaço.
“O que me impressionou nessa pesquisa foi o fato de que muitos jornalistas ainda não utilizam a checagem de fatos em seu dia a dia, uma das primeiras e principais matérias da faculdade. Se hoje vivemos essa nova realidade do jornalismo, precisamos nos reinventar como profissionais e não dar chance para a desinformação se tornar cada vez maior ao dar espaço ao jornalismo declaratório, onde uma parte do discurso é retirada e inserida num contexto malicioso e mentiroso”, disse Raphael Kapa.
A pesquisa da LatAm Intersect revela que, no Brasil, 62,5% dos jornalistas ainda não utilizam ferramentas tecnológicas para verificar informações, e 7,7% recorrem ao ChatGPT com essa finalidade. Quando questionados sobre quais são suas principais fontes para verificar informações, 31,3% afirmaram que fazem checagem por meio de sites de notícias confiáveis e as fontes que geraram os dados iniciais. 12,5% revelaram acessar sites especializados para apurar se as informações são confiáveis.
“Existem diversas ferramentas que surgiram para a checagem de informações, que podem auxiliar em nosso cotidiano. No entanto, reforço que não dá para chamar a IA de colega, pois ela é uma assistente. Gostaria que as pessoas voltassem a tratá-la dessa maneira, pois ela pode ser uma motosserra: deve ser usada com cuidado e com as duas mãos para evitar que algo ruim aconteça”, alertou Sérgio Lüdtke.
Na América Latina, ao levar em consideração jornalistas de todos os países que participaram do estudo – Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, El Salvador, México e Perú – foi constatado que 33,3% geralmente checam informações em sites especializados e 28,9% por meio de suas fontes principais.
No entanto, Ben-Hur Correia destacou que as big techs devem se responsabilizar por informações falsas, agindo de forma mais efetiva em relação à disseminação de fake news. “Num momento em que as eleições do país se aproximam, em 2026, é necessário que as plataformas sejam responsabilizadas por suas publicações. Sabemos que o Tribunal Superior Eleitoral agiu de forma diferenciada nas últimas eleições, mas muita coisa mudou e é preciso que mais atores estejam envolvidos nessa batalha contra a desinformação. Não podemos deixar que essa massificação da mentira ocorra”, avaliou.
Os dados mostram que há a necessidade do uso de plataformas mais efetivas para que os profissionais de comunicação possam checar a veracidade das informações nos principais países da região. “Diante de todos esses dados, como agência de comunicação, a LatAm Intersect assume sua parcela de responsabilidade frente à crise da desinformação, não apenas em seu trabalho com a imprensa, mas também ao impulsionar espaços de troca e formação como este. A série ‘Intersecção de Valor’ nasce justamente dessa necessidade: contribuir ativamente para o ecossistema informativo, que está além de interesses comerciais”, acrescentou Daré.
Os 5 principais aprendizados deixados pelos especialistas:
- Processo de checagem deve vir antes da ferramenta
A checagem de dados deve começar pelo processo investigativo, aplicando critérios clássicos de apuração, como ouvir fontes, conferir registros e contextualizar informações. O jornalismo declaratório, que reproduz falas sem verificação, contribui para a disseminação de desinformação em política, cultura, esporte e entretenimento. Priorizar a apuração é essencial para restaurar a credibilidade do jornalismo e oferecer informações confiáveis ao público.
- Educação informacional e letramento digital no combate à desinformação
A checagem de fatos depende da participação da sociedade. A educação informacional deve ser prioridade, incorporando o letramento digital às escolas e programas de formação, desenvolvendo habilidades críticas para analisar fontes e avaliar conteúdos em redes sociais. Materiais acessíveis, como ebooks, podcasts e vídeos, ajudam cidadãos de todas as idades a se tornarem mais resistentes à desinformação.
- Inteligência Artificial como desafio e ferramenta de uso diário, mas usada com cuidado
A Inteligência Artificial é ao mesmo tempo aliada e ameaça para o jornalismo. Usada como assistente, otimiza processos, organiza dados e acelera pesquisas. Mas, se mal utilizada, pode gerar manipulação e deepfakes realistas, como em golpes envolvendo figuras públicas como César Tralli e William Bonner. Lüdtke compara a IA a uma motosserra: poderosa se bem usada, perigosa, se usada de forma irresponsável. Por isso, a checagem de fatos deve incluir análise de metadados, rastreamento de origens e consulta a especialistas.
- Desinformação como estratégia e modelo de negócio impacta diversos setores
Hoje, as fake news funcionam como um modelo de negócio, organizadas para gerar lucro, influência política e manipulação social. Campanhas coordenadas atingem desde eleições até apostas e golpes digitais, explorando emoções e desejos de ganho rápido. Mapear quem produz, financia e distribui esses conteúdos é essencial para entender os interesses por trás das narrativas falsas e reduzir seu impacto.
- Regulação, cooperação e responsabilidade compartilhada: a responsabilidade das bigtechs
O combate à desinformação é uma responsabilidade compartilhada entre jornalistas, governos, sociedade civil e big techs, que devem identificar e remover conteúdos manipulados, especialmente em períodos eleitorais. A cooperação entre redações fortalece a checagem e amplia a capacidade de resposta frente à sofisticação crescente da desinformação digital, considerando que muitas equipes ainda não têm treinamentos específicos. Assim, a união de esforços amplia a capacidade de resposta diante da sofisticação crescente da desinformação digital.
Ferramentas recomendadas pelos especialistas para uso diário em redações e por criadores de conteúdo:
Canva: Tradutor de slides de apresentações. Traduz automaticamente para 134 idiomas.
Deepware: Para detectar vídeos deep fakes criados com IA.
SynthID: Para marcar e identificar conteúdos de áudio e imagem gerados por IA, sobretudo em IAs do Google. Em fase beta.
Sensity: Para detectar deepfakes e conteúdos de vídeo, áudio e imagem criados com IA.
Grammarly IA Detector – para detectar textos gerados por IA.
ChatGPT: Chatbot desenvolvido pela OpenAI.
Aiornot: Para detectar conteúdos de áudio e imagem criados por IA.
Gemini: IA do Google que ajuda a escrever, planejar, aprender e muitas outras coisas mais.
NotebookLM: Assistente de pesquisa de IA personalizado, desenvolvido com o Gemini.
Leap.IA: Busca informações sobre a titularidade de um email com base em IA.
Journalist’s Toolbox AI: Compilado de recursos e caixas de ferramentas de IA.
SIFT Toolbox: Prompt desenvolvido por Mike Caufield para checagem no Chat GPT.
Sobre a LatAm Intersect PR
LatAm Intersect é uma agência de comunicação integrada especializada em campanhas corporativas e de consumo, com atuação em toda a América Latina. Reconhecida por sua excelência, foi nomeada uma das cinco melhores agências do ano na América Latina pelos SABRE Awards Latin America em 2022 e 2024. Seus fundadores, Claudia Daré e Roger Darashah, figuraram na lista PRovoke 25 America’s Innovators Professionals em 2022 e 2024, respectivamente, sendo Claudia a única brasileira a integrar o ranking.
O nome Intersect reflete o princípio fundamental da agência: em um mundo cada vez mais orientado por big data e automação, a capacidade de se conectar de forma autêntica com as pessoas, por meio de relações, evidências e diálogo, é indispensável para empresas que desejam ser relevantes no mercado.