Abooh apresenta padrão de métricas para OOH – 01.05.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Abooh apresenta padrão de métricas para OOH, Matriz destaca força da brasilidade e da América Latina em nova edição de newsletter, O papel da mídia exterior na construção de uma cidade melhor, Novo luxo é ter gosto próprio: 38,7% dos brasileiros buscam fazer escolhas fora do algoritmo, aponta estudo da Heineken e Box 1824, Copa digital: como veículos aproveitarão a força do online, Goomer transforma tablets de restaurantes em inventário, ChatGPT Images 2.0 cria texto legível, múltiplas peças de uma vez e pesquisa na web antes de gerar.

 

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Abooh apresenta padrão de métricas para OOH

Por Thaís Monteiro

Nesta quinta-feira, 30, a Associação Brasileira de Out-of-Home (Abooh) apresenta o Padrão Abooh de métricas.

O documento visa estabelecer referencial aberto e universal para a mensuração de audiência no out-of-home (OOH), com condições e fórmulas para harmonizar metodologias de mensuração diferentes.

O padrão foi produzido a partir de consultas com empresas.

O padrão não elege uma tecnologia para a mensuração do mercado, devido à heterogeneidade dos players, mas define moedas de audiência reconhecíveis para mostrar resultados das campanhas para agências e anunciantes, como impactos visíveis, ou seja, quantas pessoas viram o anúncio; oportunidade de ver (OTS) e propensão de ver (LTS) para indicar a probabilidade de exposição visual; alcance e frequência para mostrar quantas pessoas foram impactadas e quantas vezes; gross rating point (GRP) e visualizações completas.

Essa camada de dados é somada a outros dados compartilhados pelos exibidores, como localização, presença, escala e impacto.

Conforme Yuri Berezovoy, head de adtech e programática de DOOH da RZK Digital e diretor de métricas, estudos e pesquisas da Abooh, o intuito é manter uma lógica comum de tradução para que o mercado saia de dados brutos de presença, fluxo, detecção ou mobilidade e chegue a métricas padronizadas de audiência.

“O padrão busca reduzir essa fricção ao separar melhor escala real de escala declarada. A pergunta deixa de ser apenas quantas pessoas passaram por determinado ponto e passa a considerar se o impacto reportado corresponde a uma exposição publicitária qualificada, com presença de audiência, condições mínimas de visibilidade e metodologia declarada. Com isso, o anunciante ganha mais segurança para comparar custo, alcance, frequência e qualidade entre redes e formatos, conectando melhor investimento, entrega e resultado esperado”, propõe.

Qual é o objetivo do Padrão Abooh de Métricas?

Como as tecnologias de mensuração diferentes podem gerar leituras de dados diferentes, o padrão visa tornar as diferenças documentadas e comparáveis para que o anunciante saiba a origem do número, quais ajustes foram feitos, quais limitações existem e qual moeda de audiência está sendo reportada, diz o executivo.

“Hoje, uma empresa pode medir audiência com visão computacional, outra com dados móveis, outra com WiFi, outra com GPS, outra com painel amostral ou com modelos híbridos. Todas essas fontes podem ser válidas, desde que o mercado consiga entender o que cada uma mede, quais premissas usa, quais transformações aplica e qual métrica final entrega”, explica o executivo.

Conforme a Abooh, a adoção do padrão resolve as lacunas de comprovação, comparabilidade, governança e integração.

Assim, para tornar os dados auditáveis, o veículo ou provedor de dados deve documentar formalmente quais são as fontes de dados, quais algoritmos e premissas são usados para chegar aos números, como os dados brutos são transformados nas métricas finais e demais premissas, modelos, controles de integridade, rastreabilidade e auditabilidade em declaração confidencial de metodologia.

“Isso cria condição para auditoria sob demanda, em lote ou, em estágios mais avançados, contínua. A ideia é que o número reportado possa ser reconstruído e verificado a partir da metodologia declarada”, coloca.

Quem participa do novo padrão de métricas?

O documento foi elaborado com base em referências como o IAB, World Out-of-Home Organization (Wooh), Media Rating Council (MRC) e Associação Brasileira de Anunciantes (ABA).

