Salão ARP divulga finalistas de 2025 e outros artigos da semana – 19.11.2025

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Você vai ler na coluna de hoje: Salão ARP divulga finalistas de 2025 , Programação da Semana ARP destaca tendências e liderança na comunicação, SPR assina campanha da Racon Consórcios protagonizada pelo piloto Rubinho Barrichello, Com idealização da Moove, Conexão GovTech São Paulo debate o futuro da inovação pública, Desempregada e morando com os pais, Geração Z causa rombo de US$ 12 bi no consumo, Especialistas Indicam os Melhores Tênis para Correr a São Silvestre, O que vai guiar o marketing em 2026?, Leitura Infantil, 10 tendências de Marketing da Kantar para 2026 , Economista diz que bolha da IA vai “terminar em lágrimas” e há “baratas” no crédito e A Daikô Box é uma opção de serviço especializada para eventos de fim de ano.

 

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Salão ARP divulga finalistas de 2025

 

 

A Associação Riograndense de Propaganda (ARP) anunciou nesta quarta-feira, 19 de novembro, a lista dos finalistas do Salão ARP 2025. A premiação registrou um recorde histórico de 528 cases inscritos, representando um crescimento de 28% em relação a 2024, ou seja, o maior número de submissões desde a adoção do novo formato do prêmio. A cerimônia, que celebra a excelência criativa gaúcha, ocorre no dia 4 de dezembro, na Casa NTX, em Porto Alegre.

A isonomia da avaliação foi garantida por um júri qualificado com mais de 100 nomes de grandes agências e executivos com vasta experiência em inovação, todos de fora do Rio Grande do Sul.

Neste ano, os associados ARP votarão para escolher os vencedores de nove categorias: Empresário (a) ou dirigente de comunicação do ano, Agência do ano, Marca do ano, Veículo do ano, Solução de tecnologia, Serviços especializados, Profissional de Marketing do ano, Profissional de Atendimento ou Representante de Veículo e Young do ano.

Os sócios receberão o link exclusivo com login e senha por e-mail a partir de terça-feira, 25 de novembro, para iniciar a votação, e têm até segunda-feira, dia 1, para votar. As demais categorias têm seus vencedores definidos pela média técnica do corpo de jurados, a partir da pontuação alcançada nos cases inscritos.

O Salão ARP 2025 reforça sua credibilidade e relevância com o apoio de marcas essenciais para o mercado, sendo viabilizado pelo patrocínio de gigantes como Grupo RBS, Eletromidia, IFPRO, SECOM, Banrisul, SBT e Sicredi. As informações para aquisição de convites para a cerimônia podem ser acessadas no site oficial www.salaoarp.com.br, a partir do dia 24 de novembro.

Confira a lista completa dos finalistas:

EMPRESÁRIO OU DIRIGENTE DE COMUNICAÇÃO DO ANO

 – José Luiz Fuscaldo (Moove)
– Juliano Hennemann (Sinapro/RS)
– Suani Campagnollo (Batuca)

 

AGÊNCIA DO ANO

 – Escala
– HOC
– Matriz

MARCA DO ANO

 – Banrisul
– PUCRS
– Sicredi

VEÍCULO DO ANO

 – Eletromidia
– Imobi
– Atlantida

SOLUÇÃO DE TECNOLOGIA
– BlueMetrics
– Pmweb
– Trinca

 

PRODUÇÃO DE ÁUDIO
– Batuque

– Lira Música
– Radioativa Produtora

PRODUÇÃO ELETRÔNICA E/OU DIGITAL
– Casa Átomo Filmes
– Polvo Content
– Zepp Filmes

PRODUÇÃO DIGITAL E/OU ANIMAÇÃO
– Berro Motion
– Brava Filmes

– Pé Grande

SERVIÇOS ESPECIALIZADOS
– Inventa Evento
– Kantar Ibope Media
– Mudrá Design

 

PROFISSIONAL DE ATENDIMENTO OU REPRESENTANTE DE VEÍCULO
– Fabiano Pereira (Ativa)
– Fernando Murad (Grupo RBS)
– Rodrigo Rorato (Imobi)

PROFISSIONAL DE MARKETING DO ANO

 – Lidiane Lorenzoni (PUCRS)
– Jaqueline Hartmann (Docile)
– Renata Moraes (Bebecê)

YOUNG DO ANO

 – Andressa Brum (HappyHouse)
– Matheus Heinen (Imobi)
– Victor Boldt (HOC)

 

ESTUDANTES DO ANO (ARP ACADEMY)
– Ana Luíza Camejo e Nathan Gonçalves (ESPM)

– Júlia Dornelles e Maria Luiza Oliveira (Unisinos)

– Júlia Medeiros e Pedro Vargas (Uniritter)

 

PROFESSOR(A) DO ANO:

– Anaís Bertoni (Unisinos)
– Camila Morales (Uniritter)
– Tiago Rigo (PUCRS)

PROFISSIONAL DE ATENDIMENTO DO ANO:
– Andréia Cambruzzi (HOC)
– Débora Masiero (Escala)
– Felipe Rockembach (Escala)
– Laura Gomes (Matriz)
– Ricardo Gomes (HOC)

PROFISSIONAL DE MÍDIA DO ANO:

 – Camila Ferrareli (HOC)
– Daniela Gurski (HOC)
– Felipe Saft Eugênio (Matriz)
– Larissa Bittencourt (E21)
– Sofia Dipp (Escala)

 

PROFISSIONAL DE PLANEJAMENTO DO ANO:
– Amora Marzulo (HOC)
– Calvin Wallau (Escala)
– Leonardo Vitorino (Protarget)
– Luci Cobalchini (DZ Estúdio)
– Thales Hohl (Sobe)

PROFISSIONAL DE PRODUÇÃO DO ANO:
– Jocelin Fritsch (DZ Estúdio)
– Josiane Toniolo (W3haus)
– Karen Lacava (Protarget)
– Lucirene Barros (Escala)
– Monique Sabater (Matriz)

 

REDATOR(A) DO ANO:
– Caroline Baum (Escala)
– Emerson Santin (E21)
– Marcelo Firpo (Centro)
– Otávio Santos (Bistrô)
– Ricardo Soletti (Centro)

