Você vai ler na coluna hoje: O mercado não compra mídia. Compra resultado — e isso deveria mudar como pensamos mídia, Nietzsche, o crítico da moralidade alemã afirmava: “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como”, Maior que McDonald’s e Starbucks, gigante chinesa abre primeiras lojas no Brasil e planeja mil unidades, TV 3.0: brasileiros vão precisar comprar um conversor de televisão a partir de junho, Filhos com maior facilidade de aprendizado podem nascer nestes meses, segundo estudo científico.
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O mercado não compra mídia. Compra resultado — e isso deveria mudar como pensamos mídia
Por Paulo Cesar Queiroz
Tem uma pergunta simples que eu comecei a me fazer com mais frequência ao longo dos anos — e que, curiosamente, quase nunca aparece nas reuniões: por que as empresas realmente investem em mídia?
Depois de mais de 40 anos trabalhando com mídia, planejamento e propaganda, algumas percepções deixam de ser tendência e passam a ser quase uma convicção.
Uma delas me acompanha há bastante tempo: em muitos momentos, nós — profissionais de marketing, mídia e comunicação — perdemos de vista o motivo real pelo qual as empresas investem em mídia.
A gente chama essas empresas de “anunciantes”. Mas, na prática, elas não existem para anunciar.
Um banco não acorda querendo fazer campanha. Uma montadora não está interessada em comprar GRP. Uma marca de consumo não quer simplesmente aparecer em um plano de mídia bem montado.
O que essas empresas buscam é outra coisa. Elas investem em mídia para crescer, vender mais, ganhar relevância, sustentar preço, reduzir custo de aquisição, defender mercado, gerar caixa. Comprar mídia é uma decisão de investimento. Está muito mais próxima de abrir uma nova fábrica, expandir distribuição ou contratar uma liderança estratégica do que de escolher um formato ou canal.
E, ainda assim, em muitos casos, tratamos mídia como fim — quando ela é, claramente, um meio.
Não acredito que isso aconteça por erro. Pelo contrário, é consequência natural da complexidade em que operamos. Dentro das empresas, marketing, vendas, financeiro e liderança têm pressões diferentes, métricas diferentes, tempos diferentes. Cada decisão precisa ser defendida, justificada, sustentada.
Nesse contexto, é natural que surjam caminhos mais seguros. Canais já consolidados, formatos reconhecidos, escolhas que são mais fáceis de explicar internamente. Isso não está errado. Mas, aos poucos, cria um desvio sutil. A mídia começa a ser planejada não apenas para impactar quem compra o produto, mas também para fazer sentido para quem está comprando a mídia.
Existe um fenômeno silencioso aí — e difícil de admitir. Nós tendemos a colocar campanhas onde nós mesmos estamos.
No OOH isso fica muito evidente. As marcas ocupam centros financeiros, regiões icônicas, bairros corporativos, ambientes que fazem parte do cotidiano de quem cria, aprova e acompanha as campanhas. E isso tem lógica. São lugares de visibilidade, de prestígio, de percepção de valor.
Mas também geram conforto. O criativo vê sua campanha. O CMO vê sua campanha. A liderança vê sua campanha. E isso reforça a sensação de presença.
Só que, muitas vezes, essa presença não corresponde à realidade do consumidor.
Esse ponto fica ainda mais claro quando olhamos para o Brasil com um pouco mais de honestidade. Muitas marcas — inclusive de consumo massivo — se posicionam como se falassem com um público AB. Mas o Brasil não é um país AB.
Pelos critérios da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisa, a classe A e B representa uma parcela minoritária da população. E, olhando por outra ótica, os dados do IBGE mostram que apenas cerca de 7,6% dos trabalhadores brasileiros ganham mais de cinco salários mínimos. Ou seja, mais de 90% do país está fora desse universo que muitas marcas tratam como padrão.
Isso não é uma discussão sobre valor. É uma discussão sobre escala e realidade.
Porque significa que uma parte relevante do consumo acontece fora dos lugares onde grande parte da mídia está. Enquanto discutimos campanhas na Faria Lima ou na Paulista, a economia está acontecendo no transporte público, no atacarejo, nas plataformas digitais populares, nos fluxos do dia a dia que raramente cruzam esses espaços mais “nobres”.
O interessante é que essa percepção não é apenas empírica. Ela é sustentada por décadas de estudo — e também por pesquisas mais recentes.