Eletromidia, JCDecaux, Kallas, Neooh, Helloo, RZK Digital, B.Drops, AdMooh, Perion, Infooh, Quividi, AllUnite, AD+R, Galeria, Altermark e ActionOOH estão entre as primeiras empresas a aderir o padrão.

Agora que todas as empresas têm acesso ao documento, demais players, associados ou não à organização, podem aderir ao preencher a declaração confidencial de metodologia.

No ano passado, Eletromidia e JCDecaux se uniram ao apresentar a OpenMetrics, a iniciativa visa criar modelo transparente e comparável de métricas para alavancar o investimento estratégico no setor e acelerar a modernização.

Conforme Berezovoy, ambos os movimentos são complementares e miram o mesmo objetivo de tornar o mercado mais transparente, comparável, auditável e integrado à lógica de mídia orientada por dados.

Porém, o documento da associação oferece linguagem comum ampla e setorial para que metodologias proprietárias possam ser compreendidas em um mesmo referencial.

Segundo o o executivo, o Padrão Abooh de Métricas está em conformidade com o Pacto do Cenp.

 

 

Matriz destaca força da brasilidade e da América Latina em nova edição de newsletter

Por Agência Matriz

A Agência Matriz acaba de disponibilizar uma nova edição de sua newsletter, que traz como tema a ascensão da brasilidade e da América Latina no cenário global. O assunto marca mais um capítulo da publicação, utilizada pela agência para análises aprofundadas de tendências do mercado que reverberam tanto para marcas quanto para profissionais de comunicação.

Brasilidade e Onda Latina

Nesta edição, a Matriz propõe um “raio-x” da chamada Onda Latina, explorando os movimentos culturais e digitais que estão reposicionando a região no centro das decisões de consumo e influência global. O conteúdo parte de fenômenos recentes, como a apresentação do cantor Bad Bunny no Super Bowl 2026 em uma performance inteiramente em espanhol, para discutir o impacto econômico e simbólico da latinidade no mundo de hoje.

A análise percorre diferentes setores em que a cultura latino-americana vem ganhando protagonismo, desde restaurantes premiados internacionalmente, até filmes e estilistas inseridos nos principais rankings da indústria. No campo da comunicação, a newsletter destaca o fortalecimento do orgulho identitário, o alto engajamento digital da região e a relevância do marketing de influência na América Latina, como vetores dessa transformação.

Direcionamento para marcas

Além do diagnóstico, a publicação apresenta direcionamentos práticos para marcas, como a valorização de narrativas locais, o investimento em conexões emocionais e a construção de comunicação culturalmente contextualizada. “A newsletter é uma extensão do nosso olhar estratégico e, mais do que informar, ela ajuda marcas a interpretar movimentos relevantes e transformá-los em oportunidade. Nesse sentido, falar sobre a força da brasilidade é essencial, porque estamos diante de uma mudança real de eixo cultural e quem souber traduzir isso em comunicação terá vantagem competitiva”, afirma Rafael Cruz, Head de Conteúdo da agência.
A íntegra da análise está disponível no perfil oficial da Matriz no Substack, onde a agência publica regularmente conteúdos voltados a tendências, comportamento e inovação na comunicação.

 

 

O papel da mídia exterior na construção de uma cidade melhor

Por Eduardo Ferreira

Vivemos um momento importante para a mídia exterior em Porto Alegre. Mais do que isso, para a forma como pensamos e construímos a cidade em que queremos viver. O setor de out of home sempre esteve presente no cotidiano urbano, conectando marcas, pessoas e mensagens. Mas hoje, esse papel se amplia. Não se trata apenas de comunicar. Trata-se de contribuir.

A Viva POA OOH nasce desse entendimento. Empresas que representam cerca de 70% do mercado local se unem em torno de um propósito comum: qualificar o ambiente urbano, organizar a comunicação visual da cidade e atuar de forma responsável e alinhada ao interesse público.

Essa união não é trivial. Trata-se de um movimento de maturidade do setor, que compreende que o futuro passa menos pela competição isolada e mais pela construção coletiva de soluções que beneficiem a cidade como um todo.

Uma cidade mais organizada e humana também depende da forma como nos comunicamos em seus espaços. A paisagem urbana é, em si, uma linguagem. E quando bem planejada, ela valoriza o território, melhora a experiência das pessoas e fortalece o sentimento de pertencimento.