DIRETOR(A) DE ARTE DO ANO:

 – Gabriela Suman (HOC)
– Letícia Brocker (Escala)
– Lucas Trevisani (Escala)
– Rafael Diedrich (Protarget)
– William Santos (HOC)

DIRETOR(A) DE CRIAÇÃO DO ANO:
– Clarissa Barreto (W3haus)
– Gregório Leal (HOC)- Marlon Abrahão (HOC)
– Roberto Lopes (Escala)
– Thiago Ferreira (Matriz)

 

SOCIAL MEDIA DO ANO:
– Aline Trentin (Akau)
– Camille Zagonel (Sobe)
– Melina Etzberger Brenner (WT.AG)
– Sandriny Soares (Sobe)
– Victor Boldt (HOC)

 

 

Programação da Semana ARP destaca tendências e liderança na comunicação

 

Porto Alegre receberá, entre os dias 24 e 28 de novembro, a Semana ARP 2025. Os encontros integram diferentes frentes da comunicação gaúcha: criação, gestão, inovação, marketing e liderança. Ao longo da semana, profissionais, agências, estudantes e lideranças do setor terão acesso a debates, palestras e experiências que abordam tendências e transformações da indústria criativa. A programação inclui encontros exclusivos para finalistas e patrocinadores do Salão ARP, uma palestra nacional com o CEO da Galeria.ag, Eduardo Simon, além de conversas com nomes relevantes da criação e do marketing no Brasil.

“Mais do que uma programação de eventos, a Semana ARP é um movimento que reúne pensamento, talento e energia criativa. É o momento em que o nosso mercado se encontra para aprender, trocar e fortalecer a comunicação gaúcha”, destaca o presidente da ARP, Fernando Silveira.

A Semana ARP deste ano conta com o patrocínio da SECOM (Secretaria de Comunicação do Estado) e o apoio do Grupo RBS, parcerias fundamentais para viabilizar e fortalecer todas as entregas de conteúdo da programação. “Ter a SECOM como patrocinadora nesta edição é motivo de grande satisfação para nós. A presença da Secretaria reforça não apenas a relevância dos conteúdos da Semana ARP, mas também o compromisso conjunto de fortalecer a comunicação e valorizar o ecossistema criativo do nosso estado”, destaca o presidente.

Para participar das atividades que são exclusivas aos sócios e convidados, é necessário manifestar interesse aqui pelo e-mail arp@arpnet.com.br ou pelo WhatsARP no número (51) 99872-5567. Confira a programação e garanta a sua presença:

Terça-feira (25/11)

 

Café com Finalistas

A programação inicia com o Café Finalistas, um encontro exclusivo dedicado à valorização dos profissionais que chegam à etapa final do Salão ARP. Realizado no Trinca (Av. Paraná, 1761 – Porto Alegre), das 9h às 11h30, o café da manhã reúne apenas os finalistas, que receberão o Pin de Finalista, símbolo de reconhecimento e celebração das melhores entregas da comunicação gaúcha no último ano.

Almoço Sinapro – Reforma Tributária nas Agências

O Almoço do SINAPRO também faz parte da programação da Semana. Será um encontro estratégico focado nas mudanças da Reforma Tributária para as Agências. O evento, que contará com a presença de Daniel Queiroz, Presidente da Fenapro, proporcionará uma abordagem direta sobre os impactos da reforma no setor. Representantes de agências estarão reunidos para discutir os desafios e os direcionamentos estratégicos necessários. O almoço ocorrerá das 11h30 às 14h, com local a ser confirmado.

Zona Franca ARP – Mulheres na Criação

O Zona Franca ARP – Mulheres na Criação será um painel essencial para debater os desafios, avanços e caminhos para aumentar a representatividade feminina na criação publicitária. O evento, que ocorrerá na Trinca, das 18h30 às 22h, contará com a presença de Paloma Peixoto (Paim United Creators), Laura Larre Borges (Opus Múltipla) e Julia Verdi Stuani (Batuca). Juntas, elas compartilharão vivências de liderança e trajetória, oferecendo insights valiosos para uma indústria criativa mais justa e diversificada.

 

QUARTA-FEIRA (26/11)

 

Inspirações com Beto Callage — com Rogério Chaves (Africa Creative) e Claudia Mainardi

O Projeto Inspirações com Beto Callage retorna com um encontro de alto nível focado em troca e provocação criativa. O evento acontecerá na Patissier (Rua Marquês do Pombal, 128), das 11h30 às 14h, e receberá Rogério Chaves (Co-CCO da Africa Creative), um dos publicitários mais premiados do Brasil, e Claudia Mainardi, diretora de criação e professora de Meditação Transcendental. A ocasião promete um mergulho nos processos criativos e insights essenciais para a comunidade de comunicação.

Palestra Nacional com Eduardo Simon (CEO da Galeria.ag)

O grande destaque da programação da Semana ARP será a Palestra Nacional com Eduardo Simon, CEO da Galeria.ag. Simon, um dos líderes mais influentes do país no setor de comunicação, compartilhará sua visão estratégica sobre o futuro da indústria, a interseção entre criatividade e negócios, e as transformações do mercado. A palestra ocorrerá na Fábrica do Futuro (R. Câncio Gomes, 608 – Porto Alegre), das 18h30 às 22h, e conta também com o patrocínio de Integrada e TideBreakers.

 

QUINTA-FEIRA (27/11)

 

Almoço do Grupo de Marketing – O Poder das Collabs (Case Melissa)

O Almoço do Grupo de Marketing traz o tema “O Poder das Collabs (Case Melissa)” para debater a importância das colaborações estratégicas. O encontro, que será realizado na Leiteria da 24 (R. 24 de Outubro, 1539 – Porto Alegre), das 11h30 às 14h, contará com Luciana Timmen e Hillary Marniery (Melissa/Grendene). Elas apresentarão como o famoso case Melissa impulsionou marca, comunidade e negócios, explorando os desdobramentos de branding e cultura gerados por meio dessas parcerias.