Byron Sharp e o Ehrenberg-Bass Institute mostram de forma consistente que marcas crescem quando aumentam sua disponibilidade mental e física, ou seja, quando são lembradas com facilidade e encontradas com facilidade por mais pessoas, em mais situações.
Estudos do Google sobre micro-momentos reforçam que decisões são cada vez mais fragmentadas ao longo do dia, acontecendo em pequenos intervalos, muitas vezes próximos ao contexto real de consumo. Já Nielsen e Kantar mostram que o efeito da comunicação é mais forte próximo da exposição e se perde rapidamente sem continuidade.
Plataformas como Meta e Amazon vêm reforçando algo parecido no ambiente digital: presença constante ao longo da jornada tende a gerar mais resultado do que grandes picos isolados.
E, se voltarmos à base, Donald Hebb já explicava, décadas atrás, que repetição em contexto fortalece conexões neurais. Em outras palavras, memória.
No fundo, a tecnologia evoluiu muito. O comportamento humano, nem tanto.
Mas é importante dizer: o mercado não está errado. Ele está operando dentro de restrições reais. Talvez esteja apenas operando com uma lente incompleta.
Foi olhando para isso que, em determinado momento, nós fizemos uma escolha na RZK. Paramos de olhar para mídia como inventário e passamos a olhar para mídia como presença.
Presença na vida real.
Hoje, cerca de dois terços dos adultos de São Paulo utilizam ônibus no seu dia a dia e frequentam dezenas de terminais urbanos. A RZK está presente em 44 deles. E, ali, pouco importa se estamos no Grajaú ou em Pinheiros, em Pirituba ou na Lapa, em Itaquera ou no Centro. A mesma experiência acontece.
A mesma tecnologia, a mesma qualidade, a mesma consistência.
Porque a lógica não é o endereço. É a recorrência.
As pessoas passam por esses ambientes todos os dias. Permanecem, retornam. Em média, ficam cerca de 10 minutos por dia nesses espaços. São ambientes reais, com fluxo, com rotina, com serviços, com a vida acontecendo.
Quando você combina repetição, contexto e proximidade da ação, você não está apenas “impactando”. Está construindo memória. E memória, no fim, é o que gera escolha.
Talvez a mudança que precisamos não seja tecnológica. Seja conceitual.
Menos sobre onde colocar mídia. Mais sobre onde as pessoas estão.
Menos sobre formato. Mais sobre função.
Menos sobre impacto isolado. Mais sobre presença contínua.
Depois de quatro décadas nesse mercado, uma coisa me parece cada vez mais clara: o desafio não é comprar melhor mídia. É lembrar por que compramos mídia.
Porque, no fim, nenhuma empresa quer aparecer. Ela quer existir — na mente, na rotina e na escolha das pessoas.
E isso não acontece em um único lugar. Acontece todos os dias.
Nietzsche, o crítico da moralidade alemã afirmava: “Aquele que tem um porquê para viver pode suportar quase qualquer como”
Por Joaquim Luppi Fernandes
Manter o foco em objetivos de longo prazo exige uma mentalidade blindada contra o cansaço diário e as incertezas externas do mercado. Quando entendemos que o sacrifício presente serve como alicerce para a segurança de quem amamos, o peso da rotina se transforma em combustível. Este artigo explora como a clareza de intenções permite que qualquer profissional suporte jornadas intensas para garantir um futuro próspero aos seus descendentes.
Friedrich Nietzsche destacou que encontrar um sentido profundo para a existência permite que o ser humano suporte as condições mais severas de sobrevivência. No ambiente de alta produtividade, essa filosofia se aplica quando o trabalhador utiliza sua motivação interna para converter o esforço físico em resultados concretos e valiosos.
Ter um objetivo central bem definido atua como uma bússola que orienta cada decisão estratégica tomada na vida produtiva e pessoal diariamente. Esse direcionamento é fundamental para quem enfrenta rotinas exaustivas, pois transforma o esforço mecânico em um investimento direto e palpável no bem estar de toda a família.
Qual é a importância da resiliência para alcançar o sucesso?
A capacidade de se adaptar às adversidades do mercado é um diferencial competitivo que separa os profissionais medianos dos que realmente prosperam. Enfrentar dois empregos requer uma disciplina rígida e uma gestão emocional que suporte as pressões constantes sem perder a qualidade da entrega técnica necessária.
O desenvolvimento dessa força interior permite que as crises sejam encaradas como degraus para uma evolução maior e mais sólida em sua trajetória. Ao aceitar os desafios como parte do processo de construção de patrimônio, o trabalhador fortalece sua posição e garante a continuidade de seus planos ambiciosos.
