Você vai ler na coluna hoje: Bem Brasil patrocina transmissão da Copa no SBT e N Sports, Globopop: como é o app de vídeos curtos da própria Globo, Quando me levantei da plateia, Uncover e Winnin se unem para medir ROI da relevância cultural, Ronaldo Nazário lança clube de tênis e network
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Bem Brasil patrocina transmissão da Copa no SBT e N Sports
Por Valeria Contado
A Bem Brasil é a 10ª marca a patrocinar as transmissões da Copa do Mundo Fifa no SBT e na N Sports. A companhia veiculará campanhas durante os jogos exibidos nos canais, além de ações de merchandising em 14 das 32 partidas que estarão na grade das emissoras.Além disso, a companhia poderá aparecer em outras programações ligadas ao tema e replicar em seus perfis nas redes sociais as ações realizadas durante a parceria.
Gustavo Amaral, head de marketing da Bem Brasil, explica que a Copa do Mundo é tratada pela empresa uma ocasião de consumo essencial, pois é um evento que reúne as pessoas em casa para assistir aos jogos, o que favorece o consumo de batatas. “Já temos um histórico no patrocínio de transmissões de futebol. A Copa do Mundo é algo enorme para os brasileiros, até mesmo para quem não é tão fã de futebol”, diz.
O executivo avalia, ainda, que esse ano o torneio de seleções está mais democratizado, com mais opções para o anunciante. “Já tínhamos um relacionamento com o SBT e, para nós, era uma ótima opção estar na emissora para falar de Copa do Mundo, que tem como tema ‘A Copa que o Brasil quer Ver’, junto com o Galvão Bueno”, completa.
Esse é o maior investimento da Bem Brasil em mídia e visa impulsionar as diferentes linhas de seu portfólio que são direcionadas para esses momentos de consumo em grupo, como é a linha para air fryer, dadinhos de batata com queijo e bacon.
Copa no SBT
O SBT, juntamente com a N Sports, será responsável por exibir 32 dos 104 jogos do torneio, incluindo todas as partidas da seleção brasileira. Galvão Bueno, que é sócio da empresa de mídia, será a principal voz do torneio nas transmissões, e Tiago Leifert terá a missão de narrar outras 22 partidas, além de desenvolver parte da programação, incluindo os pré-jogos.
Os canais somam para essa programação 10 anunciantes. Além da Bem Brasil, Airbnb, Carrefour, Esportes da Sorte, Seara, Friboi, Haleon, McDonald’s, PagBank e Shopee compõem o time de marcas.
De acordo com dados que a reportagem de Meio & Mensagem teve acesso, valor de tabela para cada cota é de R$ 626.173.057, montante que pode cair consideravelmente após os descontos concedidos nas negociações com anunciantes e agências. A emissora ainda negocia uma cota do plano comercial.
Globopop: como é o app de vídeos curtos da própria Globo
Por Bárbara Sacchitiello
A forte adesão do público, sobretudo os mais jovens, ao consumo de conteúdo no TikTok, Reels e também no YouTube já está, há algum tempo, pautando as estratégias de distribuição da Globo. Prova disso é que, em todas essas plataformas digitais, a emissora de TV mantém perfis ativos, compartilhando cortes de sua programação, vinhetas e antecipando novidades à audiência.
A partir desta segunda-feira, 13, a estratégia da Globo para os vídeos verticais ganha um contorno um pouco diferente, com o lançamento oficial do Globopop. O aplicativo, que já estava disponível há alguns dias nas lojas dos sistemas iOS e Android, começa a ser divulgado com ênfase em toda a programação dos canais e perfis da Globo nas redes sociais.
Se já contava com perfis em TikTok, Kwai, Instagram e outros aplicativos de vídeos curtos, por que criar uma plataforma própria para o mesmo tipo de conteúdo? “O Globopop chega para ser mais um ponto de contato entre a Globo e o consumidor digital”, resume Rodolfo Bastos, diretor de produtos de publishing da Globo.
Segundo o executivo, o veículo já vinha trabalhando a evolução de seu portfólio de conteúdo vertical e, nessa estratégia, concluiu que valia a pena estruturar uma plataforma proprietária, com conteúdo premium, que reunisse todo o universo da Globo em um único local.
O Globopop é 100% gratuito e pode ser acessado a partir de qualquer login com uma conta Globo. Assim como as grandes plataformas digitais de vídeos curtos, o novo aplicativo exibirá os vídeos em rolagem infinita, de acordo com a preferência e interesse demonstrados por cada usuário.