 

 

SPR assina campanha da Racon Consórcios protagonizada pelo piloto Rubinho Barrichello

 

 

Assim como nas pistas, quem se planeja, conquista. Essa é a ideia central da campanha que a SPR idealizou para a Racon Consórcios, com o objetivo de gerar novos cadastros e vendas de consórcios. Protagonizada pelo piloto Rubinho Barrichello como embaixador da marca, a ação publicitária ganhou o conceito “Conquiste”, que traduz o propósito da Racon: mostrar que, com planejamento e segurança, todo mundo pode contemplar sua vida com uma grande conquista.

Rubinho, um piloto experiente e com carreira reconhecida no automobilismo brasileiro e mundial, representa os pilares da empresa: tradição, confiança e segurança. Símbolo de persistência, preparo e confiança, ele conquistou 11 vitórias na Fórmula 1, dois vice-campeonatos (2002 e 2004), 14 pole positions e subiu 68 vezes ao pódio. Em 2015, foi campeão Sul-Americano de Kart Rotax e quarto colocado no Mundial dessa categoria, correndo ao lado dos mais jovens no mesmo nível de competitividade. Mais recentemente, em 2022, foi bicampeão da Stock Car, tornando-se o campeão mais velho da categoria, aos 50 anos. Com todas essas vitórias conquistadas ao longo da carreira, o piloto sintetiza o conceito da campanha da Racon Consórcios e serve de inspiração para ajudar as pessoas a tirarem seus planos do papel com planejamento e segurança. Mais do que uma promessa, “Conquiste” é um convite à ação.

A estratégia criativa desenvolvida pela SPR traz uma campanha que traduz esse propósito de forma clara, transmitindo confiança sem perder o bom-humor. O grande desafio da agência foi desenvolver uma abordagem que gerasse impacto rápido e consistente entre os clientes. Era preciso uma ideia forte, que utilizasse o Rubinho como um símbolo de conquista e confiança, mas sem deixar de lado o tom bem-humorado, característico das campanhas com o piloto.

Juliano Brenner Hennemann, Diretor-Executivo da SPR, destaca a estratégia acertada da ação. “Ao trazer o Rubens Barrichello para a campanha, conseguimos unir dois símbolos de confiabilidade: a trajetória extraordinária de um dos pilotos mais respeitados do mundo e a solidez da Racon Consórcios. Criativamente, construímos um roteiro que conecta essas duas forças de maneira leve, humana e inteligente, mostrando que, quando confiança e planejamento andam juntos, conquistar deixa de ser promessa e passa a ser realidade”, afirma.

A campanha foi lançada durante o break comercial do Jornal Nacional da Rede Globo, com veiculação nos três estados do Sul. E segue veiculando em TV aberta, TV fechada e em mídia Out Of Home (OOH) concentrada nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O filme de 30” pode ser conferido no link.

 

 FICHA TÉCNICA

Campanha: Conquiste

Cliente: Racon Consórcios

Agência: SPR

Peças: VT 30”, 3 VTs 15”, Spot, KVs, Outdoor (OOH)

Diretor-Executivo: Juliano Brenner Hennemann

Diretor de Estratégia e Inovação: Gustavo Ermel

Diretora de Operações: Giorgia Antunes Lorenz

Diretor de Criação: Fábio Henckel

Gerente de Atendimento: Barbara Vellwock

Atendimento: Patricia Santejano

Assistente de Atendimento: Julia Fagundes

Gerente de Planejamento: Guilherme Bueno

Planejamento: Matheus Sesterhenn

Direção de Arte: Alexandre Susin

Redação: Luciano Sobrosa

Arte-Finalização: Joel Nunes

Direção de Design: Rafael Ternes

Design: Gabriel Rosa

Coordenadora de Mídia: Adriana Baron

Assistente de Mídia: Maria Clara Jung

Head de Performance Digital: Fabio Schünke

Head de Estratégia Digital: Christian Schünke

 

RTVC

Produção: Luana Ramos

Produtora: Dogfish Film & Content

Direção de Cena: Thiago Vieira

Direção de Fotografia: Francisco Cobra

Diretor-Executivo: André Soares

Atendimento: Bia Fontoura

Direção de Produção: Antonio Manuel Gomes

Direção de Arte: Vinicius Trigo Pereira dos Santos

Figurino: Roberta Boromelo

Make: Vanderlei Garcia de Godoy

Assistência de Direção: Rafaela Ferrari

Assistência de Produção: Mario Eduardo C. Gomes

1° Assistente de Fotografia: Guilherme dos Santos Araújo

2° Assistente de Fotografia: Yuri de Brito Camargo

Fotografia: Omar Paixão

Assistentes de Fotografia: Marcia Schiesari

Áudio: Boto Áudio

Direção Musical: Paulo Calia

Produção Musical: Leonardo Concreto Neves

Aprovação do Cliente: Sheila Tomazoni, Etiane Diana, Fernando Di Diego, Carina Machado, Leticia Fagundes e Carolina Mugnol

 

 

Com idealização da Moove, Conexão GovTech São Paulo debate o futuro da inovação pública

 

 

O futuro da inovação pública e dos serviços digitais municipais foi o tema central do Conexão GovTech São Paulo, realizado na manhã desta terça-feira, 18, na sede do Google. O evento, promovido pelo Google em parceria com o GovTech Lab e a Agência Moove, reuniu aproximadamente 250 gestores municipais interessados em conhecer tecnologias que estão redefinindo a interação entre o poder público e os cidadãos, como o RCS for Business.

O encontro apresentou soluções digitais que já estão transformando a gestão pública no Brasil e ofereceu uma visão prática sobre como modernizar a comunicação e ampliar a eficiência dos serviços públicos. A programação abordou tendências como Inteligência Artificial, integração de canais de atendimento, cases nacionais de transformação digital e demonstrações de tecnologias aplicáveis ao dia a dia das prefeituras.

Além do conteúdo técnico, o Conexão GovTech SP se destacou como um espaço de networking estratégico, reunindo gestores, especialistas e representantes do ecossistema GovTech. A proposta foi estimular a colaboração para a construção de roadmaps conjuntos e para a escalabilidade de soluções inovadoras em diferentes regiões do país.

