Samba Ads Media Network fecha parceria no Rio Grande do Sul com Armazém de Mídia – 13.07.2026

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Você vai ler na coluna hoje: Samba Ads Media Network fecha parceria no Rio Grande do Sul com Armazém de Mídia, A agência Protarget está completando 44 anos hoje, O Facebook morreu. Será mesmo? , Haaland, Hermès e a nova lógica do desejo no mercado de luxo, Economia doméstica segue resiliente apesar dos juros restritivos, enquanto petróleo caminha para normalização, A gente descobre quem realmente faz parte da nossa vida quando o crachá deixa de abrir as portas, Mais de 80% dos brasileiros ganham menos de R$ 5 mil por mês. 

 

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Samba Ads Media Network fecha parceria no Rio Grande do Sul com Armazém de Mídia

A Samba Ads Media Network, AdTech boutique do publicitário Marcio Figueira, fechou sua representação comercial no Rio Grande do Sul com o Armazém de Mídia, do publicitário Daniel Zimmermann, profissional com longa trajetória no mercado de mídia gaúcho.
A aproximação entre as partes foi articulada pela executiva gaúcha Karen Dantas Kopper, que atua entre os eixos Brasília e Rio Grande do Sul e passa a somar forças ao Armazém de Mídia no desenvolvimento das operações e das oportunidades comerciais da Samba Ads no Estado.
A chegada ao Sul acompanha o reposicionamento da empresa, que hoje opera como um ecossistema inteligente de mídia, com seis redes especializadas — Vídeo, Mobility, DOOH, Áudio, Social e Data & AI.
“O mercado está cheio de player que vende uma Ferrari e entrega um Fusca. Nossa proposta é o contrário: entregar exatamente o que foi planejado, com transparência, assertividade e resultados reais”, provoca Marcio Figueira.
Zimmermann destaca que a parceria reforça a presença da Samba Ads no Estado e amplia o portfólio disponível para agências e anunciantes gaúchos. “É uma operação que combina sofisticação, profundidade de entrega e atendimento próximo, exatamente o que o mercado daqui procura”, afirma.

 

Em festa: A agência Protarget está completando 44 anos hoje.

Em um mercado dinâmico como o da publicidade, chegar a mais de quatro décadas é um feito e tanto. A empresa publicou um agradecimento aos parceiros que acompanham essa jornada criativa, reforçando que a essência da marca segue a mesma de sua fundação.

Parabéns à equipe!

 

O Facebook morreu. Será mesmo?

Por Hugo Rodrigues

Segundo o levantamento da Salesforce “The 15 Most Popular Social Media Platforms in 2026”, o Facebook continua sendo a plataforma com mais usuários ativos mensais no mundo inteiro: 3,07 bilhões de pessoas. Isso é quase metade da população mundial dentro de uma única plataforma, todo mês, de forma ativa.

O WhatsApp e o Instagram empatam logo atrás, com 3 bilhões cada. O YouTube aparece com 2,53 bilhões. E o TikTok, tão falado, tão debatido, fecha o top 5 com 1,99 bilhão de usuários, um número expressivo, mas ainda distante dos líderes.

Tem mais um dado que chama a atenção: o LinkedIn, rede que vive em alta no mercado de negócios e que todo executivo jura estar dominando o planeta, tem 310 milhões de usuários ativos mensais. Para efeito de comparação, isso é 10 vezes menos do que o Facebook.

O que esses dados dizem, na prática? Que narrativa de mercado e realidade de mercado são coisas diferentes. Que “todo mundo está saindo do Facebook” pode ser a percepção de uma bolha específica, geralmente composta por profissionais de marketing, comunicação e tecnologia. Para uma parcela enorme da população global, o Facebook continua sendo a rede social favorita.

Para quem trabalha com comunicação e publicidade, ignorar esse dado é um erro estratégico. Plataformas não morrem por decreto de tendência, mas por perda de hábito das pessoas. E o hábito de 3 bilhões de usuários continua vivo.

Haaland, Hermès e a nova lógica do desejo no mercado de luxo

Por Keila Alves

Durante a Copa do Mundo, muita gente falou sobre os gols de Erling Haaland. Mas, no universo do luxo, outro detalhe roubou a cena: sua coleção de bolsas Hermès, com modelos avaliados em centenas de milhares de reais.

À primeira vista, é fácil direcionar a conversa para o preço. Mas, para mim, o aspecto mais interessante está no que esse movimento representa.

Durante muito tempo, as bolsas de luxo foram comunicadas quase exclusivamente para o público feminino. Hoje, atletas, artistas e empresários as incorporam naturalmente ao seu estilo, não apenas como acessórios, mas como objetos de desejo, patrimônio e expressão pessoal.