Pela tela, passarão cenas de novelas, programas de auditório, telejornais, séries, realities, além de bastidores e curiosidades das produções. Os temas e assuntos serão agrupados em divisões chamados “Palcos”, que podem levar os nomes das atrações da Globo ou também dos talentos e artistas da casa.
Casa própria
A aposta principal da Globo é que, ao unir todo seu acervo de conteúdo vertical em um ambiente próprio, o usuário possa ter acesso a um conteúdo mais aprofundado e, ao mesmo tempo, com maior segurança de navegação. “A plataforma tem curadoria, linguagem digital first, que é algo fundamental nesse momento. Além disso, dentro daquele ambiente não terá conteúdo ofensivo, nem fake news e nem nada violento, já que tudo estará sob a credibilidade Globo”, defende Patricia Fontes, head de entretenimento digital da Globo.
Essa ideia de ‘content safety’, aliás, é um dos diferenciais que a Globo pretende agregar ao novo aplicativo, tanto perante o público quanto ao mercado publicitário, já que o Globopop veiculará mensagens de marcas. A cada cinco vídeos, um comercial deve ser exibido, segundo Rodolfo. Existe, ainda, espaço para branded content e outras ações comerciais.
A plataforma já estreia com um parceiro comercial, que também fará o papel de criador de conteúdo: Lu, a persona virtual do Magalu. A rede de varejo terá um palco no Globopop, com conteúdo da personagem e, também, ofertas da marca.
Conteúdo além da Globo
Além dos “Palcos” temáticos dos programas e artistas da Globo, o Globopop também terá canais de criadores de conteúdo já conhecidos do público da internet.
Nomes como Lara Santana, Felipe Theodoro, Pantera, Jessie Shen, Bia Bem, Nathi Costa, Maicon Salsicha estão entre os 25 influenciadores que terão um Palco próprio na plataforma.
Patricia explica que a proposta é ampliar os temas e conteúdos para além do universo Globo. “Trazemos essas pessoas para que elas abordem os assuntos que já tratam, em seus canais, dentro da nossa plataforma. Pensamos em uma curadoria que contemple a diversidade de assuntos”, conta a executiva.
Esses creators, contudo, manterão seus perfis ativos nas demais plataformas sociais, sendo, o Globopop, mais uma delas.
Os executivos da Globo, inclusive, fazem questão de frisar que a criação da Globopop não interfere em nada nas publicações e alimentação de conteúdo que o veículo já tem em plataformas como TikTok, Instagram e outras.
Para Bastos, o Globopop serve como um complemento de jornada. “Continuamos presentes, com nosso conteúdo, em plataformas de terceiros, mas entendemos que o consumidor precisa de um lugar que organize toda a produção de forma unificada e, mais do que isso, que seja um ambiente seguro”, diz.
Nesta primeira fase, o Globopop disponibilizará alguns conteúdos exclusivos, como a novelinha da personagem Carminha, de Avenida Brasil, que está sendo reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, além de memes e vídeos de humor. A ideia é que a produção de conteúdo acompanha não só a grade da Globo, como também os grandes eventos nacionais e internacionais, tais como Copa do Mundo e Rock in Rio.
Quando me levantei da plateia.
Por Cris Pàz
Quando eu estava no sétimo mês de gravidez, eu perdi meu marido. A partir desse dia, comecei a gestar também uma pergunta: o que a gente faz com aquilo que acontece com a gente, que não foi escolha nossa?
Na primeira edição desta Newsletter, falei sobre como estamos deixando de ser donos das nossas vidas. A palavra protagonismo nunca foi tão necessária.
Parecia um filme interrompido no melhor momento, mas não era um filme. Era a minha vida. E a vida, a gente não desliga pra continuar depois. A vida é agora. Não tem volta.
Nesse momento eu entendi que a vida é uma peça de teatro de única apresentação. Eu tô no palco, plateia lotada, cortinas abertas. O foco tá em mim. Só me resta atuar. Minha vida é a minha obra: minha história acontecendo. Não fui eu que escolhi o meu papel. Principal, coadjuvante, figurante. Não fui eu quem escreveu o roteiro. Mas não adianta acusar o autor nem dizer que peguei um papel ruim. É o meu jeito de atuar que faz a diferença.
Então eu me levantei da plateia pra estar de fato presente naquele palco. Parei de assistir à vida como se não fosse minha. A iminência da vinda do meu filho me obrigava a encontrar um jeito de seguir sonhando. E talvez o sonho tenha sido a descoberta de que, no cenário mais árido, cabia a mim alguma dose de decisão.
Então eu aprendi as coisas que mais me transformaram. Se eu não poderia reverter a morte, eu poderia, sim, escolher como viver o luto e a maternidade.