A abertura do Conexão GovTech SP contou com a participação de Gabriel M. Fuscaldo, CEO da Agência Moove e membro do board do GovTech Lab, que reforçou o papel estratégico da inovação para acelerar a transformação digital nos municípios. O Google também teve presença marcante, representado por Marcelo Lacerda na abertura e por Kaio Marin na apresentação sobre o universo do marketing conversacional e o potencial do RCS for Business para melhorar a comunicação pública. O evento reuniu prefeitos, vice-prefeitos, secretários municipais, startups e parceiros institucionais na sede do Google em São Paulo.

O GovTech Lab, liderado por Téo Foresti Giardi, também teve destaque no painel de inovação, onde foram debatidos caminhos para escalar soluções digitais e fortalecer o ecossistema GovTech brasileiro. A presença de especialistas como Camila Murta, do GT de Compras Públicas da ABES, e Gabriel Izaguirre, do UK-Brazil Tech Hub, reforçou o caráter colaborativo do encontro. Juntos, os participantes consolidaram o Conexão GovTech SP como um espaço de referência para a construção da próxima geração de governos locais inteligentes.

 

 

Desempregada e morando com os pais, Geração Z causa rombo de US$ 12 bi no consumo

Por Eleanor Pringle

 

A Geração Z não está bem — esse é o diagnóstico oficial da Oxford Economics após uma profunda análise das perspectivas econômicas desse grupo. De fato, o mercado de trabalho travado — sem contratações nem demissões —, moradia cara e baixo crescimento salarial apontam para um cenário em que os trabalhadores mais jovens podem enfrentar “cicatrizes de longo prazo”, segundo estudo.

Mas o futuro sombrio da Geração Z não afeta apenas esses jovens — está tendo consequências mais amplas na economia como um todo. Um novo relatório da Oxford Economics revela não apenas o nível de atividade perdido porque a Geração Z não consegue entrar no mercado de trabalho, mas também o impacto financeiro de ainda viver com os pais — e, como resultado, consumir menos.

O relatório, intitulado “As coisas não vão bem com os jovens”, descreve como US$ 12 bilhões por ano são perdidos porque os mais novos gastam menos com moradia, transporte e alimentação ao continuar vivendo na casa da família.

Um dos principais fatores que determinam as perspectivas da Geração Z é o mercado de trabalho, onde a taxa de contratação está em queda desde 2022 e agora registra 3,2%, bem abaixo da média histórica e semelhante ao período da pandemia de covid.

“Para os jovens trabalhadores, o estado do mercado de trabalho é a peça mais importante do quebra-cabeça para determinar a saúde econômica geral, já que esses indivíduos ainda não tiveram a oportunidade de acumular riqueza”, escreve a economista associada Grace Zwemmer.

“Jovens trabalhadores são mais vulneráveis a recessões, e um mercado de trabalho fraco pode ter impacto negativo duradouro no crescimento salarial e no potencial de ganhos.”

Candidatos da Geração Z — atualmente entre 13 e 28 anos — enfrentam múltiplas barreiras para conseguir um emprego. Com as contratações em queda, o desemprego cresce especialmente rápido entre os menos experientes: a taxa de desemprego entre jovens de 16 a 24 anos está bem acima da média nacional.

Enquanto o índice geral dos EUA gira em torno de 4% (média móvel de três meses), quem tem entre 16 e 19 anos enfrenta 14%, e aqueles entre 19 e 24 anos ficam em cerca de 9%, segundo dados da Oxford.

Ao analisar os motivos para o desemprego da Geração Z em 2025, surgem três categorias principais: recém-formados tentando entrar no mercado, jovens que perderam empregos temporários e aqueles que foram demitidos. “Quando as condições do mercado de trabalho pioram, os jovens são geralmente os primeiros a serem dispensados”, acrescenta Zwemmer.

Além disso, um mercado apertado significa que, mesmo aqueles que arranjam um emprego não conseguem pular de uma empresa para outra para aumentar renda e experiência.

“Normalmente, trabalhadores jovens se beneficiam de um crescimento salarial acima da média no início da carreira, já que o aprendizado rápido de novas habilidades ajuda nas promoções, e a maior mobilidade permite trocar de empregador para obter aumentos mais expressivos em menos tempo”, explicou a economista.

“Mas isso não está acontecendo neste ciclo. Ao contrário: a mobilidade ascendente estagnou, e o crescimento salarial caiu com mais força entre os trabalhadores de 16 a 24 anos.”

 

Fundamentos frágeis

Essa dificuldade de ingresso ou progressão no mercado faz com que a Geração Z se comporte de forma diferente das gerações anteriores na mesma idade. Sem emprego estável, muitos não têm condições financeiras de sair da casa dos pais e começar a pagar aluguel, contas e supermercado.

“Estimamos que haja 1 milhão a mais de jovens adultos entre 22 e 28 anos vivendo com os pais do que antes da pandemia”, disse Zwemmer, acrescentando que dados do Federal Reserve de Nova York sugerem que essa redução de consumo equivale a US$ 12 bilhões

Para quem tem esperança de independência futura, há um alento: os millennials passaram por algo parecido. Segundo o estudo, durante a Grande Recessão, a proporção de jovens de 22 a 28 anos vivendo com os pais subiu de 27% para 32% e permaneceu elevada por anos — “um sinal dos efeitos permanentes de salários baixos no início da carreira e de condições de crédito mais restritas”.

Ainda assim, em 2025, 55% dos millennials possuem casa própria — mesmo com preços recordes e juros altos mantidos pela política do Federal Reserve.

Mas, até que haja algum alívio no mercado, a preocupação da Geração Z é compreensível.

“Uma pior percepção das condições de trabalho — que para jovens adultos é o principal determinante do bem-estar financeiro — está tornando essa geração mais pessimista e pode deixá-la mais cautelosa com o consumo”, concluiu Zwemmer.

 

 

Especialistas Indicam os Melhores Tênis para Correr a São Silvestre

Por Clarissa Palácio

 

Com a chegada do final do ano, se aproxima também um dos eventos mais esperados por atletas e corredores de todo o mundo: a Corrida Internacional de São Silvestre, a mais famosa corrida de rua do Brasil, realizada em 31 de dezembro. Criada em 1925 pelo jornalista Cásper Líbero, ela tem largada e chegada em frente à faculdade homônima, na Avenida Paulista, 900, e conta com um percurso de 15 quilômetros. Em 2025, o evento celebra 100 anos de existência.