Essa mudança diz muito sobre a evolução do mercado de luxo.
Cada vez mais, as marcas deixam de dialogar com estereótipos e passam a conversar com indivíduos. O consumidor contemporâneo quer produtos que reflitam quem ele é, independentemente de gênero, idade ou profissão.

Para as maisons, essa transformação vai além de ampliar o público. Ela exige uma nova forma de construir desejo: menos baseada em categorias tradicionais e mais conectada à identidade, autenticidade e pertencimento.

No fim, talvez esse seja um dos maiores aprendizados para quem trabalha com branding.
No mercado de luxo, nunca se tratou apenas de vender um produto: sempre se tratou de fazer as pessoas se reconhecerem na marca. E à medida que a sociedade muda, esse sentimento de pertencimento também evolui.

Economia doméstica segue resiliente apesar dos juros restritivos, enquanto petróleo caminha para normalização

Por Cenário Econômico Bradesco

Sob fortes estímulos que se contrapõem à política monetária, revisamos a projeção para o PIB de 1,8% para 2,0% em 2026. A economia cresceu 1,1% no primeiro trimestre, acima das estimativas, mas o resultado foi liderado por segmentos menos ligados ao ciclo econômico, enquanto os setores cíclicos cresceram apenas 0,6%. Do lado da demanda, o consumo das famílias retomou algum dinamismo, impulsionado pelo mercado de trabalho, medidas de crédito e pela isenção do imposto de renda para rendimentos até R$ 5 mil. As medidas de estímulo ao crédito implementadas pelo governo devem moderar a desaceleração da atividade, mas os juros em patamares ainda mais restritivos continuarão levando a expansão do PIB para abaixo do potencial.

Sob esse contexto, revisamos a projeção para o PIB de 2,0% para 1,5% em 2027. Nossa hipótese segue sendo a de que o impulso fiscal será negativo, e o crédito expandido em 2026 se converte em maior comprometimento de renda ou menor geração de caixa no ano seguinte, pressionando o consumo e os investimentos, na margem. O mercado de trabalho deve mostrar alguma acomodação, com a taxa de desemprego subindo de 5,9% em 2026 para 6,8% em 2027. Ainda será uma taxa de desemprego baixa para padrões históricos brasileiros, mas que tende a contribuir para o alargamento do hiato do produto ao longo dos próximos trimestres.

Com o ambiente global mais ambíguo para os emergentes, o real mostrou desempenho ligeiramente inferior aos pares. Ainda assim, diante de múltiplos choques globais e locais, a moeda tem se mostrado bastante resiliente, nos levando a manter a projeção ao final deste ano em R$/US$ 5,00. O déficit em transações correntes deve convergir para 2% do PIB em 2026, sustentado pelo superávit comercial, com crescimento relevante das exportações de petróleo, acompanhado de um fluxo de investimento estrangeiro direto robusto e estável. Para o próximo ano, por sua vez, diante das assimetrias para o dólar, globalmente, revisamos a taxa de câmbio para R$/US$ 5,20.

Essas expectativas para um alargamento do hiato, certa estabilidade do Real e um petróleo mais contido (vide seção internacional) são elementos chave em nosso cenário para a inflação e os juros. O acúmulo de choques fez nossa projeção para o IPCA sair de 5,0% para 5,3% em 2026 e de 3,7% para 4,1% em 2027. Os choques vindos da guerra, de preços de alimentos, incluindo aqueles vindos do El Niño, e, em alguma medida, a resiliência do setor de serviços explicam essas mudanças. Sem o impulso vindo do câmbio e com queda nos preços do petróleo, entretanto, o choque na cadeia de bens industriais está se dissipando, com alívio esperado para o quarto trimestre. A inflação de serviços permanece resistente, com os núcleos ainda pressionados, mas sem deterioração adicional.

O Banco Central cortou a Selic em 0,25 p.p. em junho, levando-a para 14,25%, e sinalizou na ata da reunião do Copom que o ciclo de calibração pode incluir pausas ao longo do caminho. A ata argumentou que há diversas trajetórias de juros consistentes com a convergência da inflação à meta no horizonte relevante, e que uma convergência mais rápida implicaria movimentos abruptos que levariam a inflação abaixo da meta nos trimestres seguintes. O Comitê optou por uma trajetória mais gradual, a despeito de um balanço de riscos assimétrico para cima — reflexo tanto do choque da guerra quanto de riscos ainda não inteiramente incorporados, como o El Niño. A preferência por preservar flexibilidade nas próximas reuniões, ao invés de oferecer um guidance preciso, reflete esse ambiente de maior incerteza e tornará a trajetória futura de política monetária ainda mais dependente dos dados e da evolução do cenário. Assim, revisamos nossa expectativa para a Selic ao final de 2026 de 12,75% para 13,75%.