Depois que meu filho nasceu, comecei a escrever cartas pra ele, para que ele pudesse ler no futuro. Assim meu coração se aquietou. Enfim eu podia ser mãe por inteiro, porque criei um outro espaço para vivenciar a dor. Se eu jamais poderia ver um encontro entre pai e filho, tratei de colocar nas cartas tudo o que meu coração sentia. Para não esquecer. Para que meu filho tivesse acesso, no futuro, à história que vivi com o pai dele.
E foi assim que eu pratiquei o meu primeiro grande ato de protagonismo. Eu poderia deixar a vida me levar e ficar de figurante. Poderia colocar a culpa na direção. Mas escolhi fazer da cena difícil a chance de uma grande atuação.
Descobri que a vida é uma obra aberta. O roteiro não está fechado. A nossa forma de atuar pode mudar o rumo da trama.
(Se eu pensar no roteiro da minha história, desde que nasci, vejo que meu papel começou na arquibancada. Não havia nem fala prevista para o meu personagem. Mas, desde cedo, escolhi ter uma conversa comigo mesma. Isso mudou o meu lugar na trama. Pra conquistar a minha voz, precisei aprender a me ouvir. E isso fez toda a diferença.)
Fazer bem o meu papel é estar presente na cena com intenção e consciência, mas sem perder a visão do todo. É atuar, mas também assistir. É tomar nas mãos a narrativa.
Protagonismo não é fácil, nem tem fórmula. Não é feito de passos. Não promete levar ninguém a lugar algum. Ele é um despertar de consciência, uma soma de autoconhecimento e observação do contexto — o tempo todo. É uma decisão, uma postura. Um ponto de vista que diferencia a sua forma de lidar com os acontecimentos. Protagonismo cabe em qualquer papel.
Observe quem está à sua volta. Quem atua como protagonista? Quem escolheu ser coadjuvante da sua própria trajetória?
Eu volto aqui pra falar mais sobre isso.
Eu sou a Cris Pàz. Falo sobre mim, mas pode ser que eu esteja falando sobre você.
Uncover e Winnin se unem para medir ROI da relevância cultural
Por Meio & Mensagem
A Uncover e a Winnin acabam de firmar uma parceria estratégica com o objetivo de mensurar o impacto da relevância cultural na performance financeira das marcas.
Para isso, as empresas passam a integrar o Share of Attention, metodologia desenvolvida pela Winnin que mapeia a retenção de atenção em vídeo, aos modelos da Uncover de Marketing Mix Modeling, que calculam ROI e receita incremental, para mostrar que essa variável pode ser mensurada.
De acordo com as empresas, a parceria pretende colocar os dois universos em uma mesma conversa, com objetivo de entender esses indicadores de forma integrada.
Um primeiro estudo já foi realizado: as empresas analisaram dados dos últimos 24 meses, em setores de bens de consumo, varejo, serviços financeiros e outros.
Como resultado, a iniciativa permitiu identificar padrões que conectavam os níveis de atenção em vídeo à eficiência de mídia.
Ronaldo Nazário lança clube de tênis e network
Por Meio & Mensagem
O ex-jogador Ronaldo Nazário anuncia o lançamento do Galacticos House, um clube privado que é inspirado em um tennis members club e que combina conveniência, esportes e experiências para os associados.
O empreendimento ficará dentro do Reserva Beach Club, em Alphaville, São Paulo, e combina a estrutura de academias, gastronomia, arte e outras experiências em um espaço com uma arena central que pode abrigar até 3 mil pessoas, com possibilidade de expansão.
Na parte do tênis, o Galacticos disponibilizará quatro quadras de hard court, três de saibro, duas de padel e possibilidades de uso e treinamento. Além disso, o complexo terá tecnologia com sistemas de análise de desempenho, IA aplicada ao jogo e soluções de treino.
A entrega está prevista para 2027 e os títulos podem ser obtidos a partir de R$1 milhão.
Carreira como empreendedor
Em fevereiro deste ano, Ronaldo Fenômeno deu mais um passo na carreira de empresário ao se tornar sócio do Reserva Beach Club, que atualmente é focado em surf e que receberá o novo empreendimento do ex-atleta.
Na ocasião, ex-jogador anunciou uma pausa nos investimentos voltados ao futebol e, com a entrada na sociedade do empreendimento, inaugura participação direta em um projeto imobiliário.
Ronaldo também tem negócios no campo da mídia e entretenimento, como a fundação da Oddz Network, que engloba diversas companhias, entre elas Octagon, Ronaldo TV, Beyond Films, Wayz e Talentz. Ainda, é sócio da Galaticos Capital.