Nesse contexto, a mídia exterior pode e deve ser parte da solução. Seja apoiando campanhas de interesse público ou contribuindo com iniciativas de gentileza urbana. O setor tem um potencial relevante de impacto positivo.

O diálogo com o poder público é, portanto, fundamental. Para além de apresentar demandas, queremos construir caminhos conjuntos. Acreditamos que quando setor privado e gestão pública compartilham propósito, quem ganha é a cidade.

A Viva POA OOH surge como essa ponte: comprometida com uma atuação ética e qualificada de gentileza urbana. Um momento em que a mídia exterior deixa de ser vista apenas como suporte publicitário e passa a ser reconhecida como agente ativo na construção de uma cidade melhor. Uma Porto Alegre mais organizada, mais bonita, mais consciente e, acima de tudo, construída por todos.

 

Novo luxo é ter gosto próprio: 38,7% dos brasileiros buscam fazer escolhas fora do algoritmo, aponta estudo da Heineken e Box 1824

Por Agência Lema

Em um cenário cada vez mais mediado por algoritmos e recomendações automáticas, cresce entre os brasileiros a percepção de que a repetição está substituindo a descoberta. Mais do que uma mudança no consumo, o impacto já aparece na forma como as pessoas constroem suas preferências e se relacionam com o próprio repertório.

É o que mostra o estudo “Reset da Mesmice”, iniciativa da Heineken em parceria com a Box 1824, um desdobramento da campanha “Algoritmo”, que convida as pessoas a desafiarem suas próprias bolhas sociais e questionarem a previsibilidade das recomendações automáticas.

Segundo a pesquisa, 38,7% dos brasileiros querem voltar a ter preferências únicas, inclusive aquelas que não são compartilhadas ou compreendidas por todos. Ao mesmo tempo, 1 a cada 4 pessoas afirma que seus gostos estão se tornando mais genéricos.

Para Francisco Formagio, estrategista criativo e pesquisador de comportamento da Box1824, esse cenário revela uma mudança mais profunda na relação das pessoas com a descoberta.

“Quando o consumo passa a ser orientado por padrões que reforçam o que já conhecemos, o novo deixa de ser uma experiência espontânea e passa a ser uma variação do mesmo. Isso impacta diretamente a forma como as pessoas constroem repertório e se relacionam com o mundo ao redor”, explica.

A sensação de padronização se conecta diretamente à lógica dos algoritmos. Para 37,7% dos entrevistados, a experiência atual se assemelha a um “eterno looping”, em que o novo perde espaço para variações do que já foi consumido. Nesse contexto, 23,4% acreditam que o fator surpresa deixou de fazer parte da experiência cotidiana.

Diante desse cenário, cresce o desejo de retomar o controle sobre o próprio consumo. Hoje, 48,9% dos brasileiros afirmam que esperam depender menos de recomendações algorítmicas nos próximos anos. Além disso, 31,1% já colocam essa redução como uma meta prioritária de bem-estar.

Mais do que rejeitar a tecnologia, o movimento aponta para uma revalorização da escolha individual. Ter um gosto próprio, mesmo quando não validado pelo coletivo, passa a ser entendido como um diferencial.

Para Igor de Castro Oliveira, diretor de marketing do Grupo HEINEKEN Brasil, os dados mostram uma mudança na forma como as pessoas se posicionam diante das próprias escolhas.

“Existe uma vontade crescente de sair do automático e voltar a descobrir as coisas por conta própria. O estudo mostra que ter um gosto próprio, hoje, passa a ser também uma forma de expressão”, afirma.

Nesse contexto, sair da bolha deixa de ser apenas um comportamento e passa a ser uma escolha consciente por experiências mais autênticas, menos mediadas por filtros e recomendações automáticas.

Em um ambiente marcado pela previsibilidade, a busca por originalidade não é mais exceção e passa a ocupar um novo lugar de valor. Mais do que acompanhar tendências, cresce o interesse por construí-las — um movimento que também ajuda a explicar a provocação da Heineken ao questionar a lógica dos algoritmos e incentivar escolhas menos automáticas e mais abertas ao novo.

 

Copa digital: como veículos aproveitarão a força do online

Por Valeria Contado

Considerada a Copa do Mundo mais digital de todos os tempos, a edição 2026 terá a CazéTV como principal detentor dos direitos de transmissão no Brasil.

