Você vai ler na coluna hoje: Sistema Nacional das Agências de Propaganda reforça integração e apresenta iniciativas estratégicas durante encontro em Florianópolis, Ambientes tóxicos fazem profissionais brilhantes duvidarem de si mesmos, A crise silenciosa das empresas familiares, Banrisul irá aderir ao programa de R$ 30 bilhões para compra de carros novos por motoristas de apps e taxistas, Banrisul disponibiliza carência em empréstimo consignado estadual e INSS, Zico é o novo Embaixador da Saúde da Hapvida e estrela campanha ‘Se tem saúde, tem jogo’ , Como a Apple usa futebol para impulsionar iPhone 17 Pro
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Sistema Nacional das Agências de Propaganda reforça integração e apresenta iniciativas estratégicas durante encontro em Florianópolis
Juliano Brenner Hennemann e Fernando Silveira representaram o Sinapro-RS no evento que contou com programação paralela, a Rodada Nacional, iniciativa que vai percorrer 12 estados para levar informações estratégicas às agências
O Sistema Nacional das Agências de Propaganda do Rio Grande do Sul (Sinapro-RS) integrou as mais de 30 lideranças da propaganda de 12 estados presentes no Encontro do Sistema Nacional das Agências de Propaganda, promovido pela Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro), nos dias 14 e 15 de maio, em Florianópolis (SC). A entidade gaúcha esteve representada pelo presidente e VP da Fenapro, Juliano Brenner Hennemann, e pelo vice-presidente Fernando Silveira. Ao longo de dois dias, presidentes, executivos e representantes do Sistema debateram temas prioritários para o setor, incluindo inteligência de mercado, comunicação integrada, cenário regulatório, evolução dos programas nacionais da entidade e iniciativas voltadas à gestão e sustentabilidade das agências.
Os principais assuntos discutidos foram o fortalecimento institucional do Sistema, os assuntos debatidos com a Secretaria de Comunicação (Secom) do Governo Federal, o envolvimento de pautas com as demais entidades do setor, além da adoção de ferramentas de BI e de inteligência de mercado, a Sondagem do Cenário de Remuneração nas Agências, bem como os programas de capacitação e apoio às agências associadas.
Para Ana Celina Bueno, presidente da Fenapro, o encontro reforçou o papel estratégico da integração nacional do Sistema. “Reunimos lideranças de diferentes mercados do país em um ambiente de troca, alinhamento e construção conjunta. Foram debatidos temas importantes para a gestão das agências, para o fortalecimento das nossas entregas e do relacionamento com o mercado”, afirma. “Essa integração fortalece o Sistema, amplia a atuação da categoria e contribui para consolidar cada vez mais o setor publicitário brasileiro”, ressalta.
Como ações a serem encaminhadas, o Sinapro definiu a continuidade dos projetos nacionais, como o Festival Nacional da Propaganda, o fortalecimento das iniciativas de apoio técnico, estratégico e institucional às agências e a ampliação da Rodada Nacional, iniciativa que irá percorrer 12 estados brasileiros. Também reforçou o compromisso da Fenapro e dos Sinapros com a inovação, a boa gestão da operação das agências, a integração e o desenvolvimento sustentável do setor publicitário brasileiro.
Rodada Nacional
Um dos destaques do encontro foi a realização da Rodada Nacional, cujo objetivo é levar às agências associadas e não associadas uma análise atualizada do mercado publicitário e reforçar o papel do Sistema como parceiro estratégico na gestão dos negócios.
A iniciativa teve início no Rio Grande do Sul, no dia 13, com painéis de Ana Celina, que apresentou as ferramentas de gestão oferecidas pelo Sistema, e de Daniel de Tomazo, Head de Estratégia da AlmapBBDO, que abordou a transformação da criatividade em resultados globais. A programação Rodada Nacional, etapa Santa Catarina, contou com um painel especial sobre “Saúde Mental e a Lei NR-1”, com a participação da advogada trabalhista Ana Carolina Kroeff, e de Jonas Rasche, especialista em desenvolvimento humano na Operand. O debate abordou os impactos das novas exigências relacionadas à saúde mental no ambiente corporativo e os desafios de adaptação enfrentados pelas agências.
“A Rodada Nacional reforça o compromisso da Fenapro e do Sistema em estarmos próximos das agências, conectando o cenário nacional às demandas reais dos mercados e oferecendo suporte qualificado para a gestão dos negócios”, destaca Ana Celina.
Juliano Brenner Hennemann, presidente do Sinapro-RS, enfatiza que tanto os temas atuais debatidos na Rodada Nacional em Porto Alegre e Florianópolis, quanto os demais temas tratados no Encontro Nacional são extremamente relevantes e impactantes para a atividade publicitária, contribuindo para o crescimento e fortalecimento de todo o setor no país e nos mercados regionais.