Maior que McDonald’s e Starbucks, gigante chinesa abre primeiras lojas no Brasil e planeja mil unidades
Por Carol Neves
A rede chinesa Mixue, especializada em sorvetes e bebidas, inicia sua operação no Brasil neste sábado (11) com a abertura das duas primeiras unidades na cidade de São Paulo. A empresa projeta uma expansão acelerada no país, com a meta de alcançar mil lojas até 2030 – sendo cerca de 100 já previstas para 2026.
Apesar de ainda pouco conhecida por parte do público brasileiro, a marca é atualmente considerada a maior rede de fast-food do mundo em número de unidades, superando gigantes como McDonald’s, Starbucks e Subway. No total, são mais de 45 mil pontos de venda distribuídos em 12 países. Após consolidar sua presença no continente asiático, a empresa passa agora a apostar na expansão na América Latina.
De acordo com o CEO Tian Zezhong, em entrevista à CNN Money, o Brasil foi escolhido como porta de entrada da marca na América do Sul por reunir diversidade cultural e econômica. As duas primeiras lojas funcionarão no Shopping Cidade São Paulo e na Rua 25 de Março, locais estratégicos para avaliar a reação inicial dos consumidores.
A companhia também anunciou um plano robusto de investimentos no país. Serão cerca de R$ 3,2 bilhões aplicados até 2030, com expectativa de gerar aproximadamente 25 mil empregos e sustentar a expansão das mil unidades previstas. O aporte integra o pacote de R$ 27 bilhões em investimentos chineses anunciados durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à China, em maio de 2025, com articulação da ApexBrasil.
Ainda segundo a reportagem da CNN, outras duas unidades já estão planejadas na capital paulista, nos shoppings Campo Limpo e Tatuapé. No Rio de Janeiro, a previsão é inaugurar pelo menos dez lojas no segundo semestre. Para 2026, a estimativa é abrir entre 60 e 100 estabelecimentos no país.
A história da empresa começou em 1997, na província chinesa de Henan, quando o então jovem empreendedor Zhang Hongchao, aos 21 anos, montou uma pequena barraca de raspadinhas. A proposta de vender
produtos a preços acessíveis, voltados principalmente a estudantes e moradores da região, impulsionou o crescimento da marca a partir dos anos 2000, favorecendo sua expansão internacional.
O principal “segredo” do sucesso da rede está na combinação de preços baixos, cardápio enxuto e um modelo de franquias com custo mais acessível. Somado ao forte apelo visual da marca, o formato ajudou a conquistar principalmente o público jovem em diferentes mercados.
TV 3.0: brasileiros vão precisar comprar um conversor de televisão a partir de junho
Por Alan Da Silva
A partir de 2026, a transição para a TV 3.0 promete transformar a forma como os brasileiros consomem televisão. Esta nova tecnologia, que combina sinal de rádio tradicional com internet, está prevista para estrear no período da Copa do Mundo, em junho.
Embora o ajuste regulatório e a produção de televisores compatíveis estejam em progresso, a expectativa é que nos próximos meses essa tecnologia esteja mais disponível ao público.
Funcionamento da TV 3.0
A nova tecnologia de transmissão oferece uma experiência televisiva avançada, integrando sinais de rádio e internet. Para que essa convergência funcione, os aparelhos devem ser capazes de receber ambos simultaneamente, algo que já ocorre em dispositivos como celulares.
Conversores terão o papel de capturar esses sinais, transmitindo-os para TVs via saída HDMI.
Apesar dos testes em andamento, dispositivos comerciais ainda não estão disponíveis no mercado. As empresas seguem desenvolvendo tecnologias que vão garantir uma transição eficiente para os consumidores brasileiros.
Implementação
A adaptação à TV 3.0 no Brasil enfrenta múltiplos desafios, incluindo regulamentações e inovação tecnológica. A Anatel lidera o processo, estabelecendo diretrizes e recebendo sugestões para melhorar essa transição.
O envolvimento da indústria é crucial para desenvolver conteúdo que aproveite ao máximo os recursos dessa nova forma de transmissão.
Filhos com maior facilidade de aprendizado podem nascer nestes meses, segundo estudo científico
Por Patrick Silva
O mês em que a criança nasce pode influenciar seu aprendizado escolar
A jornada escolar de cada criança é única e influenciada por múltiplos fatores biológicos e ambientais desde a gestação. A ciência demonstra que o período do nascimento possui um papel relevante na facilidade com que novos conhecimentos são assimilados durante a infância. Entender essa dinâmica biológica ajuda famílias a oferecerem o suporte necessário para o pleno desenvolvimento cognitivo humano.