Em parceria com o YouTube, o canal de Casimiro Miguel garantiu a exibição de 100% dos jogos, além dos direitos de imagem do torneio no digital.

Esse acordo engloba o uso de imagens oficiais da competição nas redes sociais, inclusive gols, melhores momentos e entrevistas.

Por isso, a plataforma concentrará parte dos seus esforços em posicionar as redes como  canal de circulação de conteúdo da competição, com formatos curtos e compartilháveis que amplificam o conteúdo e funcionam como de janela de entrada para o consumo.

Para isso, a empresa de mídia quer integrar o time de redes com o de transmissão, em esquema que valoriza a relação com o torcedor e fã do esporte.

Segundo Felipe Tebet, head de conteúdo na CazéTV, esses canais podem levar o torcedor a descobrir a transmissão ao vivo.

“O digital permite que a cobertura seja mais flexível e adaptável. A programação pode responder em tempo real ao interesse do público, com novos formatos e transmissões surgindo ao longo do torneio”, afirma.

Em torno do jogo

Sem os direitos de imagem no digital, os demais veículos devem aproveitar a atmosfera do evento.

O foco, portanto, será na produção de conteúdo do que acontece nos arredores do torneio e na relação de emoção dos torcedores.

Entre os transmissores, a cobetura desse entorno gerou pacotes comerciais.

A Globo, por exemplo, fechou acordo com a Play9 Content Group para  cobertura digital first e multiplataforma, a fim de mostrar o ponto de vista de 2.026 influenciadores sobre o principal torneio de futebol do mundo.

De acordo com a empresa de mídia, o objetivo oferecer ao público imersão esportiva num ecossistema de entretenimento, informação e engajamento social, com nomes que passam entre lifestyle, humor, música e games.

O projeto é realizado com o ViU, área da Globo especializada em marketing de influência, que será responsável por agregar a estratégia dos perfis e canais Globo ao projeto, em colaboração com o grupo Play9.

Dessa forma, a empresa de mídia define isso como narrativa “around game” que foca nas histórias, sentimentos e acontecimentos que vão além da transmissão.

“É a maior mobilização de influenciadores já feita no Brasil – e provavelmente no mundo – para um único evento. E esse processo de gamificação da escolha deles já será o início do aquecimento para a Copa”, destaca João Pedro Paes Leme, CEO e sócio-fundador do Play9 Content Group.

Já na N Sports, parceira do SBT, o Desimpedidos terá papel importante para traduzir os acontecimentos do torneio para o ambiente digital com a linguagem de redes.

A emissora define esse movimento como um projeto robusto de conteúdo multiplataforma que vai além dos jogos.

De fato, a idéia é fazer com que o público acompanhe seleções, confrontos, os países-sede, curiosidades, bastidores e informações nas redes sociais.

Tudo isso com a produção do jornalismo e dos programas do SBT.

 

 

Goomer transforma tablets de restaurantes em inventário

Por Amanda Schnaider

Imagina conseguir anunciar em cardápios digitais? É isso que a Goomer, empresa especializada em soluções digitais para o foodservice, fundada em 2014, em Sorocaba, São Paulo, acaba de lançar.

Dessa forma, a plataforma de digital out-of-home (DOOH) proprietária da companha transforma tablets de cardápio de restaurantes parceiros em um inventário de mídia.

Segundo Felipe Maia Lo Sardo, CEO da Goomer, três fatores determinaram o lançamento dessa plataforma neste momento.

O primeiro foi a própria maturidade da rede da companhia, que atingiu mais de 50 mil telas ativas, em 570 cidades brasileiras.

O segundo é a evolução do mercado de retail media e DOOH.

E o terceiro é a demanda das marcas por canais mais segmentados, mensuráveis e próximos do momento real de consumo.

Funcionamento e formatos

A plataforma oferece algumas opções de formato de inserção de anúncios: a tela de início do tablet, com vídeos de 10 segundos exibidos quando o dispositivo está em modo de descanso; a página especial dentro do menu, com maior potencial de interação; além das inserções, como venda sugestiva, confirmação de pedido e tela fechar conta, que aparecem de forma contextual ao longo da jornada do consumidor, especialmente nos momentos de revisão e finalização do pedido.