Após Porto Alegre e Florianópolis, os próximos encontros da Rodada Nacional acontecerão em Goiânia, Brasília, Belo Horizonte, Salvador, João Pessoa, Natal, Manaus, Belém, Aracajú e Curitiba.
Ambientes tóxicos fazem profissionais brilhantes duvidarem de si mesmos
Por Luciana Regina M
Tem ambientes que não demitem pessoas. Eles fazem as pessoas desacreditarem de si mesmas até pedirem para sair. E isso é mais comum do que parece. Recentemente acompanhei um profissional em um processo seletivo que, no papel, tinha experiência, conhecimento e resultados. Mas na conversa, o que mais aparecia era insegurança. A sensação constante de que nunca estava bom o suficiente. Em nenhum momento faltava competência. O que faltava era um ambiente saudável. Ambientes tóxicos não destroem apenas a motivação. Eles afetam autoestima, silenciam talentos e fazem profissionais capacitados questionarem o próprio valor. Como RH, cada vez mais percebo que cultura organizacional não se resume a benefícios, frases na parede ou discursos inspiradores. Cultura é como as pessoas são tratadas nos dias difíceis, nos erros, nas cobranças e principalmente no reconhecimento. Empresas precisam de performance. Mas performance sustentável não nasce do medo, nasce da confiança. A pior empresa para trabalhar é aquela que te faz duvidar do seu potencial. E infelizmente, muitas pessoas só percebem isso depois de já estarem emocionalmente esgotadas.
A crise silenciosa das empresas familiares
Por Fernando Röhsig
Por trás de balanços sólidos e marcas consolidadas, cresce uma fragilidade ainda pouco percebida nos conselhos: a sucessão. A The Economist aponta uma “onda global de sucessão” em empresas familiares.
Não se trata de fenômeno marginal. Essas empresas representam mais de 70% do PIB global e 60% dos empregos privados, segundo o Family Firm Institute. O problema não é o tamanho, mas o despreparo. Sucessão deixou de ser evento pontual e tornou-se processo estrutural: fundadores envelhecem simultaneamente, enquanto as empresas ganham complexidade. Já a nova geração tem interesses diversos e, muitas vezes, menor disposição para assumir a gestão.
No Brasil, o desafio se agrava por três traços recorrentes: centralização no fundador, baixa institucionalização e confusão entre família, gestão e propriedade. O erro mais comum é reduzir sucessão à escolha de um CEO. O ponto central é outro: preparar a próxima geração como proprietária. Nem todo herdeiro deve liderar, mas todos precisam dominar alocação de capital, governança, risco e estratégia. Sem isso, surgem conflitos e destruição de valor.
Há ainda um dado crítico: processos de sucessão bem estruturados podem levar até 8 anos. Quando o tema se torna urgente, já é tarde. Apenas 30% das empresas chegam à segunda geração e 12% à terceira, segundo a PwC.
A distinção entre empresa familiar e família empresária é essencial. A primeira descreve a estrutura; a segunda, a capacidade de gerir patrimônio ao longo do tempo. Famílias empresárias adotam regras claras, separam propriedade e gestão, contam com conselhos independentes e preparam formalmente seus herdeiros.
A transição exige decisões difíceis: trazer executivos externos, abrir governança e formalizar acordos. Manter a informalidade em negócios complexos custa caro. Segundo a McKinsey, empresas com governança estruturada têm retorno superior sobre o capital.
A sucessão mal conduzida raramente causa colapso imediato. Seus efeitos são graduais: perda de eficiência, saída de talentos e paralisia estratégica. Quando aparecem no balanço, o valor já foi comprometido.
Sucessão, portanto, deixou de ser pauta futura. É tema central da estratégia. Mais do que formar sucessores, o desafio é formar bons proprietários — talvez a agenda mais urgente e menos enfrentada nas empresas familiares brasileiras.
Banrisul irá aderir ao programa de R$ 30 bilhões para compra de carros novos por motoristas de apps e taxistas
O Banrisul vai aderir ao programa Move Brasil Táxi e Aplicativos, iniciativa do Governo Federal voltada a ampliar o acesso ao crédito para a compra de carros novos por profissionais que têm o veículo como principal ferramenta de trabalho. A linha conta com R$ 30 bilhões disponíveis e busca viabilizar a aquisição de modelos mais eficientes e alinhados a critérios de sustentabilidade.