Como o mês de nascimento influencia o desenvolvimento cognitivo?
A exposição aos nutrientes e à luz solar durante os trimestres finais da gravidez molda a estrutura cerebral básica do feto. Quando a mãe recebe níveis adequados de vitamina D, o crescimento dos neurônios ocorre de forma mais robusta e eficiente para a aprendizagem. Esse processo biológico invisível define a prontidão com que a mente processará estímulos educacionais futuros. Pesquisas em desenvolvimento infantil mostram que o período ao redor do nascimento ajuda a definir o ritmo de maturação do cérebro e, por consequência, a facilidade com que a criança integra novos conhecimentos nos primeiros anos de vida.
A estação em que o bebê nasce também determina o início da interação com o ambiente externo e social. Diferentes condições climáticas afetam a produção de neurotransmissores que regulam o foco e a retenção de dados complexos na memória. Essa sincronia entre a biologia e o clima favorece a aquisição de habilidades linguísticas e matemáticas essenciais para a vida escolar.
O mês em que a criança nasce pode influenciar seu aprendizado escolar
Por que a idade relativa na escola faz diferença no aprendizado?
O mês em que a criança nasce estabelece sua posição etária dentro da turma no sistema de ensino tradicional. Aqueles que completam anos logo no início do ciclo letivo costumam apresentar uma maturidade emocional e motora levemente superior aos colegas mais jovens. Essa vantagem cronológica permite que o estudante lide com os desafios pedagógicos com muito mais facilidade e confiança.
A maior autonomia física reflete diretamente na capacidade de absorver conceitos teóricos e práticos com rapidez e precisão. Crianças ligeiramente mais velhas tendem a ser mais resilientes diante de erros iniciais, o que favorece a persistência nos estudos de longo prazo. Essa estrutura de suporte natural ajuda a consolidar uma base de conhecimento sólida e duradoura para o sucesso acadêmico.
Quais estímulos ajudam a potencializar o desenvolvimento infantil?
O acompanhamento pedagógico deve respeitar o ritmo individual, oferecendo ferramentas que estimulem a curiosidade e a resolução de problemas cotidianos. Independentemente da data de nascimento, criar um ambiente rico em interações linguísticas fortalece as conexões neuronais responsáveis pelo raciocínio lógico avançado. O incentivo constante permite que todas as crianças alcancem seu potencial máximo de forma leve e divertida.
As práticas fundamentais para apoiar o aprendizado são:
- Leitura compartilhada frequente em família.
- Jogos que estimulem o pensamento estratégico.
- Contato regular com a natureza e o sol.
- Tempo adequado para o descanso cerebral noturno.
Qual a importância da nutrição para a saúde cerebral?
A alimentação equilibrada fornece os blocos de construção necessários para que o sistema nervoso opere em sua plenitude funcional. Vitaminas e ácidos graxos essenciais desempenham papéis cruciais na manutenção da atenção e na velocidade de processamento das informações sensoriais recebidas. Um corpo bem nutrido apresenta uma predisposição muito maior para enfrentar rotinas de estudo exaustivas sem perda de foco.
O cérebro em fase de crescimento demanda energia constante e de alta qualidade para formar memórias sólidas e duradouras. O consumo de alimentos naturais e ricos em minerais auxilia na proteção das células nervosas contra o desgaste do dia. Manter o organismo hidratado e suprido com os nutrientes corretos é uma estratégia eficaz para garantir a prontidão intelectual contínua.
O mês em que a criança nasce pode influenciar seu aprendizado escolar
Onde consultar parâmetros oficiais sobre o desenvolvimento acadêmico?
A busca por dados científicos deve ser orientada por fontes que possuam credibilidade reconhecida em todo o território global. Compreender as fases do crescimento humano permite que os responsáveis identifiquem sinais de alerta e potencializem os talentos naturais de cada criança. O conhecimento fundamentado oferece a segurança necessária para guiar os pequenos em direção a um futuro de realizações pessoais.
O acesso aos dados da Harvard University permite visualizar como as experiências precoces constroem a arquitetura do cérebro. Estar bem informado sobre os processos biológicos é o passo fundamental para garantir que o aprendizado acadêmico seja uma jornada gratificante e repleta de descobertas constantes para o sucesso real de toda a sua querida família unida.