Para 2027, projetamos Selic em 11,00% ao final do ano. O juro real elevado, a expectativa de certa estabilidade cambial e de impulsos fiscais e de crédito negativos no próximo ano nos levam a crer em um quadro de inflação esperada consistente com a convergência nos futuros horizontes relevantes, abrindo espaço para cortes. Vale destacar que, em 11%, o juro real ao final do próximo ano, em cerca de 7,5%, ainda estará acima do nível que nós e o Banco Central estimamos como neutro para a economia na ausência dos estímulos correntes e dos choques vigentes.

Por fim, no âmbito fiscal, mantemos a expectativa de cumprimento das regras do arcabouço em 2026 e de algum ajuste em 2027. As despesas primárias devem permanecer dentro dos limites estabelecidos e a meta de resultado primário deve ser alcançada em 2026, ainda que insuficientes para estabilização da dívida. Para 2027, nossa expectativa é de que o país avance na direção de um ajuste estrutural das contas públicas, condição necessária para interromper essa trajetória de expansão da dívida, ainda que a magnitude e a composição desse ajuste permaneçam em aberto. Esse, ao mesmo tempo, segue sendo o maior risco em nosso cenário. Na ausência de sinais de consolidação fiscal, os parâmetros do cenário podem se alterar de forma substancial ao projetado inicialmente, especialmente se o ambiente externo se provar menos benigno aos países emergentes.

Cenário Internacional – Petróleo caminha para normalização

O memorando de entendimentos entre EUA e Irã assinado em 17 de junho marcou uma virada no conflito. O acordo de 60 dias estabelece cessar-fogo, reabertura do Estreito de Ormuz sem cobrança de pedágios e uma janela de negociações sobre o programa nuclear iraniano. A retomada do fluxo pré-guerra (cerca de 120-130 embarcações transitando diariamente) ainda deve tomar algum tempo e há riscos de retrocessos no acordo. Mais de 500 embarcações ainda aguardam saída do Golfo Pérsico e operadores de navios permanecem cautelosos após quase quatro meses de ataques e restrições. A limpeza de minas, o reparo de infraestrutura portuária e a retomada das operações de seguro marítimo são etapas que ainda precisam ser superadas. De todo modo, os preços já reagiram e o barril de WTI opera ao redor de US$ 70.

A inflação americana irá se beneficiar da redução do preço do petróleo. Os componentes mais voláteis (energia, gasolina, passagens aéreas) devem recuar com a reabertura de Ormuz e a normalização do petróleo. A inflação, que chegou a 4,2% em maio, provavelmente fez o pico. Há, porém, um componente mais persistente na inflação dos EUA. O núcleo do PCE está rodando em torno de 3,3% ao ano. Para que a inflação termine de acordo com a estimativa dos membros do Fed (3,3% em 2026, 2,5% em 2027), o núcleo precisa de uma desaceleração importante em relação ao ritmo dos últimos seis meses. Soma-se a essa dificuldade, o boom de inteligência artificial, que eleva a demanda por infraestrutura. Esse fenômeno deve manter pressionada a inflação nos próximos trimestres.

O mercado de trabalho americano tem se mostrado mais firme do que o esperado. O ritmo de contratações segue firme e o número de novos entrantes está próximo de zero, pressionado para baixo pela queda na imigração e pelo envelhecimento populacional. Assim, a taxa de desemprego tem ficado estável, ao redor de 4,3%, e o foco do Fed deverá se deslocar para o mandato de estabilidade de preços nos próximos meses.

Seguimos vendo o juro americano parado por um período prolongado, mas reconhecemos um risco assimétrico de alta. A última reunião do FOMC confirmou que a preocupação dos membros do comitê vai além dos efeitos da Guerra no Oriente médio, com maior foco nos núcleos de inflação. A decisão de manter os juros em 3,50–3,75% foi unânime, mas o comunicado, mais curto e sem qualquer viés de afrouxamento, trouxe uma mudança de tom relevante. A mediana das projeções dos membros migrou para 3,8%, com nove dos dezenove dirigentes projetando ao menos uma alta de juros ainda em 2026 — o novo presidente, Kevin Warsh, não submeteu sua projeção. A possibilidade de alta deixou de ser apenas uma hipótese de cauda e se tornou um viés na comunicação do Fed. Essa mudança de postura limita desvalorização do dólar. Ao mesmo tempo, seguimos avaliando que com uma política econômica errática dos EUA, o dólar não tem muito espaço para fortalecimento contínuo.

O BCE subiu os juros para 2,25% e o tom do comunicado deixou claro que não foi um movimento preventivo. Os riscos de inflação foram explicitamente classificados como assimétricos para cima e o núcleo da inflação foi revisado, ficando acima da meta até 2028. A possibilidade de um novo aumento de juros em julho não foi descartada, mas o cenário base é de pausa, com nova alta em setembro.