O trajeto é conhecido por ser desafiador — não apenas por sua extensão, mas também pela irregularidade das ruas, especialmente no trecho da subida íngreme da Avenida Brigadeiro Luís Antônio. Além disso, por acontecer em pleno verão, o asfalto quente pode representar um obstáculo adicional. Para driblar esses percalços, é fundamental escolher um bom tênis de corrida.

Pensando nisso, a Forbes conversou com especialistas para entender o que avaliar na hora de selecionar os melhores calçados para a São Silvestre.

 

Quais as características de um tênis adequado?

Um bom tênis de corrida deve equilibrar quatro características: amortecimento, leveza, estabilidade e aderência. De acordo com Luis Tavares, técnico de atletismo há 31 anos e diretor técnico da assessoria esportiva Equipe Tavares, “para a São Silvestre, que tem 15 km de percurso com variações de terreno e inclinação, o modelo ideal deve ser leve o suficiente para não pesar nas subidas, mas também resistente ao impacto nas descidas”. Ainda assim, ele reforça que não existe um “tênis perfeito universal”, mas sim o modelo ideal para cada atleta.

“O calçado ideal é aquele que é confortável, que não causa problemas durante a atividade física e que não vai te incomodar. Esse incômodo pode surgir pelo aquecimento dos pés — que causa irritações e bolhas — por um ajuste ruim, que faz o pé se mover dentro do tênis, ou até por um modelo apertado demais”, complementa Eduardo Suzuki, apresentador do canal Tennis Certo. Ele explica que o mais indicado é optar por tênis bem ventilados, que não aumentem a temperatura dos pés.

Escolher o modelo adequado é essencial porque, caso contrário, o corredor pode enfrentar dores incomuns, bolhas, falta de estabilidade e outros desconfortos. “Além disso, o desempenho é comprometido: o corredor acaba gastando mais energia para compensar a falta de suporte, amortecimento ou estabilidade”, destaca Tavares. Sérgio Rocha, jornalista do perfil Corrida no Ar, dá uma dica prática para definir o calçado ideal: “é importante testar o tênis com o pé um pouco mais inchado, porque, em geral, o pé expande quando a gente corre. A pessoa precisa experimentar para ver se está confortável”.

 

 

O que vai guiar o marketing em 2026?

 

Um consumidor mais ativo, crítico e consciente pede das marcas mais do que a comunicação tradicional é capaz de oferecer: coerência entre discurso e prática, propósito e performance. O próximo ano promete acelerar essa transformação, impulsionada pela consolidação da inteligência artificial (IA) e a urgência de uma comunicação mais ética e humana.

“Antes, bastava entregar um bom produto. Hoje, é preciso entregar sentido e propósito. Lealdade nasce da confiança e confiança nasce da escuta. Mas não qualquer escuta: é uma escuta ativa, que entende contexto, sentimentos e expectativas. Desse modo, a escuta se transforma em diálogo”, resume Cecília Preto Alexandre, CMO da C&A. A ideia da verdade como ativo central também é destacada pela executiva. Para ela, o marketing do futuro será guiado pelos “3Vs”: verdade, velocidade e vivência.

Para Alessandra Souza, CMO da Stellantis para a América do Sul, 2026 será o ano da “clareza e coerência”. Em um ambiente de consumidores politizados e atentos, ela reforça que propósito não pode ser peça de campanha, mas critério de decisão. “Autenticidade é mensagem, experiência e pós-venda. O consumidor aceita imperfeição, mas não perdoa opacidade”, afirma. A executiva defende uma era em que os dados só têm valor quando usados com permissão e reciprocidade.

Na Ypê, que completa 75 anos em 2026, a coerência também é pilar de longevidade. Marcela Mariano, CMO da empresa, acredita que o consumidor pós-IA quer emoção e brasilidade em meio à automação, e o mercado avança para a integração definitiva entre branding e performance, com decisões guiadas por dados e personalização.

“Num ambiente saturado por máquinas, preservamos a emoção e a relevância”, diz. Ela defende que o diferencial competitivo será a capacidade humana das marcas, impossível de ser replicada por algoritmo. Por isso, a Ypê aposta em um marketing que equilibra inovação, sustentabilidade e conexão afetiva, mantendo a essência nacional como motor de confiança.

Tatiana Ponce, CMO da Natura, vê esse novo cenário como a consolidação de um paradigma que a empresa já pratica há décadas: “fazer muito antes de falar”. Para ela, 2026 será o ano em que o consumidor exigirá evidências, não apenas narrativas. “A confiança duradoura só é conquistada quando as ações precedem a comunicação”, explica. A IA é aliada, mas não substitui o propósito. “A tecnologia nivela a eficiência, ms não nivela coerência, ética e impacto positivo”, defende.

Tatiana aposta, ainda, no avanço do que chama de “propósito em prática”: marcas que traduzem regeneração, diversidade e sensorialidade em experiências culturais. Entram aí collabs com propósito e plataformas vivas como Natura Musical e Rock in Rio, que têm como foco as conexões não-óbvias.

No setor financeiro, a superintendente de Comunicação e Conteúdo do Itaú Unibanco, Thaiza Akemi, reforça que a coerência é o novo diferencial competitivo. “O consumidor está mais atento à ética, ao impacto e à autenticidade do que às promessas”, afirma. Para ela, a IA deve estar a serviço da ideia, e não o contrário. “O desafio não é ser uma marca automatizada, mas ampliada pela IA, mais próxima, relevante e humana”, descreve. Thaiza acredita que 2026 trará uma “nova estética da confiança”, em que as marcas mais admiradas serão aquelas que mostrarem seus bastidores, assumirem imperfeições e cultivarem relações verdadeiramente transparentes.

Das perspectivas destas cinco líderes, surgem convergências claras: 2026 será um ano de sinergia entre tecnologia e sensibilidade, dados e propósito, performance e ética. O marketing deixa de ser apenas uma ferramenta de conversão para se tornar um instrumento de conexão e responsabilidade. O consumidor que chega ao próximo ciclo não quer ser convencido, e sim compreendido.