No Banrisul, a taxa de juros máxima estimada será de aproximadamente 9,75% a.a. Motoristas mulheres terão desconto de 1% a.a. na taxa. Os recursos são originados no BNDES, com repasse do Ministério da Fazenda, e a expectativa é que os financiamentos ofereçam juros abaixo dos patamares praticados no mercado, ampliando a competitividade do crédito para a categoria.
O programa é destinado a motoristas de aplicativos, taxistas e cooperativas de taxistas, desde que os veículos atendam a critérios de sustentabilidade ambiental, social e econômica. Entre os modelos elegíveis estão veículos flex, híbridos, elétricos ou movidos a etanol. A proposta é combinar acesso a financiamento com a transição gradual para tecnologias e combustíveis mais eficientes e menos poluentes.
Entre as condições esperadas, estão operações para compra de carros novos de até R$ 150 mil, com prazos que podem chegar a 72 meses e possibilidade de carência de até seis meses. As regras financeiras, prazos, carência e demais normas das linhas serão definidas pelo BNDES, que estabelecerá os parâmetros definitivos para a oferta do crédito nas instituições participantes.
Para motoristas de aplicativo, estima-se que será necessário comprovar atividade mínima na plataforma, com cadastro ativo há pelo menos 12 meses e comprovação de corridas no período. Já os taxistas deverão apresentar regularidade cadastral e fiscal.
“A adesão do Banrisul amplia as alternativas de financiamento para motoristas que dependem do carro para gerar renda, com condições desenhadas para facilitar a compra de um veículo novo dentro dos critérios exigidos pelo programa”, afirma o presidente do Banrisul, Fernando Lemos.
Os interessados poderão realizar ou atualizar o seu cadastro a partir de segunda-feira (25), nas agências do Banrisul. Os critérios de enquadramento e etapas do processo dependerão da publicação das regras, que serão estabelecidas pelo BNDES para a operacionalização da linha.
Banrisul disponibiliza carência em empréstimo consignado estadual e INSS
O Banrisul passou a oferecer carência nos empréstimos consignados destinados ao funcionalismo público estadual. Em operações novas e refinanciamentos, os clientes podem contar com até quatro meses para o pagamento da primeira parcela, medida que traz maior flexibilidade financeira. Estão contemplados servidores estaduais do Executivo, Judiciário, Ministério Público, Defensoria Pública, Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa. As contratações podem ser realizadas de forma digital, pelo aplicativo do Banrisul, ou presencialmente nas agências.
Segundo o presidente do Banrisul, Fernando Lemos, a carência segue a mesma diretriz adotada pelo Governo Federal para aposentados e pensionistas do INSS. “Trata-se de uma adequação alinhada às políticas públicas mais recentes, que moderniza o crédito consignado e oferece um período adicional de fôlego financeiro às famílias, permitindo uma reorganização do orçamento com maior segurança e responsabilidade”, afirma.
Consignado INSS
No consignado voltado a aposentados e pensionistas do INSS, o Banrisul também adotou alterações em consonância com o órgão federal. Os beneficiários passaram a ter carência de até três meses para o pagamento da primeira parcela, além da ampliação do prazo máximo de pagamento para até 108 parcelas, o equivalente a nove anos. Antes, o limite era de 96 meses, ou oito anos.
Outra novidade é a exigência de validação da operação por biometria facial no aplicativo Meu INSS, procedimento que passa a ser obrigatório. A medida tem como objetivo aumentar a segurança das contratações e reduzir o risco de fraudes, garantindo mais proteção aos beneficiários.
Zico é o novo Embaixador da Saúde da Hapvida e estrela campanha ‘Se tem saúde, tem jogo’
Ídolo do futebol brasileiro se une à maior empresa de saúde integrada da América Latina para inspirar o país em iniciativa que conecta saúde, longevidade e qualidade de vida
São Paulo, maio de 2026 – Maior empresa de saúde e odontologia da América Latina, a Hapvida anuncia Arthur Antunes Coimbra, o Zico, como seu novo Embaixador da Saúde. A parceria fortalece a estratégia da companhia de aproximar saúde, esporte e cultura popular, conectando a trajetória de um dos maiores ídolos da história do esporte nacional à sua missão de cuidar de milhões de brasileiros.
“Zico é um símbolo de disciplina, longevidade e compromisso com a qualidade de vida. Ter o Zico como nosso embaixador é traduzir para milhões de brasileiros a mensagem de que cuidar da saúde é o que nos mantém ‘em campo’ para viver tudo o que importa”, diz Bernardo Marotta, CMO da Hapvida.
A chegada de Zico à Hapvida vem acompanhada do lançamento da campanha “Se tem saúde, tem jogo”. A metáfora transcende o futebol para falar de vários aspectos da vida, como trabalho, família, sonhos e emoções. A saúde é o elemento que torna possível a vivência plena em todos eles. A campanha coloca Zico em diálogo com sua própria trajetória, do jovem que marcou mais de 500 gols ao homem de 73 anos que segue ativo, presente na vida de filhos e netos, porque soube cuidar do corpo e da mente ao longo dos anos.