Ainda, a Goomer tem inventário no ambiente B2B, como banners no painel web acessado por donos e gestores de restaurantes.

Nesse sistema, a publicidade não entra para interromper a experiência, mas para se integrar de forma contextual.

Lo Sardo usa o modelo da tela de início para exemplificar esse ponto. “Quando o tablet entra em modo de inatividade, o anúncio começa a ser exibido. Se o cliente quiser retomar a navegação ou avançar no pedido, o criativo é imediatamente pausado e a jornada segue normalmente”, explica.

Demais formatos

Portanto, nos demais formatos, a lógica é a mesma, as inserções são incorporadas à própria página, de forma orgânica, sem pop-ups e sem tirar o cliente da jornada.

“Além disso, trabalhamos com vídeos curtos, de 10 segundos, e com segmentação contextual por localização, perfil de público e tipo de estabelecimento. Isso aumenta a relevância da mensagem e reduz a percepção de invasão”, complementa o CEO.

O sistema foi criado para rodar majoritariamente em tablets homologados, garantindo padronização e qualidade de entrega para anunciantes.

No entanto, Lo Sardo revela que, com o tempo, a empresa pode habilitar novos dispositivos do seu ecossistema (totens, QR Code, delivery) para potencializar ainda mais a entrega qualificada de mídia.

“A nossa escala vem principalmente da base já existente, com mais de 50 mil telas ativas, além do crescimento orgânico dos restaurantes que já entram no ecossistema como novos pontos de mídia. É um modelo que cresce via software, não via instalação física”, comenta Lo Sardo.

Nova linha de receita

A plataforma cria linha de receita para estabelecimentos parceiros da Goomer.

Assim, na prática, para um restaurante que opera com margens médias de lucro em torno de 10%, o impacto da plataforma pode ser um aumento de 10% a 20% no resultado líquido do negócio, sem nenhum investimento adicional e sem aumentos de custos e operação.

Além disso, a Goomer também traz métricas granularizadas para os anunciantes e, segundo o CEO, irá começar a entregar métricas, como impressões por tela, frequência de exibição, alcance geolocalizado, além de recortes por período e contexto de entrega.

É uma solução que une escala, segmentação e mensuração em ambiente altamente qualificado e muito próximo do momento de consumo.

 

 

ChatGPT Images 2.0 cria texto legível, múltiplas peças de uma vez e pesquisa na web antes de gerar

Por Carlos Merigo

O ChatGPT Images, o gerador de imagens da OpenAI, ganhou uma atualização e agora é versão 2.0. A diferença central: o modelo agora “pensa” antes de gerar (o mínimo, eu diria). Também pesquisa na web pra buscar informação atualizada, raciocina sobre a estrutura da imagem, cria até oito peças de uma vez mantendo personagens, objetos e estilos consistentes entre elas. Resolução de até 2K, proporções de 3:1 a 1:3. Está disponível pra todos os usuários do ChatGPT e Codex, com funções avançadas pra assinantes pagos.

A OpenAI afirma que dá pra criar revistas completas com o modelo. Capa, páginas internas, texto, layout. Também páginas de mangá, séries de posts pra redes sociais, infográficos com dados buscados na web em tempo real e planos de design pra cada cômodo de uma casa. Tudo a partir de um único prompt.

O avanço mais visível é o texto dentro de imagem. Até pouco tempo atrás, pedir pra qualquer modelo gerar um menu de restaurante resultava em palavras inventadas. O TechCrunch testou o Images 2.0 e gerou um menu de comida mexicana que poderia ser usado num restaurante real sem que ninguém percebesse. Texto limpo, legível, correto. Era o ponto fraco mais evidente de geradores de imagem. O Images 2.0 resolve, em inglês, pelo menos.

Em idiomas não-latinos, a história é outra. A Wired testou geração de texto em chinês e encontrou problemas: caracteres malformados, mistura com japonês, texto que parece chinês mas não diz nada. O próprio ChatGPT, quando questionado, admitiu que parte do texto que gerou era “nonsense feito pra parecer escrita de fan-edit asiático.” A OpenAI diz que houve “ganhos significativos” em japonês, coreano, chinês, hindi e bengali. De qualquer maneira, ganhos significativos ainda não é fluência.

 

 

 

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