“O Brasil de 2026 terá um consumidor mais exigente e mais autor. Nossa resposta, como líderes, é crescer com criatividade e disciplina, inovar com responsabilidade e colocar pessoas no centro sempre”, finaliza Alessandra, da Stellantis. “Marcas que conseguirem equilibrar clareza, emoção e responsabilidade terão mais espaço na vida das pessoas”, completa Cecília, da C&A.

 

Tendências

Os movimentos de marketing para o ano que vem, de acordo com as lideranças dos anunciantes:

IA criativa

“Aumento de capacidade com governança. Uso para acelerar insights, variações e produção, com curadoria humana nas grandes peças e padrões éticos” – Alessandra Souza, da Stellantis

“Tecnologia é ferramenta, um meio; o diferencial continua sendo o olhar humano e o emocional” – Cecília Preto Alexandre, da C&A

“Ferramenta para ampliar eficiência e testar formatos com agilidade. A tecnologia otimiza tempo, enquanto a curadoria humana garante direção criativa e autenticidade” – Marcela Mariano, da Ypê

“Solução ímpar para acelerar ideias tidas por humanos. Felizmente, não há como replicar coerência, ética, impacto positivo e legado — isso vem da marca, não de prompts” – Tatiana Ponce, da Natura

“Tecnologia a serviço da ideia, e não o contrário” – Thaiza Akemi, do Itaú Unibanco

Microcomunidades

“Planejamento por clusters culturais, com embaixadores certos, rituais e utilidades específicas por comunidade, sem perder a coerência da marca guarda-chuva” – Alessandra, da Stellantis

“A comunicação precisa ser mais íntima, mais contextualizada e menos massificada. Pertencer vale mais do que aparecer” – Cecília, da C&A

“Espaços de diálogo segmentado, que fortalecem vínculos e favorecem proximidade” – Marcela, da Ypê

“Ambiente ideal para a prática eficaz do social selling e representam a fragmentação da audiência em pequenos grupos ultraengajados” – Tatiana, da Natura

“Escuta e relevância. Falar com grupos menores para criar conexões verdadeiras” – Thaiza, do Itaú Unibanco

Economia da atenção

“Atenção e efeito incremental para orientar alocação” – Alessandra

“Relevância é o novo alcance: quem desperta sentimento, retém atenção” – Cecília

“Foco na relevância. Competimos por segundos de atenção e, por isso, priorizamos histórias que unam benefício real e emoção” – Marcela

“Nossa missão como profissionais de marketing não é apenas competir pelo espaço, mas merecer a atenção que buscamos” – Tatiana

“Responsabilidade: merecer o tempo das pessoas com conteúdo que informa, educa ou emociona” – Thaiza

Propósito radical

“Propósito como operação, não slogan. Se não muda como fazemos, não é propósito” – Alessandra

“Fazer o que se acredita, mesmo quando se torna mais difícil” – Cecília

“É sustentabilidade na prática, como parte do negócio, orientando nossas decisões de inovação, portfólio e comunicação” – Marcela

“Para nos tornarmos uma companhia regenerativa nos próximos 25 anos, assumimos compromissos ligados à sociobioeconomia que são inegociáveis. Isso faz parte da história da Natura e é o legado pelo qual somos conhecidos” – Tatiana

“Coerência. Fazer o que diz, de forma corajosa e com impacto real na vida das pessoas” – Thaiza

 

 

Leitura Infantil

Por Eduardo Tracanella

 

Sabe por quê insisti por uma década num projeto de leitura infantil dentro de um banco?

Porque funciona.

Mas não do jeito óbvio.

Funciona porque toca onde o racional não chega.

A Harvard Business Review e a Kantar mostraram algo poderoso: clientes emocionalmente conectados são 52% mais valiosos e fazem marcas crescerem 2x mais rápido.

Eles voltam.

Ficam.

Recomendam.

É por isso que, quando me diziam “Ler Para Criança não vende”, eu já sabia que vendia.

Só que por outro caminho.

Num tempo diferente.

Com camadas que nenhum anúncio cria sozinho.

A verdade?

Para vender mais, não é preciso vender o tempo todo.

Venda é conversa, não cronograma.

Ela não acontece em linha reta, nem na pressa que o comercial gostaria.

Muitas vezes você avança casas quando fala não somente sobre o que você vende.

Porque, no fim, a venda é consequência. A identificação é a causa. E quando alguém se identifica com sua conversa, até os atributos racionais mudam de lugar: preço parece mais justo, serviço mais confiável, produto melhor. Nada muda no papel, mas tudo muda no coração.

E funciona.

A Nielsen mostrou que cada real investido em marca pode aumentar em até 28% o retorno nas vendas. Não porque o produto mudou, mas porque o olhar sobre ele mudou.

E se você é daquelas pessoas apaixonadas por mídia de performance, saiba: você vende mais rápido e com menos investimento quando seu alvo (esse algoritmo que insiste em se chamar de pessoa) já está lá, no finalzinho do funil que ficou antigo mas você tanto ama.

O valor não mora apenas no produto. Mora no vínculo.

Porque quando tudo fica igual — produtos copiados, serviços parecidos, preços nivelados — a identificação com a marca funciona quase como um omeprazol: protege você da corrosão da commodity.

Durante uma década ouvi pais e mães dizendo:

“Eu vim porque vocês incentivam meus filhos a ler.”

Não por taxa. Por propósito. Por identificação.

Isso não é filantropia. É estratégia.

Daquelas que nenhum algoritmo sabe replicar.

Quando a relação já está construída, você não precisa vender o tempo todo.

A marca já abriu o caminho.

A conversa já fez o trabalho.

O cliente já está pronto.

No fim, a pergunta é simples:

você quer vender rápido ou vender sempre?

Quem corre pela velocidade gasta mais.

Quem constrói vínculo é escolhido, mesmo em silêncio.

Marca forte nunca começa do zero. Começa do coração.

 

 

10 tendências de Marketing da Kantar para 2026

Por Ian Cândido

 

O avanço dos agentes de Inteligência Artificial, das recomendações guiadas por algoritmos e da busca generativa estabelece uma mudança estrutural na forma como as pessoas interagem com o mundo. Pensando nisso, a Kantar publicou o relatório Marketing Trends 2026, reunindo 10 tendências que devem orientar o setor no próximo ano a partir de dados de diferentes estudos conduzidos pela empresa.