“Tive a sorte de jogar muitos jogos na vida. No campo, na televisão, como treinador, como pai. E o que me permitiu chegar até aqui foi uma coisa só: saúde. Essa é a mensagem que quero passar junto com a Hapvida. Se tem saúde, tem jogo”, comenta o ídolo Zico.
Trajetória que inspira gerações
Reconhecido de norte a sul do Brasil e respeitado por todas as gerações, Zico é mais do que um ícone do futebol. Com títulos nacionais e internacionais como jogador, além de uma carreira sólida como treinador, comentarista e atualmente como empresário, o ex-camisa 10 construiu uma trajetória que ultrapassou as quatro linhas do campo. Aos 73 anos, Zico mantém uma rotina disciplinada de atividade física e cuidados com a saúde – o que o torna prova viva de que longevidade e qualidade de vida caminham juntas quando há prevenção e cuidado.
“A credibilidade genuína do Zico reforça o compromisso da Hapvida com a promoção da saúde preventiva em larga escala. Com cerca de 16 milhões de beneficiários em todo o país, a companhia aposta na força de uma figura popular para estimular hábitos mais saudáveis e ampliar a conscientização sobre a importância do cuidado contínuo com a saúde”, Bernardo Marotta, CMO da Hapvida.
O negócio foi intermediado pela KLEFER, agência especializada em projetos de esporte e entretenimento, responsável pela gestão de imagem e negócios do Galinho desde 2023. A campanha contou com desenvolvimento criativo da MADE, agência parceira da Hapvida, que apoiou a produção da iniciativa.
Como a Apple usa futebol para impulsionar iPhone 17 Pro
Por Valeria Contado
A AppleTV exibirá o jogo entre LA Galaxy e Houston Dynamo FC, da Major League Soccer (MLS) inteiramente capturado pelas lentes do iPhone 17 Pro. Será a primeira vez que o smartphone é usado para capturar, em sua totalidade, uma partida de futebol.
O aparelho celular será utilizado para capturar imagens ao vivo durante toda a partida, incluindo momentos de aquecimento das equipes no campo, a apresentação dos jogadores, ângulos de gol e a atmosfera dentro do estádio.
Tudo isso será replicado na plataforma da Apple, que é detentora dos direitos de exibição da liga norte-americana de futebol para mais de 100 países.
Com isso, a marca de tecnologia quer reforçar a qualidade de vídeo e as perspectivas dinâmicas do aparelho. Para isso, a Apple posicionará os aparelhos em todo o entorno do Dignity Health Sports Park, estádio que receberá a partida.
Essa, no entanto, não é a primeira vez que a empresa utiliza seus celulares para captar imagens nos esportes. Em setembro do ano passado, a companhia utilizou um iPhone 17 Pro para capturar momentos selecionados do jogo entre o Boston Red Sox e o Detroit Tigers do “Friday Night Baseball”.
A produção foi reconhecida pela liga de baseball, entrando para o hall de coleção permanente do National Baseball Hall of Fame and Museum.
iPhone vira protagonista em produções da Apple
Além dos esportes, a Apple usa com frequência os modelos de iPhone para a produção de conteúdo. Neste ano, a marca aproveitou a apresentação do half time show do Super Bowl, com Bad Bunny, para mostrar como espectadores, de várias partes do mundo, receberam a performance do rapper porto riquenho.
O projeto contou com 23 fotógrafos e cinegrafistas que usaram o iPhone 17 Pro para documentar festas e salas de estar em 15 cidades, abrangendo 11 fusos horários. As imagens foram capturadas em locais como Porto Rico, São Francisco, Cidade do México, São Paulo, Madri, Seul, Tóquio e Kampala.
De acordo com o Adage, o trabalho serviu como vitrine para o sistema de câmeras aprimorado do iPhone 17 Pro, tendo em vista que o dispositivo inclui três câmeras traseiras de 48 MP e zoom óptico estendido, além de uma câmera frontal projetada para manter os objetos centralizados.
No ano passado, a companhia elevou a sua campanha “Shot on iPhone”, contando com Dua Lipa e sua turnê, a Radical Optimism Tour, como o teste para os novos gadgets lançados pela empresa.
Na ocasião, a artista utilizou o seu iPhone 17 Pro e o iPhone Air para fazer registros pessoais durante um show ao vivo, resultando e, um vídeo de bastidores, filmado inteiramente com os dois dispositivos, capturando tudo, desde o nervosismo no backstage até as reações da plateia.