Nenê Zimmermann entrevista Marcus Rossi no Gramado Summit – 07.05.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Nenê Zimmermann entrevista Marcus Rossi no Gramado Summit, Ser humano em foco: painelistas da Gramado Summit explicam como retomar o protagonismo frente às tecnologias e IA, Gramado Summit reúne grandes nomes em dia de palestras sobre inovação, negócios e futuro, Ganhadora do BBB 26 irá palestrar amanhã no Gramado Summit, Grandes nomes sobem aos palcos do Gramado Summit nesta sexta-feira

 

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Nenê Zimmermann entrevista Marcus Rossi no Gramado Summit

Hoje, no Gramado SummitNenê Zimmermann, da Coluna do Nenê, entrevistou Marcus Rossi, criador de um dos maiores eventos de inovação e empreendedorismo do Brasil.

A entrevista foi marcada por um momento muito produtivo e especial dentro do evento, reforçando a importância da Gramado Summit no cenário nacional. Marcus Rossi é reconhecido por sua trajetória empreendedora e pela criação de um projeto que se transformou em referência quando o assunto é inovação, tecnologia, negócios e conexões.

Ao longo dos anos, Rossi consolidou seu nome como uma das principais lideranças do ecossistema de inovação brasileiro, reunindo milhares de pessoas, startups, investidores e grandes empresas em uma experiência que movimenta ideias, oportunidades e desenvolvimento para diferentes setores do mercado.

Ser humano em foco: painelistas da Gramado Summit explicam como retomar o protagonismo frente às tecnologias e IA

Por Gabriela Alves

Em sua nona edição, a Gramado Summit mudou o viés do debate sobre inovação e tecnologia. Antes, o foco era quase que 100% na inteligência artificial, em softwares e novidades tecnológicas que agregam no dia a dia. Agora, o cerne é outro: make it human”, o protagonismo humano em meio à tecnologia. 

Mas de que forma equilibrar essas relações? É preciso abrir mão da tecnologia? O que torna as ações mais humanas e menos máquina? Confira a opinião de alguns palestrantes da Gramado Summit:

— Não só ser humano é uma boa coisa, mas é essencial a gente colocar a lupa da alma sobre a gente mesmo. A gente tem que saber o que a gente é. E a gente é corpo, é olhar, mão, mente, espírito, alma. Não existe só uma alma que vai fazer só conceitos e inteligência artificial de pixel. A gente vai morrer de fome. Temos fome, temperatura, queremos encostar no outro. A gente tem receptores de abraço, a gente tem impulsão erótica, a gente tem todo um aparato que é de fazer laço social para fazer a sobrevivência no planeta. É impossível a gente sobreviver e ter algum tipo de realização só no espaço mental do conceito de uma inteligência que produza imagens e palavras.

Renata Rivetti (especialista em ciência da felicidade)

— Hoje a gente vive uma pseudo-produtividade, a gente trabalha muito, a gente se sente super ocupada, trabalha mais do que 10 horas por dia, mas no final nem sempre entrega coisas significativas. Tem muito retrabalho, tem muito trabalho operacional, repetitivo, uma má comunicação, muitas reuniões.

A tecnologia pode ajudar a gente a tirar esse trabalho operacional repetitivo para que no final a gente use o melhor do ser humano. Foque na criatividade, na inovação, busque mais realização. Acredito muito que está na hora da gente entender que a tecnologia pode ser uma aliada para uma cultura saudável, mais produtiva, ao invés da gente somente ter medo dela substituir o que a gente tem de melhor.

A tecnologia ajuda a gente a substituir aquilo que não traz tanta realização e significado para que a gente possa encontrar no trabalho não somente um fardo, mas sim, um dia a dia de realização, de sentido e, no final, gostar mais do que a gente faz.

Luiza Helena Trajano (presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza)

— Eu nunca vi falar tanto no humano como atualmente. É uma coisa incrível. Então eu acho que, mais do que nunca, a Inteligência Artificial, que vai ser um tsunami mesmo, que a gente tem que se alinhar a ela. Pós-covid, quando a gente viveu momentos tão difíceis, eu acho que as pessoas também mudaram muito a forma de se relacionar. Teve muita coisa muito triste, mas eu posso dizer que eu nunca vi presidente de empresa assumir o humano numa plateia de 40 mil pessoas como eu vejo agora. E eu fico muito feliz com isso.

Marcus Rossi (CEO da Gramado Summit)

— Eu acredito muito em autenticidade. Com a revolução da IA e principalmente com tantas mudanças que a gente enfrenta no mundo em função de novas tecnologias, acaba se criando quase que um padrão. E o que o ser humano tem de mais diferente? Justamente a autenticidade, o medo, a incerteza. Então é muito interessante que agora a gente está vendo, principalmente em eventos como a Gramado Summit, essa potencialização do ser humano. Porque no final do dia, para crescer, gerar negócio, a gente tem que falar muito mais sobre humanidade, menos sobre máquina.

 

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