O material parte da leitura de que 2025 consolidou novos fundamentos tecnológicos para a indústria, ao mostrar que recursos de IA Generativa ampliam a capacidade de compreender comportamentos, apoiar decisões e fortalecer o crescimento de marca. Para Milton Souza, CEO da Kantar Brasil, essa virada exige que as marcas preservem vínculos humanos genuínos mesmo em um ambiente cada vez mais filtrado por máquinas.

À medida que a IA se torna linguagem comum, o desafio passa a ser equilibrar eficiência tecnológica e confiança. O relatório reforça que o desempenho das marcas nos próximos anos dependerá da qualidade dos dados e da capacidade de usá-los de forma responsável. As marcas que prosperarem serão aquelas que utilizarem tecnologia para estimular criatividade, inclusão e crescimento, sem perder de vista identidade e diferenciação.

As 10tendências que irão moldar 2026 são:

Agentes de IA em escala: Cerca de 24% dos usuários de IA já utilizam um assistente de compras alimentado por IA. À medida que as pessoas passam a instruir agentes para pesquisar produtos e influenciar suas compras, as marcas precisarão atender ativamente esses “consumidores não humanos”, ao mesmo tempo em que continuam a persuadir e entreter humanos pelos canais tradicionais.

Conexão humana via seleção por máquina: A IA só escolhe marcas que conhece. Em 2026, o papel do CMO será garantir que o negócio esteja presente em conteúdos nos quais os modelos de IA aprendem. Assim, quando as pessoas pedirem uma recomendação — seja de receita, tutorial ou avaliação — a marca certa aparecerá.

Isso exigirá foco em Generative Engine Optimisation (Otimização para Motores Generativos ou GEO) como parte da estratégia de Marketing: as marcas mais fortes serão aquelas que moldarem a narrativa contada pela IA.

Dados sintéticos, audiências ampliadas: Ampliar audiências com IA aprofundará a compreensão dos profissionais de Marketing para que possam planejar melhor, mas isso dependerá fortemente da qualidade dos dados.

2026 verá a evolução de tecnologias como “Digital Twins” e “Cohort Boosting”, além da rápida integração de texto, voz, imagem e realidade virtual (VR). Para se preparar, as organizações precisarão desenvolver capacidades robustas, fortes salvaguardas e trabalhar com parceiros de confiança.

Transforme otimização criativa em inteligência criativa: Com 74% dos profissionais de Marketing empolgados com a IA generativa, o próximo passo é usá-la onde realmente importa. CMOs devem testar e aprender para garantir que suas criações chamem atenção, despertem emoção e influenciem a intenção de compra. Isso exige conjuntos de dados de alta qualidade para eficácia criativa e um toque humano para trazer autenticidade.

Aproveite cada dia com um mimo: O termo “treatonomics” (“cultura de pequenos luxos”) refere-se a injetar otimismo e senso de controle por meio de pequenas satisfações. Com grandes marcos de vida fora de alcance ou indesejados, as pessoas comemoram mini conquistas apenas para ter algo a celebrar.

36% das pessoas aceitariam dívidas de curto prazo para gastar com coisas que lhes dão prazer. CMOs devem questionar se suas marcas estão atendendo o consumidor onde ele está, criando alegria em momentos do dia a dia.

Experimente para acelerar: A inovação é um multiplicador comprovado, com marcas disruptivas criando US$ 6,6 trilhões em valor nos últimos 20 anos. Neste contexto, empresas que optarem pela segurança em 2026 verão isso prejudicar seu crescimento futuro.

O sucesso virá para marcas que fazem da experimentação o padrão. A ideia é incorporar uma cultura de assumir riscos inteligentes, permitindo que equipes ultrapassem limites por estruturar a exploração e recompensar a experimentação. Essencialmente, a inovação deve ser liderada pela marca, não apenas pela tecnologia, e estar enraizada nos valores e nas motivações e tensões do consumidor.

Inclusão autêntica impulsionará o crescimento: Marketing inclusivo é Marketing expansivo, com 65% das pessoas valorizando empresas que promovem diversidade e inclusão, acima dos 59% em 2021.

Em 2026, marcas visionárias abandonarão mensagens performáticas e investirão em inovação inclusiva, programas culturalmente fluentes e representação autêntica interna e externamente. Em um cenário de resistência, as marcas devem agir com clareza e firmeza em relação aos valores que defendem.

Crescimento das Retail Media Networks (RMNs): As RMNs estão se tornando centrais para alcançar consumidores, com 38% dos profissionais de Marketing planejando aumentar o investimento nessas redes em 2026. Elas apresentam alto desempenho, entregando resultados 1,8x melhores que anúncios digitais e quase 3x mais intenção de compra.

Em 2026, marcas e varejistas precisarão colaborar de perto para criar publicidade focada no consumidor, com o sucesso dependendo da integração dos dados de diferentes pontos de contato do varejo.

Hora dos creators conquistarem seu lugar na mesa da efetividade: 61% dos profissionais de Marketing planejam aumentar o investimento em criadores de conteúdo em 2026, aumentando a pressão para demonstrar ROI e impacto na construção de marca. Ideias coerentes e multicanal são 2,5x mais relevantes para o sucesso de campanhas do que há dez anos, mas apenas 27% do conteúdo de creators têm forte ligação com a marca.

2026 demanda uma mudança de execuções isoladas para plataformas criativas de longo prazo que alinhem a marca ao conteúdo criado por esses profissionais. Para CMOs, isso significa definir diretrizes claras e métricas para que os criadores possam atuar de forma autêntica.

Microcomunidades, uma força significativa no Marketing em redes sociais: Feeds algorítmicos favorecem conteúdo genérico e com foco em vendas. Diante desse cenário impessoal e lotado, as pessoas migram para microcomunidades onde podem pertencer de forma mais significativa.

Autenticidade e relevância gerarão mais engajamento do que alcance, então as marcas vencerão ao oferecer valor real e engajamento consistente e autêntico com os interesses do público.