Com núcleo resistente, estoques de gás abaixo da média e atividade resiliente, os dados ainda não validam o cenário benigno que permitiria ao BCE interromper o ciclo. O núcleo acelerou para 2,6%, com serviços rodando a 3,5% e o componente de tecnologia perdendo força como amortecedor desinflacionário. O risco energético europeu ainda merece monitoramento, especialmente para o inverno. O preço do gás natural segue acima do patamar anterior ao conflito no Oriente Médio, enquanto os estoques de gás seguem abaixo da média sazonal. O memorando de entendimentos, de toda forma, reduz o risco imediato.

Na China, o momento positivo do primeiro trimestre não se sustentou. Os dados de maio sugerem fraqueza da demanda doméstica chinesa. As vendas no varejo recuaram 0,6% em termos anuais — a primeira queda desde dezembro de 2022. O investimento em ativos fixos acumulado até maio cedeu 4,1% no ano, contra alta de 1,7% no primeiro trimestre. O investimento imobiliário aprofundou a contração e o crédito também decepcionou. Esse enfraquecimento da economia deve limitar a contaminação do núcleo de inflação, mesmo que os dados ao produtor tenham mostrado pressão de custos ligada ao boom de inteligência artificial. A alta dos preços ao produtor, contudo, pode diminuir o vetor desinflacionário vindo do país para o resto do mundo.

Na América Latina, não vemos muito espaço para afrouxamento monetário. No México, o diferencial de juros com os EUA (em mínimas históricas) limita a capacidade do Banxico de promover novos cortes. No Chile, o BCCh manteve a taxa em 4,50%, mas mostrou certa preocupação com o consumo. O risco inflacionário diminuiu, com expectativas ancoradas em torno de 3% — consistentes com um choque de petróleo transitório. Mantemos a projeção de taxa em 4,50% ao longo de 2026–27, mas o comitê preserva viés para um último corte de 25 pontos base.

A gente descobre quem realmente faz parte da nossa vida quando o crachá deixa de abrir as portas.

Por Luciana Regina Mascari

Essa foi uma das maiores lições que aprendi na minha última experiência profissional.

Durante muito tempo, convivi diariamente com pessoas que pareciam próximas. Conversávamos, compartilhávamos o dia a dia, comemorávamos conquistas e enfrentávamos desafios juntos.

Mas bastou meu ciclo naquela empresa terminar para que o silêncio tomasse conta.

Não houve conflitos. Não houve despedidas difíceis. Apenas a constatação de que muitas relações existiam porque o ambiente de trabalho nos unia, e não porque havia uma conexão genuína.

Confesso que, no início, isso me decepcionou. Afinal, é natural criar expectativas quando dividimos tantos momentos com alguém.

Com o tempo, porém, entendi que essa não é uma história sobre ingratidão. É sobre maturidade.

Nem todo colega será um amigo. E tudo bem.

A carreira nos apresenta muitas pessoas, mas poucas permanecem quando o vínculo profissional acaba. E são justamente essas que merecem ser valorizadas.

Hoje levo uma lição comigo: faça o seu melhor, construa relações com respeito e generosidade, mas não crie expectativas sobre quem continuará ao seu lado quando o capítulo profissional chegar ao fim.

Porque algumas conexões terminam com o contrato. As verdadeiras seguem, independentemente dele.

E você já passou por isso também?

Mais de 80% dos brasileiros ganham menos de R$ 5 mil por mês.

Por Ruy Magalhães

Esse dado não é apenas um problema social.

É um dos maiores indicadores econômicos do país.

Porque renda define o tamanho do mercado, a capacidade de consumo, a inovação e o potencial de crescimento de uma economia.

E aqui está o paradoxo:

O Brasil quer crescer como potência, mas ainda depende de uma base econômica fragilizada.

Temos recursos, agro forte, indústria relevante e posição estratégica.

Mas também convivemos com baixa renda, crédito caro e dificuldade para financiar crescimento.

E existe um ponto que pouca gente conecta:

Nenhuma economia escala sem capital.

Enquanto muitas empresas adiam investimentos e operam para sobreviver, outras acessam capital internacional, alongam prazos, reduzem o custo financeiro e aceleram sua expansão.

O resultado vai muito além do balanço financeiro.

Empresas mais capitalizadas:
✅ investem mais;
✅ contratam mais;
✅ aumentam a produtividade;
✅ fortalecem toda a cadeia econômica.

O Brasil não precisa apenas de mais crédito.

Precisa de crédito inteligente, funding de longo prazo e acesso ao capital global.

Porque uma economia forte não se constrói apenas com recursos naturais.

Ela se constrói com empresas fortes, pessoas produtivas e visão de longo prazo.

Quem entender isso primeiro estará construindo a vantagem competitiva da próxima década.

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