 

 

Economista diz que bolha da IA vai “terminar em lágrimas” e há “baratas” no crédito

Por Nick Lichtenberg

 

O economista Mohamed El-Erian fez um alerta contundente sobre a evolução da economia global, afirmando que, embora o sistema subjacente permaneça intacto, os investidores devem se preparar para perdas individuais significativas dentro do setor de Inteligência Artificial (IA) e esperar inúmeros “eventos negativos de crédito”.

Falando no evento Yahoo! Finance Invest, El-Erian descreveu o ambiente atual como um momento no qual “há baratas” mas não “cupins”. Essa diferenciação é fundamental: baratas são incidentes desagradáveis que “aparecem em grupos”, mas não “corroem a integridade do sistema”. Cupins, por outro lado, deterioram a base estrutural.

Embora um choque sistêmico seja improvável, o presidente do Queens’ College da Universidade de Cambridge e conselheiro econômico-chefe da Allianz disse esperar eventos negativos econômicos e de crédito porque os participantes do mercado “forçaram demais em busca de retornos adicionais”.

Isso foi incentivado por condições financeiras frouxas e por uma economia forte, acrescentou ele, e alguns investidores parecem ter ido “além de sua zona de conforto e além de sua capacidade de fazer diligência prévia”.

 

A bolha racional da IA

El-Erian disse ao Yahoo que, em colaboração com o ganhador do Prêmio Nobel Mike Spence, avaliou o boom de IA e concluiu que o mercado está vivenciando uma “bolha racional”.

Embora o valor agregado esteja sendo criado de forma significativa — tornando racional que investidores adotem uma abordagem de capital de risco e “invistam demais” devido ao potencial alto de retorno — existe um lado negativo: “Vai haver lágrimas” e perdas.

Ele afirmou que elementos dessa bolha refletem períodos especulativos anteriores, como a era das pontocom, quando empresas aplicavam um rótulo — agora é de “IA” — às suas operações para atrair capital.

Também contribui para essa dinâmica o fato de que empresas de modelos fundamentais estão atraindo grandes investimentos, embora “nem todas elas irão prosperar”.

Uma preocupação central de El-Erian é o foco insuficiente na difusão — o processo de implementar a IA no ambiente de trabalho de forma abrangente e organizada.

Atualmente, os EUA não possuem uma política abrangente de difusão, diferentemente de países como China e Emirados Árabes Unidos. Se a difusão não for feita corretamente, acrescentou, a promessa total da IA não será concretizada.

Sobre a adoção corporativa, El-Erian observou preocupação com a mentalidade predominante nas empresas, que atualmente veem a IA principalmente como um “minimizador de custos”.

O verdadeiro potencial da IA, argumentou ele, está no aprimoramento da mão de obra e em atuar como um “capacitor de produtividade”.

Se os EUA acertarem na difusão, o consequente aumento significativo de produtividade pode permitir uma política monetária mais flexível do que seria possível de outra forma.

 

Pressão na economia em formato de K

Além dos eventos financeiros, El-Erian citou dois grandes problemas que podem gerar pressão: a necessidade de refinanciar uma grande quantidade de dívida com taxas de juros mais altas, e a pressão significativa sobre a base da distribuição de renda.

Esse foco destaca preocupações com a parte inferior da economia em formato de K. Ele afirmou que consumidores de baixa renda estão “perto da recessão”, enfrentando problemas de acessibilidade — uma questão social e política, não apenas econômica — e altos níveis de dívida, incluindo cartões de crédito no limite.

Além disso, a insegurança sobre a renda futura — impulsionada em parte pelo aumento nas demissões relatadas pela Challenger, Gray & Christmas e pelas mudanças iminentes no ambiente de trabalho trazidas pela IA — aumenta seu estresse.

El-Erian alertou que essa pressão não é isolada: famílias com renda mais baixa podem ser forçadas a parar de gastar porque simplesmente não conseguem, e isso “vai contaminar os níveis acima na economia como um todo”.

Embora a classe alta esteja indo bem em medidas de renda e riqueza, ela não está imune às dificuldades enfrentadas pelos de baixa renda.

El-Erian pediu que os formuladores de políticas reconheçam que o futuro será determinado pelas “extremidades da distribuição, não pelo centro”.

No mundo atual, estruturalmente mutante e fragmentado, líderes devem entender que operam em um ambiente multimodal e não devem se deixar enganar pela suposição de uma distribuição normal em formato de sino, afirmou.

 

 

A Daikô Box é uma opção de serviço especializada para eventos de fim de ano

 

O restaurante Daikô, referência em culinária oriental, oferece uma experiência personalizada para encontros íntimos ou grandes celebrações.

Os moradores do Rio Grande do Sul agora podem desfrutar de uma nova experiência gastronômica para happy hours e festas de fim de ano. O Daikô Box, do Grupo Daikô, líder em culinária oriental, é um serviço especializado para eventos que promete levar a expertise da marca a encontros íntimos ou grandes celebrações. Com serviço totalmente personalizado para atender ao gosto do cliente, o Daikô Box é uma opção tanto para pequenas reuniões quanto para festas corporativas e familiares. O serviço inclui a criação de combos personalizados e o aluguel de louças decorativas.

 

“Percebemos que havia essa demanda.”

A ideia surgiu da demanda dos clientes por algo além da entrega tradicional, mantendo a mesma qualidade e cuidado que já fazem parte da essência do Daikô. “Percebemos que nossos clientes queriam levar o Daikô para momentos especiais, criando experiências mais completas e personalizadas. O Daikô Box foi pensado justamente para atender a esse desejo, levando nossa culinária para as celebrações”, destaca o sócio Érico Rodrigues.

A opção de incluir o aluguel de utensílios de mesa, que aprimora a apresentação dos pratos, é um diferencial da promoção. Além disso, os clientes podem escolher seus frutos do mar favoritos para acompanhar os pratos, como salmão, atum e peixe branco, ou até mesmo hadoque, polvo e camarão.

Para garantir que cada ingrediente seja encomendado e preparado para chegar fresco ao evento, os pedidos devem ser feitos com 24 horas de antecedência. Orçamentos para eventos podem ser solicitados por e-mail para eventos@daikosushi.com.br .

 

 

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